História Black Cats - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Lemon, Romance, Yaoi
Exibições 22
Palavras 1.871
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Super Power, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Yooooooo amores do meu kokorooo!!! Dps de muuuuuuuito tempo sem postar nada, eu voltei com uma nova história, espero que vcs gostem e entendam o meu desaparecimento :)
Amu voxes <3

Capítulo 1 - The World


Fanfic / Fanfiction Black Cats - Capítulo 1 - The World

CAPÍTULO 1- THE WORLD-

~POV`S CLEY~

ON

 Há semanas eu planejava isso, fugir daquele orfanato que parece mais uma prisão misturada com centro de tortura do capiroto e tudo de ruim que você possa imaginar!

Antes de explicar a minha história e tudo mais, se bem que não é muita coisa, vou me apresentar.

Desde que me conheço por gente, as pessoas me chamam de Cley, se bem que pra mim isso não é um nome, mas fazer o que?
Tenho 16 anos, 1,67 de altura, cabelos loiros naturais e olhos... Estranhos? Não sei dizer que cor são meus olhos, eles são como espelhos, mudam de cor dependendo do ambiente... Pergunto-me o por que.

Pois é, eu fugi do orfanato aonde vivia, cansei de lá. Eu sou aventureiro desde pequeno e queria conhecer o mundo por trás dos grandes portões do orfanato.
Não tenho muito a falar sobra meu passado, desde que me conheço por gente moro nesse orfanato chato, ninguém queria me adotar, e quem se interessou por mim uma vez logo desistiu por causa da minha personalidade. Sou muito rude, claro que propositalmente, além de ser uma peste, como as moças do orfanato falavam. Mas o que fazer? É como se algo dentro de mim necessitasse de cada vez mais adrenalina e liberdade, coisas e lugares novos além de aborrecer as pessoas chatas que tem suas vidinhas monótonas por aí, como as moças do orfanato.

Então eu fugi. Passei dois dias nas ruas, sobrevivendo de esmolas, comida que conseguia roubar em feiras de vez em quando e os banheiros dos supermercados. Até que conheci um cara, todos o chamam de Cannibal Killer ou Kill, ele é chefe da Cannibal Gang. Que é uma das gangues mais respeitadas e fortes que existem na cidade onde vivo.

Kill tem cabelos pretos azulados e olhos amendoados tão claros que parecem vermelhos. Eu não sei a idade dele, mas por aparência deve ter uns 24 anos, por aí. De primeira ele era sempre gentil comigo, mas lá no fundo de seus olhos eu sempre percebi que não era uma gentileza verdadeira. Depois de me fazer entrar para a gangue dele, Kill começou a me tocar e me agarrar, o que me incomodava muito. Até que eu dei um tapa na cara dele e disse que estava fora da gangue. Ele não aceitou minha saída, começou a me perseguir, mandando os outros membros da gangue me caçar. Depois de alguns dias a coisa ficou séria, e ele estava dando uma quantia muito alta em dinheiro para quem me matasse. Agora eu malmente consigo dormir em paz, não paro um segundo se quer, pois é só olhar pro lado que já tem alguém apontando uma arma pra mim.

Meu corpo está cada vez mais fraco e uma angustia cresce cada vez mais dentro de mim. Eu estou cansado, um dia com certeza irão me alcançar e me matar.

Eu estou em um beco, atrás de uma daquelas grandes e quadradas caixas de lixo de metal. Ouvi passos se afastando e alguém falando “deixa ele pra lá, vamo embora”. Depois de um longo tempo recuperando o fôlego decidi arranjar algum lugar para passar a noite. Saí do beco e olhei para os lados. Não tinha ninguém, então comecei a correr por aí, não me pergunte pra onde eu estou indo por que eu não sei. Escorei-me na parede de uma casa qualquer para recuperar o fôlego, até que ouvi alguém gritar “Ele está ali!”. Corri o mais rápido que pude, minha mente trabalhou rápido e a única saída para me livrar daqueles caras chatos era me enfiar na casa de alguém. Olhei ao redor, eles estavam perto, tomei impulso e corri em direção ao muro de uma casa qualquer, consegui escalar e caí numa terra fofa que amorteceu um pouco a queda.

 

Olhei ao redor. Uma casa de dois andares, as luzes apagadas, no jardim havia uma moto de grande porte, daquelas que só um motoqueiro de verdade conseguiria usar. Um gato preto dormia em frente á porta, mas acordou quando eu me aproximei. Ele entrou correndo pela pequena portinha própria para animais. Só por curiosidade tentei abrir a porta e... Olha! Está aberta!

Eu entrei e me deparei com uma grande sala. Sem pensar duas vezes me sentei no grande e confortável sofá, meu corpo pesou na mesma hora, eu pensei “Não vou ficar muito tempo aqui dentro”, mas em poucos segundos eu apaguei.

Quando acordei já era de dia, eu estava deitado no sofá com uma coberta bem confortável. Demorei um pouco para entender a situação. Seja lá quem for o dono dessa casa, já me descobriu e... Está me ajudando?

Pisquei os olhos, tentando clarear minha visão que estava embaçada e me sentei no sofá, meio confuso.

- Ora, a bela adormecida acordou? – Ouvi uma voz masculina dizer. Logo depois um garoto apareceu na minha frente.

Cabelos cinza, aparentemente mais velho e mais alto que eu olhos amarelados uma cicatriz de três arranhões na bochecha esquerda, roupas meio que no estilo rock e um boné cinza por cima de uma faixa vermelha.
Ele se sentou ao meu lado.

- Então, desde quando entra na casa dos outros sem pedir? – Ele debochou.

- D-desculpe por isso... Eu estava fugindo de uns caras que queriam me matar, a única saída foi entrar na casa de alguém... – Eu me levantei. – Mas eles já devem ter ido embora, e eu não quero te causar problemas então já vou indo... – Tentei abrir a porta, mas estava trancada.

O garoto riu se aproximou lentamente e me prendeu contra a parede. Eu fiquei apavorado e sem reação.

- Ora, por que a pressa? - Ele falou em um sorriso. – Cley, 16 anos. Fugiu de um orfanato e agora se aventura no mundo das Gangues. Dois milhões de dólares para quem o capturar. Vivo ou morto. – Ele disse olhando em meus olhos.

 Eu pensei “Fudeu, esse cara também é do ramo das gangues”.

Com uma das mãos ele segurou meu queixo e com a outra foi levantando minha camisa.

- Me pergunto o que o pervertido do Kill viu em você. É bonito, mas já vi melhores. – Ele acariciou minha barriga, me causando arrepios.

- Me solta! – Eu o empurrei.

Ele suspirou.

- Ok. Não vou te entregar por enquanto para o Kill. Odeio aquele cara, somos inimigos, e também tenho pena de você. Tão novo no mundo das gangues e já se misturou com esse tipo de gente. – Ele sentou no sofá. – Mas isso tem um preço, claro.

-O que você quer? – Me pus de frente pra ele.

- Você. – Ele respondeu. – Se o Kill está tão interessado em você, por que não causar um pouco de inveja, né? – Ele riu.

- C-como assim você me quer...?- Pensei nas várias coisas que Kill tentou fazer comigo e comecei a ficar assustado. – O que vai fazer comigo?

Na mesma hora o sorriso dele se dissipou, ele me olhou preocupado.

- Hey, não é dessa forma que você está pensando. – Ele começou a se aproximar de mim, e eu me afastava, até que bati contra a parede. –Ok, se acalme. Não sou nenhum pervertido... Descanse, vou ver se arranjo alguma coisa pra você comer...

Eu suspirei de alívio.

- O-obrigado... – Eu falei baixinho.

Ele ia saindo, mas eu o segurei pela mão.

-E-espera, qual é o seu nome...? –Pergunte.

Ele sorriu.

-Bem... No mundo das gangues, raramente chamamos as pessoas pelo nome verdadeiro. Sou conhecido como Ghost, líder da Black Cats Gang, prazer. – Ele disse.

- Black Cats?! -Perguntei indignado, mesmo sendo novo nesse mundo, eu sei que a Black Cats Gang é a maior, a mais poderosa, a número um das gangues.

Ghost apenas saiu da sala, me deixando sozinho. Sentei-me no sofá e comecei a pensar onde eu tinha me metido.

Agora, pelo que eu entendi, eu meio que “pertencia” ao líder da Black Cats Gang.
Havia uma recompensa de dois milhões de dólares para quem me capturasse.
E Ghost não se chamava realmente Ghost, era só um tipo de codinome, assim deve ser também com Kill. Por que, tipo, quem diabos que iria chamar o filho de Kill, né?

Logo Ghost voltou com um prato de comida que cheirava muito bem. Ele me entregou e em poucos minutos o prato já estava vazio. Ghost levou o prato de volta e quando voltou, veio com uma toalha e algumas roupas nas mãos.

- Aqui, tome um banho. – Ele me entregou a toalha e as roupas. – Eu só tenho um quarto então você vai ter que dormir comigo.

- O quê?! M-mas eu posso dormir aqui na sala se for o caso... – Ghost me interrompeu.

- De jeito nenhum! Você pode ter aparência de inocente, mas não posso garantir que você não tentará fugir de mim.

Ele tinha razão, de certa forma. Eu não costumo agir desse jeito com as pessoas... Eu poderia muito bem fugir quando ele não estivesse olhando.
Decidi não responder nada para não continuar falando sobre aquilo.

- Vou te levar para conhecer os outros integrantes da gangue. – Ele quebrou o silêncio. – Qualquer coisa estou no quarto, o banheiro é na ultima porta do corredor.

Eu sussurrei um “ok” e fui até o banheiro. Tomei um banho um pouco demorado e vesti as roupas que ele me deu. Era uma camisa preta de mangas longas e uma calça jeans. Ficaram um pouco folgados, mas nada demais. Quando eu estava prestes a sair ouvi Ghost falar do outro lado da porta : “Coloque suas roupas no cesto de roupa suja!”, e foi o que eu fiz.

Quando voltei para sala, Ghost estava sentado no sofá, falando com alguém no celular.

- Nancy, fale pra todo mundo se reunir no QG, tenho alguém pra apresentar. –Falou Ghost, eu pude ouvir uma voz feminina lhe respondendo, logo depois Ghost desligou o celular.

Ele me encarou por um momento antes de falar algo.

- Bem, já que você está sob minha responsabilidade, vou te colocar na Black Cats Gang, assim fica mais fácil de ficar de olho em você. – Ele falou.

- Como se eu fosse conseguir fugir do líder da melhor gangue da cidade... – Eu resmunguei.

Ghost riu e pediu que eu o acompanhasse. Fomos até o jardim e ele subiu na moto dele e a ligou, depois fez um sinal que eu subisse na garupa. Meu sem jeito, eu subi na moto e me agarrei na cintura dele, por assim dizer.

- Ta com medo de cair, é? – Perguntou Ghost.

- N-não, eu só não gosto muito de motos. – Respondi.

- Entendo... – Ele riu.

Ghost apertou um botão num tipo de controle remoto e o portão começou a abri sozinho, depois que atravessamos o portão, ele apertou o botão de novo e o portão se fechou.
Então ele começou a acelerar e eu o abracei mais forte.

~POV´S CLEY~

OFF

-----

~POV´S WOLF~

ON

Eu havia me escondido em um beco perto da residência que me informaram ser do líder da Black Cats Gang, a rua estava vazia, e eu já estava entediado, até que uma moto passou rapidamente pela rua.
Peguei meu celular e disquei o número do meu chefe.

- Kill, encontrei o garoto. – Eu falei.

 

 

Continua...


Notas Finais


MUITO OBRIGADA POR LER E DEIXE SEU COMENTÁRIO PARA QUE EU SAIBA A OPNIÃO DOS MEUS LEITORES, BJOKS DA NEKO!! :3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...