História Blacklist - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Facções, Mortes, Reencontro, Trafico
Visualizações 19
Palavras 952
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


⭕⭕A jaqueta é a mesma só que escrito "Interpol"⭕⭕

Capítulo 3 - Los Angeles


Aeroporto de Los Angeles, Los Angeles, 2017, Amanda Argent.

Enfim, Los Angeles! O tão indesejável Los Angeles...

- Filha! Filha! - minha mãe pulou em meus braços chorando.

- Mãe! Não sabia que você ia vim me buscar! - disse surpresa.

- É eu sei! Meu chefe me liberou mais cedo - vamos pra nossa casa? Ou melhor sua casa - eu havia comprado uma casa na cidade pra ela, a casa era um pouco luxuosa porém simples, tentei por no nome dela mas ela sendo muito orgulhosa não aceitou, um ponto pra ela!

- Nossa casa, mais sua do que minha, pretendo sair de Los Angeles o mais rápido possível - ela me olhou torto parecendo lembrar do motivo.

- Ele era um bom garoto - sussurou pra sí mais infelizmente eu ouvir.

- Tem razão... Ele era - suspirei - ele tava metido em coisas, coisas que não dariam certo pro meu lado, talvez, até pro seu! - ela fez um sinal da cruz.

- Vira essa boca pra lá - riu de lado meio sem jeito.

- Mas, eu vou te proteger, sempre! - sorri fazendo cócegas nelas - eu pego minha arma e pouh! - fiz uma arma em meus dedos e coloquei em sua testa fingindo atirar.

- Não será necessário! - afirmou rindo.

- Te amo, mãe - sorri sem jeito, nunca sei como me expressar

- Eu te amo mais! - revirei os olhos sabendo que iria começar a guerra de quem ama mais.

***

Encarei o teto pela milésima vez pensando se eu devia trabalhar hoje, talvez eu podesse dormir até às oito da noite ou levantar a raba da cama e ir ganhar a vida, e ganhar a vida me parecia uma boa opção. 

Levantei indo ao banheiro tomando um banho e escovando os dentes e penteando minha madeixas loiro queimado, fazendo uma maquiagem leve. Peguei meu distintivo, minha jaqueta e pegando minha cinta liga encaixando a minha Desert Eagle.

Peguei a chave da minha BMW e dirige até meu novo ambiente de trabalho.

Interpol de Los Angeles

- Senhorita Argent, muito prazer em conhecê-la, Gordon falou muito bem do seu trabalho, uma honra recebê-la aqui - disparou, sorrir largo, eu adoro essa formalidade todo.

- O prazer é todo meu! Senhor Derlyng - apertei sua mão - O que temos pra hoje?

- Uma gangue, como eles dizem os donos de Los Angeles - sorri debochada.

- Estamos lidando com gangues de verdades ou com crianças fodásticas que fuma uma ervilha atrás da escola? - gargalhei mas ele continuou sua expressão séria me fazendo desfazer o sorriso - desculpa senhor, é que costumo resolver casos mais... Difíceis - ele sorriu negando.

- Ninguém nunca viu os rostos deles, eles não têm bancos de dados, eles não tem registro de nascimento arquivado, sem fotos sem familiares, sem ficha criminal, e pode aposta que até sobe tortura seus capangas não abrem a boca - suspirou - eles são uns fantasmas, nada e ninguém consegue prova que eles realmente existem.

- Vocês... Vocês torturaram os capangas? - ele assentiu, olhei com desgosto - que deselegante! - o repreende.

- Enfim, a gente recebeu uma chama do FBI  a uns dez minutos atrás - disse - massacre e coisas que moças como você não deveria ver - ele me olhou de cima a baixo.

Peguei seu pulso entortando discretamente e segurei seu ombro fingindo conversar.

- Não seja nojento a esse ponto sr. Derlyng, o senhor tem uma esposa linda e dedicada e duas lindas adolescentes, acho que elas vão ficar enojadas pelo tal ato do homem de família, inclusive sua amante de 17 anos... - soltei seu pulso vendo o mesmo massagear o local.

- você pesquisou sobre mim? - disse indignado.

- Ah eu precisava saber um pouco mais sobre a pessoa com quem vou trabalhar... - ajeitei a gola de sua jaqueta dando duas, batidinhas em seu ombro - vá na frente, eu sigo você.

***

A casa fedia a rato morto, havia dois corpos estiradoa no chão da sala, um casal. Saí da casa passeando pelo bairro, talvez os vizinho saibam o que dizer. 

Uma senhora passava caminhando, olhando atentamente pra casa.

- Senhora! - chamei sua atenção atravessando a rua - conhecia o casal que morava aqui?

- Os Clarkes? Quem não os conhece! - disse simpatia - eles são donos da farmácia no fim da rua.

- Sabe o porquê da causa da morte deles? talvez até uma pista que nos ajude a desvendar o caso dele...

- Não a nada para desvendar, moça, foram eles! Todos sabem a causa da morte deles! Eu e o barriro inteiro.

- Eles? Eles quem? - perguntei confusa.

- A gangue! Eles os contráriou e eles não gostam disso, os donos da gangue faz questão de fazer isso com suas próprias mãos! - disse seguindo seu caminho.

Andei mais um pouco respirando ar fresco até eu ver um van saindo do beco em minha frente, travei na hora.

Certo o que eu tenho pra eles me matarem? Um distintivo da cintura, uma arma na coxa, um casaco escrito "Interpol" e o fato que eu estou sozinha a noite no território deles.

"Eles fazem isso com suas próprias mãos"

Eu não abaixei a cabeça, apenas seguir com o olhar a van saindo lentamente do beco. Dei as costas seguindo rapidamente pra casa e por azar meu a van dobrou na rua que eu estava, dirigindo lentamente atrás de mim.

Seja rápida mas ao mesmo tempo seja esperta

Ouvi a porta da van ser aberta mesmo com a van em movimento.

- Ei ei ei! Paradinha aí! - o cara puxou meus cabelos fazendo eu vira para o mesmo.

Sentir o cano da arma nas minhas costelas.

- JUSTIN! NÃO!

- Fique comigo... - então ele atirou.

O barulho da arma ensurdeceu meus tímpanos em um "piiiii" assustador.

Eu te amo.

- NÃO!  - Dei um solavanco na cama, afangando e suando frio.


Notas Finais


O filho da puta tá até nos sonhos dela pqp!!!


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