História Bittersweet Tragedy - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~lxst

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Ashley Benson, Austin Butler, Cody Christian, Dylan Sprayberry, Gigi Hadid, Hailey Baldwin, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Kendall Jenner, Ryan Butler, Ryan Kelley, Selena Gomez, Vanessa Hudgens
Tags Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
Exibições 110
Palavras 3.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


(a fic vai ser menor do que o que eu esperava)

+não completamente revisado+

Capítulo 2 - Você não é fácil, latina.


Fanfic / Fanfiction Bittersweet Tragedy - Capítulo 2 - Você não é fácil, latina.


01h39min PM. — segunda-feira.
Justin Bieber POV.

Em algum momento, entre as palavras de Selena e as risadas de Ashley, Hailey decidiu que não era ali o lugar para ela. E, mesmo após tudo que eu falei, ela ainda tentou me beijar. No entanto, segundos antes, virei meu rosto para o lado contrário de seus lábios, sentindo-os encostarem na minha bochecha. A loura não pareceu nada feliz com minha ação, mas nada eu posso fazer a respeito disso.

— Ela não vai largar de você. — Ashley afirma, enquanto dou a volta no carro, pretendendo abri-lo.

— Não posso fazer nada a respeito disso, Ash. — afirmo, já com a porta do lado do motorista aberto. Aproveito para destravar as outras portas.

— Se importa de eu ir na frente com meu irmão? — a loura questiona para Selena. A morena parece não realmente ligar, e dá de ombros, enquanto assiste minha irmã adentrar o carro, o fazendo em seguida.

Assim que ligo o carro, no segundo que ajeito o espelho retrovisor, assisto Selena procurar por algo dentro de sua mochila. Logo, ela pega seus fones de ouvido, plugando-os no celular, também achado dentro da mochila. Quando a garota dá play em sua música, parece se isolar do restante do mundo.

— Ela é legal. — a voz doce de Ashley rouba minha atenção, fazendo terminar de ajustar o espelho para olhá-la em seguida. Dou partida no carro, finalmente. Pergunto para a loura sobre quem ela fala. — Selena. Ela é legal, mesmo que não pareça muito.

— Bem, se você a chamou lá para casa nas menos de vinte e quatro horas de conhecidas, ela realmente deve ser legal.

— A chamei? — assinto quando Ash fala, porque, para mim, é esse o motivo de ter uma terceira pessoa conosco. — Ah, não. Eu não a chamei. — confuso, aguardo pelo restante da explicação da loura. — A diretora disse que, como sou aluna nova e cheguei quase no fim do primeiro trimestre, preciso de alguma ajuda; alguém para me passar as matérias e essas coisas. Além da ajuda óbvia que eu necessitaria de todo jeito, você sabe. Então, ela me disse que Selena se ofereceu há uns anos para ajudar todos os novatos do ano que ela estiver. Legal, não? — rapidamente, quase atropelando a si mesma, Ashley fala tudo de uma só vez. Com calma, interligo as palavras até que façam sentindo, entendendo tudo que minha irmã falara.

Não sei se isso de Ashley precisar de ajudante-barra-guia nos primeiros dias de aula, e, coincidentemente, Selena ser tal pessoa, é algo do meu pai ou só uma mera coincidência mesmo. Porém, qualquer que for a opção, eu apenas deveria agradecer, porque irá me ajudar, de todo modo.

— É, legal. — falo, vendo que demorei demasiado tempo para responder Ashley. Nenhum de nós fala algo depois disto.

Ao parar em um dos semáforos, pelo espelho retrovisor, observo Selena novamente. Ela olha para fora do carro, para as pessoas e os locais. Parece criar histórias em sua mente, usando os pedestres como personagens; ou apenas imaginando como é a vida de cada um deles.

Somente nesse pouco tempo, reparo que ela é muito mais do que as características que Hayden dera para ela.

 

• • •


01h58min PM.

Paro o carro na frente de casa. O caminho fora mais rápido do que o esperado. Calculando pelo tempo que levo da minha escola até aqui; talvez metade do tempo, ou até menos.

Ashley estica seu braço direito pelo vão entre os dois bancos e balança a mochila no colo de Selena, fazendo a morena encará-la, saindo do seu mundo próprio.

— Chegamos. — a loura avisa, sorrindo para sua suposta amiga.

— Hum. — após guardar os fones no bolso frontal da bolsa, e o celular no bolso traseiro da calça, a garota murmura. Ela abre a porta do carro, não se importando em agradecer-me ou se despedir sequer.

Ashley deixa um beijo em minha bochecha antes de sair do veículo, guiando a morena até a porta, adentrando a residência em seguida. Antes de acabar no mesmo local que elas, levo o carro para a garagem, tendo certeza que o mesmo está intacto como eu disse que estaria para Jeremy.

Não demoro mais que cinco minutos para estar adentrando a sala de estar, estranhando em encontrar as duas garotas ainda no andar inferior da casa, ainda mais por estarem sentadas no tapete com cadernos em cima da mesa de centro.

— Por que não leva sua amiga para o seu quarto, Ash? — questiono-a.

— Porque está uma bagunça completa, e Selena não é obrigada a ter essa primeira impressão sobre mim, huh? — a garota parece completamente animada ao falar da possível e improvável futura amizade de ambas.

— Ah, tudo bem, então. — sorrio para minha irmã, feliz em vê-la feliz. — Vou ficar no meu quarto, qualquer coisa, me chamem. — Ashley assente, enquanto a outra garota finge sequer me ouvir, enquanto procura por alguma página em seu livro de Física. — Foi bom conhecer você, morena. — tento ganhar a atenção dela, mas apenas o que recebo é silêncio.

Bem, eu não posso desistir nem se quiser, de todo jeito.

 

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06h09min PM.
Selena Gomez POV.

Cansada de escrever e corrigir as contas feitas por Ashley, uso meus dedos da mão direita para estalar as juntas dos dedos da mão esquerda, em seguida, invertendo o processo. Ao meu lado, a garota loura termina mais alguns exercícios, agora, de Inglês. Ashley parece bem concentrada em ler e reler o trecho da história que está no livro, empenhada em realmente se sair bem nos exercícios.

Ao longo das horas que permaneci aqui, reparei que a menina tem uma certa dificuldade em aprender algumas coisas, nada muito surpreendentemente difícil, no entanto. Para mim, fora fácil ensiná-la, e ela acabou se mostrando uma ótima aluna.

Enquanto volto a analisar os números feitos pelas mãos da loura, escuto passos no corredor que dá nas escadas e, também, na porta de entrada. Imagino se tratar de seu irmão, pois, até onde sei, além de nós duas, apenas ele está na residência.

Uma risada baixa sai entre meus lábios, ao relembrar-me quem é o irmão da garota sentada ao meu lado. “O sonho de consumo da minha melhor amiga” é como ele é, basicamente, conhecido por mim. E, também, como “namorado da Hailey Baldwin que já transou com todas as garotas da Yerney mesmo ainda tendo um namoro com Hailey Baldwin”.

E, claro, atendendo a todas as minhas expectativas e coisas que imaginei sobre ele, o garoto é um típico adolescente de classe média-alta que, dentro do seu círculo social, e em quase todos os outros locais, é vangloriado como “fodedor”. Teria como Gigi, uma – ela que me perdoe por pensar sobre ela assim – garota que se acha melhor que todas as outras, mas não é, estar apaixonada por uma cara mais clichê que Justin? E, sendo mais clichê ainda, ele sequer sabe quem ela é.

Contrariando meus pensamentos sobre de quem se tratava no corredor, na verdade, quem passa pela porta da sala é um outro garoto. Mais velho que Ashley e eu, com certeza, e, provavelmente, mais velho até que Justin.

Ele é tão louro quanto Justin, mas, ainda assim, tem cabelos mais escuros que os de Ashley. Provavelmente o terceiro irmão de quem ela falara mais cedo.

— Ry! — a loura exclama, soltando os materiais escolares que segurava sobre o tampo de vidro da mesa de centro. Ela levanta-se e corre até o garoto, sendo envolvida pelos braços dele em um abraço apertado. — Pensei que iria ficar desde agora. — a ênfase que a garota dá ao “lá” faz parecer que o local é algo importante, e que, obviamente, não deve ter o nome citado. De todo jeito, não é como se eu tivesse muito curiosidade de saber onde é “lá”.

— Por enquanto, não, baixinha. Mas, eles disseram que, caso eu volte, terei que ficar. — o garoto aperta a loura contra si mais uma vez, e, após, a solta. Ry – que, provavelmente, tem o nome de Ryan – me encara, e, pela primeira vez, provavelmente, desde que vi Charlie pela primeira vez, eu acabo me sentindo atraída por um garoto apenas pela aparência.

Há dentro de mim um pensamento que, infelizmente, há muito tempo, foi confirmado: garotos bonitos em noventa e cinco por cento das vezes são grandes filhos da puta. Há todo o time de futebol – tirando o meu irmão – da escola para confirmar isso, e há o time de basquete também, o que confirma que, na Yerney, há muitos, realmente muitos, filhos da puta.

E, por ter esse pensamento, eu acabo nunca me sentindo muito atraída por garotos extremamente bonitos – ou que são considerados, pelo padrão da sociedade, extremamente bonitos. Na verdade, eu acabo nunca me sentindo atraída por garoto algum – nem garota.

— E você é a...? — só então, reparo que ele fala comigo, e que ambos os louros estão mais próximos de mim do que antes.

— Selena. — estico uma das mãos, por mero gesto de educação, para ele. Quando ele chega centímetros do meu corpo, para esticar sua mão e apertar a minha, reparo que ele usa um perfume fodidamente cheiroso. Tudo bem.

— Ryan. — ele fala.

— Ry, ela é da escola nova. — Ashley informa. Volto a me sentar no carpete felpudo que forra a área próxima ao sofá.

— Uma amiga no primeiro dia, Ash? — o garoto questiona, sorrindo para sua irmã. Amigas? Oh, não.

— Não. Ela é só minha guia-barra-ajudante. E só até o fim dessa semana, para você saber. — parece ter algo mais por trás da última frase de Ashley, mas eu me encontro perdida demasiadamente pensando em como é estranho estar pensando em beijar o garoto de pé há metros de distância, para realmente prestar atenção.

Interrompendo qualquer coisa que eu possa pensar, meu celular começa a vibrar no bolso traseiro da calça jeans, e, junto, a voz de Alex Turner preenche o local. A melodia e a letra de “Arabella” toma conta dos meus ouvidos, me fazendo ter certeza de quem está me ligando é algum dos meus irmãos.

Sem hesitar, eu busco o celular dentro do bolso, deslizando o dedo sobre a tela para atender. A voz de Cody preenchendo minha audição.

Selena? — ele chama-me.

— Oi. O que houve? — questiono, me levantando. Por segundos, desencosto o celular do ouvido e me viro para Ashley. — Vou ali fora, já volto. — aviso para a garota, passando ao seu lado e de Ryan, seguindo para a porta e saindo da casa em seguida. Já na porta de entrada, eu volto o celular para perto do meu rosto. — Fala.

Vem para casa agora. — meu irmão mais velho diz. Ele parece nervoso. Há algo de errado, claro. Conheço seu tom de voz, obviamente.

— O que aconteceu, Cody? — questiono-o, novamente, analisando o jardim frontal da casa de Ashley. É tudo bem cortado e tratado.

O time de futebol aconteceu. — a surpresa não me abate como nas primeiras vezes, no entanto. Isso já é tão costume, que eu sequer fico surpresa, mas irritada. Respiro fundo, tendo certa ideia do que ocorrera e do motivo pelo qual Cody me ligara.

— Chego em casa em uma hora, no máximo. — aviso, nem sequer sabendo, de verdade, quanto tempo demora para chegar daqui até onde resido. Me despeço do meu irmão, desligando a chamada logo em seguida. — Merda... — murmuro. Suspiro, sabendo que, apesar dos pesares, preciso me preocupar em arrumar um modo de voltar para casa antes de tudo.

Retorno para o interior da residência, dando de cara com, não só Ashley e Ryan, mas, Justin junto com os outros dois. Eles me encaram quando adentro o cômodo. Sem dar explicações concretas, eu começo a recolher meus materiais do chão e mesa, enfiando as várias folhas, livros, cadernos e estojos dentro da mochila.

— Ashley, preciso ir para casa. — aviso-a, após ter tudo guardado dentro da bolsa. Equilibro o peso nos meus dois ombros, pensando que terei de andar até achar um ponto de ônibus, quem sabe. Ou talvez eu chame um táxi, mesmo que seja caro.

— O que aconteceu? — ela questiona. Parece realmente preocupada, devo dizer.

— Algo pessoal. — informo, não querendo detalhar sobre os problemas que tenho dentro da minha família, principalmente os que envolvem meus irmãos. Passo a mão pelo meu cabelo, ajeitando de apenas um lado do meu ombro. — Nos vemos amanhã. — me limito a esticar minha mão para ela, antes que a mesma queira me abraçar ou algo do tipo, porque, bem, ela é desse feitio, mas eu não sou. Viro-me para Ryan, e ele sorri para mim. É alguma coisa de toda a família estar constantemente sorrindo? — Foi bom conhecer você, Ryan. — repuxo meu lábios para cima, em um sorriso sem mostrar, de fato, meu dentes.

— Digo o mesmo, Selena. — seu sorriso parece maior quando ele aperta meus dedos finos entre sua mão deveras maior que a minha. Meneio a cabeça, mesmo sem ter um motivo aparente para isso.

— Seu irmão vai vir te buscar? — a loura me pergunta.

— Não. Eu vou andar até um ponto de ônibus, chamar um táxi, o que der primeiro. — dou de ombros, tendo pressa em sair da residência, pensando apenas em chegar logo em casa.

— O quê? Por quê? — tenho uma grande vontade de respondê-la de modo sarcástico ou até ignorante, mas ela se mostrou uma pessoa melhor do que o esperado, e, por isso, apenas, novamente, dou de ombros. — O Justin pode te levar, se quiser.

Fecho meus olhos, apertando meus dedos contra os mesmos em seguida. Estar sozinha no mesmo carro que o irmão de Ashley é o que menos quero nesse momento.

No entanto, o lado racional do meu cérebro avisa-me que, caso eu vá de carro, pode ser que eu leve metade do tempo que levarei até um táxi chegar ou eu achar o ponto do transporte público, além de que, será de graça.

Respirando fundo, eu anuo, aceitando a proposta de ir até em casa levada por Justin.

Em minutos, estou dentro do mesmo carro de horas antes. Só que, dessa vez, no banco da frente, ao lado do motorista. Aceno para Ashley, me despedindo, assim que o louro liga o carro e parte, passando pelo portão da garagem.

— Pensei que iria recusar a carona. — ele fala, após algum certo tempo de silêncio. Já é noite do lado de fora, obviamente, e venta um pouco, me fazendo chegar perto da abertura da janela para aproveitar o frescor.

— Eu ia. — afirmo, sendo sincera.

— E por que não o fez?

— Porque estou com pressa de chegar em casa, e tenho certeza de que ir de carro irá demorar menos que ir de ônibus ou esperar por um táxi.

Quando tudo fica em silêncio novamente, ele liga o rádio. Na verdade, tocam músicas de um CD anteriormente inserido no aparelho eletrônico. A sexta faixa – “Daddy Issues” – do “Wiped Out” de The Neighbourhood soa dentro do espaço do veículo, me fazendo murmurar o ritmo e cantar dentro da minha cabeça, como sempre faço.

— É muito legal da sua parte se oferecer para ajudar Ashley. — assim como antes, o louro volta a interromper o silêncio. Ainda encaro o espaço exterior do carro, enquanto a música está quase no seu fim. — Você não tem jeito de quem gosta de aju- — antes que ele termine sua análise pessoal sobre mim, eu me pronuncio.

— Não ligo para o que acha que tenho ou não jeito, fuckboy. — ele ri do adjetivo que lhe dou, negando com a cabeça, mexendo-a para os dois lados.

Você não é fácil, latina. — ao contrário dele, eu reviro meus olhos, achando o apelidinho velho e batido, assim como todos os outros possíveis apelidos que ele me dera durante o dia. — E o que te faz pensar que sou um fuckboy, huh? — parece ironia quando ele fala, mas, ao reparar que, realmente, é um questionamento, eu tenho vontade de rir.

— Realmente não sabe? — levantando uma sobrancelha, eu lhe questiono dessa vez. Ele nega. — Que tal perguntar para cada uma das garotas com qual você dormiu durante o seu namoro com a Baldwin? Ou, quem sabe, perguntar para a própria Baldwin? — de modo debochado, eu lhe falo.

— Nunca disse para qualquer uma das garotas que gostava delas ou que iria ficar com elas, se quer saber, latina.

— Nem mesmo a Hailey? — ele fica em silêncio desta vez. — Touché. Nunca fui fã da Hailey, mas isso não quer dizer que eu goste do que você fez, faz, fazia, sei lá, com ela. Tudo bem que ela não liga, e, bem provavelmente, você também não, mas isso é ridículo, se quer saber. Quando se está em um relacionamento, é para estar com aquela pessoa; não a pessoa e mais todas as alunas da Yerney, ou de qualquer outro local.

— Eu cansei de fazer isso com a Hailey, se quer saber. — ele informa. — Terminei com ela hoje mais cedo, só que, como você viu, ela não reagiu muito bem ao termino. — Justin ri, mas eu não o faço. Não há graça quando, a pessoa se encontra tão dependente da outra, que chega a se submeter as coisas do modo que Hailey o faz.

— Não é engraçado, fuckboy. É, no mínimo, de dar dó o modo como ela acha que precisa ficar com você para ser feliz. — enquanto encaro, agora, a pequena tela do rádio do carro, eu reparo que, mesmo sem querer, no fim de tudo, parece que estou falando de Rachel e sua relação com seu marido.

Ele finge encarar o rádio e o GPS do celular, quando, na verdade, pelo canto do meu olho, consigo vê-lo me observando.

Antes que algum outro diálogo comece, eu volto a olhar para a janela, vendo que ainda estou longe de casa.

 

• • •



07h49min PM.
Justin Bieber POV.

Ao parar o carro na frente da casa de Selena, e aguardá-la descer, eu reparo que ela completamente melhor do que eu poderia sequer imaginar.

Eu sei o que irá acontecer caso eu passe tempo suficiente com ela. Sei que, provavelmente, quem irá se apaixonar por ela serei eu, com certeza. Não há como não se apaixonar por ela, quero dizer. Apesar do jeito totalmente sem educação o qual ela me trata, ela continua sendo melhor que qualquer garota que já conheci, e, durante o tempo que passei sozinho com ela, tive certeza disso.

— Obrigada. — a latina finge ter sido um grande esforço falar tal palavra, o que me faz sorrir, mesmo sabendo que continuo ainda sendo apenas o “garoto fodedor” para ela.

— Sempre que precisar de um motorista, estarei ao seu dispor, latina. — ela revira os olhos marrons, e, mesmo assim, continua tendo o rosto mais lindo que já vira na vida.

É tão óbvio o que irá ocorrer comigo que chega a ser um cumulo de tão clichê.


“Eu sei que vou me apaixonar por você, amor,
e não é isso que eu quero fazer.
Eu espero que você nunca minta para mim.
[...]
Eu acho que eu me preocupo muito.

Eu preciso ter calma.”
— Cry Baby


Notas Finais


Sim, eu tenho uma justificativa por ter demorado tanto tempo pra atualizar.
Eu tinha começado a escrever o capítulo domingo passado, estava muito belo e lindo. O word fechou e, uhull, não estava salvo o capítulo. Fiquei puta e deixei pra lá, porque eu não iria ter tempo pra escrever e postar no domingo, porque eu tinha que ver o AMA's, depois TWD e, claro, dormir pra ir pro inferninho onde estudo. Então, durante a semana, eu ia escrever, porém, contudo, todavia, teve trabalho pra entregar terça (que fiz na segunda) e passeio surpresa na terça. Quarta cheguei morta, quinta dormi o dia todo e sexta, bem, aqui estou. Tentei o meu melhor, mas, né, acho que nem tudo são flores e capítulos bem feitos (desculpem-me).

Foi mal, eu tinha que usar o termo "fuckboy" em alguma fic, e, bem, foi nessa. Desculpem-me, novamente, eu sei que só to decepcionando vocês, mas o importante é o amor, como sempre digo.

Espero que ainda estejam interessados em ler essa bagaceira aqui sz.

xoxo,
And

Ryan Christopher Bieber (o meu amor): http://i.imgur.com/RAtcNXs.jpg


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