História Blackouted Heart - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Osomatsu-san
Personagens Chibita, Choromatsu Matsuno, Dayon, Dekapan, Hatabou, Ichimatsu Matsuno, Iyami, Juushimatsu Matsuno, Karamatsu Matsuno, Matsuyo Matsuno, Matsuzou Matsuno, Osomatsu Matsuno, Todomatsu Matsuno
Tags Choromatsu, Depressão, Ficção, Ichimatsu, Jyushimatsu, Karamatsu, Osomatsu, Realidade, Solitário, Todomatsu
Exibições 19
Palavras 1.394
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite pessointchas! Essa é a terceira e última parte do capítulo 6, I Hate U, espero que gostem e tenham uma boa leitura! E também, obrigado a(o) ~Error13 por favoritar a fic! Espero que continue acompanhando <3

Capítulo 8 - 6 - I Hate U - Parte 3 de 3


Fanfic / Fanfiction Blackouted Heart - Capítulo 8 - 6 - I Hate U - Parte 3 de 3

Acordo na manhã seguinte, olhando para o lado e não encontrando nenhum rosado ali.

Tsc. Mais um dia difícil.

Suspiro, me pondo em pé e vendo que ainda estava com o moletom do Ichimatsu. Bufo de raiva, vendo que devia ir devolver pra ele. Ando até minha porta, abrindo-a e dando de cara com um Choromatsu prestes a bater na mesma.

-A-Ah! Ohayo, Hik-chan. Só queria ver se estava acordada, porque preparei um almoço pra todo mundo e ia chamar todos pra sala. Bom, te vejo lá.
Ele sorri, dando as costas e se dirigindo até a cozinha. Resmungo algumas coisas como:

Tch, a comida do Choromatsu é ótima.

POR QUE EU NÃO COZINHO TÃO BEM ASSIM?!

Ando até a sala calmamente, logo vendo os 5 irmãos com exceção de Choromatsu, que estava na cozinha. Me sento logo ao lado de Ichimatsu, vendo o olhar malicioso dos outros sobre mim.

-O que andaram fazendo onde à noite?
Karamatsu fez uma expressão zangada, enquanto Jyushi apenas exibia um sorriso malicioso.

-Oush, por que a pergunta?
Perguntei, confusa, vendo o olhar de curiosidade de Choromatsu sobre mim.

-Ué, você tá com o moletom do Ichimatsu, vocês não...
Começou, Osomatsu, com um sorriso safado, mas logo ele recebe um pescotapa de Todomatsu.

-Baka! Hik-nee-chan nunca faria isso!

-Ittaiii... Não tem necessidade isso.
Ouvi sua reclamação.

-Tch, é verdade, eu nunca faria aquilo com esse babaca.

-Babaca? Olha quem fala, tch.
Ele resmunga, me lançando um olhar de morte.

Estava prestes a retrucar, mas vi o olhar repreensivo de Karamatsu sobre mim e, logo me calei. 

-Vou ir beber um pouco.
Me levanto, ignorando Choromatsu a dizer que eu perderia o almoço, colocando meu gorro e logo saindo pela porta da frente.

Ichimatsu's POV

Resmungo xingamentos ao ver a estranha saindo pra um bar.

Tch, loirinha irritante.

Vejo todos meus irmãos olharem pra mim, como se eu fosse alguém importante aqui.

-Que?
Resmungo, vendo seus olhares ficarem mais penetrantes. - Tsc, estou saindo.

Coloco meu casaco roso e meu cachecol, saindo pela mesma porta que Hik... Que a baixinha passou. Ando até o bar mais próximo, vendo as luzes irritantes da logotipo piscando. Coço meus olhos olhando para o nome do bar.

Mirakuro's Beershow. Dizia, com suas letras brilhantes e irritantes.

Suspiro, colocando meu pé direito dentro daquele local que cheirava a bêbados e putaria. Por que aquela idiota entrou aqui? Tch, que lixo de lugar.

Olho em volta, procurando aquela cabeleira castanha, logo a encontrando no meio de uma mesa com 2 caras estranhos. Um tinha uma aparência de mais ou menos 20 anos, com cabelos negros e olhos azuis. O outro, era um garoto de 18, com cabelos também negros, mas olhos castanhos. Tch, o que ela tá fazendo com esses caras num bar as 9 da manhã?

Eu não preciso ir atrás.

Não. Eu preciso.

Começo a andar na direção da mesa, vendo a estranha rir sem parar, ao ver a careta do de 18. Rosno, logo pegando ela pelo braço e vendo todos olharem para mim. 

Sabiam que odeio receber atenção?

Rafaela me encarava, com um olhar frio, mas com suas bochechas coradas. Encarei-a por alguns segundos, vendo que o de 20 anos já estava prestes a avançar em mim. Solto seu braço.

-Choro...matsu pediu pra voltar pra casa, disse que sua comida vai esfriar.
Lancei um olhar frio pros dois caras que me encaravam com raiva.

-Seu... Idiota! Não tem o direito de vir aqui e acabar com o único momento que começo a me divertir! Tch!
Ela me empurra, com raiva, atraindo mais atenção dos outros ainda.

-Tsc! Eu sabia que não devia obedecer aquele nerd idiota, é perda de tempo querer buscar um pedaço de lixo como você, inútil do caramba.
Resmunguei, logo vendo seu olhar zangado se transformar em olhos lacrimejando. Arregalo os olhos ao ver ela abaixar a cabeça, me lembrando da cena da noite anterior. Ela passa reto por mim, batendo seu ombro no meu e, logo saindo em silêncio do bar. Vejo o olhar raivoso dos dois caras sobre mim, mas ignoro seus xingamentos e me dirijo a uma mesa bem num canto escuro.

Ótimo, o anti-social está sozinho novamente.

Sorrio cinicamente, vendo todos do bar olhando repreensivamente para mim.

-Que foi? O show já acabou, não tem mais o que assistirem, seus bêbados inúteis.
Resmunguei, de cabeça baixa.

Logo o garçom chega e, peço um saquê pra agora e um pra viagem. Sinto seu olhar estranho sobre mim, mas logo o encaro e o mesmo desvia sua atenção para o copo que estava limpando.

Alguns minutos depois, as bebidas chegam e eu começo a beber gole por gole sem parar. As vezes é bom usar isso pra se distrair, mas...

Meus problemas vão piorar dessa forma.

Tsc, tenho que morrer logo mesmo.

Solto um gemido desanimado, colocando o copo sobre a mesa, pegando minha garrafa de saquê e saindo pela porta da frente, vendo aquela merda de dia claro novamente. Suspiro, me dirigindo a um beco escuro qualquer.

Resmungo ao ver que logo no primeiro que entro, não tem gato nenhum.

Parece que meu divertimento não será hoje, não é?

Hm, isso soou meio estranho.

Esquece.

Me sento no chão, atrás da lixeira, e, começo a pensar.

Será que deveria tratar aquela mina melhor?

Não, claro que não, seu idiota.

Não deve se importar com inúteis.

Isso é perda de tempo.

Eles vem, eles vão.

E nada acaba mudando.

Que? Falar com ela?

Claro que não! Ela me odeia!

Na verdade, eu odeio ela!

Tch, tanto faz.

Eu simplesmente sinto um ódio por aquela garota, não tenho porque tratá-la bem.

Babaca? Devo ser, foda-se.

Cala a boca! Você não merece viver!

Tch, o que eu tô fazendo?

Essa bebida me deixou um pouco maluco, heh.

Não importa, só quero deitar e relaxar um pouco.

Vejo um caco de vidro jogado ao meu lado.

Tsc, eu deveria morrer.

Não preciso resolver tudo como um perdido na vida.

Começo a lembrar da cena de ontem à noite, quando ela começou a chorar do nada.

Eu sou muito idiota. Começo a rir sem parar da minha desgraça, percebendo o quão trouxa eu fui em acreditar que ao menos alguém aceitaria minha ajuda.

Eu sou muito idiota.

Levanto rapidamente, começando a correr pela cidade desesperadamente.

Idiota.

Começo a rir, percebendo lágrimas escaparem pelos meus olhos.

Completamente idiota.

Entro em casa, de cabeça baixa, vendo que meus irmãos se divertiam sem mim lá.

-Voltei.
Digo apenas isso, vendo o completo interesse deles sobre mim. Ando até o quarto dela, logo batendo em sua porta com raiva.

Sem resposta.

-ABRE LOGO ISSO!
Gritei, com uma voz rouca.

Sem resposta.

Rosno, andando até meu quarto com raiva, abrindo minha porta, entrando, trancando-a e, logo passando de varanda para varanda até seu quarto.

-Ora, sua...
Resmungo, entrando no quarto dela. - Eu já disse que era pra ab...
Sou interrompido por o barulho de seu choro fraco. Olho sua expressão e, percebo que a mesma estava olhando para a tela de seu celular. Permaneço calado por uns segundos, mas ando até ela em passos pesados.

-Tch, o que foi?
Ouvi sua voz rouca e, senti seu olhar triste sobre mim. A pego pelo braço, a levantando da cama e dando um abraço tão apertado quão nunca fiz. Ouço seu suspiro de susto e, sua respiração pesada.

-Você não sabe o quanto eu te odeio, estranha idiota.
Resmungo em seu ouvido, sentindo seu sorriso fraco e ouvindo um riso fraco.

-Same.
Ela sussurra, me empurrando pra longe com uma expressão fria.

-Tsc.
Desvio meu olhar, sentindo seu olhar sobre mim. - Não é como se eu me importasse, sua vadia! 
Sai do quarto gritando com raiva, sentindo meu rosto esquentar.

Entro no banheiro em frente ao meu quarto com raiva, trancando a porta, ligando o chuveiro e começando a pensar. No momento que senti a primeira gota, me senti mais aliviado.

Garota, você não sabe o quanto é estranha.

Garota, você não sabe o quanto eu odeio você.

Chore, chore sem parar, não é como se eu fosse me importar.

Mas na verdade, acabo por sempre voltar,

E tentar te animar.

Tsc, péssima hora pra lembrar de uma música como essas.

Suspiro, bagunçando meus cabelos, estressado.

Você não sabe o quanto eu te odeio, sua estranha.

Esperava que você morresse.

Ou melhor, que eu morresse.

 


Notas Finais


Oew denovo! Espero que tenham gostado do capítulo de hoje. Eu mesma, acabei por chorar enquanto o escrevia, então espero que tenha transmitido o que eu queria! Mereço tijoladas? Mereço tortas na cara? Ou só um beijinho? Well, até o próximo capítulo!


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