História Bittersweet Tragedy - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Angel, Aquarius, Aries, Cana Alberona, Capricórnio, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Yukino Aguria, Zeref
Tags Fairy Tail, Lucy Heartfilia, Nalu, Natsu Dragneel, Romance
Exibições 128
Palavras 1.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


~Boa Leitura~

Capítulo 16 - Vamos embora


Finalmente o fim de semana havia chegado, Natsu me convidou para irmos a Harajuku, primeiro, segundo os planos dele, iriamos para o Santuário Meiji Jinguū Kagura Hall, em seguida iriamos a um museu e depois a um restaurante, mas ele disse que nosso destino final iria ser um segredo completo. Odeio essa coisa de segredo, só para deixar claro!

Obviamente fomos de carro, mesmo sendo apenas a alguns minutos de distância, eu claramente iria voltar com várias e várias sacolas de compras. Natsu claramente falou um monte de coisas sobre as vantagens sobre irmos de trem, mas infelizmente nesse assunto ele não pode contra mim e acabamos indo de carro mesmo.

- Viu, se tivéssemos vindo de trem não teríamos problema em achar um lugar para parar o carro – Disse o rosado orgulhoso.

- Se tivéssemos vindo de trem, você iria trazer todas as minhas sacolas – Finalmente acho uma vaga e paro o carro na mesma – E acredite em mim amorzinho, não seriam poucas.

Saímos do carro e começamos a andar pelo bairro, acabei percebendo que não houve um homem que não olhou para mim, acabei abraçando Natsu pela cintura já que eu queria aqueles olhares longe de mim, o rosado entendeu bem o que eu estava fazendo e passou o braço por cima de meus ombros.

Apesar de ser fim de semana e inverno, o templo estava bem cheio, a maioria eram turistas mesmo, percebi alguns falando inglês, alemão, e até mesmo coreano, achei que realmente era um lugar bem divertido de se estar. Tirei meu celular do bolso e tirei uma foto do templo e coloquei alguma legenda e publiquei no meu Instagram logo em seguida.

- Ei amor – Me afasto do abraço de Natsu e fico de frente para o mesmo, ele me olha curioso – Tira uma foto minha? – Entrego-lhe meu celular. Ele sorri de canto e pega o mesmo e após uma pose minha, ele tira a foto – Obrigado – Lhe dou um selinho rápido, e sem perceber acabo afastando os olhares de algumas mulheres dele e de alguns homens de mim.

- Lucy – Natsu me chama e eu olho para ele enquanto pego meu celular de volta, ele parecia ter visto um fantasma, literalmente – Eu preciso ver uma coisa, não saia daqui de dentro entendeu?

- Mas Natsu onde você vai? – Tentei perguntar, mas ele apenas me lançou um olhar preocupado.

- Apenas não saia aqui de dentro sem mim, entendeu? – Perguntou novamente o rosado parecendo ainda mais preocupado.

- Entendi, entendi.... Mas onde você…? – Não consegui nem ao menos perguntar onde ele iria, ele apenas saiu andando. Bufei e fui em direção a uma das lojinhas do templo e acabei comprando uma daquelas plaquinhas para se escrever o desejo e amarrar em uma das cordinhas na entrada do templo.

- O que será que escrevo? – Começo pensando em várias coisas, como sobre ser feliz ou, que meu namorado me dê uma aliança de compromisso, mas essas são coisas que eventualmente eu consigo, talvez apenas deseje paz para todos que eu conheço.... Sim, paz aos vivos e aos mortos, felicidade em seus caminhos.

Após escrever o meu desejo eu amarro minha plaquinha junto com tantas outras, vejo um amontoado de gente na frente do templo e claro, como toda pessoa curiosa eu vou ver o que está acontecendo, percebo que dois caras estavam procurando encrenca com um terceiro e esse terceiro era exatamente Natsu.

- Não vai mais comprar nossa mercadoria Dragneel!? – Um dos homens quase gritou e Natsu apenas negou com a cabeça, o mesmo o empurrou, Natsu não fez absolutamente nada sobre isso.

- Eu já disse que não, agora me deixem em paz – Ouvi a voz de Natsu, eu jamais o ouvi tão friamente, suas ações simplesmente me mostravam outra pessoa e não o cara por quem eu me apaixonei.

- Ei você – Um terceiro homem aparece atrás de mim e começa a me puxar pelo braço para dentro do círculo onde os três ainda discutiam – É a menina que chegou aqui com ele! – O homem me joga no chão a frente dos outros dois – Bem, agora sim, fodeu muito.

- Ah ela até que é bonitinha – Sem querer murmurei algo em italiano e o homem não deve ter aprovado muito o que eu fiz já que deu um tapa em meu rosto – Em japonês vagabunda – Merda onde está a polícia quando se precisa dela!?

- Perché parlo la stessa lingua come qualcosa di merda come te? - Porque eu falaria algo na mesma língua que um merda como você?

Novamente o homem me deu outro para e eu apenas ri, sim, sem motivo algum eu comecei a rir. Quando tiro o cabelo da frente do meu rosto, pude ver Natsu entregando vários e vários socos aleatórios pelo homem que havia me batido e o que mais me deixou decepcionada foi que, ninguém de todas aquelas pessoas havia feito absolutamente nada.

- Natsu – Puxei o rosado para longe do homem – Calma, calma, eu to bem.... Vamos em bora.

- Não – O rosado disse soltando sua mão da minha – Esse filho da puta bateu em você, tem noção do quão covarde isso foi!?

- Está tudo bem, vamos em bora antes que a polícia chegue! – Eu quase gritei com ele, e finalmente ele aceitou e veio comigo, saímos de lá deixando os três homens e uma multidão curiosa para trás.

Quando finalmente estávamos longe daquele lugar Natsu me virou para ele e conferiu meu rosto delicadamente, seu olhar refletia preocupação e arrependimento.

- Desculpa.... – Ele disse apenas - .... Meu passado de merda acabou atingindo você afinal de contas – Ele sussurrou me dando um selinho demorado – Vamos tratar desse corte antes de voltarmos.

- Corte? – O olhei confusa, finalmente senti o gosto de sangue na minha boca – Ah....

- Você não havia sentido? – Perguntou um pouco surpreso.

- Não, acho que deve ter sido a adrenalina mas sei lá – Dou de ombros – Existem muitas coisas que acabo não sentindo.

Ele apenas me entrega um sorriso triste e volta a me puxar para dentro de uma farmácia, e após comprar algumas coisas saímos de lá. Acabamos parando em um fast food qualquer, o rosado se sentou ao meu lado e depois de pedirmos algo para comer, ele começa a tratar do meu corte.

- Fiquei com medo – Solto – Eram dois contra um.

- Você ficou com medo? – Perguntou irônico enquanto aplicava uma pomada em meu corte no lábio – Eu estava calmo, até o momento em que pegaram você, naquele segundo meu mundo desabou por completo – Fez uma pausa – E quando aquele desgraçado bateu em você, eu simplesmente não consegui me segurar.

- Você é mesmo super protetor – Sussurro e ele faz uma careta.

- Essa não é a questão loirinha, se eu não estivesse ali eles teriam matado você – Novamente, ele fez uma longa pausa, mas não longa suficiente para que eu falasse alguma coisa – Esses caras.... Eles são gente perigosa Lucy, tome muito cuidado a partir de agora, esses caras fazem a Lisanna parecer criancinha do primeiro ano.

- Pensei que ela já fosse – Tento aliviar o clima, e felizmente consigo. A jovem que havia anotado nossos pedidos volta com os mesmos e os coloca a nossa frente, vejo Natsu guardas as coisas que havíamos comprado na farmácia de volta dentro da sacolinha plástica.

- Não saia mais sozinha – Pediu ele enquanto eu dava a primeiro mordida em meu hambúrguer, a única coisa que consegui fazer foi concordar com a cabeça já que eu estava de boca cheia.


Notas Finais


✧*.◟(ˊᗨˋ)◞.*✧ᗯ੨~ɪ̊♪ْ˖⋆ COMENTÁRIOS COMENTÁRIOS POR FAVOR <3


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