História Blind ( Imagine Got7 ) - Capítulo 30


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Bambam, Crítico, Got7, Imaginegot7, Jackson, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 229
Palavras 1.622
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🐍🐍🐍🐍

Capítulo 30 - Capítulo 30


Fanfic / Fanfiction Blind ( Imagine Got7 ) - Capítulo 30 - Capítulo 30

Vitch

- Bom dia.- fala Mark entrando dentro do quarto, me aconchego mais no meu edredom e o ignoro. O dia anterior havia sido muito longo e eu não queria falar com ninguém hoje. – Bom dia… - repete Mark se sentando na ponta da cama. Me desenrolo um pouco, observando por cima do edredom, Mark estava com uma bandeja de café da manhã, franzo o cenho não acreditando no que via. Mark havia acordado antes de mim, vindo em meu quarto e me trazido café da manhã?

- Oi… - falo ainda confusa.

- Trouxe café da manhã. – diz ele olhando a bandeja e pegando uma fatia de pão. – Tá muito bom. – diz ele de boca cheia.

- Você que fez? – pergunto.

- Algumas coisas.

- E as outras?

- Mamãe. – responde ele me oferecendo um pão. – Você precisa comer, e você sabe disso.

- Não quero comer pão agora. – falo me sentando na cama. – Preciso escovar os dentes primeiro.

- Que frescura. – diz ele e continua comendo o que deveria ser meu café da manhã. – Vitch, você não ouviu nem metade das reclamações do papai, ele brigou comigo, com a mamãe e até com nossa irmã.

- Talvez a culpa não seja de nenhum de vocês. – falo me lembrando de Yugyeom, Piper e Jackson dizendo que o errado era meu pai.

- Concordo. – diz ele me encarando sério. O que ele queria dizer com isso?

- Você está estranho. – falo e me levanto da cama entrando no banheiro. Após meia hora saio e encontro Mark do mesmo jeito.

- Quero falar com você.

- Sobre? – digo me sentando na cama, Mark me olhava preocupado. – Eu vou ficar bem, maninho. – digo sorrindo e pego uma maçã.

- Não sobre isso. – diz ele sério. – Sobre o vídeo. Você me contou o que o JB te falou e eu disse que esclareceria as coisas para você, mas tantas coisas aconteceram essa semana e eu realmente queria deixar isso para lá, afinal já passou. – diz Mark e eu concordo com a cabeça, estava atentamente prestando atenção a cada palavra que ele me dizia, sabia que ele esclareceria tudo. – Mas…

- Mas? -pergunto vendo sua preocupação. – Porque os vídeos estavam com você, Mark?

- Yugyeom me entregou, ele e JB queriam me ameaçar usando-os.

- O quê?!

- Vitch, eu era amigo do JB, mas ele gostava da minha namorada, terminamos por um tempo e eles tiveram algo mas depois ela voltou para mim, o JB ficou puto e dai quis fazer aquele video com você para se vingar de mim.

- Então… - não consigo completar a frase. Eu nem se quer era o alvo naquela noite e sofri por conta de… Disso?

- O Yugyeom é amigo do JB agora, JB meio que me ameaça através do Yugyeom, porque ele sabe que eu não faria nada com o Yugyeom porque ele é seu amigo.

- Mark… - falo preocupada e o abraço. – Perdão, eu tinha tanto medo de te envolver em tudo isso e eu realmente te envolvi.

- Não. – diz Mark e me abraça. – Eu que preciso pedir desculpas, por minha culpa fizeram aquilo com você, eu nunca toquei no assunto por me sentir meio que culpado por tudo…

- Não.- digo o soltando, seguro em seus braços e o encaro. – Nós não temos culpa, só… Aconteceu. – falo triste. Mas…

- Verdade. Coisas assim sempre acontecem com nossa família. – diz Mark e eu concordo pensando se tudo que ele havia falado fazia sentido.

- Vitch? – fala meu pai batendo a porta, o mesmo entra e sorri para mim. – Bom dia minha bonequinha.

- Você deveria parar de chamar ela assim. – diz minha mãe de forma ranzinza, meu pai a encara bravo e ela entra no quarto olhando para a bandeja. – Vitch, você irá ficar bem. – diz mamãe pegando a bandeja de comida.

- Eu quero falar com minha filha a sós. – diz meu pai.

- Você já falou ontem, já se desculpou e tudo, não precisa de mais nada, só pare de a pressionar! – diz minha mãe ignorantemente.

- Você não pode me impedir de falar com minha filha sua louca, se ela esta assim a culpa não é só minha e sim sua! Você deveria ter ensinado o que ela deveria fazer ou não! - Meus pais continuam a discutir entre si, um jogando a culpa para o outro por ter uma filha bulêmica. Abaixo minha cabeça e por alguns minutos tento recordar de quanto éramos uma família feliz, fazia muito tempo…

- PAREM! – grita Mark me tirando dos meus pensamentos e fazendo com que minha mãe e meu pai parassem de brigar. – Pai, fala logo com a Vitch, temos que sair. E mãe, só para de loucura e faz mais comida, por favor. – diz ele aborrecido.

- Para onde vão? – pergunto curiosa.

- Vamos viajar minha filha, sua mãe irá ficar com você. Perdão, eu planejava que você fosse na quarta com o Jin Young, mas já que você esta doente terá que ficar aqui. – diz meu pai dando um sorriso fechado. Mark passa o braço em volta de nossa mãe e sai junto dela do quarto.

- Ok. – respondo.

- Eu te amo, tá? – diz ele e beija minha testa. Sorrio com seu gesto de carinho, mas estava triste por dentro, sentia como se ele só estivesse fazendo isso porque eu desmaiei ontem bem na sua frente.

- Desculpa não poder ir, aposto que seria bom para os negócios com a agência do pai de Jin Young. – falo sorrindo fechado enquanto olho minha mãos. Meu pai se senta na cama e coloca sua mão sobre a minha.

- Não se preocupe, você poderá fazer muito pelos negócios ainda. – diz ele sorrindo, seus olhos brilhavam.

- Posso? – pergunto curiosa.

- Muito mais do que o Mark faz. – diz meu pai. – O Jin Young gosta mesmo de você filha, ele até contratou seguranças para tirarem aquele rebelde de perto de ti! – assim que ele termina de falar me lembro que o que Jin Young fez parecia mais um ato desesperado do que algo carinhoso, ele queria processar o Yugyeom!

- Pai, eu agradeço, farei tudo pela sua empresa mas por favor… Não processe o Yugyeom.

- O QUE?! OLHE SÓ O QUE ELE FEZ COMIGO! – diz meu pai, ele se levanta nervoso e me mostra a lateral de seu rosto que estava roxo e sua boca que estava inchada. – Eu sei que… Você me interpretou errado Vitch, por isso ele veio e me bateu dessa forma, aquele louco! – diz ele andando de um lado para o outro. Eu não acredito que ele quer me culpar por ter apanhado.

- Eu não te interpretei errado pai. – falo. Dessa vez eu não podia ficar calada, por mais que quisesse eu não podia fazer com que Yugyeom fosse prejudicado por minha causa. – Você sempre quis que eu fosse alguém diferente.

- Alguém melhor! É isso que pais fazem! – briga ele comigo.

- Eu queria dizer que pais fazem outras coisas, mas você e a mamãe sempre me disseram que a única coisa que eu deveria fazer era passar de ano, ficar bonita e me casar.

- O QUE MAIS VOCÊ QUER?! – grita ele comigo, ele estava tão aborrecido comigo, eu nunca havia o visto assim. Eu sempre preferi ficar calada, diante de tudo porque sabia que se ele brigasse comigo… Eu iria me sentir mais inútil do que já me sinto.

- Que você me ame, não pela minha aparência ou pela minha classificação. E sim por quem eu sou! – confesso. As palavras saíram de minha boca sem que eu permitisse e enquanto minhas lágrimas escorrem sinto meu peito arder tanto por ver o olhar de meu pai de desapontamento e desaprovação.

Meu pai me encara por alguns minutos mas eu abaixo minha cabeça enquando soluçava e molhava meu babydoll, ouço fortes passos no quarto e em seguida o som da porta a se fechar. Caio sobre minha cama e deixo as lágrimas escorrerem pelo meu rosto, queria sentir que a cada lágrima que caia a dor se amenizava, mas não…

7:00 p.m.

- Vitch? – bate minha mãe na porta, provavelmente ela estava me trazendo mais comida. Foi o que ela fez durante todo o dia. A porta se abre antes que eu possa responder.

- Hm? – pergunto olhando para ela.

- Você tem visita. – diz mamãe.

- Ok. – falo tirando meu notebook do colo, tenho quase certeza que era a Piper.

- Oi. – diz JB ao lado de minha mãe, arregalo os olhos. O QUE ELE FAZ AQUI?!

- Mãe… Vo-Você conhece o…

- Claro! – diz minha mãe sorrindo. – Ele era amigo do Mark, eu falei que o Mark não estava mas ele queria falar com você. – diz minha mãe e faz sinal para JB entrar no quarto. – Vou deixar a porta aberta ok? – diz ela e sai.

- O que faz aqui!? – falo aborrecida enquanto JB da passos e se senta na poltrona.

- Vim ver como você estava. – diz JB e estende um buquê de flores rosas.

- O q-que é isso? – pergunto nervosa.

- Flores. – responde ele sorrindo.

- Eu sei. – falo e seguro as flores. – Porque esta aqui? E porque me trouxe flores?

- Vitch, calma. Eu só queria ver como você estava, eu queria ir no hospital mas não podia por conta do Mark.

- Que bom que o Mark não permitiu que você me visse. Você… - falo e me recordo do que Mark havia me contato. – Você me usou.

- Espera. – fala JB nervoso. – Vitch ele vai tentar te colocar contra mim, porque ele quer sair dessa ileso. Eu juro! – diz JB me olhando.

- Eu não acredito em você.

- Eu tenho provas. – responde JB confiante.


Notas Finais


👀
Em quem vocês estão acreditando?


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