História BLACKBLUE - Interativa - Capítulo 9


Escrita por: ~

Exibições 24
Palavras 1.956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Pessoal desculpem mais uma vez a demora. Sim, tive que reescrever o especial e não gostei muito do resultado. Estava sem animo, mas não poderia deixar vocês sem ele. Vou explicar tudo.
Sou Blackjack, para quem não sabe era o nome da fã base do 2NE1, acompanho elas desde o debut, estou no fandom a exatamente seis anos e alguns meses e como todos vocês sabem a mesma deu disband. Eu estou destruída, escrevi esse especial sem animo. É muito triste ver algo que você ama acabar, é muito mais triste tudo acabar sem uma explicação descente, pois nós sabemos que tem muito mais cosia envolvida do que sabemos.
Além disso juntou também a ida do T.O.P do BIGBANG ao exercito e apesar do comeback deles no próximo mes eles vão entrar um bom tempo em Hiatus, pois logo serão os outros e isso me afetou muito, pois o BIGBANG é meu grupo Ultimate assim como o T.O.P
Desculpem o desabafo e não me julguem, por favor <3

Capítulo 9 - Especial: Halloween


30 De Outubro – Sede Da YG

23:30

Shin andava pelo corredor procurando seu destino, a sala de treino. Havia ido comprar algo para ele e os meninos comerem já que ficariam até mais tarde na empresa para fazer uma live de halloween. O garoto caminhava calmamente com as sacolas até que ao passar pela sala de instrumentos ouviu o piano tocando.

— Quem a essa hora resolve tocar piano? – perguntou ele em voz alta.

A curiosidade foi maior, a pessoa tocava uma marcha fúnebre. Ele abriu a porta, a sala estava toda escura. Olhou para o piano e aparentemente não havia ninguém. Ele ligou a luz, colocou as sacolas em um banco e foi revistar a sala, mas não encontrará nada, nem ninguém.

— Esta perdido? – disse alguém colocando a mão em seu ombro direito.

Shin gelou, arregalou os olhos e por fim criou coragem e se virou.

— Ai é você – disse ele vendo que não era nenhuma assombração – me assustou Taeyang Hyung.

O outro por sua vez estava rindo da cara que o outro fizera.

— Tinha indo onde estão os violões quando ouvi a porta se abrindo e não pude perder a chance – disse ele sorrindo.

Shin se recompôs e logo disse que precisava voltar para a sala de treinamento e assim foi feito. Quando chegou na mesma os outros garotos estavam no chão rindo de alguma coisa que Duke fizera.

— Foi matar a galinha para fazer o frango? – debochou Sunji.

— Nossa que engraçadão você, comédia andante – Shin debochou da mesma forma fazendo todos rirem – acabei encontrando o Taeyang Hyung no caminho e conversamos um pouco – claro, ele não contou que quase teve um infarto pensando que o mesmo fosse assombração.

— Falando nisso o CEO acabou de sair daqui e pediu para entregar isso ao Taeyang já que ficaríamos até tarde e o pessoas do BIGBANG também. – disse Tae tirando um papel do bolso – Pode entregar para ele?

— Claro – o outro respondeu – me esperem para comer.

Ele novamente saiu da sala e foi na sala de instrumentos, chegando na sala ele ouviu a mesma marcha fúnebre e estranhou, mas concluiu que o cantor deveria estar afinando o instrumento. Entrou na sala e viu o membro do BIGBANG sentado no piano.

— Esqueceu algo? – perguntou o mesmo sem olhar para Shin.

— O CEO mandou te entregar isso – disse ele mostrando o papel e deixando o mesmo no piano.

— Obrigado garoto – Shin estranhou o comportamento do mesmo, mas relevou. Ele deveria estar muito cansado. Começou a se dirigir até a porta e quando abriu a mesma ouviu – apague a luz quando sair.

Shin fez o que foi pedido e começou a andar pela sala, mas congelou ao ver quem vinha em sua direção.

— Que cara é essa? – Perguntou Taeyang – parece que viu um fantasma – sorriu.

O garoto apenas ficou olhando e logo correu novamente até a sala de instrumentos e ao abrir a porta ninguém estava la dentro e e o papel permanecia em cima do piano.

— Você estava aqui hoje? – perguntou ele.

— Claro – o mais velho não estava entendendo nada – esqueceu que nos vimos na sala agora de pouco? Eu só sai para tomar água.

Shin arregalou seus olhos, mas se controlou.

— O CEO mandou entregar um papel para você. Coloquei em cima de seu piano – Shin após dizer isso correu para seu destino, a sala de treino.

♦♦♦

Todos  estavam impacientes após a saída de Shin para entregar o bilhete.

— Eu to com fome – murmurou Sunji.

— Ele está demorando muito mesmo. Vou procurar ele e aproveito e vou no banheiro diz Duke.

O então agora moreno se levantou, saiu da sala e foi procurar seu amigo.

— Hyung você viu o Shin? – perguntou ele ao T.O.P que estava na cantina.

— Não, por aqui ele não passou – disse o mesmo.

O mais novo agradeceu e foi continuar sua busca.

—  Quer saber, vou no banheiro – disse ele desistindo por instantes – entrou no banheiro, foi em uma das cabines e fez o que devia fazer, porem dentro da mesma ouviu passos vindos de fora e do nada um grito. Ele congelou, acabará de ouvir um grito dentro do banheiro. Abriu a cabine devagar. Quando viu que estava sozinho saiu, mas se arrependeu ao ver um corpo caído no chão e uma poça de sangue perto do mesmo eu cada vez mais aumentava. Isso não fora a melhor coisa para ele. Duke tinha Hemofobia, melhor dizendo fobia de sangue.

Tentou gritar, mas logo tudo fez efeito e ele entrou em choque, não conseguia gritar, caiu sentado no chão e o pior de tudo é que não conseguia tirar os olhos da cena. A porta se abriu.

— Duke me falaram que você estava aq... – Sunji que adentrava no local também se assustou ao ver a cena – o que aconteceu? – perguntou ele correndo até o amigo.

Por sua vez Duke se mantinha calado, ele tremia muito, estava tendo uma guerra dentro de si mesmo. Traduzindo, ela estava em choque.

—E... – as palavras não saiam.

— Venha vamos chamar alguém – disse Sunji puxando o amigo.

Os dois foram até a sala mais próxima e pediram ajuda, de primeira não acreditaram neles, mas quando viram o estado do mais novo foram ver o que acontecida.

— Fiquem ai fora – disse o segurança que adentrou no banheiro junto com algumas pessoas. Logo o mesmos saiu – não tem ninguém, nem cadáver la dentro.

— Mas eu vi – disse Sunji largando o amigo e entrando no banheiro confirmando as palavras dele.

— Olha vocês devem estar muito cansados e por siso disso tudo – disse o mesmos e retirando sendo acompanhado pelo resto do pessoal que olhavam para eles desconfiados.

Mas Sunji e Duke ainda sim tinham a certeza de terem visto o homem caído no chão.

♦♦

— É só isso? – questionou Shin – a minha história foi muito mais assustadora.

— Sério isso? Você diz que o Taeyang é um espírito e o meu conto que é ruim? – questiona Duke.

— Vou contar uma historia de verdade – disse Tae.

♦♦♦

Tae teve que ficar até mais tarde na empresa e quando foi embora decidiu ir a pé já que a casa era perto. Porém desde o começo notou que era seguido por um homem vestido de branco, sem face. Usava apenas um chapéu que cobria seu rosto todo.

O garoto por mais que andasse mais rápido o homem sempre se mantinha na mesma distância e sabendo que poderia ser alguém decidiu ligar para alguém vir encontrar ele. Digitou o numero do Ryan, mas o garoto não atendia. Tentou o numero de todos eles, mas nada. O telefone dos outros davam direto na caixa postal.

Ele andou mais um pouco até chegar em frente a sua casa e quando chegou e olhou para trás o homem já não se encontrava mais lá. Abriu o portal, a casa estava toda escura. Provavelmente todos estavam dormindo, pensara ele.

Entrou, acendeu a luz e quando olhou em baixo da escada o mesmo homem estava lá.

— Eu estive lá quando você nasceu e vou estar lá quando você morrer – e a imagem avançou em cima do garoto logo desaparecendo.

♦♦♦

Duke que parecia ser o mais corajoso estava agarrado aos braços de Sunji que ria do amigo.

— Você não deve rir de mim Hyung – fez bico.

— A forma que você age após ouvir essas historia são impagáveis – riu Shin.

Todos riram junto ao ver o maknae corando.

— Pessoal eu achei um livro de contos – disse Bin entrando na sala.

— Acho que precisamos ensaiar – sugeriu Duke.

— Não – disseram todos juntos.

Bin se sentou e após folhar muito o livro achou um conto.

♦♦♦

Era uma noite chuvosa quando um pai e sua filha voltavam do hospital onde ficaram o dia inteiro na espera que a esposa e mãe estava internada. Uma grave doença desconhecida consumia sua vida e os médicos não sabiam o que fazer.

 

Como o hospital era longe, eles tinham que cruzar uma longa estrada escura que cortava um grande bosque. O som da chuva batendo no teto do carro , fazia um barulho relaxante e a garota começou a cochilar.

 

Repentinamente um grande estrondo fez-se ouvir. O trovão veio forte e um relâmpago iluminou a noite. O pai segurou firme o volante e o carro derrapou na estrada molhada até bater em um barranco.

 

Após verificar se sua filha não estava machucada o homem decidiu sair do carro para ver os estragos que o veículo havia sofrido. Os dois pneus dianteiros estavam furados e uma das rodas amassada.

 

- Parece que passamos por cima de algo grande na estrada. – disse o homem.

 

A filha, debruçada na janela, perguntou receosa:

 

- Mas você pode consertar pai?

 

- Não – disse o homem balançando a cabeça. – Eu só tenho um estepe e vou ter que voltar a pé até a cidade para encontrar alguém que possa nos rebocar. Não é longe daqui. Você pode esperar no carro até eu voltar.

 

- Tudo bem. – disse ela . – Mas não demore muito tempo.

 

O pai percebeu o medo nos olhos de sua filha e afirmou que iria o mais rápido possível.

 

A filha olhou pelo vidro de trás até ver o pai desaparecer , andando pela estrada no meio da noite.

 

Havia passado mais de uma hora e o homem ainda não tinha retornado. A garota começou a ficar preocupada, qual seria o motivo de tanta demora? Será que seu pai não havia encontrando nenhum reboque? O medo de ficar naquela estrada escura aumentava cada vez mais, até que ela viu um vulto ao longe, vindo pela estrada.

 

Inicialmente ela ficou alegre, pois pensou que fosse seu pai, porém a alegria inicial foi virando medo quando ela pode perceber que era um homem estranho que vinha andando pela estrada. Agora, mais perto e iluminado pelos eventuais relâmpagos podia ver que se tratava de um homem alto, vestindo macacão e com uma barba em torno do rosto. Notou que algo grande estava sendo carregado em sua mão esquerda.

 

A garota começou a ficar nervosa e rapidamente trancou todas as portas do carro, após fazer isto e se sentir mais segura olhou para fora: o homem havia parado e olhava fixamente para ela há uma distância alguns metros.

 

De repente ele levantou o braço e a menina soltou um grito horripilante. Seu corpo todo tremia, as lágrimas invadiram seus olhos e apavorada viu que na mão esquerda o homem segurava a cabeça decepada de seu pai.

 

Seu coração batia aceleradamente e ela gritava sem parar. A expressão grotesca deu seu pai era horrível. A boca estava entreaberta com a língua de fora e os olhos estavam todos brancos.

 

Do lado de fora, colado em sua janela o homem olhava com raiva para ela. Seus olhos estavam injetados de sangue e seu rosto era coberto de cicatrizes. Por um breve momento ele ficou sorrindo para ela como se fosse um louco, então lentamente ele colocou a mão no bolso, tirou algo e agitou para que ela visse.

 

Na sua mão estava as chaves do carro do seu pai...

♦♦♦

— Não quero mais ouvir – disse Duke colocando as mãos no ouvido.

— Maknae medroso – riu Ryan.

Todos começaram a rir, riram até a luz acabar. Do nada o piano da sala começa a tocar.

— Parem com isso – disse Duke achando que os amigos queriam pregar uma peça neles, mas logo descartou a possibilidade quando acendeu a luz do celular e percebeu que todos estavam ali.

— Que porra é essa? – gritou Ryan agarrando-se ao Tae.

Eles tentaram sair da sala mas a mesma estava trancada. Do nada vozes começam a ecoar na sala.

Todos entraram em pânico, até abrirem a porta e saírem correndo.

♦♦♦

— ótima ideia a sua – sorriu Yang para Choi vendo os garotos na televisão.

— Eles precisavam desse susto – riu ela.

— Afinal hoje é halloween – disse o CEO.

 

 


Notas Finais


AQUI VOS PEÇO QUE TIREM UM MOMENTO HOJE E REZEM, OREM, MANDE ENERGIAS POSITIVAS OU APENAS MANDE SEUS PÊSAMES PARA AS FAMÍLIAS DOS JOGADORES E DA TRIPULAÇÃO QUE MORREM NA QUEDA DO HAVIAM NA MADRUGADA DO DIA 30/11/2016.
Nunca se esqueçam de dizer EU TE AMO todos os dias para as pessoas que vocês amam, pois o destino é incerto e o amanhã pode não existir.


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