História Blood - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais, Scream (Série)
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Assassino, Tragedia, Violencia
Exibições 7
Palavras 3.811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


MIL PERDÕES PELA DEMORA, AGORA VAI SER MAIS FREQUENTE, EU JURO.
Tá, parei.
Esse capítulo tá bem grandinho, eu gostei de escrever e é um dos melhores capítulos que eu já escrevi.
E já peço desculpas pelo próximo capítulo, que vai ser um pouco triste.

Capítulo 4 - Problemas Hospitalares - Parte 2 (Parte Final)


Dave e Tim entraram no hospital, eles tinham que ver como Jake estava. Foram até a recepção e foram atendidos por uma mulher extremamente bonita com olhos claros, também era bem simpática. Ao terminar de falar o que queriam, a mulher falou para esperarem sentados na sala de espera do Hospital. Os dois seguiram até lá e se sentaram.

Valentina, amiga de infância de Sophie, estava lá, olhava com nojo para os dois. Se levantou e começou a conversar com eles, em um tom arrogante.

― Ora, ora, vejamos o que temos aqui... Uma bixa e um urso gay, vocês me dão nojo!

― Cala a boca, Valentina! ― Exclamou Tim. ― Ninguém te chamou aqui.

― Não importa, eu faço o que eu quiser, eu sou Valentina, querido! E vocês são dois assassinos! Eu sei que foram vocês que armaram para a morte da Sophie! E eu quero que vocês morram por isso! Sophie podia estar viva por agora!

― Ela é melhor morta. ― Falou Dave, baixo. ― Ela era um perigo, Val, por que você foi se meter com ela?

― Isso não é da sua conta, e eu sei que você, com toda certeza, é um assassino, já contou isto para o seu namorado? Contou que já matou alguém? E que a primeira pessoa a saber disso foi eu? Hein, Dave... CONTOU?

― Cala a sua boca, mocinha, se não teremos que te tirar desse hospital. ― Disse uma das enfermeiras.

A loira se sentou longe do casal, não gostava de ficar perto dos dois. O moreno ficou olhando por um tempo os olhos do menor, e chegou bem perto do ouvido dele, sussurrando medrosamente.

― É verdade o que ela disse?

― T-Tim, você não p-precisa saber disso agora...

― Então é verdade? Quem foi?

― Eu disse que você não precisa sabe. ― Começou a chorar.

O mais alto abraçou-o, beijando sua cabeça e o aconchegando.

O policial, pai de Anne, saía do banheiro e adentrou o hospital, aparentemente estava ali visitando alguém. Valentina levantou-se e recusou a usar o mesmo banheiro que o policial, então pediu permissão para a recepcionista para que possa ir em outro banheiro, esse que ficava um pouco mais longe que ali.

A enfermeira chamou o casal, os dois se levantaram e seguiram a mulher. Tim estava com vontade de usar o banheiro, então saiu de perto de Dave e falou pra ele cuidar do Jake sozinho.

As melhores amigas, Alexa e Kiara estavam no hospital, mais precisamente na ala infantil, sempre iam ali falar com as crianças doentes, queimaduras, câncer, leucemia, realmente muito triste. Kiara escrevia em seu diário.

 “Querido Diário...

Uma amiga de um amigo meu faleceu, foi assassinada, realmente triste, agora eu e Lex estamos, ou melhor, estávamos, já que Lex saiu para ir ao banheiro.

Lana, é uma das crianças mais fofas que eu já conheci, ela sofre de câncer, e ela não tem medo de admitir, é tão... Bom! Ver como ela evoluiu. Minha mãe está internada, não se sabe a doença, ainda, não é nada fácil, ela era tão forte e jovem, mas o tempo passa...

Depois eu te falo mais coisas, tenho que cuidar das crianças enquanto ela não vem.”

XXXXX

Alexa caminhava pelo hospital, ala de internados, procurava alguma coisa, provavelmente iria fazer alguma coisa. A garota estava procurando pelos objetos quando uma voz a chamou. Era a mãe de Kiara.

A garota entrou no quarto da mãe dela, a mulher estava acabada, estava muito magra e sobrevivia apenas do soro. Seus cabelos estavam caindo e os que sobraram estavam grisalhos, seu rosto estava cheio de rugas, estava quase morta.

― Lexie, eu sei que você e Kiara são amigas, mas... ― Chorava o que conseguia.

― Mas?

― Eu quero que você me mate.

― O que?!

― Vai ser bem melhor, não vão mais precisar se preocupar comigo, eu estou sendo um peso na vida de vocês. Por favor, eu te imploro!

― Senhora, eu não posso fazer isso.

― Por favor!

A garota se aproximou do corpo da mais velha, ficou mais perto dos aparelhos que deixavam a mulher viva. Ela pensava no que iria fazer, podia ser considerado assassinato, ela não tem como provar que ela havia pedido, e com o assassinato recente de Vera, muita coisa podia acontecer.

XXXXX

― Então quer dizer que a Anne consegue prever o que vai acontecer? ― Perguntou Josh, irônico.

― Achamos que sim, mas nada confirmado. ― Respondeu Anne.

― Queremos ir no hospital ― Mike intrometeu-se. ― Pra ver se é verdade. Nós vamos no hospital em que o Jake foi internado, Samantha estará lá, minha namorada e Kiara estão lá, Dave e Tim também visitarão o Jake, porra, lugar perfeito pra alguém que quer atormentar a gente.

― Sei não, parece arriscado.

― E qual é a graça se não for arriscado? Será só mais um dia comum, chatice, para de ser chato, Josh, vamos ser que nem antes, amigos!

― Tá bom, se alguém se machucar, a culpa vai ser toda sua.

Os três “amigos” dirigiam-se ao carro de Mike, o único, entre eles, que sabia dirigir. Não demorou muito até eles chegarem. Durante o caminho, Joshua observou algo estranho, tinha visto uma garota extremamente parecida com o Sophie conversando com uma pessoa em preto, passou rápido demais, achava que estava delirando.

XXXXX

Samantha entrou com rapidamente no hospital indo até a recepcionista em qual quarto Jake estava. A mulher respondeu que um garoto de cabelos rosados havia ido por um certo caminho a pouco tempo, que era só andar um pouco rápido, não poderia correr, alcançaria os dois.

A loira andou o mais rápido que pôde, e conseguiu alcançar a enfermeira e Dave. Os dois já estavam perto do quarto de Jake.

A enfermeira abriu a porta, e, por sua surpresa, Jake não estava lá. Pensaria em checar as câmeras, se a recepcionista não tivesse dito que as câmeras estavam com problemas.

Samantha ficou muito preocupada, e Dave se sentia culpado por Jake estar ali, mesmo que por pouco tempo. Os dois ficaram pensando no que poderiam fazer, perguntaram para a enfermeira se eles poderiam procurar por ele. A enfermeira afirmou, já que também procuraria ele até algum paciente necessitar de sua ajuda.

Dave entrou no corredor a direita do quarto de Jake, percebeu que havia, no chão, marcas de sujeira com marcas de tênis, tamanho grande. E os passos levavam para dentro da sala de cirurgia, que estava trancada, e também ouvia alguns barulhos, como gemidos, imaginou que alguma cirurgia estivesse acontecendo no momento. Apenas ignorou e seguiu em frente, em busca por Jake. Samantha seguiu reto, não achou nada. Quando virou para trás, uma figura em preto a acertou na cabeça com uma barra de ferro. A garota apenas desmaiou. A pessoa em preto arrastava o corpo da garota até o armário do faxineiro. E logo após saiu, indo na direção onde Dave estava.

XXXXX

O trio entra no hospital, e vão direto até a recepcionista.

― Senhora, onde é o quarto de Jake, um garoto internado aqui recentemente, por causa de uma facada, que sairia hoje mesmo? ― Perguntou Mike.

― Ele fugiu do quarto dele, e não sabemos como achá-lo, nossas câmeras não funcionam.

Joshua resmungou um palavrão e foi repreendido por Anne. Os três seguiram em busca de Jake, com permissão da recepcionista, lógico. Logo Mike percebeu uma coisa em uma das câmeras, ela estava com uma luz vermelha acesa, isso quer dizer que estava gravando.

Talvez seja uma das poucas que seja assim, pensou Mike, até ver que as demais câmeras também gravavam, então porque a recepcionista havia mentido para eles sobre um paciente? Mike resolveu voltar, discretamente, para Anne e Joshua não perceberem. Quando chegou lá, percebeu que a recepcionista não estava ali e a porta de entrada do hospital estava trancada. O loiro volta até o seu grupo.

― Onde estava? ― Perguntou Joshua.

― As câmeras estão gravando, ou seja, estão funcionando, eu voltei até a recepção para ver isto direto com a recepcionista, porém ela não estava mais lá e a porta de entrada do hospital estava trancada.

― Você tá dizendo que a recepcionista estava mentindo?

― Eu tenho certeza. Alguém vai morrer aqui, e vão jogar a culpa em um dos 9.

― Tomara que isso não aconteça.

― O assassinato ou a culpa caindo em cima da gente?

― Os dois.

XXXXX

Valentina saia da cabine do banheiro, seus passos eram lentos até a pia, onde lavaria sua mão. De uma das cabines uma pessoa em roupas pretas saiu dali. Valentina não havia percebido, estava distraída, quando levantou sua cabeça já era tarde demais, o assassino usava um pano para fazer com que a garota desmaie.

XXXXX

Valentina foi levada até a sala de cirurgia, e foi amarrada, com cordas, enquanto o assassino pegava uma faca, mexendo nela com a mão.

Outra presença na sala era de Jake, que estava apagado, diferente de Valentina, que estava acordada e com uma fita em sua boca. O assassino tirou sua máscara, ficando bem visível para Valentina quem era a pessoa. Jake agora estava meio acordado, conseguia ver quem era pessoa que estava ali, porem estava desacreditado. O assassino também tirou a fita da boca de Val.

― COMO VOCÊ PODE? ACHEI QUE TIVÉSSEMOS UM TRATO! ― Gritou a menina loira.

A figura em preto simplesmente pegou a faca e enfiou embaixo do umbigo dela, passando a faca até debaixo de seus peitos, profundamente, enquanto a mesma gritava de dor. Resolveu essa gritaria enfiando a faca na garganta da garota, agoniando-a de dor. Depois de alguns segundos saía sangue da boca da garota, e sua respiração havia parado, indicando que estava morta.

O assassino escreveu na parede, usando o sangue de Valentina, justamente para Jake. Pegou sua máscara e a vestiu. Saindo da sala ligeiramente.

XXXXX

O trio chegou na sala de cirurgia, onde iria em primeiro lugar, a sala estava com a porta semiaberta. Anne abriu a porta e encontrou o corpo morto de Valentina, se assustou, assim como os outros dois garotos que estavam ali. Ela entrou na sala e viu Jake, acordado, mas sem poder se mexer. Ela e Mike correram até ele, enquanto Joshua lia a escritura na parede: “Se você contar pra qualquer um quem eu sou, você é um homem morto, Jake.”

Isso significa que Jake sabe quem é o assassino, porém se contasse seria assassinado.

Joshua foi até Anne e Jake, Mike havia saído da sala. O loiro alto encontrou o policial.

― SENHOR! Ocorreu um assassinato ali, e o melhor jeito é checar as câmeras! POR FAVOR, ajuda a gente!

― É impossível, as câmeras não estão funcionando. ― Apontou para uma das câmeras que o trio tinha visto ligada, porém agora não estava filmando nada de verdade.

O policial chegou até a sala de cirurgia e pediu licença para todos na sala saírem. Ele chegou perto do corpo, examinando cada centímetro dele. Olhou o sangue na parede, e começou a procurar por pistas, porém só tinha uma coisa a se fazer, investigar todas as pessoas que teriam motivos para matá-la.

Prefeitura | 18h27min

O prefeito Bells, sentado em sua cadeira, na sala do prefeito, lê um jornal sobre os assassinatos, e lembra do assassinato de sua filha um tempo atrás. O mesmo agora recebe uma ligação de sua secretária juvenil, Clarisse.

“Senhor, um homem de preto, com uma caixa grande, tá pedindo pra entrar, ele pode?”

― Sim, deixa ele entrar.

A ligação foi encerrada e o homem de roupa preta entra na sala, deixando a caixa que traz com ele no chão.

O Prefeito anda até a caixa e a abre, encontrando o corpo desmaiado de sua filha, Sasha Bells. Sentiu enorme vontade de vomitar ao ver sua filha naquele estado. Ainda não havia superado a morte de sua filha, e como aqui havia acontecido. Sua irmã o julgou eternamente por não ter cuidado da garota, e ele se culpou por não ter a salvado.

― Por que você esfaqueou ela? Era só para ter deixado inconsciente! ― Exclamou irritado.

― Eu não achei nada que poderia ter feito ela inconsciente, então eu pensei que a perda de sangue era uma boa! ― Falou tirando o capuz e revelando sua verdadeira identidade:

Kyle.

― Tu é um incompetente mesmo, não? Nem pra fazer isso tu faz direito.

― Eu pus a minha vida em risco por você! Se alguém tivesse visto eu estaria fodido!

― Foda-se, o importante é que ela está aqui. Por favor amarre a garota na cadeira, teremos umas perguntas a serem feitas aqui.

― Por que está fazendo isso?

― Eu quero saber o que ela sabe sobre a Sophie, e principalmente onde ela esteve esse tempo todo.

― Acha que ela pode ter matado a irmã?

― Não. Sasha jamais seria possível de matar alguém, ela é dócil demais, diferente da irmã.

― Então por que está fazendo isso?

― Eu já te falei. Só que ela pode nos ajudar a resolver isso, Kyle. Também tem outra pessoa que eu queria ver, mas não a mate.

― Quem?

― Lauren, a professora de química.

Clarisse escutava a conversa dos dois, e sabia que tinha que fazer alguma coisa. Uma pessoa havia sido esfaqueada por alguém, ela realmente não deixaria impune. Teria que ganhar a confiança de Kyle, e principalmente do prefeito. Clarisse vai se vingar.

Ian, seu irmão, estava atrás dela, olhando tudo o que ela fazia.

― Porra, ‘Clarys’, esperava mais de você. ― Fez um biquinho falso.

― Me deixa, Ian! ― Virou-se e sentou em sua cadeira.  ― É importante o que eu estava ouvindo. ― Fez um gesto com a mão para que Ian chegue mais perto, para ouvir melhor, então Clarisse sussurra: ― Sasha Bells foi esfaqueada, você acha que eu vou ficar parada em relação a isso? Não mesmo.

― Você é louca. Não se meta em confusão, porque tudo que tu faz sempre cai a culpa em mim!

― Eu vou fazer aquele cara sofrer.

 

Hospital| 19h02min

Os 9 suspeitos da morte de Sophie e Valentina estavam reunidos na recepção. O corpo de Valentina já estava sendo levado para investigação. Todos conversavam entre si e se preocuparam em saber quem era o assassino. A maioria achava que era o Jake, já que ele estava com o sangue de Valentina em seu corpo e esteve o tempo todo no local do assassinato, mas nada é confirmado.

O policial chama um por um até uma sala fechada que pediu emprestada do hospital para que as investigações aconteçam de forma mais rápida e eficiente.

A primeira pessoa que o policial chama é Josh.

― Por que você veio ao hospital?

― Eu vim com a Anne e com o Mike para visitar o Jake, porém ele tinha saído do quarto dele quando nós chegamos.

― Qual sua relação com Valentina? Ela já fez algo para você?

― Bom, nós nunca nos demos bem, principalmente porque a Sophie não gostava da gente, ela era ‘Maria-vai-com-as-outras’, então também me odiava, mas ela nunca fez algo tão sério a ponto de que eu tenha um ódio extremo por ela.

― Ela sabia de algum segredo seu?

― Eu não tenho segredos, eu sou uma pessoa totalmente aberta.

― Quem você acha que foi e por quê motivo?

― Eu não me acho em direito de acusar ninguém, mas eu posso te confirmar que não foi eu, ou o Mike ou... Anne ― Sabia que era complicado de falar isso com o pai de sua melhor amiga.

― O que você estava fazendo na hora do assassinato?

― Procurando o Jake!

 

O policial anotava tudo em seu caderno.

― Pode ir, e chame a Alexa.

Josh saía e Alexa entrava.

― Por que você veio ao hospital?

― Eu e Kiara cuidamos das crianças internadas no hospital.

― Qual sua relação com Valentina? Ela já fez algo para você?

― Ela sempre foi ridícula comigo, eu queria ter o prazer de ter a visto morrer. Ela é racista pra porra, você acha que uma pessoa racista merece viver?

― Ela sabia de algum segredo seu?

― Mas é claro que não, senão eu que teria a matado.

― Quem você acha que foi e por quê motivo?

― Qualquer um menos eu.

― O que você estava fazendo na hora do assassinato?

― Eu... ― Lembrou-se do pedido da mãe de Kiara, e no que havia feito. ― ...Estava cuidando de alguns assuntos pessoais da minha família, eu estava no banheiro. ― Havia mentido, mas soube que seria melhor do que falar o que havia feito de verdade.

― Ok, pode sair, e, por favor, chame o Dave.

 

Alexa saía e chamava Dave, que estava colado ao “namorado”.

― Por que você veio ao hospital?

― Jake. ― Disse choroso.

― Qual sua relação com Valentina? Ela já fez algo para você?

― Péssima, ela já me ameaçou. ― Disse chorando um pouco.

― Ela sabia de algum segredo seu?

― Sim, e eu odiaria que ela contasse para qualquer um. ― Limpava seu choro e buscava se acalmar mais.

― Quem você acha que foi e por quê motivo?

― Não acho que foi nenhum de nós, ninguém aqui seria possível de fazer isso.

― O que você estava fazendo na hora do assassinato?

― Buscando o Jake.

Estava chorando sem parar, saía logo e só deu ouvidos as poucas palavras do policial.

 

― Pode sair. Chame Kiara.

― Por que você veio ao hospital?

― Eu e Alexa cuidamos de crianças. ― Sorria.

― Qual sua relação com Valentina? Ela já fez algo para você?

― Nós não éramos tão próximas, nem conversamos direito.

― Ela sabia de algum segredo seu?

― Não, felizmente.

― Quem você acha que foi e por quê motivo?

― Jake não mataria a amiga dele, tu já olhou pro estado do Dave? Tim não faria com que Dave se preocupe ainda mais, Samantha foi encontrada inconsciente no armário do zelador! Alexa estava no banheiro, Josh, Anne e Mike estavam juntos o tempo todo. Eu tenho provas de que eu não matei ninguém, é só perguntar para as crianças.

― O que você estava fazendo na hora do assassinato?

― Estava com as crianças.

 

A garota levantava e saiu sem dar ouvidos ao policial, mas chamou Mike para ir.

― Era pra ser o Tim, mas já que você tá aqui vamos começar logo.

― Uau, ‘obrigadão’, cara.

― Por que você veio ao hospital?

― Eu, sua filhota e o Joshua viemos visitar o Jake, derr.

― Qual sua relação com Valentina? Ela já fez algo para você?

― Uma bosta. ― Riu.

― Ela sabia de algum segredo seu?

― Graças a Deus não!

― Quem você acha que foi e por quê motivo?

― Foi nenhum de nós não, tio.

― O que você estava fazendo na hora do assassinato?

― Estava com tua filha e com o Joshua. ― Se levantou da cadeira. ― Posso chamar o Tim?

O policial assentiu.

 

Tim, que estava confortando Dave levantou de sua cadeira, e Samantha começou a tomar conta do garoto, mesmo estando um pouco fraca.

― Por que você veio ao hospital?

― Vim com o Dave para visitar o mecânico.

― Qual sua relação com Valentina? Ela já fez algo para você?

― Ela me odeia, ops, odiava.

― Ela sabia de algum segredo seu?

― Não.

― Quem você acha que foi e por quê motivo?

― Ninguém, eu conheço todos aqui muito bem.

― O que você estava fazendo na hora do assassinato?

― Estava com o meu tio internado.

― Saia. Chame Samantha.

 

Samantha entrava na sala.

― Por que você veio ao hospital?

― Eu vim ver o meu namorado.

― Qual sua relação com Valentina? Ela já fez algo para você?

― Ela sempre foi bem chata comigo.

― Ela sabia de algum segredo seu?

― Sim, eu confiei nela por um tempo.

― Quem você acha que foi e por quê motivo?

― Não sei, não acho que ninguém daqui fez.

― O que você estava fazendo na hora do assassinato?

― Estava presa, desmaiada, no armário.

― Como você foi parar lá?

― Eu não lembro! A última coisa que eu lembro antes daquilo é que eu estava correndo pra cá!

― Pode sair, loura. Chame minha filha

 

Nesse momento, Anne entrava na sala e encarava seu pai.

― Por que você veio ao hospital?

― Mike e Joshua já falaram, e eu não vou repetir.

― Qual sua relação com Valentina? Ela já fez algo para você?

― Você é meu pai, tu sabe tudo o que eu acho sobre ela.

― Ela sabia de algum segredo seu?

― Credo.

― Quem você acha que foi e por quê motivo?

― VOCÊ! Você tá muito estranho ultimamente, se tu for o assassino, revele logo, porque ninguém merece.

― O que você estava fazendo na hora do assassinato?

― ...

― Quando chegarmos em casa vamos ter uma conversa.

 

Quando a garota saiu, revoltada, Jake já sabia que era sua vez.

― Como você saiu do seu quarto?

― Eu não sei. Uma pessoa vestida de preto entrou, e bateu em minha cabeça com alguma coisa, aí eu desmaiei. Quando eu acordei eu estava naquela sala e vi tudo o que aconteceu.

― Qual sua relação com Valentina? Ela já fez algo para você?

― Ela era minha amiga! ― Começou a chorar.

― Ela sabia de algum segredo seu?

― Nada absurdo.

― Quem era que estava lá?

― Eu realmente não lembro. ― Mentia, sabia muito bem quem era, mas podia ser morto a qualquer momento.

― Lembra alguma característica da pessoa?

― Não...

A última pessoa saia da sala do policial, e com todas as anotações feitas era impossível dizer quem era o assassino, mas poderia olhar as câmeras. Elas só foram desativadas na hora do assassinato, mas ninguém sabia disso.

 

Casa de Lauren | 00h43min

Lauren arrumava suas malas e seus pertences para sua viagem, quando de repente ouviu sua campainha tocando, tinha que ir atender logo.

Chegou na porta, e ao abrir teve uma surpresa.

Denis Roberts, o pai de Anne, estava ali, bem na sua frente.

O homem entrava e fechava a porta, também a trancando, e empurrava Lauren contra a parede, e começou a beijá-la loucamente, tirando a camiseta da mesma e sua própria camiseta. A mulher simplesmente correspondeu ao homem, agora ela pulava em seu colo e ele o levava até a cama, nesse ato ele deixou seu cartão com seu nome cair no chão, mas simplesmente ignorou.

Agora o homem tirava o sutiã da professora, e sabia que a noite seria ótima para ele.


Notas Finais


Ah esse final aí, rsrsrsrrsrsrs
Não sei descrever cena de sexo, então não vai ter, a menos que eu comece a ser criativo demais, não é mesmo?
Então, quem vocês acham que é? Já tem uma ideia?
O que acharam dos novos personagens?
Pena que só alguns deles vão sobreviver.
Até (se Deus e minha internet quiserem) semana que vem!


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