História Black and Blue - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 7
Palavras 2.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Primeiramente, Oi e desculpe pelo atraso. Ou não. Mas sim.

Segundo, esse capítulo não era exatamente o que eu iria postar, aí tu se pergunta "como assim?" Explico. Eu tinha escrito um primeiro capítulo, porém ele estava no meu segundo cartão de memória, aí meu irmão pegou e apagou aí tive que escrever outro. Esse não é NADA parecido com o primeiro e eu meio que gostei de escrever o segundo (esse) e vou deixar a idéia do anterior pra mais pra frente.

Agora sobre o capitulo: eu fiz uma questão enorme de colocar um referência de uma música e quem souber qual é a música, fala aí nos comentários.

Espero que gostem e boa leitura +_+

Capítulo 8 - Hello Dave


Fanfic / Fanfiction Black and Blue - Capítulo 8 - Hello Dave

Josh pov. 

Cheguei em casa e as primeiras perguntas que meu pai fez foi em relação do motivo de eu ter chegado tarde e porque não fui pra loja, eu simplesmente ignorei e fui pro quarto. Entrei no quarto jogando minha mochila na cama, tirando a camisa e jogando perto da mochila, apoiei-me na porta pra tirar o tênis. Liguei o ar condicionado no maximo e deitei no meio do quarto. 

Alguns minutos se passaram e eu estava sentido um frio do caralho, levantei do chão, desliguei o ar e automaticamente escuto alguem batendo na porta, gritei que a porta estava aberta e a pessoa que me aparece é meu irmão. 

- Nem preciso falar nada, né? 

- Me desculpe Kyle, serio mesmo. 

- Cara, que porra você tem nessa sua cabeça? Sabia que o cara ia lá hoje e você vacila desse jeito? Comece a ter mais responsabilidade. 

- Já acabou de distribuir sermão ou vai da uma palestra?

 - Não vou falar nada com você Josh, só quero que assine tudo isso ai e ponto final. 

Ele jogou alguns papéis na mesa do computador e ficou olhando eu assinar, assinei tudo e meu irmão saiu puto que bateu a porta fazendo as coisas da parede e das prateleiras tremer. Já que estava ali perto do notebook, liguei-o e enquanto ele iniciava fui guardar minhas coisas que tinha jogado na cama. Depois das coisas guardadas, note ligado, pude ver o que estava acontecendo na internet. Abrir o google, cliquei nos links fechados recentemente e foi direto pro face, twitter e YouTube. 

Horas e horas na frente do computador e o tédio já estava como, no alto, até que surge uma bendita alma me cham a no Skype, vou ver quem é e era Ana. 

- Fala ai gatinha 

- Oi gatão, tudo bem? 

- Sim, mas não, mas sim.

 - O que aconteceu? 

- Ah, eu deixei de resolver um assunto com meu irmão hoje, ele veio aqui no meu quarto tirar satisfações e de quebra quase quebrou minha coisas batendo a porta. 

- Ta vendo, se não tivesse vindo atras de mim nada disso teria acontecido. 

- Existe coisas mais importantes nessa vida além da loja. 

- Tipo... 

- Tipo o bem estar dos meus amigos, isso é mais importante do que certas coisas. 

- Você trocaria uma noite com a pessoa que tá namorando pelo seu amigo? 

- Depende do amigo e situação dele. 

- Entendi... Bem, eu vou dormir porque tenho coisas pra fazer durante o dia e nós nos vemos a noite então. 

- Até amanhã então. Boa noite. 

- Boa noite. 

Encrrei a chamada de vídeo, coloquei o note pra carregar mesmo ligado e fui dormir. Deitei por cima dos lençóis, só joguei uma coberta no rosto e apaguei completamente. 

Um novo dia começou e com ele o sol invadindo meu quarto e batendo na minha cara, levantei da cama, fui fazer minhas higienização, voltei pro quarto pra pegar meu celular e fui tomar café da manhã. Cheguei na sala e vejo meu pai lendo jornal em sua grandiosa poltrona azul marinho, assim como os sofás, meu irmão deitado no sofá mexendo no celular e minha mae na cozinha. Fui até ela, dei um abraço nela e recebi o melhor bom dia de todos com um beijo na testa, mesmo eu sendo um pouco maior que ela. Coloquei um pouco de café no copo, passei manteiga no pão e sentei no banco perto do balcão que fica entre a sala e a cozinha. 

- Mãe, a noite vou sair com a Ana e uma amiga nossa da escola. Tudo bem? 

- Tudo bem meu anjo, só não chegue muito tarde. 

- Mãe, eu não sou mais criança, eu sei me cuidar. 

- Só estou te avisando, só isso. 

- Eu sei. 

Ficamos em silencio, eu terminando de comer meu pão e minha mãe temperando algumas carnes. Terminei meu café, peguei meu celular e fui pra varanda tomar um ar fresco. Sentei na escadinha, fiquei olhando pra rua e venho algumas familias arrumando o carro pra ir na praia, fiquei com um pouco de inveja? Talvez, mas lembrei que não foi fã de praia e quanto mais dia com muito sol. Praias lotadas, pessoas suadas, criança brincando e gritando, isso quando não inventam de cavar a areia.. Um cenário de filme de terror, pesando por esse lado de terror, seria legal se aparecesse um tubarão comendo geral que estivesse nadando. Seria bem legal e trágico de se ver. 

Em meio aos meus pensamentos doentios, meu celular insistia em ficar dançando e cantando na minha mão, olho pra ele e vejo que Rebeca estava ligando, revirei os olhos de leve e atendi. 

- Alô. - respondi sem fazer questão alguma. 

- Eu vou direto ao assunto. Vamos sair hoje ou não? - disse ela seria. 

- Então... Não. - falei. 

- Posso saber por quê? - perguntou com tom de autoridade. 

- Porque já marquei de sair com a Ana e a Amber. - falei com deboche. 

- Você vai me trocar pelas aquelas duas putas? Serio isso? - ela disse aumentando o tom de voz. 

- Primeiramente, elas não são putas. Segundo, eu vou sair com elas sim. E terceiro, será que eu devo lembrar quem é a puta nessa história? Será que devo? Ou melhor, será que devo te lembrar quem é que fode com os professores em troca de nota? - respondi com tom de ameaça. - Bem, caso não queira, não tente da uma de controladora comigo, certo? Você não passa de um pedaço de bolo pra mim, assim que me afasto de você, eu te descarto. - falei com desprezo. - Tenha um bom dia. 

Desliguei na cara dela sem ao menos ouvir alguma resposta seja por algum xingamento ou ameaça, sorri ao terminar cada frase dita e aquilo me deixou feliz. De algum modo me livre de algo que jamais pensei que faria. Na boa, eu não queria falar aquilo pra ela, mas fui praticamente obrigado. Me arrependo? Não, mas se fosse necessário repetir tudo na cara dela, faria com todo o prazer do mundo. 


Já era 18:45 quando eu estava terminando de me arrumar, estava dando as ultimas ajeitada no cabelo ou no resto dele, isso porque um pouco antes de anoitecer fui corta-lo. Passei um pouco de gel pra fazer um topete não muito alto e nem muito pra trás, depois passei um fixador de cabelo que peguei da minha mãe emprestado, últimos ajustes... E pronto. 

Olhei-me no espelho do quarto pra ter certeza se a roupa estava legal, se a blusa ou a calça estavam ameaçadas e se tudo estava combinando. É estranho um homem se importar tanto com a roupa? Pra alguns sim, mas pra mim isso já é coisa minha mesmo, sempre gostei de andar bonito. Quem é que não gosta? Sai da frente do espelho e fui conferir se tudo estava na carteira, olhei e la estava: dinheiro, cartão de credito, cartão do numero da empresa de taxi que me trouxe até em casa, trident de canela, preservativo e alguns papeis. Tudo pronto e já poderia sair, mas antes enviei uma mensagem pra Ana. 

Já estou pronto, daqui a pouco apareço ai na sua casa. Esteja na porta, PELO AMOR DE DEUS !! 

J, 18:55

Pode vim agora se quiser, também já estou pronta.

Ana,  18:56. 

Antes de sair passei no quarto dos meus pais pra se despedir e avisar que não chegaria tarde. Sai de casa e caminhei ate uma certa (lê-se: grande) distancia de casa pra pegar um taxi. Passou uns três cheios e na hora que achei que o quarto não iria para, parou. Entrei e passei o endereço da casa da ana e em poucos minutos já estávamos lá, ela entrou e sentou ao meu lado, mas antes de saímos ela me avisou que o pai da Amber queria nos conhecer, respondi que tudo bem e Ana passou o endereço da cada da nossa nova amiga de escola. 

Durante o caminho minha querida amiga me avisa que não teremos que pegar outro taxi porque o pai da amber nos levaria até o shopping, não respondi nada apenas balancei a cabeça concordando. Depois de quase dez minutos no carro, chegamos, paguei a corrida e saímos. 

Assim que sai do taxi percebi o quanto a casa da Amber era simples comparando rapidamente com a minha, dois andares, feita de madeira, com gramado aparado com algumas flores e um carro estacionado fora da garagem. Bem, a maioria das casas daquela vizinhança era dessa maneira. 

Devaneios e detalhismo aparte, Ana e eu já estávamos na porta e decidindo quem ia tocar a campainha, se eu não tocar terei que tomar a iniciativa de falar e eu não queria, mas a filha da puta sabia e tocou a campainha. Ficamos em silêncio ouvindo alguns passos vindo de dentro da casa em direção a porta, até que a mesma se abre. 

- Oi, podem entrar. - disse Amber com um sorriso que meu deus... Que lindo. - fiquem a vontade, eu vou la em cima e já volto. 

Assim que amber subiu, o pai dela se levantou do sofá e veio até nós, meu o deus, ele parecia o brutos, porém loiro. Não gordo e alto, e sim alto e musculoso. Eu podia sentir o cheiro de macho alfa exalando dele, devo falar daqueles olhos azuis? Não né. Admito que se ele tivesse a minha idade possivelmente eu daria uns beijos nele.

 - Boa noite meus jovens, fiquem a vontade .- disse ele nos cumprimentando. - meu nome é Dave, prazer em conhece-los. 

- Eu me chamo Josh e essa é minha amiga Ana. - respondi enquanto sentava no sofá.

 - Quantos anos vocês tem?

 - Eu tenho 17, setembro faço 18. - respondi. 

- Eu fiz 18 em janeiro. - disse Ana. 

- Sr. Dave, será que posso lhe perguntar uma coisa? - falei 

- Antes de você perguntar, por favor não me chame de senhor, me sinto velho desse jeito. - disse ele brincando.- mas vá em frente, pergunte. 

- Qual o nome de sua esposa? - perguntei enquanto olhava pra foto deles dois no casamento. 

- Ashley. - disse ele. 

 - Belo nome. Sua filha se parece muito com ela. - disse Ana. - principalmente os olhos. 

- Elas são minhas princesas. - disse Dave. 

Ficamos por alguns segundos em silêncio e eu observava a quantidade de fotos de tinha penduradas perto da televisão, mas uma me chamou a atenção, uma que sua esposa estava abraçada com a Amber e do lado um cordão com o pingente de um sol, dai veio na mente que a amber usa um cordão que tem o sol e a lua fundidos. Em uma dedução rápida constatei que a mãe da Amber faleceu. Por mais que eu esteja acerto ou não, não irei perguntar algo assim. 

- Estou pronta. Vamos? - disse amber se aproximando de mim. 

- Vamos sim. - respondi levantando do sofá. 

 - Vão indo lá pro carro que eu já vou, só tenho que trocar de roupa. - disse Dave.- filha, pega a chave. - completou jogando a chave pra Amber. 

Saímos de dentro da casa e fomos pro carro, nos poucos segundos que andamos até o carro o cheiro do perfume da Amber estava invadindo minhas narinas e fazendo uma leve combinação com meu hálito de canela causado pela bala que estava chupando. 

- Nem deu tempo de falar o quanto vocês estão bonitos. - disse amber encostando as costas no carro. 

 - Você também está. - disse ana ficando ao lado de amber.

 - Seu pai parece ser legal. - falei. - na verdade, não deixei de reparar que você parece com sua mãe. 

- Obrigada Josh. - disse ela abrindo a porta do carro. Ela destravou as postas de trás, abri a porta e ana foi a primeira a sentar do banco traseiro atrás do carona, sentei atrás do banco do motorista onde amber estava sentada. Amber ajeitou o espelhinho e colocou virado pra mim, fiquei encarando ela e ela fazia o mesmo.  

Aquele silêncio, aquela mistura de aroma, aquela troca de olhares com a amber estava deixando o clima um pouco sexy. Confesso que se eu tivesse afim dela ou algo parecido, com certeza a gente estaria se pegando ao ponto de transar seja ali no banco do motorista ou no de trás. Uma das minhas poucas fetiches é transar no carro, seja dentro ou fora. É muito clichê isso, eu sei, mas fazer o que né. 

Quase cinco minutos se passaram e finalmente o pai da Amber chega no carro, pergunta onde iremos, respondo que iremos ao Golden Shopping, então ele da ré, contornou a rua e lá fomos nós. 


Notas Finais


Gostaram? Quem aí descobriu a referência da música? Hahahahahahaha RRHA! !!


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