História Black Night! - Capítulo 7


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Categorias Inuyasha
Personagens Inuyasha, Kagome Higurashi, Miroku, Rin, Sesshoumaru
Tags Inuyasha, Kagome, Romance
Exibições 49
Palavras 2.513
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu demorei? Demorei, mas estou aqui.

Sinto muito, o próximo capítulo será o penúltimo, ou seja, está acabando, como eu disse antes, essa fanfic é bem curtinha. Meu único problema é arrumar a ortografia kkk Vocês não tem noção de como isso estava antigamente.

Sem mais delongas, boa leitura :)

Capítulo 7 - O passado de Kagome é a chave da saída.


Fanfic / Fanfiction Black Night! - Capítulo 7 - O passado de Kagome é a chave da saída.

 

— Droga, a Rin não acorda — Sango falava enquanto acariciava a cabeça da amiga.

— Ela ainda está muito gelada? — Sesshoumaru perguntava, de maneira seria.

— Sim... Fora do normal.

— Eu vou atrás do Inuyasha e dos outros — Kagome já se levantada, sendo chamada por Miroku.

— Kagome, pega! — Jogou uma das armas que eles acharam na sala de Jaken para Kagome, a garota a pegou e sorriu de volta.

— Não preciso — Jogou a arma de volta a Miroku — Eu tenho isso — Mostrou uma faca guardada dentro de seu All Star e as armas que ela guardava na cintura — Fique com ela caso precisem, eu estarei bem só com isso — Saiu, deixando os outros no subsolo.

— Além dos monstros essa boate está nos deixando... — Miroku nem teve tempo de terminar, Sesshoumaru já completou a frase.

— Loucos!

— Eu deveria ter ficado em casa hoje... — Sango mordia o próprio lábio.

— Cara, não acredito que logo hoje, no nosso show isso foi acontecer! — Miroku bateu a mão na testa com certa força.

— Deve ter algum motivo para tudo isso... — Sesshoumaru comentou, enquanto colocava a mão na cabeça que doía um pouco — Ou então...

— Então o que? — Perguntaram Sango e Miroku juntos.

— Alguém está se divertindo a nossas custas — Foi claro.

— Isso é obvio, mas quem? ... Eu, Inuyasha e Kagome não temos inimigos.

— Eu e a Rin também não, que eu saiba...

— Bem... Eu sou dono de uma fábrica, vocês três são integrantes de uma banda — Olhava para Miroku — Alguém pode estar interessado no nosso dinheiro, pode ser até mesmo nossos concorrentes de negócios, mas... — Sesshoumaru voltou seu olhar para as duas garotas que estavam no local — A garota que estava conosco é uma modelo de cosméticos, já fez várias propagandas para minha fábrica, o garoto com ela era seu empresário, tudo bate, somos famosos e temos dinheiro... E vocês duas?

— Eu... Sou... Filha do... — Se recusava a terminar a frase, mas não havia jeito — ... Chefe da máfia.

— QUE? — Sesshoumaru e Miroku falaram espantados, Sango por sua vez riu e voltou a falar.  

— Calma, é brincadeira... O pai da Rin é médico e trabalha em um dos melhores hospitais da cidade. Eu faço estou cursando técnico em enfermangem, então estagio nesse hospital, mas... Não sou cheia da grana — Coçou a própria cabeça— Vou começar a Faculdade ano que vem, pretendo ser uma cirurgiã plástica, porém, não consigo entender... Por que eu? Poderiam ter pegado somente a Rin.

— Isso aqui está cada vez pior... Nós todos vamos acabar morrendo desse jeito. — Comentou Miroku.

— Só espero que as coisas não piorem ainda mais... "Kagome, tome cuidado meu amor" — O prateado falava em pensamento.

 
 

~****~

 
 

— Bem, o lobinho já foi... Falta somente o delicioso cachorrinho — Passando a língua entre os labios.

"O que essa louca está falando?" — Pensava Inuyasha, enquanto sacava sua arma — MORRA SUA VACA!

— Pode tentar, eu não vou morrer — A mulher se aproximava, deixando Inuyasha nervoso, e sem pensar duas vezes, ele apertou o gatilho. Ela segurou a bala com uma das mãos, sorrindo em seguida — É, tem gente que realmente é muito teimosa — Ela já se encontrava na frent de Inuyasha, e devagar, abriu a mão mostrando a bala.

— Droga! — Bufou.

— Pois é, cachorrinho, serei bem cari... AAAAAAAAAAH! — A mulher gritou, sentindo uma dor insuportável em suas costas.

— Vem Inuyasha — Kagome havia cravado sua faca nas costas de Kagura, em seguida pegou no braço de Inuyasha o puxando.

— Kagome... — Corriam de maneira desesperada, precisavam sair da vista da senhora maluca.

 

O ponto fraco de Kagura eram suas costas, esta estava de joelhos no chão, com muito esforço retirou a faca que Kagome encravará em suas costas, olhou para o casal que corria e murmurou algumas palavras, logo os dois caíram imóveis.

 

— Não posso me mexer — Kagome caiu imóvel assim como Inuyasha.

— PUTA QUE PARIU, Eu acho que quebrei meu braço...

— Droga, maldita hora em que eu recusei sair de carro com meus pais... Agora irei morrer nas mãos de um monstro esquisito — Kagome fechava os olhos com força, não queria ver sua própria morte.

— Cale a boca, não fale asneiras — Inuyasha mesmo com dor, repreendia Kagome pelas coisas que ela falava.

"Deveria ter me matado quando você morreu" — A garota pensava enquanto sentia suas lágrimas já cobrirem sua face.

— Sim Kagome, deveria ter se matado assim que ele morreu... Poupar-me-ia desse serviço — Kagome abriu os olhos entre as lagrimas e olhou para Kagura.

— Sua vadia... Não se atreva a falar dele.

— Ka, de quem vocês estão falando? — Inuyasha perguntava, por estar perdido na situação.

— Do ex-namorado dela, que morreu a alguns anos atrás... — Olhava para Kagome sorrindo — Você foi a causadora das mortes, só estou poupando a todos de seus sofrimentos... Seus pais não teriam morrido se você tivesse ido junto com eles, a preocupação fez com que eles batessem o carro... Seu namorado não teria morrido se você tivesse impedido...

— Cale a Boca, Kagura! — Os olhos de Kagome marejavam, mas suas lágrimas agora eram de raiva.

— Kagome, o que está havendo? ...

— Minha criança... Eu sei exatamente o que se passa — Sorrindo enquanto se abaixava para ficar mais perto de Inuyasha e Kagome que estavam no chão, a frase de Kagura fez com que Kagome, lembrasse algo do seu passado que tentava esquecer a anos — Inuyasha, sabe não é? Como os pais dela morreram...

— Acidente de carro. — Respondeu Inuyasha — Alguém bateu no carro dos pais de Kagome enquanto eles voltavam para casa de um jantar importante.

— Hum, será que foi só isso? — Kagura olhava de maneira risonha para Kagome, que estreitava seus olhos para a mulher a sua frente — Bem, vou te contar os detalhes...

 

~Flash Back~

 
 — EU JÁ ESTOU CANSADA DE TUDO ISSO! — A garota entrava no quarto, chutando a porta e se jogando na cama.

— Kagome, minha filha... Não faça isso. — Sua mãe entrava em seguida, já indo ao lado da cama e se sentando sobre ela, iria consolar a pequena.

— COMO NÃO, MÃE?! — Estava nervosa, chorava muito, sentia que o peito iria explodir.

— Não grite! — A repreendeu — Não se esqueça que sou sua mãe.

— Desculpe. — Sentou-se na cama, sentindo a mãe passar a mão sobre seus cabelos — Meu pai não entende que o garoto que ele tanto odeia é o que eu mais amo.

— Não fique assim — Levantou sua mão direita e acariciou o rosto da menina — Seu pai somente quer o melhor para você.

— Melhor mãe? VOCÊS ME TRANSFORMARAM EM UMA ABERRAÇÃO! — Kagome se levantou da cama encarando sua mãe, em seguida, a porta foi aberta de maneira brusca, tirando a atenção da menina e voltando-a para a porta — Vejam só, família reunida... — Sorriu de maneira sarcástica — O que devo a honra do senhor Higurashi?

— Chega de Show! — O homem segurou o braço da garota, o apertando com força — Vamos para o meu jantar de negócios agora mesmo, e nem me venha com escândalos.

— EU NÃO VOU — Gritou a garota, puxando o braço e tirando das mãos de seu pai, porém, não demorou muito para sentir o rosto arder por conta do tapa que receberá em seguida.

— NÃO GRITE COMIGO!

— Pare com isso, por favor — A mãe de Kagome tentava interferir.

— Eu gritando ou não, o senhor não me escuta. EU NÃO VOU E PONTO NEM PRA ESSE MALDITO JANTAR NEM PRA NENHUM MALDITO LABORATÓRIO DE ABERRAÇÕES, EU NÃO VOU MAIS FAZER NADA QUE ENVOLVA ISSO.

— TUDO ISSO É CULPA DAQUELE MULEQUE QUE DIZ SER APAIXONADO POR VOCÊ, ENTENDA! ISSO NÃO TE LEVARÁ A NADA, ISSO SÓ ESTÁ PIORANDO SUAS SEÇÕES, PARE DE TENTAR ME ENFRENTAR E VAMOS LOGO — Pegou novamente no braço de Kagome, o apertando com mais força.

— EU JÁ DISSE QUE NÃO SAIU DAQUI — Soltando-se novamente de seu pai, Kagome sentia o rosto queimar novamente, ela não aguentava mais a pressão.

— Obedeça seu pai meu amor! — Abraçando a filha, a senhora Higurashi tentava acalmar a situação.

— Pare de fazer os gostos dessa garota, ela só está assim porque você a mima.

— Ela está assim porque você não a entende... O coração não escolhe quem ama.

— PARE COM BOBAGENS VOCÊ TAMBÉM — O homem bateu no rosto da mulher, o que fez Kagome ficar mais irritada.

— Você não tem o direito... — O homem se aproximou de Kagome e do bolso de sua calça tirou uma seringa, de maneira rápida e sem que a garota percebesse ele injetou o liquido em seu pescoço, fazendo a garota desmaiar instantaneamente.

— Se você não obedece, terei de fazer me obedecer. — Ele foi até a mulher e a puxou por seu braço, a tirando do quarto junto com ele.

 

~****~

 

Kagome acordou com os toques do telefone, parecia que havia levado uma pancada na cabeça, tudo estava rodando e sem parar. Levantou-se vagarosamente da cama e desceu as escadas. O telefone tocava em uma sinfonia infernal para seus ouvidos. Chegou a sala e o atendeu, com a voz de sono e perdida no espaço e tempo que se encontrava.

  

— Alô?

— KAGOME? — A voz era tremula e chorosa do outro lado da linha — Sou eu!

— Tia... Que foi? ... Que te aconteceu? Por que está chorando? — Kagome pareceu despertar um pouco, estando preocupada com a situação de sua tia.

— Seus pais... Kagome seja forte — Tentava parar de chorar — Seus pais... Eles...

— TIA ME FALA LOGO! O QUE ACONTECEU?!QUE TEM MEUS PAIS — A preocupação invadindo seu coração falou mais alto, fazendo ela alterar seu tom de voz.

— Estão mortos.

 

Kagome ficou muda, era uma brincadeira certo? Um trote passado por alguma pessoa idiota se fazendo passar por sua tia... Porém o choque foi tão grande que ela não conseguia escutar mas nada.

 

— KAGOME! RESPONDA VOCÊ ESTÁ AI? — Preocupada por escutar o barulho do telefone caindo no chão.

 

Kagome perderá os movimentos... Sua voz sumirá. Não saberia o que fazer sem eles. Logo a janela da sala se abriu, Kagome olhou para ela e avistou uma figura entrando, seus movimentos voltaram na mesma hora. Ela saiu correndo em direção a ele e o abraçou.

 

— Hou...jo — Entre os soluços —  Vo...cê... Não... Sabe... o qu.. que aconte... ceu... — O choro a impedia de falar.

— Eu sei exatamente o que se passa — Apertou a garota no abraço — Calma, estou com você.

 
 

~Fim do flash back~

 
 

Kagura sorria internamente, mas rapidamente abriu um sorriso no canto da boca, logo abriu a boca para falar algo mas fora interrompida por Kagome.

 

— Não abra a boca sua vaca — Kagome levantou-se.

— Bem... O efeito do feitiço já passou... Por que não levanta Inuyasha? — Kagura fazia cara de inocente e olhando para Inuyasha.

— Meu braço... — Inuyasha chorava de dor — Kagome eu... Quebrei... — Kagome abaixou-se preocupada com o amigo.

— Calma Inuyasha... KAGURA! VOCÊ IRA PAGAR! — Ela voltava o rosto a mulher.

— Do mesmo Jeito que seus pais pagaram... Minha criança? — Ela alfinetava Kagome como podia.

— O que fez com o Houjo?

— Você sabe o que conteceu... Por que pergunta para mim? — Kagura se fez de desentendida.

— Ele não morreu não é? — Kagome sentia o ódio lhe tomar.

— Não — Sorriu — A propósito... Por que não se vira para abraçá-lo?

 

Escutando o que Kagura havia lhe dito se virou, a sua frente um homem alto, cabelos não muito claros, olhos escuros com uma jaqueta preta e uma camiseta branca por baixo, também usava uma calça jeans preta, com umas correntes penduradas na mesma, esse era Houjo.

 

— Não! — Afastou-se — Você não é o Houjo... Por que está fazendo isso Kagura? — Olhos cheios de lagrimas, era o que agradavam a Kagura.

— Você beija bem sabia Kagome? Queria sentir seus lábios outra vez —Colocando a mão em seus lábios.

— Não! — Kagome abaxou-se novamente, sussurrando para Inuyasha — me dê sua arma.

 

Inuyasha somente apontou com os olhos o bolso esquerdo da calça, Kagome olhou seu bolso enfiou a mão o mais rápido que pode. Assim que tirou a arma de dentro dele a mirou na cabeça de Kagura.

 

— Isso não funciona em mim — Suspira — Kagome deixe de ser tão teimosa.

— EU ODEIO VOCÊ — Kagome correu em direção a Kagura e pulou sobre ela.

 

Kagura não entendeu de início o que Kagome iria fazer, porém, ao ver a velocidade que ela tomou e a força que ela fez para derruba-la no chão compreendeu. Sentiu algo gelado em sua nuca. Era o cano da arma de Inuyasha em sua própria nuca.

 

— Dessa vez você não escapa... — Kagome apertou o gatilho.

 

O rosto de Kagura estourou. Kagome jogou o corpo da mulher sobre o chão frio da boate, suspirou e sentiu o nervosismo lhe tomar. Sentiu o corpo tremer, quase podia sentir seu coração sair pela boca.

 

— Kagome... Me ajuda! — Inuyasha sentia a perna formigar, não conseguia se levantar sozinho. A garota abaixou-se e puxou o amigo com força, pelo braço quebrado. — AAAAAAAAAHHHHHHHHHH — Gritava ao ser levantado por Kagome.

— Me desculpe ... Inu... Yasha... — Sentiu as lágrimas virem.

— Calma Kagome... Não chore. Isso não vai trazer Houjo de volta... — Inuyasha abraçou a amiga, apertando contra si.

— Eu... Sei... — As lágrimas caiam por seu rosto sem parar.

—Vamos logo ou... Alguma coisa pior pode acontecer. — Pedia Inuyasha soltando-se do abraço.

— Certo...

 
 

~****~

 
 

— Perdi alguma coisa? — Rin levantava-se coçando os olhos.

— RIN!! — Miroku, Sango e Sesshoumaru gritaram juntos, ao ver a garota despertar, mas foi Sesshoumaru quem continuou o diálogo.

— Agora me responda Rin... Porque iria se matar? — Sesshoumaru estava sério, o que deixou Rin estranhar a situação.

— Eu não sei...

— Como não sabe? — Miroku estava espantado.

— Rin... Você estava sendo manipulada... — Sango falava para a garota. Ela por sua vez sorriu e completou.

— Deve ter sido isso, né?

— Tem certeza Rin que não sabe o porquê? — Sesshoumaru parecia não acreditar nas palavras da garota. O que a fez se irritar.

— Por que eu me mataria? Eu salvei Inuyasha e Kagome... Tudo bem que você me deu uma bronca depois mas... Isso não é motivo — Rin continuava irritada.

— Isso está indo de mal a pior aqui — Sesshoumaru continuava esconfiado — Kagome e Inuyasha ainda não voltaram... — Acabou por ser interrompido por duas pessoas que chegavam na hora.

— Ajudem aqui! — A garota entrava, carregando o rapaz. Miroku foi quem levantou para ajudar o amigo

— O que aconteceu? Cadê os outros dois que estavam com vocês? Não me digam que eles também... — Miroku olhava para Kagome que infelizmente, concordou com a cabeça.

— Eles morreram... — Respondeu em voz alta.

— Foi uma tal de...

— Kagura — Apertando um dos punhos, Kagome sentou-se no chão.

— Kagome, tudo o que ela contou é verdade? — Inuyasha olhava com certa confusão para a amiga.

— Infelizmente ... — Respondeu Kagome abaixando a cabeça, ela não queria falar sobre isso agora.

— Do que estão falando? — Sesshoumaru que até agora não havia engolido a história de Rin, estava começando a desconfiar do irmão e da amada.

— Não interrompa Seshoumaru... — Inuyasha falou.   

— Inuyasha meu passado é passado! Não necessito de lembrar dele — Kagome tentava contornar a situação, porém, Inuyasha acabou por se alterar.

— Como não? — Inuyasha se colocou a encarar a amiga e ficar irritado —E se necessitarmos dele para sobreviver? Isso tudo gira ao seu redor Kagome... Você tem que nos contar!

 — Chega! — Miroku  se colocou no meio de Inuyasha e Kagome — Se a Kah não quer contar, tudo bem não vamos obriga...

— Eu vou contar... — Kagome levantou-se e encarou Sesshoumaru. Suspirando em seguida.


Notas Finais


É isso, logo estarei de volta. Beijos e boa semana.


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