História Blond - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Nathaniel
Visualizações 20
Palavras 1.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu estou louca, drogada, qual meu problema para postar mais uma fanfic? Não sei também.
Bom gente, aqui estou eu, com mais uma fanfic e Jesus, eu realmente tenho problemas para estar postando mais uma. Enfim, mais uma com a categoria Amor Doce, mas dessa vez, nosso paquera é Nathaniel, aquele loiro delícia.

► A fanfic se passa nos dias atuais e muita coisa que realmente existe será apresentada aqui, mas num contexto completamente diferente inventado por mim;
► Será uma realidade bem diferente do jogo (assim como minha outra fanfic, Singular), mas terá pouquíssimos personagens originais do jogo constantes, a maioria são personagens originais criados por mim.
► A docete será representada fisicamente pela maravilhosa Barbara Palvin e Nathaniel pelo Austin Bluter.
► Não tenho datas para postar okay? E eu demoro as vezes, me perdoem rs rs
► Plágio é crime!
► Alguns assuntos abordados serão um pouco mais pesados, já deixando claro que não apoio nenhum deles!

É isso gente, espero que gostem!

Xxx Liv

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Blond - Capítulo 1 - Prólogo

Prólogo

A garota estava murmurando uma de suas músicas favoritas enquanto sentia a brisa de verão invadir seu quarto bruscamente pela janela. Seus cabelos esvoaçavam e a fazia mastigar sem querer alguns de seus fios castanhos. Consequência de se sentar no estofado da janela.

Sua pele bronzeada reluzia sobre a luz do sol em feixes escuros e seus olhos azuis brilhavam ao ver as pessoas na rua indo trabalhar enquanto suas férias de verão apenas começavam.

Margot tinha esse pequeno gosto pela liberdade, mesmo que seu conhecimento sobre o assunto fosse praticamente nulo. Afinal, ela cresceu na fortaleza de sua casa, apenas agora, com seus jovens dezessete anos, os pais a deixará caminhar pelo bairro.

Afinal, o nome Mongeau era conhecido por todo o mundo. Donos da Empresa Techno-Marketing Mongeau, também conhecida como a fundadora da Samsung. Seus pais eram nada menos que Lorrane e Cécile Mongeau, as pessoas mais ricas da Europa e ocupavam a quinta posição em escala mundial.

Talvez para muitos isso seja um sonho e completamente encantador, para Margot, era uma prisão familiar. Pelo título dos pais, Margot e seus irmãos eram constantemente perseguidos pela mídia, principalmente ela por ser a herdeira do trono Mongeau.

E essa era a parte que a morena mais odiava. Por dois minutos, por apenas minúsculos dois minutos, ela era mais velha que seu irmão gêmeo, Oliver. Ela não queria aquela empresa, e ela tinha total certeza de que aquilo era tudo que Oliver queria, mas ela simplesmente não podia passar o futuro cargo, seus pais queriam ser justos, pelo menos era o que ela pensava.

-Mag, vamos tomar o café hoje na cafetaria aqui do bairro? – Oliver invadiu seu quarto bruscamente fazendo a jovem dar um pulo de seu estofado.

Os pequenos olhos azuis do garoto arregalaram-se levemente antes do mesmo cair em uma gargalhada gostosa e alta. Margot havia caído lindamente e certeiramente de bunda no chão.

Ela revirou os olhos enquanto reparava as diferenças e igualdades com seu irmão gêmeo. Os dois possuíam os mesmos olhos azuis, a mesma pelo morena natural e os mesmos cabelos castanhos enloirados. Porém, além da diferença de altura entre eles ser alarmante para a morena – encarando tristemente o fato de que Margot possuía 1,75 de altura, enquanto seu irmão possuía belos 1,87, ela era até alta em relação a população feminina, mas ela queria alguns centímetros a mais – o rosto da garota era consideravelmente mais fino que o de Oliver, afinal, a mesma se parecia mais com a mãe, enquanto o garoto tinha fortes e marcantes traços do pai.

Os olhos e todas as cores de seus corpos eram de fato genes de sua mãe. Todos os filhos eram de mesma característica, olhos azuis, pele morena e cabelos castanhos aloirados, algo muito raro de se acontecer.

-Você é um idiota, Oly – a jovem falou enquanto tentava levantar-se sem machucar ainda mais a bunda agora dolorida.

-Desculpa, eu apenas queria chamar minha irmã mais velha barra irmã gêmea para ir tomar o café da manhã comigo e com nossa irmãzinha – o cinismo estava completamente evidente na frase debochada que saiu de Oliver, o sangue de Margot ferveu em uma raiva curta e passageira, mas ainda sim, ferveu.

 -Jeanne quer ir à cafeteria perto do parquinho, não é? – ela perguntou já de pé e caminhando até as portas de seu closet.

-Sim, estamos te esperando na sala de jantar, Mag – o mais novo falou antes de sair e tornar a fechar a porta do quarto da Mongeau.

Cachos. Mag amava cachos e se sentia levemente aborrecida por ter um cabelo extremamente liso quando sua paixão era cachos. Então, decidiu fazer cachos aquela manhã. Nada muito trabalhado, apenas leves ondulações para que se sentisse realmente dona das deformidades que ela tanto amava.

O clima estava mais fresco que o natural para um inicio de verão. Sua pele se arrepiava ao sentir a brisa fresca entrar pela janela, estava um clima agradável, mas ainda sim, relativamente frio.

Ela optou então, por uma saia de cintura alta azulada com uma bela estampa padronizada em branco, a barra da saia batia no meio de suas coxas e mesmo que fosse um pouco mais curta que o recomendável, ela jamais abriria mão daquele pequeno pedaço de pano.

Para amenizar a porcentagem de pele exposta de suas pernas, uma meia três quartos branca preencheu uma boa parte de sua pele. Para completar, ela vestiu uma blusa de lã curta e justa também na cor branca, seu acabamento caia em cima da saia deu o resultado ideal que Margot esperava.

Em seus pés, calçou uma bota de cano médio de salto alto, a bota se assemelhava mais a um coturno marrom claro, mas a mesma insistia em chamar de bota. Mesmo sendo tão cedo, os saltos jamais abandonariam os pés de Margot, ela precisava de alguma forma, se sentir um pouco mais alta, era uma questão de honra, mesmo já sendo maior que o normal.

Seu colar comprido com uma perola no pingente deu um toque a mais no visual, o colar que ganhará de sua vó falecida em seu aniversário de quinze anos, nunca mais havia saído de seu pescoço. Os cabelos ondulados também enfatizavam a beleza da jovem e não foi necessário grandes quantidades de maquiagem.

Apenas um pouco de pó compacto para tampar levemente suas pequenas olheiras e os pequenos cravos que habitavam sua pele completamente tratada. Um pouco de rímel para intensificar seu olhar e um gloss labial de morango completaram seu visual.

Ninguém podia negar, Margot era uma jovem moça com ações e escolhas inocentes. Sua personalidade era completamente oposta ao físico sensual que ela obtinha. Apenas ela não via o rosto belo que arrancava suspiros, as pernas torneadas e fartas tampadas pela pele morena, os seios avantajados e que pareciam ser muito bem escondidos pelas suas roupas comportadas. Margot tinha tudo o que era necessário para ser uma mulher fatal, mas mal sabia a definição de sexo, como saberia ser uma mulher fatal?

Saiu de seus aposentos e desceu graciosamente os longos lances de escada da mansão considerável em que morava.

Um exagero.

Uma casa daquele tamanho apenas para cinco pessoas? Era demais para Margot. Não que ela estivesse desagradecida pela vida que ela havia recebido, uma vida mais do que boa, mas ainda mesmo que tivesse seus mimos, alguns detalhes para ela era um incrível exagero.

-Mag! – Jeanne exclamou de forma animada e eufórica demais, correndo em direção à irmã mais velha.

-Bom dia, Jean – falou afagando levemente os fios castanhos e compridos da irmã mais nova.

Jeanne Mongeau era a filha mais nova, com apenas sete anos, ela definitivamente era o que mantinha o relacionamento da família animado e agradável. A mais nova era a única que ainda se importava com os momentos em família, os gêmeos já haviam aceitado a triste realidade.

-Vamos? – Oliver perguntou enquanto já estava praticamente para fora da casa. O mordomo já havia aberto a porta para os herdeiros.

Decidiram ir a pé. Seria mais divertido e chamariam menos a atenção, mesmo que o bairro fosse extremamente chique e apenas a elite da Inglaterra morasse ali, ainda sim, havia os menos afortunados que trabalhavam na área comercial nas redondezas do bairro.

As risadas preencheram o caminho inteiro. Jeanne era de fato uma criança imperativa e que jamais se abalava. Seu passatempo favorito era fazer os outros rirem, principalmente sua família sem graça.

Ao chegarem à Beaumont’s Coffe, notaram a grande movimentação que ela sempre tinha, afinal, os Beaumont faziam o melhor café de toda Londres. Porém, Margot notou algo inusitado.

Um pequeno grupo de garotas estava ali e encaravam um ponto fixamente, que pela aglomeração de pessoas, a jovem não conseguia identificar quem era.

Sua curiosidade aumentou e ela discretamente caminhou para a mesa ao lado das garotas. Seus irmãos a acompanharam e gostaram do lugar já que era bem ao lado da grande janela que dava para a rua.

Ela sentou-se e antes que pudesse procurar o que tanto chamava atenção, um belo garoto loiro invadiu completamente sua visão. Ele era apenas alguns centímetros mais alto que Margot. Tinha um médio e reluzente cabelo loiro, a morena podia comparar facilmente com os raios solares. Seus olhos acompanhavam os cabelos, um belo par de íris âmbares preenchia seus olhos, chegando a ser levemente amarelados. Sua face era fina ao mesmo tempo em que grossamente demarcada, sua pele branca reluzia assim como todo o resto.

Ele é incrivelmente bonito.

-Olá, o que desejam comer nesta manhã? – sua voz suave e levemente rouca ecoou pelos ouvidos de Margot e ela jurou ouvir uma bela melodia.

Observou seu crachá e tomou uma grande surpresa ao ver o nome do rapaz sorridente a sua frente.

Beaumont, Nathaniel.


Notas Finais


Vejo vocês nos comentários!!


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