História Blood Falls - Interativa - Capítulo 3


Escrita por: ~, ~Themmis e ~ByunCarol

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Girls' Generation
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Hyoyeon, Jessica, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Seohyun, Sooyoung, Suga, Suho, Sunny, Taeyeon, Tao, Tiffany, V, Xiumin, Yoona, Yuri
Tags anormal, Espionagem, Guerra, Hipnose, Interativa, Tecnologia
Visualizações 27
Palavras 1.738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá
Chim aqui
(Baby_princess mudada por motivos meo ruins, p quem n sabe)

Boa leitura!!

Capítulo 3 - Saint Matteo


Harriet Lowe. Refúgio dos Anormais. Sala Cinza 23:51 PM

Agora, estamos nós três – Lauren, Eliza e eu – na frente de mais ou menos quarenta pessoas quase que amontoadas, todos Anormais. Não tem muito tempo que nós lideramos esse grupo e nós não temos muita influência, portanto, temos um espaço mínimo, mas vamos conseguir mudar isso – Lauren está buscando por satélite, lugares para nossa nova base, já que essa está em uma área de risco e Liza sente que o Governo irá nos achar. Eu não duvido do sexto sentido dela. Hoje, vamos em busca de mais dos nossos. Estes que, nesse exato momento, estão passando fome, sede, frio ou pior: sendo ‘’estudados’’ pelos cientistas e médicos. Uso as aspas porque todos aqui sabem que esses estudos não passam de torturas e testes para saberem o quanto aguentamos, para que eles possam matar a todos o mais rápido possível. Só de pensar, sinto um calor animal e raivoso em meu corpo. Eu os odeio e farei de tudo para destruir os malditos que causam um problema e acham que exterminar pessoas pode ser a solução.

Eles mesmos sabem que somos melhores. Sabem que somos superiores e eu espero que já saibam quem vai dominar o mundinho tosco deles, quando tivermos força suficiente para isso.

- Precisamos de reforços. – Eliza começa a dizer alto, para que todos ouçam - Estudamos muito e descobrimos que no Saint Matteo, hospital da periferia oeste do estado, existem pelo menos três Anormais. Parece que são duas meninas e um menino. Mesmo se eles não forem úteis em ataques, estudos, não tenham poderes ou qualquer coisa, não podemos deixá-los lá, sofrendo. Voltaremos, provavelmente, ao amanhecer com mais de nós.

- Eu preciso que a Base Hospitalar esteja aberta e a espera deles – falo diretamente para a líder dos nossos médicos, Mia – Não sabemos qual será o estado deles, então já sabe. – Virei para o outro lado, procurando o líder dos cozinheiros, Brad – Você, por favor, faça aquela sopa com os legumes e carnes que sobraram e dê para todos, mas guarde para os novatos. Depois, eu irei fazer uma missão para roubarmos mais alimentos. – ele assentiu.

- Precisamos de todos vocês. – Lauren teve a palavra – Fiquem seguros, não se exponham e não nos exponham. Logo mais, teremos uma nova base, mais segura e maior. Estamos indo agora. Fiquem vivos - e, então, todo o nosso "exército" repetiu a última frase.

- Fiquem vivas.

Nos viramos, indo em direção ao único portão de entrada, mas senti uma mão segurar o meu braço. Instintivamente, me virei rápido, pronta para dar um soco na face do indivíduo, mas parei no meio do caminho quando reconheci a pessoa. Jung Hoseok. Falando com a sinceridade que foi me dada em excesso: Jung Hoseok não tinha função útil alguma. Ele foi uma das primeiras pessoas que nós resgatamos e eu podia me dizer até arrependida disso. Ele era desastrado, animado demais e até meio inocente. Não nego que é fofo, mas atrapalha, sim.

- O que você quer, Jung? – disse ríspida. Era capaz de ele ficar me enrolando e nos atrasar. Eu não podia deixar isso acontecer. Sua resposta veio em uma voz baixa e meio triste, enquanto ele tinha a cabeça baixa.

- Tome cuidado, sim? Se você não voltar, eu não vou ter ninguém que me aceite de verdade aqui – isso não deixava de ser verdade, não havia muitas pessoas que tinham paciência com ele e eu cuidava de si. Por um segundo, senti algo ruim dentro de mim, mas logo deixei de lado. Deviam ser gases.

- Não se preocupe, Jung, nós voltaremos. Eu prometo. – Ele sorriu pequeno e me soltou.

Enfim, seguimos o nosso caminho, mas eu não sabia se poderia cumprir minha promessa.



Eliza. 5th Avenue. Missão Saint Matteo, Hospital. 01:17 AM

O frio era imenso. Mesmo conosco bem vestidas, com sobretudo, toucas, luvas, coturnos e dentro de um carro preto que roubamos. Precisaremos carregar os nossos refugiados em algum lugar e roubar, infelizmente, já faz parte da nossa rotina.

- Para onde vamos agora, Lauren? - perguntou Harriet e a outra apontou para a esquerda, onde viramos. A menina estava sentada no banco de trás, junto comigo, enquanto a negra dirigia. De repente, vimos uma sirene e um policial parado num tipo de blitz.

- Puta que pariu - as meninas soltaram.

Eu nunca fui de me irritar ou ter muitas reações, então me mantive quieta e calma.

- Abaixem. Eu cuido disso - Harriet comandou - Se der errado, já sabe, né? - assenti.

Desde o ataque da bomba, eu tenho uma facilidade imensa de persuadir pessoas. Também ganhei poderes de hipnose, mas que eu só uso em casos extremos. Uma vez, eu tive que hipnotizar cinco guardas para salvarmos duas crianças. Me sinto orgulhosa por esse dia.

Voltando ao momento atual, nos abraixamos, com Lauren tomando cuidado com seus aparelhos eletrônicos e fios. De algum modo, que ninguém sabe como, ela conseguiu roubar todos os aparelhos eletrônicos que ela tem e que o Governo não consegue identificar. Eles simplesmente não conseguem nos rastrear!

Enfim, ouvi o guarda pedir os documentos pessoais de Harriet.

- Então, seu nome é Joanne Detroix? - perguntou.

- Sim, senhor - ela respondeu. Todos nós tínhamos nomes e identidades falsas, pois, com os nossos, seríamos pegas e nossos esforços seriam em vão.

- E você tem a posse dos documentos do carro? - ele questionou e eu entendi que deveria entrar em cena. Como estava atrás do banco do motorista, puxei um espaço para mim e o chamei com um "psiu". Quando ele olhou nos meus olhos, seu corpo paralisou e eu usei meus poderes para adentrar em sua mente. Coloquei, então, as informações necessárias.

Joanne era o nome da minha amiga ao volante;

Ela era a dona do carro;

Ela estava passando inocentemente por aquela avenida e, quando voltasse a passar por ali mais tarde, ele autorizaria sem maiores questões;

Ele não acionaria nenhum reforço durante a noite;

E, por último, ele não tinha me visto, mas absorveria todas as informações anteriores.

Seu corpo voltou ao normal, ele devolveu os documentos da minha companheira e ela seguiu viagem.

O motivo de termos que nos esconder é que, ao ver nós três juntas, qualquer vigilante suspeitaria e estaríamos ferradas na hora, mas uma parte já deu certo.

- Graças à você, temos o trajeto de ida e volta seguros, Liza - Lauren disse e eu sorri feliz para ela.

A última coisa que queremos é fazer Anormais fugitivos passarem por perigos e problemas no caminho para a sua salvação.

Enfim, chegamos ao hospital. Do lado de fora, não se imaginava ser uma prévia do inferno. Era bonito e arrumado, mas eu sabia muito bem o que ocorria no subsolo.

- Eu não quero entrar aí dentro - Lauren sussurrou.

- Eu não quero um Anormal preso aí dentro - Harriet devolveu.

- Meninas, coloquem suas máscaras. Eu estou sentindo algo - Eu falei e as meninas obedeceram, tirando as máscaras pretas de um bolso do sobretudo. Fiz o mesmo, cobrimos corretamente o nosso rosto, deixando a boca e o nariz cobertos e os olhos à mostra, assim respirariamos decentemente, pois as máscaras tinham filtro contra radiação e alguns gases tóxicos e ninguém nos reconheceria.

Olhei para os lados. Harriet à minha esquerda, Lauren à direita. Respiramos fundo e começamos a segunda parte do plano.



Lauren Miller. Parte traseira do Hospital. 01:44 AM

Passamos quase vinte minutos escondidas, esperando o momento certo para invadir a propriedade. Eis que um funcionário da limpeza abre uma das portas de alumínio do fundo do segundo prédio, sai e, acidentalmente, deixa a porta entreaberta. No total, o hospital tinha três prédios.

Teríamos que arriscar e entrar naquele mesmo, pois não saberíamos se outra porta abriria. Eliza foi a primeira a ir até lá, provavelmente sentindo os outros dos nossos e eu confiava cegamente em seu sexto sentido.

Atrás da porta, tinha uma escada de ferro em espiral que descemos com cuidado, mas rapidamente. Ao fim da mesma, era tudo de concreto e alguns pontos tinham isolante sonoro. Me senti angustiada com que tipos de coisas que aqueles isolantes escondiam.

Seguimos pelo corredor.

Ironicamente, estava tudo vazio, mas não era possível que não tivesse nenhum médico naquela área. Sempre tinha. Observando o lugar, não notei nenhuma câmera, eles não as podem ter nessas localizações, para não gerar provas do que acontece. Eu, intimamente, agradeço por isso. Facilita o nosso trabalho.

Ao virar para o lado esquerdo ao final do corredor, eu parei e chamei as outras com um sussurro.

- Tem projetores de infravermelho ali em cima, que estão sendo refletidos em quarenta e cinco graus aqui, bem na nossa frente - elas me olharam como se não entendessem o que eu disse - São como redes invisíveis, que vão detectar movimento dos seres e ativar um alarme que nos entregará. Tenho que desativar isso.

- E como você quer fazer isso? Esse aparelho está a dois metros de altura e, bom, você tem 1,60 - Eliza comentou.

- Simples - respondi - É um eletrônico. Eletrônicos são ligados em fios. Eu só preciso descascar essa parede e cortar todos os fios. Talvez faça cair a energia, mas essa merda já está escura, então tanto faz.

Quando a bomba me atingiu, eu acabei por desenvolver uma inteligência e rapidez intelectual quase como a artificial, então eu tinha uma ligação interna com produtos eletrônicos, como também podia sentir as ondas eletromagnéticas, sonoras e de tudo que englobasse produtos não humanos.

Coloquei a mão na parede e apenas precisei dar dois passos para trás para que sentisse os fios. Olhei para Harriet, que entendeu o que eu queria e, literalmente, meteu o pé na parede. Suas botas tratoradas e sua força surreal - principalmente para uma garota de 1,48 de altura - deixaram um buraco respeitável no alvo e eu avistei os fios. Eram três. Um verde, um preto e um vermelho.

- Anda logo, Lauren - Eliza sussurrou - Estou sentindo alguém por perto.

Não hesitei e cortei os três fios. Por sorte, a energia não caiu e, ao jogar minha adaga no meio do corredor, não aconteceu nada. Seguimos firmemente.

Virando mais duas vezes e estranhando a falta de movimentação, vimos uma porta prata com um espaço para olhar lá dentro e foi aí que eu entendi a calmaria.

O inferno acontecia lá dentro.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Aceito críticas
Obrigada por lerem e mandem suas fichas aaaas ♡♡♡

Kissus'

~Chim-Min


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