História BlackSpot - Capítulo 3


Escrita por: ~

Exibições 635
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi, voltei! Eu estava com este capitulo pronto a algum tempo e com os comentários maravilhosos de vocês eu não me conti, tive que postar. E aqui está mais um capítulo...
Leiam as notas finais aviso importante lá!
Boa leitora <3

Capítulo 3 - Disque denúncia


Merda, esse filho da puta ainda estava aqui em casa.

 Quando pensei que eu podia abrir o bico, ele aparece.

 Um silêncio se formou ali e todos me encaravam enquanto eu encarava o Justin.

 — Eu cai da cama mãe, simples assim! — Falei rápido. 

 Na moral, isso é tudo culpa da Madison.

 Estou me perguntando até agora o que aquela bruaca tem na cabeça.

 — Como você caiu da cama e fez esse corte Molly ? — Mamãe perguntou não acreditando em mim.  

 — Caindo ué, igual quando você cai... — eu iria dizer besteira mas coloquei a trava na minha boca. Quando estou irritada, com medo ou apavorara eu falo as coisas sem pensar — Vou ir pro meu quarto, tchau! 

 Falei e saí andando, passei por Justin de cabeça erguida só que olhando reto sem olhar para a cara dele.

 Só ergui a cabeça mesmo pelo meu ego, não vou deixar ele pensar que sempre vou abaixar a cabeça. Já que estou no fim da vida mesmo, vou morrer de cabeça erguida. Eu sei muito bem que não vai ficar barato pelo o que eu ouvi. 

 Subi correndo a escada e fui caminhando rápido para o meu quarto, tranquei com a chave a porta atrás de mim para não correr o risco de alguém entrar.

Aquele cara é muito esperto, eu não tenho nenhuma chance de me defender, e muito menos de poder denunciar. 

 Fui até meu banheiro, escovei meus dentes, limpei o machucado, arrumei meus cabelos, e depois fui trocar de roupa.

 Ficar aqui dentro de casa junto com esse monstro me sufoca, vou sair para pensar em fazer algo útil.

Vesti uma alça jeans, uma regata branca amarrada deixando estilo top, calcei meu converse favorito, peguei meu celular e coloquei no bolso da calça. 

 — Onde vai Molly ? — mamãe perguntou após eu passar pela sala. 

 — Fazer algo útil da minha vida! — Respondi passando pelo hall de casa e sai. 

 Eu realmente precisava respirar e fazer algo, não posso deixar criminosos perto da minha família, e ainda por cima não vou pisar no meu orgulho de fazer o Zé ruela do Justin está pedindo.

 Ele pode ser o maior criminoso da cidade, ou um paga pau... Pobre.

 Se ele for um daqueles viciados de esquina eu vou levar sorte quando denunciar para a polícia, mas se ele for algo bem pior como o Edward Petrovich (o mafioso de Los Angeles) aí sim, eu estou fodidinha da Silva. 

 A filha do Edward estudou comigo dois anos do ensino médio até ela parar de estudar, todos na escola tinham medo de Kendra, até eu abaixava a cabeça para ela.

 Eu tenho cara de santa, mas só a cara mesmo, eu sei muita coisa que acontece nessa Los Angeles, e também não sei de muita coisa. Mas agora sei de uma coisa, Justin não vai sossegar se abrir meu bico e também não vai sossegar se eu ficar de bico calado. Então eu vou tentar denunciar ele.

 Estou com medo. Se ele for algo pior que o Edward? 

 Depois de dez minutos caminhando, cheguei na pracinha que tem próxima a minha casa.

 Gastei dez minutos por quê andava na velocidade de uma lesma, gastei toda minha energia correndo para sair de casa, então, tive que andar devagar enquanto pensava comigo no que eu realmente deveria fazer.

Me sentei em um banco vago. Meu celular começou a tocar. 

 — Molly tenho um babado para te contar, MULHER! — era minha melhor amiga, Candice. 

 — Não quero saber. — Falei — Estou passando por um momento complicado e não sei o que fazer, então se algo sobre o Brad e você pode me contar outra hora? Okay? 

 — Tudo bem. — disse Candy — Quer compartilhar? 

 — Não quero contar mas minha garganta está coçando para contar para você e para a polícia. 

 — Conta logo e para de enrolação, Molly! 

 — Tá, eu vou contar. — Respirei fundo para não atropelar as palavras na hora de dizer — A piranha da minha irmã arranjou um macho, ela levou o macho dela e os amigos dele para minha casa. Até aí, não aconteceu merda nenhuma, se aconteceu eu não sei por quê eu estava dormindo. Quando acordei ouvi um cara e uma mulher na porta do meu quarto e ela estava roubando algumas coisa... 

 — Como se ouve alguém roubar coisas? — Candice me interrompeu.

 — Toda vez que uma Candice morre, agora deixa eu terminar de contar! 

 — Anda logo então, sua grossa e para de enrolação. 

 Revirei os olhos e voltei a dizer:

 — Continuando... O homem pedia para a mulher parar de roubar e seguir um tal plano, quando eles saíram de lá, eu queria correr e contar para minha mãe que tinha criminosos em casa, mas, o homem ainda estava na porta do quarto. Ele me agarrou e colocou uma arma na minha cabeça, me jurou de morte e minha família também. No momento que ele apertou o gatilho eu quase caguei na calcinha, fico até arrepiada só de lembrar. 

 — Como você está viva então, sua louca? 

 — Tinha uma bala faltando, ele sempre deixa uma bala faltando para ver de qual lado Deus está. E graças a Deus ele estava ao meu lado, amém Jeová. — Fiz o sinal da cruz. Até parece que eu sou religiosa, a partir de agora eu sou.

— E depois? 

 — Depois ele me beijou, me chamou de feia e tudo se apagou quando ele acertou minha cabeça.

 — E o que você está fazendo que ainda não chamou a polícia? Se quer morrer deixa que eu te mato! 

 — Obrigado pela consideração Candice. 

 — Você só me dá patada, e foi o modo de dizer sua lesada! 

 — Você sabe o nome do cara? — ela perguntou. 

 — É Justin. Será que ele é como o pai da Kendra vagaba!? 

 — Reze pra não ser ou trabalhar pra ele, se não você tá fodidinha da Silva. 

 — Eu vou fazer a coisa certa antes que eu morra. Candy, você tinha que ver o jeito que ele falou comigo! Ele não estava de brincadeira. 

 — Vai ligar logo pra polícia Molly. 

 Suspirei. 

 — Eu vou ligar, se eu sumir você já sabe que bati as botas. — Encerei a ligação com a Candy, eu estava decidida em ligar pra polícia. 

 Respirei fundo e disquei denúncia anônima, denuncia anônima é a melhor forma de ter uma chance de viver quando você se mete com um criminoso.

 Não demorou muito pra alguém atender. 

 — Alô, disque denúncia! Qual é a denúncia que deseja fazer? 

 É agora ou nunca. 

 — Tem um... — quando fui dizer criminoso na minha casa, alguém puxou o celular da minha mão. 

 Era Justin. Meu coração acelerou a quase duzentos.

 Nem tanto, exagero meu, mas meu coração acelerou no último me gelando por inteira ao ver ele ali. 

 — Com quem está falando? — ele perguntou e antes de eu responder ele já estava olhando no visor o número do disque denúncia. Merda, é agora que eu morro

 Me fodi. 

 Justin jogou meu celular no chão e pisou em cima fazendo-o quebrar em pedaços. 

 — Você iria me denúnciar? — Ele perguntou o óbvio me olhando com aquela cara que parecia que iria me engolir. 

 — Qual seu problema ?! Me seguiu até aqui ? — Preciso ser firme e não mostrar medo algum pra não ter meu último momento de vida rebaixado ao nível dele. 

 — Eu estava apenas vindo falar com meus amigos. — Justin apontou o dedo para cinco homens que seguiam em nossa direção, um dos homens era o namorado da Madison. 

 — Legal. — sorri nervosa e tentei correr disfarçadamente.

 Sabe quando alguém vai te bater na escola e a diretora aparece e você fala para o amiguinho que quer te bater: "Alá a tia diretora" e quando ele olha você corre? Foi assim que eu fiz, só que ele enrolou uma das mãos em meus cabelos me fazendo voltar para trás. 

 — TÁ LOUCO! — gritei tentando me soltar. 

 Para o meu azar, naquela hora do dia não ficava ninguém naquela maldita praça. E a vizinhança em volta era totalmente fechada por portões e muros altos das casas dos ricos, maldita hora pra ser rica e morar em um bairro rico. 

 — Louco você vai ver quando eu te matar! — Justin disse puxando com mais força meus cabelos fazendo-me soltar alguns grunhidos. 

 Os caras se aproximaram de nós. 

 — Vai mesmo matar ela Justin? — O namorado da Madison perguntou. 

 Filho da puta, como meu cunhado, nem para me defender. 

 — Vou. — Justin respondeu como se fosse simples matar alguém. 

 — Vamos nos divertir antes. — O namorado da Madison falou mordendo os lábios de uma forma nojenta que era pra ser malicioso. 

 Merda. Merda. Merda. Merda pela milésima vez. Eu não quero morrer! 

 Pisei no pé do Justin com força fazendo ele me soltar, quando ele me soltou eu comecei a gritar apavorada pedindo socorro e corri o máximo que eu pude, eles corriam atrás de mim. Um deles me alcançou. 

 Continua...


Notas Finais


Gostaram? O que será que vai acontecer com a Molly em ?
Eu queria pedir a ajuda de vocês para me ajudar a divulgar a fanfic, indicam para as amigas, divulgam da forma que querem. Qualquer ajuda é bem vinda, eu ficarei muito felizzz!

Mas uma vez queria agradecer pelos 80 e mais cacetada de comentários no capítulo 2, eu li todos e amei cada um!

Criei um grupo pra fanfic no WhatsApp, quem quiser entrar basta clicar no link abaixo, eu sou legal e não vou dar vácuo em ninguém haha.
Grupo WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/2sRXSAsPE20ApwHJDJpvDW

Beijos até o próximo capítulo <3

Leiam: https://spiritfanfics.com/historia/lobotomia-5999752


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...