História Bite - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Jikook, Jimin!alfa, Jungkook!ômega
Exibições 1.572
Palavras 1.718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


TO POSTANDO ANTES QUE MARAVILHA NÉNON???
SJDKLSJKSJDHC

só pra avisar, eu tive que dividir o cap em dois! falta mais uma lenda ainda!!

boa leitura amores ;*

reviso ele amanhã!!!

Capítulo 12 - Capítulo 12


Demoro a fechar a porta pensando por onde começar.

-Chim? – Sinto um arrepio passar pelo meu corpo ao escutar a voz de Jungkook chamar pelo meu apelido.

Viro-me devagar para os presentes na sala. Hoseok está sentando na ponta do sofá ao lado de Taehyung que além de estar com os olhos pregados na mesinha de centro, está com um rubor nas bochechas. Levanto a sobrancelha para meu hyung que me olha sem entender. Jungkook é o único que está de pé a poucos metros de distância esperando por uma resposta minha.

-Lembra daquele livro sobre lendas que eu te contei?

O de cabelos roxo tomba levemente sua cabeça para o lado.

-Lembro.

Respiro fundo e me aproximo aos poucos do maior.

-Semana passada, Hoseok-hyung trouxe uma parte traduzida do livro. – Mordo os lábios e olho para meu primo e meu hyung. Tae, ainda com o rubor nas bochechas, está com a atenção voltada para mim assim como meu hyung. – E hoje ele trouxe o resto. – Volto meu olhar para o mais novo e paro de andar assim que chego a sua frente.

-E o que o livro dizia? – Sinto outro arrepio ao ser analisado por seus olhos escuros como a noite.

Olho mais uma vez para meu hyung que sustenta um sorriso nos lábios e faz um gesto para que eu continue a falar.

-E-ele contava sobre almas gêmeas, que ambas se notam através do cheiro e quando se tocam sentem uma ligação. – Respondo olhando firme em seus olhos que logo ficam marejados.

-Eu sempre escutei histórias sobre almas gêmeas quando mais novo e sempre acreditei que um dia encontraria a minha, mas agora eu estou marcado e... – Uma lágrima escorre pelo seu belo rosto me fazendo levar um dedo para secá-la. -... Como posso ter esperanças?

-Eu acredito que possa ter uma solução. – Acaricio seu rosto e antes que eu continue a falar algo, meu hyung chama minha atenção.

-Por que não lê para todos o que o resto da tradução diz? Não é o livro inteiro, é só a parte que julguei ser necessária.

Afasto-me devagar de Jungkook e sento ao lado de meu primo que até agora não disse uma única palavra. O maior senta ao meu lado me fazendo inspirar seu cheirinho doce de morangos.

-Está tudo bem com você? – Pergunto para meu primo

Hoseok se aproxima de meu primo visivelmente preocupado a espera de uma resposta fazendo com que o mesmo ganhe uma coloração vermelha nas bochechas.

-Aigo, estou bem. Leia isso logo!

Encaro mais uma vez meu hyung com a sobrancelha arqueada. Alguma coisa entre esses dois está acontecendo e Hoseok se mantém indecifrável.

Solto um suspiro e começo a ler. Uma coisa de cada vez.

 

De tantos pares que o deus vira se encontrarem e se desencontrarem, a história que ele achara mais fascinante ocorrera em meados do quinto século de existência da nova geração.

Dois melhores amigos, um ômega chamado Yeol e um alfa chamado Leetuk, que se conheciam desde que se entendiam por gente, agora adultos dividiam sua moradia. Leetuk sempre protegera Yeol de alfas que só o queriam por sua beleza e para se satisfazerem sexualmente. O alfa nunca admitira para o ômega, mas desde que eram crianças, ele nutria um sentimento diferente por Yeol. Se um alfa com boas intenções mandava cartas ou flores para o ômega, Leetuk dava um jeito de interceptá-las, pois ele acreditava que um dia o ômega sentiria o mesmo e enfim viveriam juntos.

Conforme iam crescendo, o sentimento que Leetuk sentia por Yeol foi tomando proporções ainda maiores, mas como o ômega sempre fora inocente, nunca tinha consciência de suas investidas discretas, pois confiava sua vida ao alfa, afinal, sempre foram melhores amigos.

Doía o coração de Leetuk quando Yeol perguntava o porquê que nenhum alfa o queria. Mal sabia ele que Leetuk continuava interceptando qualquer tentativa de aproximação seja de um alfa ou até mesmo de um beta.

‘’Eu quero você, Yeol, um dia eu sei que perceberá. ’’ – O alfa sempre matinha esse pensamento em mente quando respondia qualquer outra coisa toda vez que o ômega se queixava.

Os anos passaram e como Yeol não queria morar mais com os pais, aceitou morar temporariamente com seu melhor amigo até que encontrasse um alfa que o quisesse.

Até que em uma tarde, Leetuk não estava em casa e Yeol cuidava do jardim, um cheiro forte docemente amadeirado impregnou as narinas do ômega fazendo-o fechar os olhos por alguns instantes e aproveitar daquele cheiro tão atrativo. O cheiro ficou mais forte e mais inebriante fazendo o ômega abrir os olhos e encontrar um rapaz de cabelos pretos, olhos amendoados e pele levemente morena o encarando fixamente atrás da cerca da casa que fica entre o jardim e a calçada. Os olhares quando se encontraram fizeram os pelos do corpo do ômega se arrepiarem e o mesmo prendeu a respiração. O alfa, novato na pequena cidade, também se sentiu atraído pelo cheiro doce de maracujá, nunca sentira um cheiro tão bom em toda sua vida e teve a mesma reação que o pequeno ômega. Ficou estático enquanto matinha o olhar firme no do ômega.

A partir desse momento, o alfa passava todos os dias enfrente a casa de Yeol. Os dois se aproximaram aos poucos; começaram com a troca de olhares, depois sorrisos, até que passaram a conversar e a se conhecerem melhor. A primeira vez em que trocaram um aperto de mãos, ambos soltaram imediatamente o aperto por sentirem um choque elétrico percorrer entre elas.

Dois meses se passaram e ambos se encontravam perdidamente apaixonados. Por sorte do ômega, sem que esse soubesse de tamanha sorte que tinha, Leetuk nunca tivera conhecimento do alfa e Yeol não fizera questão de contar, nem ele sabia o motivo. Até que em um dia da semana, Leetuk sai antes do serviço e encontra Yeol e o alfa aos beijos no jardim de sua casa.

Leetuk fica possesso de raiva. Sua vontade era de matar o alfa que estava beijando seu ômega. Mas ele teve ideia melhor. Esperou o alfa ir embora para enfim entrar em casa e agir como se nada tivesse acontecido.

Ao anoitecer, enquanto Yeol tomava banho, Leetuk despiu-se e entrou sorrateiramente no banheiro que o ômega estava. Passou um braço pela cintura de Yeol e com a outra tapou sua boca. Virou o ômega de frente para si e viu os olhos amedrontados sobre si, porém não se importou. Ele iria torná-lo seu e alfa algum o tiraria de si. Pensou em deixar sua marca em cima do coração de Yeol, pois para Leetuk seria uma demonstração de amor, mas ao notar o coração do menor acelerado pelo medo, fincou suas presas do lado contrário fazendo Yeol soltar um grito de dor.

Aquela noite, Leetuk aproveitou da fraqueza de Yeol e tornou-o seu de todas as formas possíveis. O alfa estava fora de si.

Na manhã seguinte, Yeol, quase sem forças, encontrou um bilhete ao lado de sua cama com juras de amor e dizendo que Yeol seria para sempre de Leetuk.

O ômega chorou. Chorou como nunca chorara em toda sua vida até sentir que não havia mais lágrimas para derramar. Vestiu qualquer roupa e foi para a casa de seu amado. O esperou o dia inteiro agarrado às poucas roupas que tinha no corpo. Quando seu amado o viu, sentiu que o cheiro de Yeol estava mais fraco e também sentiu seu coração doer ao notar o estado do ômega.

Yeol contou tudo e o alfa, jurou que não deixaria Leetuk se aproximar de si mesmo que tivesse a marca.

Já na casa de Leetuk, quando o mesmo chegou do trabalho e encontrou a cama vazia, saiu atrás de Yeol perguntando a quem quer que estivesse na rua pelo ômega. Não fora difícil saber tais informações, já que um ômega visivelmente machucado chamava atenção por onde passava.

 Ao chegar ao local onde um senhor dissera que viu Yeol entrar, Leetuk bateu diversas vezes na porta até que a mesma abriu bruscamente revelando o rapaz que tanto odiava. Os olhares se encontraram e era nítida a raiva contida neles.

Leetuk sentiu uma ardência em seu abdômen e ao baixar seu olhar para o local, viu uma mancha de sangue encobrir a região e a mão do alfa a sua frente segurando um cabo de faca.

 

Seis meses se passaram desde a morte de Leetuk. O casal, que buscou reconstruir sua vida juntos, fora embora para outra cidade. Yeol ainda não conseguia se aproximar de seu amado da forma que sabia que este o desejava. Não porque não tinha vontade. Mas porque tinha medo. Medo de algo pior acontecer, já que ainda possuía a marca. Seu cio chegou nesse mesmo mês e pela primeira vez, o alfa sentiu o cheiro forte de maracujá impregnar toda a residência. Entregue ao desejo, Yeol não negou a aproximação de seu amado e quando o alfa estava a ponto de satisfazê-lo por completo, sentiu suas presas saltarem e seus instintos o levaram a marca do ômega. Fincou suas presas no mesmo local e ambos gritaram sentindo uma conexão inexplicável. O alfa, após a mordida, subiu sua boca para a região do pescoço de seu ômega e fincou suas presas ali. Dessa vez, não houve gritos de dor e sim um misto de sensações onde Yeol pode sentir o que o alfa sentia, assim como o alfa pode sentir o que Yeol sentia.

 

 

Fecho o livro e olho para Jungkook vendo que está com as mãos trêmulas enquanto enxuga algumas lágrimas que persistem em sair.

Aproximo-me de si e envolvo-o em meus braços tentando confortá-lo. Certeza que se lembrou do dia em que fora estuprado. Meu peito aperta por me sentir impotente.

Olho para os dois ao meu lado e vejo que ambos estão olhando para nós com um sorriso nos lábios. Que diabos?

-Acho bom você contar pro Jungkook aquilo que me disse semana passada, sobre o cheiro. – Hoseok se pronuncia e puxa Taehyung pela mão levando-o até a cozinha.

Meu coração começa a acelerar em nervosismo e sinto Jungkook afastar delicadamente meus braços de si. Olho para o mais novo e vejo-o secar as lágrimas restantes. Continuo estático vendo-o se recompor até que afasta suas mãos de sua face e me encara profundamente.

-Cheiro?


Notas Finais


soltei essa e sai correndo

daklsjdlasjkhckjsdhcsalkdjl

e então?? gostaram?
MUITO OBRIGADA PELOS + DE 300 FAVORITOS, EU NUNCA IMAGINEI QUE FOSSE CHEGAR A TANTO *0*

bom, como eu disse anteriormente, o cap tá dividido em dois MAS eu não sei se amanhã sai o próximo
tô louca pra saber as reações de vcs u.u
BOA NOITE E QM SABE, ATÉ AMANHÃ ♥


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