História Blood - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Born, Mejibray
Personagens Ryoga, Tsuzuku
Tags Blood+, Born, Mejibray, Ryoga, Ryoga X Tsuzuku, Tsuzuku
Visualizações 18
Palavras 1.048
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Por que eu escrevi isso? Porque eu quis :v
É violento? É
É nojento? É.
É pesado? É.
É polêmico? E se é.

MAS eu gostei e sei que vocês também vão gostar! ;)
Mais uma do ship shipelicioso!!! Nildue_Nilun, taca tudo no chão e curte issaê, linda! É nois na frita! 🍟

Música tema: Blood do In This Moment. Amo essa música, e ela é muito importante pra história! ❤
Aproveitem!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Blood - Capítulo 1 - Capítulo Único

Frio. Molhado. O chão sujo era pegajoso. Ryoga arranhava os pulsos cortados. A única coisa que tinham para comer eram algumas maçãs, e elas estavam apodrecendo em uma cesta entre os dois jovens sentados e encostados na parede manchada.
-Eu te odeio.
Tsuzuku o olhou. Essa frase surgia entre os dois a cada cinco ou seis minutos.
-Eu te odeio, Tsuzuku. Porque eu estou aqui?!
-Calma...
O moreno tentou abraçá-lo. Isso piorou. Suas unhas encravaram nas costas do maior.
-Eu não quero isso! Eu quero voltar! Eu quero a minha casa! Eu odeio você! Eu odeio esse lugar! Eu odeio você tentando me ajudar! Eu não preciso de ajuda! Eu te odeio!
O segurava. Era difícil conter a fúria em seus movimentos. Os braços... Eles sangravam.
-Você se cortou de novo?
-Para!
-Calma!
-Eu quero voltar pra casa!
O abraçou com força. O coração estava acelerado. Estava fora de controle.
-Ryoga...
-Me solta! Eu quero ir pra casa! Eu estou com saudade! - E seus gritos raivosos tornavam-se lágrimas e soluços.
Acariciava seus cabelos. Queria que ele se acalmasse, realmente. O olhou nos olhos verdes.
-Você quer que eu te faça lembrar de casa? - Passava os dedos sobre o sangue de seus pulsos.
Ele ofegava. Chorava como uma criança. Mordeu os lábios ressecados.
-Quero...
Um beijo. Sem cuidado, apenas violento, forçando o loiro a se deitar sobre as poças gosmentas. Mordeu sua língua e seus lábios. Não se importava em fazer isso, era sua propriedade. Ele tentava escapar.
-Para!
-Cala a boca... - Tirava suas palavras, afogando-as em saliva.
Com as unhas negras, incitava os cortes nos braços do outro. Ardia, e ele gemia.
-Geme mais alto! Ryoga!
Lhe deu uma pancada no rosto. Seus olhos estavam marejados e vermelhos. Agora, uma gota vermelha escorria da narinas esquerda.
-Mais forte... - Sussurrou.
As mãos ágeis arrancavam suas roupas. Primeiro as calças, depois, ergueu a blusa, lambendo seu peito lentamente. E mordidas. Estava doendo... Ele amava isso, e lutava para que o soltasse ao mesmo tempo. Mordeu seus mamilos. Chupou-os, usando as duas pontas da língua. Ele gritava para que parasse. Tsuzuku o prensava sob o corpo, apertando sua intimidade nua com o joelho. Alargava os cortes... A aflição e a dor do menor o deixavam melhor...
-Já está se sentindo em casa agora?!
Ele negou. Era uma vadia.
-Não...
-Vamos melhorar isso, então!
Abriu suas pernas bruscamente, colocando a glande dura sobre sua entrada. O fitava, sorrindo. Gostava disso, dele chorando, pedindo por piedade. Era seu garoto. Entrou lentamente. Ele gemeu entredentes. Apertou os olhos. Seu corpo se retraía contra a penetração forçada. Ofegava mais. Suava. Sentia os dedos do seme pressionando suas veias cortadas.
Tsuzuku sentia seus músculos entrando em colapso, arrombado o pequeno a própria vontade. E sabia que ele queria mais.
-Você é minha garota imunda?!
-Sim...
-Mais alto! - Um tapa no rosto.
-Sim! Eu sou sua garota imunda! Me estupre!
Era isso o que ele fazia em casa. Era usado. Era um brinquedo. Uma boneca.
-Rebola, sua vadia...
Fazia isso. Sangrava por baixo, mas fazia. Se rasgava, mas fazia. Estava ereto. Escorria. A dor lhe dava tanto prazer...
-Grita mais alto...
O moreno se forçava mais para dentro, entrando e saindo. Dominava e controlava. Beijava seus lábios carnudos, lambia suas bochechas e sobre seus olhos. Ele balançava as pernas, tentando escapar. O maior queria mais disso... Mais do nojo dele...
Estendeu a mão até a cesta de maçãs. As larvas brotavam da água marrom de podridão. Embebeu os dedos nisso e os levou so rosto do jovem. Invadiu sua boca. Os pedaços de fruta estragada tinham sabor amargo, porém doce. Macios como sua carne... Tsuzuku espalhava a gosma pela garganta e peito de Ryoga. Seus cabelos estavam mergulhados em água turva... Outro tapa. A boca sangrava muito.
-Você quer sangrar?! - Sua voz era um rugido animalesco sobre o uke.
Assentiu.
Enquanto o estraçalhava por dentro, dava pancadas em seu rosto e peito, onde surgiam manchas roxas e vermelhas.
-Mais forte...
Mordeu seu pescoço. O som da pele rasgando... Não era muito fundo, mas fez escorrer.
-Eu quero mais! Me faz sangrar! Eu sou uma garota imunda!
O único jeito de se sentir seguro era sob a violência de Tsuzuku... Era tendo ele dentro de si, bem fundo, lhe dominando e violando. Arruinando sua dignidade. Fazendo com que não conseguisse andar.
-As navalhas... Tsu-san... As navalhas...
Ele parou por um momento. Entendeu. Tateou pelo chão viscoso. As lâminas ensanguentadas que o loiro usava para se retalhar. Eram tão pequenas, mas perigosas...
Riscou o rosto pálido do rapaz com uma delas.
-Você gosta disso?
-Sim...
-Você quer que eu te machuque?
-Sim... Eu gosto de você me machucando...
-Eu gosto de você chorando...
Desceu a navalha por seu peito, afundando-a suavemente na pele manchada. Um fio grosso de sangue escorreu. Aumentou. Outro corte, na horizontal. E outro. A cada estocada, um novo corte. A área machucada estava inchada.
O loiro arrastava as mãos sobre o sangue, chupava os dedos molhados, se banhava na própria dor. A sensação dilacerante era maravilhosa. Sentia as pancadas no interior, sabia que doeria mais depois. Ainda mais. Então, deixava-o destruir, violentar, estuprar.
-Mais!
Tanto sangue. Tsuzuku chupava suas feridas. Ryoga erguia as mãos cobertas de rubro e via as gotas escorrendo lentamente, tão belas... O maior balançava o corpo todo ao acertá-lo. Seus olhos brilhavam. Seus lábios estavam vermelhos, e não era batom. Então, coloria os do uke, que o empurrava e gritava "não" enquanto lambia sua língua bipartida.
O menor não conseguia aguentar mais, mas queria ficar eternamente sob ele, servindo as suas perversões.
-Você não precisa de mais ninguém... - sussurrou para o moreno.
-Eu só preciso de você...
-Eu amo como você mente pra mim...
Tsuzuku sentiu o ápice. Gemeu alto, se soltando dentro de Ryoga. Ele gritou. Lutava contra o abuso do mais alto, mas se deixou levar pelo orgasmo.
O seme manteve a posição por alguns minutos, apenas observando o pavor e o prazer nos olhos do jovem.
-Se sente em casa agora? - Suspirou, acariciando os arranhões profundos.
O sangue, o suor e o sémen se depositavam sob seus corpos, junto da água infecciosa do piso velho.
Ryoga juntou todas as forças que ainda tinha, tentando se fazer audível.
-Eu amo você...


Notas Finais


QUE FIQUE BEM CLARO MEUS PLANOS PRA ESSES DOIS AINDA NÃO ESTÃO NEM PERTO DE TERMINAR

Hora do Galba, Shiroi Miru???


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