História Blackmail - Capítulo 1


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Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Chantagem, Chantel Jeffries, Gangster, Justin Bieber, Romance
Exibições 7
Palavras 1.110
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Welcome home Margot, or Good Bye Mr.Thompson?


Fanfic / Fanfiction Blackmail - Capítulo 1 - Welcome home Margot, or Good Bye Mr.Thompson?

 

Minha mãe desde sempre teve o costume de me apresentar para futuros pretendentes que ela gostaria para mim, sempre me  larga sozinha e eu com toda a minha ética devo ouvi-los e fingir interesse. Hoje ela  me apresentou á um tal Robert, que é o cara mais entediante que eu já havia conversado, só sabe falar dele, e da faculdade que ele se formou, e do trabalho dele e das viagens que ele fez, ele, ele, ele, eu já estava quase falando algo do tipo " Hey Dr.Robert espera só um minuto que vou ali me enforcar por perder meu tempo com você enquanto eu podia estar fazendo mil e uma coisa melhor que isso."  Mas na verdade apenas disse que precisava ir ao banheiro e o deixei sozinho.

Na maioria das vezes minha mãe me empurra para os filhos de suas amigas burguesas e é um saco, um verdadeiro saco. Pensei que agora  ela havia parado com isso de querer arranjar um companheiro para mim, ela sabe que estou totalmente não interessada em nenhum desses burgueses. 

O garçom me serviu com mais uma taça de vinho seco e logo em seguida saiu com um sorriso simpático no rosto, talvez esse seja o único sorriso simpático neste lugar. O vinho estava muito forte e minha cabeça já estava latejando, a musica clássica me causava sono e todas aquelas pessoas me davam enjoou. Meu pai costumava a dar festas sociais como essa, eram quase todos os finais de semanas, quando não era aqui em casa era na casa de um de seus amigos corruptos.

Tomei um gole do vinho e não consegui segurar minha cara de desgosto com aquele sabor. Meu irmão Andrew se aproximou com um sorriso no canto do rosto e confesso que nunca o vi tão feliz após a morte de meu pai, e para falar bem a verdade Andrew se parecia muito com ele.

— Agora que está acostumada com cervejas latinas não consegue nem terminar um vinho seco XII. 

— Sabe querido irmão Andrew, pelo menos as cervejas latinas não tem gosto de álcool de posto de gasolina.

  — Estou feliz que tenha voltado da Brasil, e vindo ainda há tempo de comemorar a gravidez de Alice. — Disse deixando sua taça em cima da prateleira da lareira.

— Estou feliz que tenha feito a barba e agora não parece mais um homem das cavernas. — Sorri com deboche e ele riu.

— Eu senti...

— Andrew! Te procurei pela casa toda, vem quero que conheça o Dr.Robert. — Laurel noiva de Andrew o interrompeu e o puxou pelo braço arrumando sua gravata e o arrastando pela casa, ele olhou para trás e sussurrou um pedido de desculpa no ar, tomei o resto do vinho que estava no copo e o respondi erguendo a taça vazia com um sorriso no rosto. Deixei a taça em cima da prateleira da lareira e tive uma breve lembrança do inverno naquela casa, como costumava ser bom sentar em frente a lareira e ler histórias de natais ou de LamberJacks, ou quando eu e Andrew saiamos gritando pela casa que estava nevando as cinco da manhã, acordando meus pais e os empregados. Antes de minha mãe nos decepcionar com seu romance com melhor amigo de meu pai, o Walter, que hoje governa a empresa de minha família aqui em Nova Iorque, melhor traição que essas não há.

Sai da sala passando pela entrada da casa onde ficava as escadarias para os quartos, peguei um champanhe e uma taça que tinha ali e assim que pisei no primeiro degrau torci para que ninguém me reconhecesse e não viessem lamentar pelo meu pai ou perguntar sobre minha vida no Brasil. 

— Margot! — Minha mãe pegou em minha mão e sorriu assim que virei para ela. — Onde está indo? Cadê Robert?

— Eu não sei, talvez esteja por ai contando sobre suas viagens, e seu trabalho, e sua faculdade e seu carro, eu poderia falar mais coisas só que já perdi meu tempo demais. E eu estou indo para o meu quarto.

— Bom, pensei que poderia ficar mais aqui alias esta festa é sua. — Sorriu ajeitando o coque em meu cabelo que estava duro de tanto laque que haviam passado.

— Bem vinda de volta Margot, ou Adeus Sr.Thompson? — Sorri falso para ela.

— Não seja boba, estamos comemorando sua volta, é claro.

— Exato. Vocês estão comemorando minha volta, eu não. — Ela suspirou e concordou com um olhar de ódio. —  Aliás está festa está mais para a comemoração do filho perfeito e sua esposa, claro, gravida. Boa noite mãe.

—  Boa noite Margot.

Assim que cheguei no corredor  do andar de cima tirei a presilha do meu cabelo depois balancei a cabeça para o penteado se desfazer. Meu ombro de chocou no ombro de outra pessoa me fazendo ter um susto e deixando a garrafa de champanhe escapar de minha mão, mas o garoto a pegou antes de se chocar com o chão.

—  Perdão. —  Falei o analisando, ele usava uma camisa social preta e um cabelo loiro meio amarelo com um topete lambido para trás, seu rosto tinha um leve tom sarcástico que me lembrava os filmes de gangster que costumava a assistir.

—  Sem problemas. —  Sorriu  — Eu devia ter prestado mais atenção Srta.Thompson. —  Disse me entregando a garrafa.

—  Nós dois devia. — Sorri.—  A gente se conhece? 

— Não, mas todos sabem quem é você.. —  Sorriu com os lábios fechados e pude perceber o quão lindo aquele homem era. 

—  Certo. —  Sorri e  me agachei para pegar um cartão que estava no chão com sua foto e um simbolo de gavião. Entreguei o cartão para ele e consegui ler seu nome. —  Até logo, Justin. —  Sorri e ele apenas afirmou com a cabeça e sorriu.

Entrei em meu quarto e a primeira coisa que fiz foi tirar aquele vestido apertado, não sei como ele não rasgou alias é Cetim puro. Fui de lingerie até meu banheiro, deixei a banheira se encher toda e coloquei o suporte para computador perto da banheira. Enchi a taça com champanhe e então me despi toda e entrei na banheira. Meu corpo se relaxou e enfim eu tinha um momento só meu, como era no Brasil. Alcancei minha jaqueta que estava jogada no chão do banheiro e dela tirei um caderno que havia encontrado no escritório da empresa do meu pai que ficava no Rio de Janeiro antes de voltar para os Estados Unidos. No caderno havia o plano de fuga do meu pai para voltar ao Estados Unidos e sete nomes de pessoas perigosas que com toda certeza tem algo a ver com a morte de meu pai, o jornal e minha mãe dizem ter sido suicídio mais eu conhecia meu pai, não foi suicídio. 

 



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