História Blood, Sex and Rock'n'Roll - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Carmilla
Personagens Carmilla, Laura
Exibições 131
Palavras 1.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!! Gostaria de primeiro dizer um grande obrigada a todos que leram até aqui, aos que favoritaram e comentaram.
Tenho muitas ideias pra fic e estou ansiosa pra desenvolver tudo com vcs =)

Capítulo 5 - Really?!


Fanfic / Fanfiction Blood, Sex and Rock'n'Roll - Capítulo 5 - Really?!

               Carmilla’s P.O.V

Eu costumava me considerar uma garota de sorte. Afinal, não são muitas pessoas que tem a oportunidade de morrer e literalmente voltar não é mesmo? Ter uma segunda chance, ainda com direito a uns brinquedinhos extras que vem de brinde quando se torna um vampiro.

Lembro-me bem de como foram meus primeiros meses como uma imortal. A dificuldade de adaptação e necessidade incontrolável de ingerir sangue, misturado à excitação de ter seus sentidos aguçados, força bruta, velocidade, pirocinese, além de poderes “shapeshifting”, já que posso me transformar em um “gato preto gigante”.

As primeiras décadas foram as mais empolgantes nesse sentido, onde tudo era novidade olhando através de minha super-visão recém-adquirida. Mas com o tempo a ideia de liberdade passou a não fazer mais sentido. De que adiantava tamanho poder, se tem que viver sob constante rédea curta de uma mãe controladora que obriga a fazer coisas sem direito a explicação?

E quando digo isso, não é num sentido de que a mãe obriga a tirar o lixo, arrumar o seu quarto ou te faz parar de ler seu livro pra ir dar oi para as visitas. Tem a ver com um ritual vampiresco macabro.

Quando se é uma adolescente de 335 anos, você já passou por um bocado de coisas e uma das coisas que mais gosto nessa época atual, é o fato de ver que as pessoas estão cada vez mais enfiadas em seus mundinhos, regadas a muita tecnologia olhando para seus celulares com seus fones de ouvido. Quanto mais às pessoas ao meu redor estiverem em seus mundinhos mais eu posso ficar no meu, passando despercebida e focar apenas em botar em ação o meu plano. Não posso me distrair, pois não terei paz ate conseguir a minha vingança.

Depois de sair da minha prisão e dizer olá aos anos 20, passei um bom tempo retomando minhas forças e pensando na forma como tramaria meu plano eu tinha que ser bastante precisa. Dean sempre foi muito sutil e tinha muitos capangas encobrindo seus passos e fazendo seus serviços sujos, eu sabia que encontrar ela seria uma tarefa difícil, mas o que posso dizer, eu tenho o tempo a meu favor.

Depois de décadas frustradas seguindo pistas que se esfriavam e não davam a lugar algum, tive a feliz sorte de poder unir o útil ao agradável com aquela frase clássica que diz, “o inimigo de meu inimigo é meu amigo”. Nunca esperaria obter a ajuda que tive, mas aqui estou eu para meu primeiro dia de aula na Universidade de Silas, depois de fingir uma reconciliação com Dean minha amada e idolatrada mãezona, que me aceitou de volta sob aconselhamento de que se eu a traísse novamente, seria a ultima vez definitiva. Mal sabe ela, que ultima vez definitiva era justamente o que eu tinha em mente.

Estranhamente quando eu a reencontrei, ela me aceitou fácil até mais do que eu havia imaginado, e não ficou tão surpresa em me ver. Depois de meses do meu retorno ela me contou que estava cogitando me retirar da minha prisão, que eu já tinha sido castigada o suficiente. Ela resolveu então que pro meu retorno a família ser de vez, eu deveria estudar na Universidade na qual ela era a reitora e fazer meu papel de humana, assim como meu irmãozão babaca fazia. Isso era o ideal para meus planos e foi por isso que aceitei, mas pra mim mesma isso seria um saco.

Aquela manhã tinha nascido irritantemente gloriosa com seus malditos raios de sol brilhantes e pássaros cantando como se de propósito pra me irritar ainda mais sobre essa de ter que acordar cedo e bancar a universitária. Peguei meu colete favorito vesti por cima da blusa branca que eu usava, peguei meus óculos escuros, meu O positivo e fui.

Achei que nada mais além de ter que aturar aqueles idiotas na universidade poderia me irritar mais, até trombar com ela no fim do corredor.

Eu sou do tipo quieta no meu canto só falo se precisar, não fico no caminho de ninguém contando que ninguém fique no meu. Adquiri uma preguiça tremenda de tudo e todos desde que perdi tudo inclusive a mim mesma naquela maldita prisão subterrânea, basicamente eu estava apenas sobrevivendo e não vivendo se é que posso dizer assim porem poucas coisas me deixa sem fala, mas aquele momento? .. Eu fiquei catatônica.

Era ela? .. ou melhor, quem era ela? Quer dizer, eu sabia exatamente quem era ela .. mesmos cabelos claros longos e lisos, mesmos olhos grandes castanho esverdeado que eu adorava, mesmos lábios que eu tanto já beijei, mesma pele que tanto já toquei, o mesmo cheiro eu sentia vir dela e isso me deixou louca, poderia passar toda a eternidade e sempre iria me lembrar de como era aquele cheiro. Mesmas feições, mesmo jeito, a voz doce e ... não!! Usava um colar de gato preto com olhos de rubi. Esse ultimo detalhe realmente fudeu com a minha mente.

   Sacudo a cabeça pra afastar esses malditos pensamentos do que tinha acontecido de manhã.

_ Drooooga!! – Resmungo enquanto estou a caminho do que será meu novo quarto. Não paro de pensar nela desde aquele momento. Eu não soube como agir e não é costume eu me sentir assim tão sem rumo, ela tinha esse efeito sobre mim desde a primeira vez que botei meus olhos nela e pelo jeito isso não havia mudado. Eu senti uma imensidão tão grande de sentimentos incluindo raiva .. Não era a hora certa disso acontecer, não era pra ela estar no meio do que estava por vir.

Aquela primeira aula estava sendo uma tortura, até que finalmente me levantei e saí da sala. Passei a maior parte do dia por aí tentando colocar a cabeça no lugar. O bom de ser um disfarce, é que não precisarei bancar a boa aluna, até porque nem a pau que eu iria passar por isso por vontade própria. Fui designada a um quarto onde uma das alunas sumiu misteriosamente com ajuda de minha mamãe querida.

Seria no mínimo irônico se não fosse tão trágico o fato de eu ter uma super audição e ouvir cada sussurro que esses idiotas falavam sobre mim enquanto eu andava pelos corredores.

“É essa a filha da reitora?” ... “Tem cara de metida” .. “Aff, sério que ela veio pra primeira aula com essa roupa?” .. “Que gata, eu pegava” .. “Toda gótica e trevosa, adoro!”

Alguns comentários me faziam sorrir, quem sabe uns sejam menos idiotas que outros afinal.

Entro no quarto ainda lutando para não ter a cabeça explodida por tantos pensamentos. Quem sabe um bom banho me ajudaria a relaxar um pouco e... Ah, não! É ela! Ela que será minha colega de quarto?

_ REALLY?!


Notas Finais


Cupcakes, a fic tem perfil no twitter (https://twitter.com/vampireFoox).
Tem previsão e prévia de novos capitulos, além de postagens relacionadas a Carmilla é claro.
Sigo todos de volta .. Gostaria de conhecer vcs.

Bjos da Fox!


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