História Blood and Tears (Imagine Park Jimin) - Capítulo 10


Escrita por: ~ e ~Moon_Dyan

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 147
Palavras 1.960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Hentai, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus leitores♥
Peço desculpas! Eu planejei postar um cap logo e infelizmente não deu. Tive problemas com a internet e por isso n publiquei logo.
Eu estou animada com a história, agora q as coisas vão esquentar rsrs obg pelos fav ♥
Boa leitura

Capítulo 10 - Park Jimin!?


Fanfic / Fanfiction Blood and Tears (Imagine Park Jimin) - Capítulo 10 - Park Jimin!?

[ S/n ]

 

Cochilei um pouco, mas acordei gritando, apertando o lençol ao redor de mim. Me ergui sobre os cotovelos, virei meu quadril e dei de cara com a janela aberta. Engoli em seco.

Pesadelos! 

Eles eram constantes, tirando meus sonhos, mergulhando-me em insônias.

Passei a mão sobre a testa e estava suando. Fechei os olhos, respirando bem fundo, passando a língua em meus lábios secos. Sair da cama em passos calculados e vagarosos, observando cada canto do quarto que agora me pertencia. A cortina esvoaçante agitava-se leve, indo e voltando. Inebriada e sem sono, me aproximei de sua grade. Sim, grade. Preenchia a mesma, dando-me a sensação de prisioneira. Porém algo também me dizia que aquilo estava ali por um propósito, talvez uma segurança, não uma cela. 

Posicionei meu braço de modo à descer meu queixo sobre ele, curvando-me um pouco sobre a janela. Respingos do sol já eram visíveis. Tons de laranja e rosa, misturados no céu, em uma linda dança sem música alguma, só meu coração em uma batida forte e ritmada. Pensei em minha família. Trágica sensação! A culpa foi minha, tudo culpa minha. 

Uma lágrima desceu por minha bochecha e a enxuguei no mesmo instante, fugando. A lembrança do sangue, gritos, lágrimas... Tudo chocava-se contra mim de forma impiedosa, era torturante. Todo pesadelo a mesma coisa, só piorava. 

Eu suspeitava que os sonhos eram fragmentos dos meus sentimentos com relação à meus familiares, devia ser isso.

Torturava-me por ainda estar viva, por não ir no lugar de pessoas tão doces e amáveis... Sei que eles mereciam viver muito mais que eu, porém, o universo traça uma linha incompreensível; ao invés de me permitir ir junto à eles, me deixou neste mundo, apenas na companhia da dor que, a cada dia, corroe-me por completo. Meu pai biológico nunca conheci e desisti do mesmo quando minha mãe deixou-me com doze anos, devido um câncer terminal. Meu padastro foi a única pessoa que me restou. Me amou como filha legítima e quando era chamado nas escolas, onde o assunto era meus surtos, se mantinha neutro, sério e não demonstrava está afetado. Dizia que ia ficar tudo bem e que tudo ia melhorar. Muitas vezes me levou à psicológicos, o que eu sempre odiava. Mas ocultava só para vê-lo alegre com a possibilidade de eu melhorar. 

Me via de frente com uma pessoa sem interesse nenhum, com um caderno e caneta em mãos, sem nem olhar para meu rosto, falando "Aham" toda hora e com total falta de noção do que eu tinha. Meu diagnóstico nunca foi definido. Com isso desistimos, obviamente não teria melhoras indo àquele lugar. 

Nos mudavamos constantemente e em nenhum lugar me via sem as "Dores". Elas apareciam sem aviso e sem controle. Eu as odiava imensamente. Por causa delas capotamos naquela noite, por causa delas meu padastro morreu. 

Esse foi o real motivo para ter vindo com Adeline, o sentimento de culpa e a vontade de tirar isso de mim. 

Essa história de Aurora me enlouquece, me pertuba e sei que os olhares de Jimin sobre mim seram constantes, assim como outros de quem tenho receio de enfrentar como Isabel. 

Só uma coisa me alegra nesse lugar confuso. 

Moon!

Mesmo fria e contraditória em alguns momentos, me ajudou e se mostrou amiga. Talvez eu deva me arrumar logo, não quero irrita-la. Me dirijo até o banheiro e tento não pensar muito na possibilidade de esbarrar com Jimin. Até um mês pretendo achar uma solução para as dores, e até lá, espero ficar bem, e definitivamente afastada de Jimin.

 

. . .

 

Depois do banho já conseguia ouvi barulho de vozes e passos pelo corredor. Pessoas gritando, outras correndo, rindo. E por um segundo me imaginei em uma comunidade universitária onde eu era alguém normal... Mas durou pouco. Olhei-me e já estava pronta. Usava uma calça preta, uma blusa vermelha e um casaco quadriculado por cima. Peguei um sapato fechado qualquer e esperei Moon. 

Ela logo apareceu. 

- Ei novata! É a Moon. - batia na porta, fazendo uma música com os "tocs". - Pela sua vida, esteja acordada e arrumada!

- Bom dia! - abri a porta e ela virou o rosto enigmática. Um sorriso caloroso saiu de meus lábios. Moon entrou e pude ver como a garota esbanjava alegria e beleza. Seus cabelos brancos e curtos, combinando com uma roupa que fora moda em algum século, com toda certeza, e era muito bonita. Uma saia rodada preta, meias da mesma cor e uma blusa rosa com um lacinho que fechava até um pouco de seu pescoço. Ela poderia ser intimidante e amável ao mesmo tempo e eu gostava de seu jeito, de certa forma, me encantava por ela. Andou graciosa pelo quarto e me encarou, totalmente diferente. Algo nela havia mudado. 

- Pontual, parabéns! - sorriu e bateu palmas. - Vamos indo, a cerimônia com todos vai começar. O auditório tá enchendo e eu não quero ficar espremida no final. 

Sua voz era firme, mas com um toque suave. Não estava brava, só demonstrava autoridade. Começava admira-la ainda mais. 

- Sim, vamos! - disse e ela saiu do quarto, seguida por mim.

No corredor um grupo de quatro garotas passaram por nós, mas quando visualizaram Moon, abaixaram o rosto, como se tivessem com medo. 

- O que tem no auditório? - ignorei aquilo e perguntei o que queria saber à Moon. Andávamos lado a lado pelo corredor cheio de outros quartos. 

- Ontem quando você chegou, os novatos tiveram as boas vindas. É basicamente vocês recebendo de Stuart as instruções sobre Wings in blood e como funciona, mas você não foi e sabe porque. - desviava de pessoas vindo em nossa direção e eu tentava acompanha-la. Lembrei de toda aquela confusão de ter desmaiado e meu estômago embrulhou. - Hoje todo mundo vai está no auditório, para receber os horários de aula, etc. É como um ritual esse dia, estou farta de ver, mas até que é legal intimidar os novatos. - Moon me encarou e um sorriso travesso surgiu com sua última fala. Piscou o olho e olhou para frente ainda sorrindo. 

- O que você é Moon? - meio baixa, minha pergunta foi recebida com um olhar de lado e um sorriso de canto. Eu estava curiosa, Moon era misteriosa demais. 

- Eu não preciso responder, você já sabe! - falou olhando para frente. - Use sua percepção!

- Pensando bem, o copo com líquido vermelho explica muita coisa! - Moon gargalhou e pegou minha mão, fazendo-me arregalar os olhos com tal contato. 

- Você tem cérebro, oh! - me levou junto consigo. 

 

. . .

 

O auditório era enorme e fechado. Alunos iam e voltavam de dentro dele. Havia cadeiras colocadas cuidadosamente em toda extensão do local, e para mim se comparava com um cinema, só que iluminado. Moon andou até a primeira fileira e todas as pessoas já sentadas nos encaravam. Moon não ligava, aliás, continuava confiante, até chegar perto de um garoto alto que lhe abraçou fortemente, depositando um beijo em sua bochecha. Ela corou. Ele me notou e um sorriso quadrado brotou em sua face. 

- Então essa é a Auro...

Moon olhou o garoto séria e incomodada, puxando seu braço. Ele ficou por um tempo sem entender, mas depois compreendeu. Me lançou um sorriso amarelo, pedindo em silêncio, desculpas. 

- Tudo bem... - disse sincera.

- Então você é a garota que quase não deixou minha Moon me ver ontem de noite! - disse brincalhão, tentando recompor sua fala inicial, o que aparentemente não deu certo, Moon mordeu os lábios. 

- Taehyung! - Moon corou novamente e tampou a boca do garoto. Puxou o mesmo para o banco, sentando-se, e eu os segui. Moon ficou no meio, entre nós dois. - Esse é meu namorado, S/n! Não ligue muito para o que ele fala, não! - vi Taehyung fazer bico, e cruzar os braços para Moon, quando a mesma tirou a mão de sua boca.

- Oi, é um prazer conhecê-lo. - falei do meu lugar. Taehyung estendeu a mão e eu a peguei. 

- Prazer também, S/n! - disse ele.

- Olá, qual curso extra gostaria? - uma voz do lado contrário de Moon queria minha atenção. Uma moça parou em minha frente, com uma prancheta em mãos. 

- O quê? - comecei. - Está falando comigo? - perguntei.

- Sim! - disse a garota. Moon percebeu e se aproximou de mim ainda sentada.

- Aqui tem uma atividade extra que todo mundo escolhe, como pintura, música, dança, teatro, tem até umas de bruxaria. Você tem que escolher! - a garota ouviu Moon e concordava, esperando minha resposta. Pensei no que era boa e o que vinha em minha cabeça era pintura e dança. 

- Posso fazer duas? - perguntei. Aquilo tinha me animado. 

- Sim, só até duas! - a moça respondeu calorosa. 

- Então farei as duas! Pintura e dança - respondi. Saber que nos meus dias ali, poderia me diverti pelo menos um pouco, me alegrava e muito. Me deixei sorri largamente e vi a moça anotar meu nome na tal ficha enquanto eu o falava. 

- Olha, você está rindo! - disse Moon me olhando de canto. 

Não deu tempo para responder. Adeline apareceu no centro do local e pedia silêncio. 

- Sentem-se porfavor! - ordenava. - Iremos começar! Porfavor, façam silêncio, obrigada! 

Observei ao redor e todos os bancos eram ocupados. Cabeças e mais cabeças se multiplicavam até o fim do local. Stuart apareceu e foi recebido com palmas. 

O mesmo discursou sobre como queria a paz entre os alunos e que seu ser era orgulhoso por ter fundado tal lugar. Ouvia aquilo meio fora de órbita, mas ouvia. Depois as aulas e seus horários foram entregues em um papel para cada um, para não haver perguntas. Olhei e era como uma aula comum, nada de "Vampirologia" ou "Santanizanismos". Ri comigo mesma pensando nesses nomes doidos de se criar. 

Até que a moça que havia me perguntado sobre as aulas extras subiu. 

- Bom, teremos aula ou como muitos dizem, atividade extra novamente esse ano. - olhava para um papel em sua mão. - E nossos tutores desse ano foram escolhidos! - nessa hora uma galera vibrou atrás de mim. Vi Taehyung gritar e Moon bater em sua coxa. - Vou chama-los de acordo com suas atividades. Para música, Jeon Jungkook! 

Vi o garoto subir para lá e ocupar um espaço ao lado da garota, até um pouco tímido. 

- Obrigada! - agradeceu, breve.

- Continuando. - a moça olhou outra vez para o papel. - Teatro, Kim Taehyung! 

Era o Taehyung de Moon. A mesma lhe deu um beijo, antes do garoto levantar e se juntar aos outros. Ele e Jungkook pareciam se conhecer.

- Pintura, a nossa conhecida Moon! - peguei um susto! 

O quê? Teria aulas com Moon e ela não disse nada, como assim?

- Desculpa, queria causar! - falou no meu ouvido antes de ir e me deixar boca aberta no banco. Entrelaçou seu braço no de Taehyung e sorriu para mim. 

- Para a aula extra específica para bruxos, Louise! - a moça que chamava apontou para uma garota de lindos cabelos pretos, bem grandes e volumosos. Vestia um vestido preto confortável e um lacinho parecido com o da roupa de Moon, só que vermelho em seu cabelo. Ela andou determinada e quando se aproximou, tendo Moon ao seu lado, ambas mostraram língua uma para a outra. Louise riu e revirou os olhos quando avistou a platéia. Com certeza ela era uma bruxa e tinha alguma afinidade estranha com Moon.

- E por fim... - prosseguiu. - Dança... Park Jimin!

Park Jimin!?

Gritos e mais gritos explodiram em meus tímpanos. 

 

 

Não, não, não!

 


Notas Finais


Obrigada se chegou até aqui comg ^-^
Vou deixar aqui o link de outra histórias minha, dêem uma olhadinha. Bjinhos!

https://spiritfanfics.com/historia/first-love-imagine-min-yoongi-9647636/capitulo1


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