História Blind - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias James McAvoy, Michael Fassbender, X-Men
Personagens Emma Frost (Rainha Branca), Erik Lehnsherr (Magneto), James "Logan" Howlett (Wolverine), Professor Charles Xavier, Raven Darkhölme (Mística)
Tags Charles Xavier, Cherik, Erik Lehnsherr, X-men
Exibições 75
Palavras 2.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Atualização da fanfic cheirosa do OTP :D
Como que faz para agradecer todos os comentários maravilhosos que eu amo e quero guardar num potinho e/ou emoldurar de tão lindos que são? Obrigada a todos os favs tbm! Espero que esteja fazendo algo que agrade a vocês e colabore com o fandom desse ship maravilhoso que é Cherik. <3

Capítulo 5 - And dont let it go far


Fanfic / Fanfiction Blind - Capítulo 5 - And dont let it go far

Charles Xavier era um péssimo ator.

Desde criança ele tinha a certeza que iria viver fazendo algo que se relacionasse a arte, mas apesar de que amasse apreciar pinturas não sabia desenhar nem uma simples casa numa folha de papel. Então, decidiu que se suas mãos não colaboravam com algo válido, ele com certeza iria se utilizar do corpo desenvolto que tinha ganhado dos deuses. Foi ao teatro meia dúzia de vezes até que desistisse por completo e saiu de lá carregando uma sensação pesada de angústia no estômago. Mas, no fim, não demorou muito para que percebesse que seu destino estava ao lado da irmã.

Raven ia a uma academia de balé desde que aprendera a pular pela casa e, por acaso, em uma tarde que os dois morriam de tedio, a irmã decidira lhe ensinar alguns passos a tempo do professor instrutor ver toda a cena e convidar Charles a ingressar na equipe. Era evidente que ele estaria alguns anos atrasado, mas com esforço e dedicação o moreno poderia alcançar a irmã e o restante dos dançarinos. Depois disso, para que o balé tomasse proporções imensas e virasse sua vida foi apenas o desenrolar natural dos fatos. A agonia por não ter conseguido entrar na companhia de atores desapareceu por completo e não o incomodava mais.

Até aquele dia.

Dentre todos os outros dias da sua vida, tinha certeza que era aquele que ele mais queria poder se mostrar de outro jeito. Queria poder estalar os dedos e mostrar uma face tranquila e calma, mas o que conseguia era apenas fazer uma careta que exprimisse a desconforto que estava sentindo. O toque do Lehnsherr ainda era vivo em sua pele e a expressão confusa que ele fez quando foi rejeitado mais ainda.

Apesar de tudo, foi apenas quando Logan abriu a porta do carro, roçou o braço no dele sem querer e Charles recuou institivamente que o chefe da segurança o olhou de sobrolho e perguntou:

– Algum problema?

– Não – o bailarino respondeu de supetão.

– Tem certeza?

– Claro. – Sua boca respondeu aquilo, mas Charles tinha certeza que seus olhos passavam outra impressão. Com certeza qualquer um perceberia que estava mentindo. Ainda mais quando o outro ficou o encarado estático como que esperando a continuação. Então, resolveu dar a ele – Logan, meu caro, você pode me levar para o Le Jonquille de volta?

– Não quer ir para casa?

– Não – O moreno pausou um instante para umedecer o lábio com a ponta da língua. A verdade era que não queria dar o endereço pessoal assim de mão beijada para Erik. Não que fosse a coisa mais difícil do mundo ele descobrir por conta própria, com a ajuda de uma ou outra dançarina da companhia, mas Charles sentia que não deveria ser ele a fazer aquilo. Por isso, mentiu – Jean ainda deve estar no Café e eu preciso muito conversar com ela.

Logan respondeu apenas com um aceno para mostrar que tinha entendido o pedido. Deu a volta pela frente do carro e sentou no lugar do motorista. O bailarino o observou por um instante enquanto se acomodava e mesmo que ele não precisasse se explicar, quando menos viu já estava dizendo:

– Não se preocupe, não é nada sobre o seu chefe. Ela apenas tem uma coleção incrível de livros de poesia e eu queria pedir um ou dois emprestados.

– Você gosta de ler? – Logan inquiriu após um ou dois minutos de silêncio absurdo. Ele virou o rosto um pedaço apenas para mostrar um meio sorriso gentil para o mais novo.

– Sim, provavelmente é o meu passatempo preferido – Charles suspirou fundo e sorriu de volta. A sensação de segurança que sentia perto daquele homem era algo engraçado... apesar de todo o tamanho e a cara de impaciência constante, ele tinha aquele ar carregado de rosto conhecido e velho amigo. – Sabe, eu tentei uma vez ser ator. Após crescer sonhando que viveria de ler grandes histórias e interpretá-las foi frustrante ser rejeitado.

– E como acabou no balé?

– É uma longa história. Eu te conto em outra ocasião. – Apenas quando disse aquilo, foi que mediu o tamanho do significado. Provavelmente Logan deveria ter perdido as contas de quantas meninas apareceram por um dia, satisfizeram Erik e nunca mais deram as caras. Mas aquela pequena frase, dita tão ocasionalmente, anunciava que eles se veriam outra vez.

Charles não era do tipo que criava um plano mirabolante na cabeça acreditando que rejeitar o magnata faria com que ele corresse com duas vezes mais afinco atrás dele, mas não conseguia parar de pensar em como algo dentro de si tinha certeza que Logan apareceria outra vez com um buquê vistoso após mais uma apresentação.

Soltou um suspiro. Esperava que fosse algo azul, ele adorava azul apesar da mania de darem flores rosadas e vermelhas.

 – Chegamos.

A voz rouca de Logan o tirou do devaneio. Charles olhou para o lado e viu o Le Jonquille já repleto do público que enchia suas mesas durante a tarde. Provavelmente, Jean ainda estaria no mesmo canto que a tinha visto mais cedo. Se fosse até ela, com sorte, iniciaria alguma conversa frívola e esqueceria toda aquela tensão por algumas horas.

O bailarino pôs a mão na porta, mas antes de abri-la se virou para Logan e disse com um tom que ele temia sair pesaroso, mas foi muito mais como “te encontro outra hora”:

– Adeus.

A resposta foi mais um daqueles acenos que o segurança sempre dava e Charles saiu do carro sem olhar para trás. O barulho do carro se distanciando veio ao mesmo tempo que ele engolia a saliva acumulada na boca e respirava fundo. Iria precisar de outro cappuccino antes de voltar para casa.

Algumas caras olharam na sua direção, mas logo voltaram a conversar entre si. Ele foi em direção ao balcão no interior do estabelecimento, mas no instante que ele passou pelas portas sentiu uma mão o segurando pelo braço. Não fazia a mínima ideia de quem podia ser, mas quando se virou e viu Moira acabou dando um sorriso. A bailarina era uma de suas melhores amigas e, por isso, sempre dividiam algumas conversas confidentes um com o outro.

– De quem era aquele carro que você saiu? – A morena perguntou com um sorriso curioso antes que ele pudesse dizer qualquer coisa.

– Moira...

– Vamos lá, Charles. Você sabe que não precisa de segredinhos comigo, querido.

– Mas...

– Nada de “mas”, Charlie. Com essa cara que você tá fazendo, algo impactante aconteceu. – Ela mordeu o lábio inferior ansiosa. – E eu quero saber tudo.

O Xavier não conseguiu evitar de rir. Raven podia ser insistente, mas era Moira que sempre o desvendava assim que colocava os olhos nele. Quando ela ergueu as sobrancelhas de uma vez só ainda o encarando, Charles sabia que não tinha para onde correr. Ela o encontraria. Então suspirou e disse:

– Peça um cappuccino para mim e um pedaço de torta que eu te conto. Vamos sentar que a história é longa e cheia de detalhes.

 

---

 

O bailarino sabia que iria ver Logan outra vez.

Algo no olhar de choque do Lehnsherr ao ser rejeitado o disse claramente que não desistiria dele naquela tarde. O porquê da insistência quando ele era apenas mais um jovem no meio de centenas que o magnata poderia escolher a dedo, Charles não sabia, mas era fato que se sentia tentado e não gostava disso. Ainda mais quando apenas dois dias depois ele encontrou o segurança sentando em uma das cadeiras do teatro vazio enquanto alguns bailarinos ensaiavam a próxima atração.

– Olá, Logan. – O Xavier disse de supetão ao mesmo tempo que se jogava na cadeira vizinha do outro. Usava um suéter escuro que ficava bonito em contraste com a tez clara e rosada.

– Charles. – Logan apenas o olhou de lado demonstrando que tinha percebido sua presença e continuou fitando o palco e os dançarinos que ensaiavam. Charles fez o mesmo enquanto se sentava de maneira elegante e cruzava os dedos das mãos uns nos outros.

– Como vai? – A pergunta era bem engraçada ao se parar para pensar que ele já sabia o porquê de toda a situação, ainda mais após Moira avisá-lo que tinha um homem forte demais para um paletó procurando pelo “garoto Xavier”. Charles deu um meio sorriso e resolveu perguntar – Por que “garoto Xavier”?

– Eu acredito que seria adequado que alguém achasse que somos íntimos.

– Eu sinceramente não entendi qual a conexão entre você dizer meu nome e sermos amantes apaixonados – O bailarino observou em tom debochado. – Eu me apresentei a você e disse que poderia me chamar pelo primeiro nome. Qual o problema?

Logan fez uma careta e, então, Charles entendeu que era Erik. Certamente, não era função do cargo designado pelo Lehnsherr que ele se tornasse próximo de suas amantes. Revirou os olhos e resolveu ir direto ao ponto. Por isso, inquiriu:

– Então, qual o motivo da sua visita?

Herr Lehnsherr manda suas sinceras desculpas por qualquer inconveniência na ocasião da sua visita à casa dele e pede que eu entregue esse presente como gesto dos seus sentimentos. – Logan se curvou por um instante e puxou uma pequena sacola castanha que Charles até então não tinha visto. De lá ele tirou uma pequena caixa quadrada de madeira escura com trabalhos dourados a enfeitado.

O moreno já estava odiando toda a situação antes mesmo que Logan a abrisse, mas quando ele o fez não pôde evitar um suspiro angustiado. Qual era a maldição que todos os poderosos achavam que qualquer um se comprava com um pedaço de algo brilhante e caro? Apesar de tudo, Charles não negava que o relógio prateado era lindo e que sua vaidade adoraria tê-lo, mas não naquela situação.

– O senhor tem algum recado que gostaria que eu transmitisse? – Logan perguntou ao ver que o jovem não dizia nada.

– Sim, eu tenho. – O Xavier suspirou fundo enquanto apertava a ponte do nariz pensando no que seria mais adequado a falar. Cruzou os braços tentando disfarçar o nervosismo, mas de nada adiantou. Ainda olhando o relógio que parecia ser capaz de pagar suas contas por uns bons meses, ele falou – Pode dizer ao seu chefe que “Não, obrigado”.

O surpreendeu, mas aquilo saiu muito melhor do que ele esperava. Tanto que foi capaz de erguer os olhos, encarar Logan e lhe dar um sorriso gentil.

– Eu não quero isso – completou.

– Senhor Xavier...

– Pelo amor de todos os Deuses, meu nome é Charles. – Quando o segurança fechou a pequena caixa e estendeu na direção dele confuso, o bailarino apenas recuou sem se permitir nem ao menos encostar no pequeno quadrado de madeira. – Eu não quero isso. – Ele se levantou, acenou com a cabeça em uma despedida calada e foi embora calado.

 

---

 

Na maioria dos dias, Jean não conversava muito. A garota passava as tardes no café com os livros e esquecia totalmente do mundo ao redor dela. Voltava a si quando o namorado ia busca-la após o expediente do trabalho e então ela se tornava uma garota sorridente e simpática.

Charles era um dos poucos seres humanos que transitavam pelo Le Jonquille que conseguiram chamar sua atenção e até mesmo sua confiança. Para a maioria das pessoas poderia não ser algo de grande valia mas para ele vinha com o benefício de pegar quantos livros emprestados quisesse. E aquela tarde era uma daquelas maravilhosas que tinha conseguido dois exemplares emprestados ao mesmo tempo.

O bailarino lia distraído, mas mesmo assim notou quando alguém que ele esperava já a três dias sentou ao seu lado. Charles não tirou os olhos do livro tentando fingir que não havia sido perturbado, mas quando Logan o cumprimentou, ele começou a recitar:

Amo-te como um bicho, simplesmente, / De um amor sem mistério e sem virtude / Com um desejo maciço e permanente. – Ao ver a careta do segurança deu um riso surdo e completou como se estivesse comentando com um velho amigo – Soneto do Amor Total por Vinicius de Moraes. Do Brasil, América do Sul. Deve ser um lugar bonito de se visitar.

– Eu não gosto de lugares quentes.

– Acredito que seja importante dar uma chance de se conhecer o novo antes de julga-lo. – Charles buscou o copo de café que estava perto e deu um gole. No mesmo momento viu que Logan tirava dois livros de um pacote de papel pardo e comentou sarcástico – Vejo que acabou delatando ao seu chefe o gosto por livros que confessei.

– Ele me pediu ajuda para um presente que o agradasse mais.

O bailarino estendeu a mão para os livros, leu seus títulos e os folheou. O primeiro era um compilado dos melhores poemas franceses e o outro era  um encadernado muito bem feito com um compilado de todas as obras de Vincent Van Gogh. Charles deu um sorriso triste e os afastou de volta para Logan. Rejeitar as duas obras lhe doía, mas não podia voltar atrás no que acreditava.

Quando viu que o outro erguia uma das sobrancelhas tentando desvendá-lo, então disse mais uma vez – Não, obrigado. – O segurança fez menção de dizer mais alguma coisa, mas ele completou logo – Eu quero, por favor, ler em paz. Se me permitir a delicadeza.

Charles seguiu com o olhar enquanto Logan se levantava, abotoava o paletó e saía do café indo até o carro preto e, consequentemente, desaparecer na esquina. Bebeu mais um gole do café e então levou a mão esquerda para os olhos.

Claramente, Herr Lehnsherr não era acostumado a não ter o que queria. O bailarino se perguntou por quanto mais tempo ele insistiria com aquilo até deixa-lo em paz. Quanto tempo fosse, ele esperava que não demorasse demais. Já que sua mente sempre o traía e o levava de volta para os momentos dos beijos. Com todas aquelas fantasias e devaneios tinha medo de se iludir realmente e acreditar que teria alguma chance de ser levado a sério.

Charles se conhecia o bastante para saber que podia ser um romântico irremediável e, por isso, apesar de todo mundo entoar que não se escolhe de quem se gosta, ele esperava realmente não cair de amores naquela situação. Não por um Erik que o daria um presente caro, faria amor com ele e quando fosse pela manhã já tivesse o esquecido. Não quando ele, no momento que permitisse ser tocado, teria se apaixonado.

 

---

 

Por um momento, ele achou que nunca mais o veria. Até mesmo a apresentação de domingo aconteceu e Logan não reapareceu com algum presente misterioso, mas exatamente uma semana após o encontro no Le Jonquille o segurança reapareceu no Teatro. Segurava um buquê azul com a mão esquerda e uma sacola pequena toda branca na outra.

Charles riu-se e aproximou-se com passos cuidadosos sem dizer nada. Apanhou as flores com cuidado e embora o segurança lhe dissesse alguma coisa ele fez questão de não ouvir. Então se virou e foi até um jarro vazio que estava numa mesinha e deixou as flores lá. As admirou por alguns segundos e antes de ir embora, disse para Logan:

– Tenha uma boa tarde.

 

---

 

No total vinte dias e sete visitas de Logan haviam se passado. Raven e Moira já até faziam um tipo de aposta esperando em quantos dias o segurança apareceria outra vez. Para a raiva da irmã, ela tinha perdido todas as vezes, mas nunca desistia.

Em casa, Charles encarou o relógio da parede e viu que estava em um horário perfeito para ir tomar cappuccino e encontrar quem quer que estivesse no Le Jonquille. Provavelmente, era uma boa ideia levar os livros de Jean para devolvê-los. Ele tinha os lidos apenas uma vez, mas não gostava da ideia de abusar da gentileza da ruiva.

Ao sair de casa percebeu que o ar estava mais gelado que o de costume e o cachecol iria ser um bom pedido. Voltou com passos apressados para tira-lo do armário e quando voltou a pôr os pés na calçada outra vez, viu Logan parado em frente ao carro preto estacionado.

– Olá, Logan. Quer ir tomar café? – Quando o segurança não disse nada, ele completou – Ok, me diga logo... qual o presente da vez?

O mais velho abriu a porta do carro e tirou de lá a última coisa que ele imaginava ver. Era o quadro do Narciso que tinha visto na mansão de Erik. Ao vê-lo, Charles prendeu a respiração e ficou estático. Quando voltou a si outra vez, revirou os olhos e falou do tom mais debochado que conseguia:

– Isso já está tomando proporções ridículas.

Herr Lehnsherr gostaria...

– Logan...

– Que você...

– Logan... – Quando o outro continuou com o mesmo discurso ensaiado de sempre, Charles decidiu se aproximar, pôr as mãos nos ombros do segurança e ao encara-lo disse com convicção – Se o Herr Lehnsherr quer tanto me ver outra vez, diga a ele para vir por conta própria. Pelo amor de Deus.

O Howlett deu um meneio de cabeça para mostrar que havia entendido e quando ia se desvencilhar do bailarino, percebeu que continuava sendo puxado. Ergueu uma das sobrancelhas inquirindo o porquê e Charles respondeu:

– Já que você está aqui não custa nada ir comigo tomar café. E não adianta recusar. Você já aparece tanto que até mesmo Jean pergunta por tu.

Ao entrar no carro preto, o bailarino não pôde evitar de rir.

– Algo de errado? – Logan inquiriu.

– Apenas lembrei de algo engraçado sobre minha irmã.

Raven iria ficar feliz, finalmente tinha acertado um dia sobre a visita de Logan.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo e não esqueçam que os comentários, criticas, dicas, sugestões e etc. são sempre muito bem recebidos e amados pq eu adoro falar sobre a histórinha do OTP lindo e ver vcs aqui cmg me deixa felizona :3
Monte de beijos e até o próximo gente <3


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