História Blood Girl - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~TheQueen

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Categorias Originais
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Palavras 736
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - O Inicio


Blood Girl-

Capitulo 01- O inicio.

Sou Emma Demeter, tenho 16 anos, longos cabelos castanhos e olhos avermelhados. Curso o primeiro ano do ensino médio, e faço parte da Academia de Artes Marciais da Sra. Mayu Lee, em Nova Iorque.

Todas as tardes vou para lá, e a ajudo no trabalho, ensinando crianças.

Ela é minha mãe, e vivemos juntas, já que meus pais são divorciados e a guarda ficou com ela.

Eram 03:00 da manhã.

Eu dormia calmamente em casa, quando o celular me acorda.

Mamãe tinha me enviado uma mensagem.

“- Filha, estou na Academia, houve um acidente aqui, preciso de sua ajuda, venha logo!”

Estranhei. Mamãe não costuma sair de madrugada, mas, se o assunto é com a Academia, sei que ela faria de tudo para ajudar, até acordar as três da manhã...

Visto um casaco por cima do pijama e saio, com minha bicicleta.

Pedalo como uma condenada até meu destino, e chegando lá, entro em desespero.

O lugar estava em chamas. Alguns gritos podiam ser ouvidos. As pessoas começavam a parar suas vidas para observar, e eu vi o caminhão de bombeiros virando a esquina.

Vi minha mãe em uma das janelas, e começo a chorar. Empurro as pessoas, as tirando do meu caminho. Entro no local, escondendo meu rosto com a manga do casaco. Subo as escadas, desviando de alguns destroços flamejantes. Empurro a porta da sala onde mamãe deveria estar, e a vejo caída, inconsciente no chão.

Mas o que mais me assustou foi a presença de outra pessoa. Esta, estava com uma mascara de gás e roupas pretas, com capuz. Ele nota minha presença, e joga algo em mim. Tenho o reflexo de pegar, mas nada sólido toca minha mão. Em vez disso, uma nuvem de fumaça vai ao meu rosto. Acabo inalando o gás, e sinto meu corpo indo de encontro ao chão.

Quando acordo, uma luz forte batia em meu rosto. Me acostumo com a claridade e observo o local onde eu estava.

As paredes e o teto eram brancos. A mobília também. Havia um vaso de flores vermelhas na cabeceira da minha cama. Um fio ligava meu braço a um pacote de sangue.

Eu estava internada.

Logo, uma médica entra no quarto.

Seu nome, de acordo com o crachá em seu jaleco, era Mei.

- Como está, senhorita Demeter?

Tento falar, mas não consigo.

- Sua garganta está seca, senhorita. Aconselho-a não pronunciar palavras- a xingo mentalmente. Primeiro, me pergunta coisas, depois diz que não posso falar...

Ela tira suas mãos dos bolsos, mostrando uma seringa com agulha. O liquido dentro era de um vermelho intenso, que parecia borbulhar.

- O-o que é isso, doutora?- murmuro, rouca.

- Eu não disse para não pronunciar palavras, Senhorita?- ela sorri, fria- Isso é algo para aliviar sua dor, Emma.

- Não está parecendo...

- Céus, garota teimosa. Apenas não se mova- ela pega meu braço direito, e injeta aquele liquido em minha veia. Aquilo causava uma dor agonizante, e logo, sinto meus olhos pesarem- Boa noite, Emma Demeter.

Acordo novamente no mesmo local, mas com outras enfermeiras. Elas checaram minha temperatura, colocaram aquela luz forte em meus olhos, mediram pressão e fizeram outras coisas.

- Onde está a doutora Mei?

- Senhorita? Não há nenhuma doutora Mei aqui. Sua cabeça está bem?- a enfermeira mestra disse.

Logo, o doutor me dá alta, e vou para casa.

- Mãe?- abro a porta- Mãe?

Vejo meu pai na cozinha, ao telefone.

- Pai, o que faz aqui?

Ele olha para mim, dizendo mais algumas palavras e desligando o aparelho, Me abraçando.

- Pai, cadê a mamãe?

- Ela... Não encontraram seu corpo, filha...

Logo, as lembranças do incêndio voltam, e eu desabo em seus braços.

- Filha, está com febre!- ele diz, me sentando na cadeira. Ele me dá um copo com suco de morango e limão, o meu favorito.

Algumas horas se passaram. Eu havia saído para o parque mais próximo. Estava jogando pedras num lago de lá, resmungando, até que, uma das pedras que jogo, ganha cor avermelhada e explode antes de chegar em contato com a agua.

Procuro outras pedras igual a aquela, mas não acho. Jogo outras aleatórias, tendo o mesmo efeito.

Me olho no reflexo da agua, e meus olhos brilhavam em escarlate. Meu cabelos tomavam tons avermelhados também.

Movo as mãos, e uma fumaça purpura sai das mesmas.

O que estava havendo comigo?



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