História Black Feathers - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Ação, Anjos, Aventura, Demonios, Ficção, Gay, Guerra, Luta, Violencia, Yaoi
Exibições 3
Palavras 2.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Agora sim vamos a história..PEETTT...obrigada de novo sério muito mesmo...espero que gostem meus queridos bejus da tia...

Capítulo 2 - The Fall


Fanfic / Fanfiction Black Feathers - Capítulo 2 - The Fall



   E então eu cai,não uma queda normal como tropeçar na rua mas sim cair do céu em direção ao mundo humano.
  Enquanto caia sentia minhas asas arderem como brasa não me atrevi a olhar o que estava acontecendo mas com absoluta certeza não era uma bela visão.
  O colar que Miguel havia entregue começou a brilhar primeiro de modo suave depois um brilho ofuscante e então veio a voz.
  "Azrael você a partir de agora irá proteger a pessoa que definirá a vitoria ou a queda de todo o céu e terra ele é filho de Lucifer o caido irá reconhece-lo assim que o vir. Ele deve ficar ao nosso lado se quisermos a vitoria.Proteja-o com sua vida não deixe que ninguém o capture e quando estiver seguro leve-o até a caverna onde está a marca de nosso povo e traga-o para cá.Proteja-o Azrael..."
   A voz desapareceu e o brilho se extinguiu porem a queda continuava em direção ao lugar em que encontraria este ser.
  Não era o desejo de nenhum anjo sair do céu principalmente em meio a uma guerra tudo o que queria se foi com uma convocação.
    - Rebaixado a babá de demônio....
  demônio cada minuto o céu ficava cada vez mais distante as luzes celestes os arcanjos e querubins a entrada para o Paraíso tudo estava ficando cada vez mais longe e a terra mais perto.
  - Então é esta a sensação....de cair....perder tudo....isto não é uma honra é um castigo....
                   
                                          * * * * * * * 
 
 "Prometo aprender a arrumar um guarda roupa descentemente."
 
  Ja era a terceira vez que todas as roupas desabavam de dentro do guarda roupas,e pela terceira vez iria colocar tudo dentro novamente.
 
   A exatamente uma semana atrás minha mãe ou Marry arrumariam para mim quando saísse mas o sonho de independência falou mais alto quando mudei de casa.
 
    De uma casa em um mais um dos bairros de classe média de NY para um pequeno apartamento a algumas ruas do Central Park.
  Deixei as roupas de lado e olhei o relógio faltava meia hora para a primeira aula da faculdade iniciar e ainda estava em casa,corri para fora pegando a mochila e as chaves enquanto saia do apartamento em direção ao estacionamento.
   "Que dia perfeito...ja começou uma tragédia"
  Acelerei o carro em direção a quinta avenida e logo passei ao lado do Central Park era lindo mesmo em um dia como hoje em que o Sol resolveu não sair.
  - Lindo...sem dúvida nenhuma 
   Liguei o rádio para amenizar o som das buzinas e reclamações vindas dos outros carros isto era algo normal em NY seja com o trânsito bom ou ruim.
  Não demorou muito e logo cheguei ao campus era um lugar diferenciado se assim pode-se chamar os grupos eram bem visíveis a todos que ali entravam. 
 
 Os certinhos estudiosos,os jogadores e suas líderes de torcida que mais pareciam barbies cheias de silicone os que contrabandeavam maconha e bebidas e os normais que so queriam que o dia acabasse o mais rápido possível principalmente quando era sexta.
   Ao ouvir o sinal corri o mais rápido possível para a sala 17 onde os amantes da psicologia ficavam todo os tipos de pessoas de todos os grupos da faculdade estavam naquela sala.
  "Inferno...tinha que ser aula do Sherlock logo hoje"
  Dr.Herris era o primeiro a lecionar hoje era apelidados ele de Sherlock ja que ele tinha métodos bem malucos de consultar seus pacientes e tratar os alunos bati a porta e logo entrei quando senti o olhar sobre mim.
     

   - Desculpe é o trânsito...estava horrível 

  - Entendo mas acho que não estava para os outros ja que todos chegaram no horário menos voce Sr.Preston

 - Eu tive outros problemas no caminho se puder entender agradeceria.

  A sala ficou em um silêncio cortante não era a primeira vez que   Harris fazia aquele teatrinho de professor durão comigo e em todas as vezes tinha vontade de matar aquele homem era algo....irracional.

   - Claro agora sente-se por favor ja atrapalhou demais a aula não acha?

  - Sim...Eu acho

  Sentei-me no lugar de sempre e abri o livro o encarando evitando olhar o máximo possível para o irritante Harris somente comecei a desejar que a aula terminasse o mais rápido possível.

  O sinal anunciando o fim da torturante aula tocou e enquanto arrumava os livros para sair da sala ouvi a voz de Edlyn minha amiga e um tanto "irmã " desde os tempos da escola.
    

    - Calma Noah não é o fim do mundo você sabe que ele é atacado.

   - Claro que sei Edlyn mas precisa ser comigo os ataques? 

  - Ele faz isso com todos..até comigo não é único

- Que seja ele é um idiota não aguento mais uma aula deveriam mudar o apelido dele de Sherlock para Coringa combina bem com o surtado que ele é.

 - Nervosinho vamos logo antes que você faça dele um Coringa.
 

  Começamos a sair da sala quando ele chamou eu sinceramente devia ter continuado meu caminho mas virei e o encarei e por um momento achei que seus olhos haviam mudado daquele castanho de sempre para vermelho.

  - Uma palavrinha rápida Noah?

 - Claro...diga...

Ele esperou que Edlyn saisse para fechar a porta e logo parou a frente dela enquanto o observava.

  - Eu já pedi desculpas pelo atraso.

  - Eu sei...mas eu so queria lhe dizer que nem todos os atrasos podem ser desculpados.
 

  - Eu sei...mas foi so um atraso

 - Mas nem todos entendem como um simples atraso agora que isso não se repita mais não na minha aula ou tomarei outras "providencias".

  - Claro...não vai mais..posso sair?

  - Sim.

 Ele saiu da porta a abrindo e dando passagem passei o mais rápido possível a sensação estranha de ficar na mesma sala que ele foi passando a medida que o dia decorreu.

  "Tomar outras providências...mas o que ele quis dizer? Não pode pedir minha expulsão é demais para um caso de atraso...não duvido nada dele.."

  Quando tocou o sinal avisando que o último horário havia chegado ao fim fui direito para o estacionamento.
  

  A chuva começou na hora em que entrei no carro caia pesada e fazia barulho ao bater no capô.

   - Acabou...final de semana...sábado...domingo sem ver aquele irritante.

  Acelerei um pouco mais tomando cuidado com a pista molhada quando senti um barulho vindo do lado de fora e pelo jeito vinha de um dos pneus.
  

   Parei ao lado de uma calçada logo sai para vereificar a situação sem saber como ou porque um dos pneus furou.
 

 - Mas que droga...sério?Chuva?Atraso?Pneu furado?Qual é custa mandar uma coisa boa hoje?

  Mesmo sendo loucura falei olhando para cima ja que por um momento lembrei da família "religiosa" que vinha.

  "Eu não vou enlouquecer por um pneu pelo que lembro tem um mecânico aqui perto.."
 

 Parei ao lado do pneu furado olhando voltei ao carro e o fechei quando comecei a andar pela rua vazia.

   "Milagre estarem assim..."

  O carro ja estava ficando para trás quando o barulho começou.
                                        * * * * * * * * * 
 

Quando comecei a ver as primeiras luzes vi minha que minha queda estaria chegando ao fim.

  Todos os tipos de pensamentos a respeito da pessoa a quem teria que proteger e esta missão que foi me dada começou a passar pela minha cabeça.
 

 A diferença entre honra e castigo foi mostrada no minuto em que Miguel me mandou para fora do céu a dor da queimação das asas estava quase que insuportável quando senti os pingos da chuva.

   Sim chovia no mundo humano não como a chuva que caia no céu era mais violenta e forte mesmo assim a água não amenizou a dor.

 O chão estava próximo ja via as luzes,árvores e alguém passando pela rua quando atingi o chão.

  O impacto foi mais doloroso do que pensei virei o rosto por um minuto e logo vi que as asas estavam escuras talvez fosse a chuva ou a dor mas elas estavam escuras.

   "Não pode ser....não pode..."
             

                  * * * * * * * * *

   Parecia que o céu estava caindo os raios aumentaram,as luzes dos postes falharam e então caiu no meio da rua abrindo uma enorme cratera no asfalto.

   Me afastei o máximo que pude quando vi a coisa despencar mas o tremor que o impacto causou ainda fez com que eu caisse.
   

A poeira não demorou muito a abaixar por causa da chuva mesmo com reiceio levantei e andei em direção a cratera quando vi que a coisa se levantava lentamente.
 

 Tinha asas negras e era muito alto quando se colocou totalmente de pé pude ver a forma definida.

   Com certeza era homem mas não humano ele olhava para as asas enquanto mechia elas parecia que as analisava.

   Se abaixou lentamente pegando algo do chão brilhava e era transparente,logo percebi ser uma lâmina que agora ele segurava.

  Dei alguns passos para trás o observando e sua lâmina também.

  - Quem...quer dizer o que...que você é ?Sabe falar?

  - Claro que sei...não me diga que é você.

  - Eu o que?

  - O ser que me mandaram proteger.

  - Eu..Eu não sei o que você tá falando e não preciso de proteção e sim de um mecânico.

  - Que seja..seu nome...Diz logo seu nome.

 - Noah...Preston

   Senti o olhar dele sobre mim como se conseguisse ver algo invisível aos meus olhos.Ele olhava-me de cima para baixo e o silencio da rua não ajudava,outro clarão no céu mas dessa vez era um raio quase fez com que eu pulasse.
  
         "Mas...o que ele quer...ja deveria ter saído daqui..."

  - É você...deve vir comigo agora antes que outros o encontrem.

 - Eu não vou pra lugar nenhum principalmente com você seja la o que for.

 - Olha se você não for...outros virão atrás e alguns com certeza vão querer matar você então melhor colaborar.

 - Eu não vou...nem sei quem é não vou e não vai me obrigar.

  Comecei a me afastar  a passos largos voltando em direção ao carro por um momento virei a cabeça e observei a criatura que ainda estava imóvel olhando para mim de dentro da cratera.

  "Mas que diabos está havendo?Como...alguém cai...Ele ou seja o que for caiu do ceu...impossível deve ser a chuva ou meus sentidos me enganando.."

 Virei uma segunda vez e percebi que ele havia começado a sair da cratera dando passos calmos para fora da cratera e logo passou a seguir o mesmo caminho que eu.

  " Que se dane..."
 

 Apressei o passo virando em direção ao carro não sabia se ele estava atrás de mim ou não quando comecei a correr.

  "Não é possível...isso é...Porque as ruas sempre estão vazias nessas horas?..Custa passar alguém?"

   O carro estava a alguns metros e com sorte consegui chegar até ele,parei somente para pegar minhas chaves e mochila e dessa vez não andei e sim corri o mais rápido possível eram somente mais 4 quarteirões e ja estaria em casa.
  
       "É  so um sonho...vou chegar  
e dormir e isso vai acabar...pessoas não caem do ceu..É so um sonho..."

  O caminho não era tão longo principalmente quando se faz correndo uma vez ou outra olhava para trás verificando se ele não estava me seguindo em outras podia jurar que via aquele par de asas gigantes vindo em minha direção.

   "Consegui...deus...isso eu preciso voltar a malhar urgentemente..."
 

Minhas pernas,pés,cabeça o corpo inteiro doia mas finalmente havia chegado,não demorou muito para o elevador chegar e muito menos para me deixar no andar.

  Procurei as chaves no bolso e abri a porta encharcado o tapete da entrada quando eu os vi parados no meio da minha sala.

  - Atrasado novamente Noah...como eu disse nem todos os atrasos são perdoados.

  - Dr.Harris? O que?Como entrou?

  - Tantas perguntas...como entrei bem...usei minhas habilidades de "Sherlock" entende? 

   Ele e o outro com quem estava acompanhado sorriu e não foi nada humano os seus olhos eram vermelhos e seus risos soavam arrastados como o sibilar de uma cobra.

   - O que você quer?...Que coisa é você?

  - Você vai saber agora se puder me acompanhar...irá me dispensar o trabalho de lhe obrigar.

  E pela segunda vez no dia alguém me fez aquele "pedido" e também não era humano.Comecei a me afastar lentamente em direção a porta mas ela fechou e então eles se transformaram.
  

  


  

   
 


Notas Finais


Até o próximo espero que gostem ❤❤❤


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