História Blackouted Heart - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Osomatsu-san
Personagens Chibita, Choromatsu Matsuno, Dayon, Dekapan, Hatabou, Ichimatsu Matsuno, Iyami, Juushimatsu Matsuno, Karamatsu Matsuno, Matsuyo Matsuno, Matsuzou Matsuno, Osomatsu Matsuno, Todomatsu Matsuno
Tags Choromatsu, Depressão, Ficção, Ichimatsu, Jyushimatsu, Karamatsu, Osomatsu, Realidade, Solitário, Todomatsu
Exibições 14
Palavras 1.101
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yo, minna! O cap de hoje vai focar mais no Choromatsu, pois não quero apenas dar atenção no casalzinho principal da fic, principalmente pra não encurtar tanto a quantidade de capítulos, porque né? Bom, já estou pensando em uma segunda temporada, com personagens novos e mais foco em meus personagens originais, mas, deixem isso mais pro final!
Espero que tenham uma boa leitura, peguem suas pipocas e refrigerantes, e espero que gostem! :3 Não muito menos importante, mas agradeço desde já e digo que amo vocês! :3

Capítulo 9 - 7 - Business


Fanfic / Fanfiction Blackouted Heart - Capítulo 9 - 7 - Business

Suspiro, me jogando novamente na minha cama.

Saco, merda acontece nessa vida.

Eu odeio esse cara.

Rosno, me levantando rapidamente, jogando o moletom roxo do emo no chão e, logo saindo em passos pesados até a sala.
Logo vejo Choromatsu e Todo-chan sentados no sofá falando sobre coisas aleatórias.

-Oi, garotos.
Sussurrei, sentindo seus olhares sobre mim.

-Yo, Hik-nee-chan!
Falaram em coro, dando seus mais belos sorrisos.

Eca, que shoujo.

Me sento entre os dois, deitando a cabeça sobre o ombro de Todomatsu.

-Eaí, como vão?

-Bem, Hik-nee.
Disse Choromatsu, me lançando um olhar desconfiado.

-Bem, e você?
Disse Todo-chan, olhando diretamente nos meus olhos.

-Vou andando normalmente entre as árvores de uma floresta escura.
Sussurro, emanando uma aura triste e vendo a careta de Choromatsu.

-Oush, Hik-nee-chan, se quiser, pode desabafar.

-É, pode confiar na gente. Não naquele emo anti-social.
Todomatsu concordou, passando seu braço sobre meus ombros.

-Nada não, só a vida diária de uma pessoa fria e sem amigos.
Suspirei, vendo seus sorrisos preocupados.

-Ow, nee-chan, não fica assim, você é muito melhor do que você pensa.
Sorriu Choromatsu, acariciando meus cabelos.

-Tch. Bom, e suas vidas?

-A minha tem andado bem chata, por causa do restaurante e tudo mais.
Disse Todomatsu, suspirando de stress.

Ah, verdade.

Todomatsu conseguiu um emprego num restaurante do outro lado da rua. Algum dia vou .

-Eu estou faz dias procurando algo pra ganhar uma grana, mas né...
Resmungou Choromatsu, com uma cara de preocupação.

-Hum... Choro-san, o que acha de eu te ajudar? Bom, eu acho que consigo encontrar algo perfeito pra você.
Sorrio calmamente, vendo seu espanto.

-Que, sério?

~-~-~-~-~-~-~-~

Ichi, ni, san, chi, go.

-Bom, seu tipo de coisa favorita é informática, então?

-Hai, Hik-chan.

-Hikuro, somente, por favor. Bom, você tem 20 anos e, gosta de informática. Que parte da cidade e qual salário você preferiria?

-Perto de nossa casa e em média uns 200 dólares por mês.

-Hum... Dozentos dólares... Bom, de acordo com seus hobbies e habilidades, acho que sei o local perfeito pra você trabalhar.
Meus óculos começam a brilhar, enquanto dou um sorriso.

-É? Onde?

~-~-~-~-~-~-~-~

Alguns minutos depois, estamos em frente à uma boate gay.

-O lugar perfeito.
Fecho meus olhos com um sorriso confiante, sentindo um toque no meu ombro.

-Hik... Hikuro. Você tá de brincadeira, né?

-Não, estou falando completamente sério.

-Oush. Bom, tem certeza disso?
Vejo uma gota sobre sua cabeça, com o maior me encarando com um olhar desconfiado.

-Sim, sim, não vai falhar.
Sorrio de modo confiante, vendo o garoto entrar no local.

~-~-~-~-~-~-~-~

-Hik-chaaan, eu não consigo trabalhar nessa coisa!
Suspirei, ao ver o esverdeado me olhando preocupado enquanto choramingava sentado ao meu lado num banco da praça.

Olhei para o céu, meio nervosa, mas logo dou um sorriso.

-Você disse que gosta de computadores, não é?

-H-Hai...
Respondeu, com um fio de voz.

Heheh.

~-~-~-~-~-~-~-~

Em mais meia hora, estamos na frente de uma carpintaria.

-Agora sim, isso mesmo, isso combina com você.
Sorrio de modo confiante novamente, logo vendo a expressão nervosa do cara ao meu lado.

-Hum... Eu não gosto muito de serrar coisas...

~-~-~-~-~-~-~-~

Agora estávamos em frente à uma lojinha de rapadura.

-Não! Claro que não!
Ouvi o mesmo reclamar.

~-~-~-~-~-~-~-~

Agora em frente à uma clínica veterinária.

-Eu gosto de animais, mas não!!

~-~-~-~-~-~-~-~

-HIK-CHAN! NÃO ACHA ISSO DESNECESSÁRIO?
Berrou, ao chegarmos em frente a uma loja de apenas sapatos femininos.

-Oush, por quê? É tão legal aqui...
Suspirei, vendo seu olhar desesperado.

Me jogo num banco da praça, vendo o de moletom verde fazer o mesmo.

-Eu quero algo que eu goste, que tenha que levar à sério.
Ele choraminga, deitando sua cabeça sobre meu ombro, atraindo olhares e sorrisos das pessoas que passavam. Coro levemente. - Tipo... Uma lan house? É, seria bom. Tem alguma lan house aqui nessa cidade?

-Não.
Resmungo, logo vendo-o se desanimar denovo. - Não acha melhor deixar isso com seus irmãos...? Eu dou um desconto pra vocês conseguirem morar lá.

-Oras, Hik-chan! Não precisamos disso! Quero ser justo por todos os problemas que nós causamos à você.

-Não tem necessidade, fazer isso, porque... Eu até gosto de morar,com vocês, ter companhia na minha casa. Sabe, se não fosse por vocês, eu teria me suicidado.
Suspiro, olhando seus olhos arregalados, mas logo, ele sorri preocupado.

-Vou arranjar um emprego em alguma lojinha de conveniência mesmo, não posso deixar, alguém gentil como você, nos sustentar desse jeito.
O encaro, vendo seu largo sorriso e olhando em seus pequenos olhos verdes brilhantes à luz da lua. Desvio meu olhar por alguns segundos, mas logo sinto dois braços fortes me rodeando.

-Tch, baka, eu não preciso diss...

-Shhh, só aceita.
Ouço seu sussurro, me fazendo permanecer quieta.

-Tá na hora de ir pra casa, não acha?
Suspiro após alguns minutos, falando baixinho e vendo o maior me soltar.

-Hai, hai!

Encaro seu sorriso gentil com uma expressão vazia, pensando no quanto eu poderia ser melhor que isso.

~-~-~-~-~-~-~

-Tadaimasu!
Abri a porta com o pé, sendo seguida por Choromatsu, que estava sorridente.

-Okaeri, nee-chan, nii-san!
Sorriu, Todomatsu, ao perceber nossa chegada.

-O que foram fazer, à essa hora, na rua?
Ouvi o resmungo de Ichimatsu, que mesmo parecendo não se importar, continha um olhar zangado sobre mim.

-Nada, só tentei ajudar Choro-san a arranjar um emprego, mas foi um completo fail.
Suspirei, vendo o olhar de Osomatsu sobre mim. - Que foi?

-Tem certeza que não foi só isso?
Ele olhava pro meu cabelo bagunçado e o moletom todo torto de Choromatsu, com um sorriso safado. Coro instantaneamente, percebendo que agora, todos me olhavam atentamente e com desconfiança.

-Tch, não é como se o virjão do Choromatsu fosse aceitar ficar com essa estranha.
Disse, Ichimatsu, dando um sorriso psicótico.

-Cala a boca.
Ouvi Choromatsu resmungar, enquanto uma gota surgia na minha cabeça.

-A gente não fez nada, somos amigos, não é?
Ouvi um crack, e logo percebo Jyushimatsu com um dos moletons de Choromatsu, quebrando uma colher de plástico ao meio.

-Ora, seu...
Segurei Choromatsu, pra não avançar no coitado do Jyushi.

-Vou comer algo e ficar no meu quarto, caso precisarem de algo, já sabem.
Sussurrei, pegando um bolo de chocolate da geladeira e subindo as escadas, em silêncio.

Minutos depois, quando acabei meu bolo de chocolate enquanto pensava na bosta da minha vida de inútil irresponsável, ouvi uma batida na minha porta.
Ignorei, as batidas cessaram por alguns segundos, mas vi uma figura roxa entrando pela varanda.

Denovo nãoooo...

-Precisamos conversar.

Abaixei a cabeça, era o que eu mais temia.

Eu fudida.


Notas Finais


Yo, minna-chan! Espero que tenham gostado desse capítulo, e continuem a seguir a história! \(~^ω^)~
Caso estejam curtindo, comentem sobre o que gostaram na fic para eu poder melhorar mais e mais! E também, dêem suas críticas sobre meus erros e coisas que não gostaram muito nos capítulos, que tentarei mudar o mais rápido possível <3 Obrigado por lerem! Bye bye~


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