História Blood Night - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Naruto, Revelaçoes, Romance, Tokyo Ghoul
Exibições 15
Palavras 659
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Necrofilia, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Demorou mais saiu!

Capítulo 7 - Palpitante


 

Uma casa incomodamente escura se revelava diante dos meus olhos. Na sala de estar uma televisão solitária emitia o incomodo som de estática. O cheiro que contamina o ar é unicamente de cigarros, e pelo que parece álcool... Sim, e um leve cheiro de sangue.

Ela esta lá em cima, posso ouvir claramente sua respiração lenta. Para falar a verdade estou relutante sobre o que vou achar, ou melhor, dizendo... Estou com medo! Hilário, eu corri tanto a noite toda para lhe achar, e agora estou hesitando...

E quando me dei conta vi a tal garota tomar a frente, e falou com calma, se aproximando da escadaria.

— Vamos irmão... A noite é uma criança!

Engolindo seco, me fiz a caminhar, estou com um mau pressentimento... E seria louco se não estivesse, depois de tudo.

E a passos lentos subi degrau por degrau, meus olhos agora enxergavam perfeitamente no breu. Gotas de suor desciam por minha testa, e mais indisposto eu me sentia.

Um pequeno corredor se via silencioso, e no final, uma porta entre aberta. O intrépido quarto parecia me desafiar. Não demorou e eu estava diante da porta simples de madeira.

— vamos... —sussurrei, dando um leve toque na porta.

O som estridente da porta se abrindo lentamente foi uma tortura pessoal.

Um modesto e obscuro quarto se mostrou, e lhe vi de imediato, uma simples silhueta silenciosa.

Aproximei-me com velocidade, percebendo de relance uma segundo pessoa caída.

Jessica apenas parecia ignorar os arredores, se mantinha sentada, suas pernas estavam juntas, e seus braços cruzados, e por fim seu rosto cabisbaixo.

— como me achou? — quebrou o silencio.

— foi difícil... Pela lista telefônica. —esclareci ainda tenso.

De canto de olho percebi o homem meio gorducho imóvel, estava vivo, pois posso escutar o pulsar do seu coração.

— é o meu pai... Não o matei, ou melhor... Ainda estou decidindo. — expos, e finalmente me de leitei com seus olhos carmesins, diante de mim se levantou.

Como imaginei... Droga, por que sempre acaba assim?

— temos que sair logo, antes que alguém apareça... Você não vai fazer nada. —contestei com firmeza, e logo dei um passo afrente.

E seus frios olhos se dirigiram para a tal próxima a porta.

Uma disputa de olhares se iniciou, e eu senti o ar pesar sobre meus ombros.

— e você é... — indagou com frieza à loira.

— Ela me ajudou... — falei com lentidão.

— chamo-me Amélia, você realmente sabe fazer uma festa irmã... — seus lábios que mais parecem de porcelana demonstraram um sorriso gélido.

— não temos nada a tratar, achei que já estivéssemos resolvidos Edgar... Não é da sua conta. — seus olhos em tons de vermelhos fitaram o homem ainda desmaiado.

— não tem nada resolvido, você vai vir comigo, não lhe deixarei matar ninguém. — retruquei com pressa, tocando em seu pulso.

— você é idiota! Você não manda em mim... — e com uma tapa se desenvencilhou de meu toque.

E com força avançou sobre mim, suas mãos circundaram meus pescoço e pude ver sua sede de sangue.

— fique a vontade... Se isso te faz feliz... —balbuciei cerrando os dentes, e tocando em seus ombros.

—você quer tanto assim morrer?! — gritou franzinas as sobrancelhas.

— que se dane... Depois de tudo o que eu passei, que nos passamos, morrer por suas mãos não é pior morte... — e minha consciência se tornou incerta, Amélia em silencio parecia assistir tudo atenta.

— você é... Mesmo... Um incompetente! — disse por fim soltando-me.

— irmãos... Melhor sairmos... — falou a de cabelos encaracolados, e de imediato o som das sirenes de policia invadiram meus ouvidos.

— droga... — tais palavras surgiram naturalmente em meus lábios, e com urgência puxei Jessica.

— Vamos sair pelos fundos, se um deles nos vir, teremos que matar todos. — falou secamente Amélia, encenando com a boneca erguida. Jessica fez uma careta ao ver tão feia boneca, mais sem tempo apenas assenti e nus pusemos a correr.

Estou com tanta sede... Tanta fome, tudo que meu corpo deseja esta no liquido espeço que corre pelos corpos vivos e palpitantes.

 



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