História Black Out- Lutteo - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~MyBernasconi

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina
Tags Blackout, Gastina, Lumón, Lutteo, Simbar, Soy Luna
Exibições 166
Palavras 1.767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oieeeeeeeeee <3
Daqui é a Rita Psycho Marciana (Podem me chamar assim kkkkkk)

BOA LEITURA <3

Capítulo 3 - Estão Me Escondendo Algo?


Alguns Dias Depois

Estou ainda meio perdida da vida, estou tentando me orientar, ainda ninguém me explicou quem eu realmente sou. O que é o meu passado.

Têm acontecido coisas meio estranhas nos últimos dias…O Simón voltou a aparecer aqui algumas vezes, mas ele nunca vinha acompanhado, e ele nunca ficava sequer 7 minutos comigo. Ele entrava no quarto tipo “agente secreto”, me cumprimentava, falavamos um pouco, e minutos depois ele ia embora.

Matteo foi a pessoa que talvez me veio visitar mais vezes. Ao menos ele fazia uma visita decente. Ficava um tempão comigo, ao inicio eu ficava tipo “Oshi, você vai sair daqui ou não?” porque ele ficava a todo o tempo aparecendo no quarto de hospital, mas depois fui me habituando, e a presença dele começou a ser bem agradável. As vezes ele trazia aquela loira com ele, aquela tal de Ámbar. Tipo, eu não queria ser antipática, mas…Aquela Ámbar não me inspira muita confiança. Ela aparece sempre colada no Matteo, eles ficam a toda a hora sorrindo um pro outro, e nesses momentos minha dor de cabeça aumenta. Enfim…Tirando essa aí, e o Matteo, tenho recebido visitas dos meus pais. Pelo menos, é o que eles dizem ser a mim. Bem, tirando isso, os médicos têm me feito alguns testes, ou sei lá, não sei bem o que aquilo é, na verdade, eu nem sei que idade tenho e como vim aqui parar.

Matteo: Oi. – Disse abrindo a porta do quarto de hospital

Luna: Oi. – Esbocei um grande sorriso ao vê-lo. Já me acostumei a passar muito tempo com ele, e a companhia dele é agradável. Além disso, ele me transmite uma estranha sensação de conforto.

Matteo: Tudo bem, Luh? – Ele fechou a porta e veio até mim

Luna: Sim. Já não sinto aquela dor cabeça que tinha no inicio. Me sinto melhor.

Matteo: Que bom. Então, já se sente pronta para ir para casa?

Luna: Bem….S-Sim. Talvez. Ok, na verdade…Eu não sei. Mas porquê a pergunta?

Matteo: Você já acordou do coma a alguns dias, e segundo os médicos já recuperou bastante. – Ele fez uma pausa. – E você recebeu alta.

Luna: O que é isso?

Provavelmente eu estou fazendo uma pergunta estranha e estupida. Mas eu não tenho culpa que um imbecil qualquer me tenha atropelado e que por causa disso minha mente tenha feito: Pá!

Não tenho culpa de estar com perda de memória, portanto, não me julga.

Matteo sorriu e soltou uma risada nasal.

Matteo: Você recebeu alta, ou seja, você foi liberada do hospital, e terá de ir para casa.

Senti um frio na minha barriga com a noticia, e um nervosismo repentino subiu pela minha coluna. Sério que vão me mandar para casa, agora? Eu acordei do coma a alguns dias, e ainda estou a tentar processar tudo o que tem acontecido.

Matteo: Luna… - Ele franziu a sobrancelha e fez cara de confuso. – Tudo bem?

Luna: Casa? Tipo…Agora? Hoje? – Perguntei nervosa

Matteo: Sim, sim e sim. – Minha expressão ficou ainda mais nervosa, e ele fez uma pausa para a observar. – Hey. – Ele pegou minha mão, e a apertou, fazendo meu corpo estremecer e eu sentir uma carga elétrica ser descarregada em mim. – Relaxa, Luh. Vai tudo correr bem. Você melhorou bastante desde que acordou do coma, e já esta na altura de você voltar a realidade e começar a se acostumar com o mundo lá fora. E não se preocupa. Tudo vai correr bem. – Ele apertou a mão com mais força. – Você me tem a mim. Aos seus pais. E você tem a Ámbar. – Estava tudo ótimo e excelente até ele referir o nome daquela loira.

Eu virei a cara para o lado, e fiz uma cara meio estranha.

Matteo: Tudo bem, Luna?

Voltei a virar a cara para ele, e fiz um sorriso forçado enquanto dizia:

Luna: Sim, sim. Bem…Então, eu vou embora hoje?

Matteo: Sim. Daqui uma meia hora.

Luna: Bem…Não tenho outra opção, portanto…Ok. Os médicos devem saber o que é melhor para mim.

Matteo sorriu, e depositou um beijo em minha testa, ele soltou nossas mãos, e saiu do quarto.

30 Minutos Depois

Matteo: Pronta?

Luna: Tenho outra opção? – Disse brincando

Matteo: Não. – Ele riu. – Vamos lá.

Luna: E cadê os meus pais?

Matteo: Eles estão trabalhando, e pediram para eu te levar até casa.

Luna: E porquê você? – Perguntei confusa

Matteo: P-P-Porque…. – Ele pensou. – Porque eu sou seu melhor amigo, e seus pais têm confiança em mim, você também tinha.

Me senti bem, por saber que, tenho um amigo em quem posso confiar. Mas, me senti mal, por não me lembrar disso.

Luna: Bom saber isso. – Sorri forçadamente, para tentar desviar os pensamentos de “culpa” que estava sentindo

Matteo: Bem, vamos lá. Vou-te levar a casa.

***

Eu e Matteo estavamos dentro do carro, e eu olhava a paisagem pela janela, enquanto ele conduzia.

Olhava o “mundo lá fora”, para mim, isto é tudo novo. Estou me sentindo uma extraterrestre, isto para mim é tudo novo, e eu não faço a mínima ideia de para onde estou a ir, do que me vai acontecer e do que me aconteceu…Eu não sei nada. Por agora, a única coisa concreta que sei sobre mim…É que o meu nome é Luna.

***

Matteo estacionou o carro a frente da minha “casa”, sim, casa com aspas, porque aquilo era tão grande, que ta parecendo uma mansão. Pera aí…Eu vivo numa mansão?

 Nós dois saímos do carro. A sensação de me estar sentindo uma extraterrestre só aumentava. Eu realmente me sentia um ser vindo de outro planeta.

Matteo pegou a chave da casa, ou da mansão, e abriu a porta da mesma. Entrei nela olhando tudo em volta. Era tudo tão grande, e tão…Diferente. Eu tinha acabado de sair de um sitio cheio de doentes e pessoas fardadas com uma roupa branca andando de um lado para o outro, e agora chego num sitio grande, limpo, sossegado, um sitio completamente diferente.

Matteo: Então…Gosta?

Luna: Sim… - Disse enquanto olhava os lados. – É uma casa linda.

Matteo: Mansão.

Uau…Finalmente posso dizer “Eu sabia!”…

Luna: Eu vivo numa, mansão?

Matteo: Sim.

Luna: Meus pais são ricos?

Matteo: Mais ao menos.

Luna: Uau…E-Eu estou completamente perdida…

Matteo soltou uma risada nasal, e fechou a porta de casa, se aproximando a mim de seguida.

?????: Luna!

Uma senhora veio correndo até mim, e me abraçou. Eu simplesmente, tentei não a afastar, não queria ser desagradável, mas abraçar uma pessoa que não conheço de lado nenhum é…estranho. Especialmente quando essa pessoa te conhece e você não. É estranho e constrangedor.

A senhora se separou do abraço, e me olhou. O sorriso na cara dela, me fazia  sentir bem e mal, bem por saber que ela esta feliz por me ver, e mal por eu não lembrar quem ela é.

Luna: O-Oi.

????: Olá, Luna.

Luna: Desculpe a pergunta mas…Q-Quem é você?

????: Amanda. A sua empregada. Empregada desta casa.

Para além de viver numa mansão eu tenho empregada? Oh loko…

Luna: Ah…Oi Amanda.

Matteo: Amanda, pode ir preparar um lanche para a Luna. Acho que ela já deve estar farta de comer a comida mastigada do hospital.

Amanda: Sim, claro. – Ela me olhou. - Vou fazer o seu lanche preferido. – Ela olhou Matteo. – Vai crer alguma coisa, Matteo?

Matteo: Uma tosta mista se não se importa.

Amanda: Ok. Vou preparar os vossos lanches, então.

Amanda saiu dali e foi para algum sitio, provavelmente a cozinha.

Matteo: Bem, quer ir dar uma volta pela casa?

Luna: Sim.

***

Depois de alguns minutos, Matteo tinha-me mostrado a casa toda, e eu cada vez ficava mais surpreendida. A mansão era realmente grande, e meu quarto, era…Lindo.

Depois da visita pela casa, nós fomos para a sala.

Matteo: Surpreendida? – Disse se sentando no sofá

Luna: Muito. – Disse me sentando no sofá

Matteo: Enquanto a Amanda não chegar, quer fazer o quê?

Luna: Uhmmmm…Não sei. – Fiz uma pausa para pensar. – Tive uma ideia!

Matteo: Boa. Qual?

Luna: Bem…Eu não sei nada sobre mim. Você sabe?

Matteo: Sei tudo sobre você.

Luna: Me prova.

Matteo: Ok…O que quer saber?

Luna: Uhmmm…Cor preferida?

Ele soltou uma risada nasal, e depois disse:

Matteo: Você sempre gostou de todas as cores, no entanto, amarelo e rosa eram as cores que você mais gostava. Você tentou escolher só uma, mas por conta da sua indecisão, você não conseguiu escolher nenhuma das duas, então, a sua cor preferida é amarelo e rosa.

Luna: Comida preferida?

Matteo: Enchiladas.

Luna: Numero preferido?

Matteo: 9.

Luna: Serie preferida?

Matteo: The Walking Dead.

Luna: Música preferida?

Matteo: Perfect da Pink.

Luna: Minha idade?

Matteo: 17 anos.

Luna: Meu aniversario?

Matteo: 9 De Novembro.

Luna: Minha disciplina preferida?

Matteo: Biologia.

Luna: Uma coisa negativa sobre mim.

Matteo: Você é bipolar.

Luna: Uma coisa positiva sobre mim.

Matteo: Você é muito leal.

Uau…Ele sabe mesmo muito sobre mim…

Luna: Uau….Você sabe muito sobre mim…

Matteo: Nós somos…M-Melhores amigos. É normal.

Eu e ele ficamos nos olhando nos olhos sem dizer nada. Estranha a sensação que estava sentindo. Tipo…é…não sei explicar. Provavelmente ainda não inventaram palavras para isso.

Amanda: Aqui está.

Amanda apareceu na sala com um tabuleiro na mão. Tinha várias coisas lá, e só de as ver, eu já estava ficando com água na boca. Aquilo tinha um aspeto muito bom.

Amanda: Aqui tem seu lanche preferido, Luna. – Ela me deu um prato com esse lanche

Amanda: E suas tostas mistas, Matteo. – Ela deu um prato com tostas a Matteo

Luna e Matteo: Obrigada.

Amanda: Não têm de quê.

Amanda sorriu, e se retirou da sala.

Matteo: Quer ver alguma coisa na TV?

Luna: Sim. Você escolhe.

Matteo: Ok.

Matteo ligou a TV e escolheu um filme qualquer.

O resto da tarde nós ficamos assistindo aquele filme e falando sobre coisas aleatórias.

Pensei que o dia de hoje seria diferente, afinal, eu iria para minha casa. Mas casa que não me lembro. E iria sair daquele cubículo e daquele hospital, e iria finalmente pisar a terra. Ao inicio foi um pouco assustador, eu me sentia uma completa estranha, mas agora que estou aqui ao lado do Matteo, meu melhor amigo, e estou assistindo um filme, falando e rindo com ele. As coisas…Mudaram. O dia estranho e assustador de hoje, se transformou num dia animado…Mas um pouco estranho na mesma. Continuo me sentindo uma extraterrestre neste “mundo”. E depois…Sinto, algo. Sinto que não sei o suficiente. Não estou falando de mim, estou falando que não sei o suficiente de meu passado. Sinto que me estão a esconder algo. E esse algo, é algo que eu vou ter de descobrir. 


Notas Finais


Uhmmmm.......Será que estão mesmo escondendo algo a Luna, ou é só algo da cabeça dela? Se estão, o que será?

GRACIAS PELOS 100 FAVORITOS ❤️❤️❤️❤️❤️

BESOS 😘😘😘😘😘


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