História Blood sucking freaks - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, V
Tags Jikook, Vhope
Exibições 8
Palavras 1.870
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Jung HoSeok.

Capítulo 2 - Save me


Fanfic / Fanfiction Blood sucking freaks - Capítulo 2 - Save me


Aqueles dias chuvosos e tristes, quando nada mais parece te animar. Estou vivendo um dia desses todos os dias. 
Eu ainda não tenho do que reclamar, tenho meus dezessete anos, ainda moro com meus pais, sou um adolescente saindo da puberdade, já vi muita coisa mas ainda não vi de tudo. É engraçado como todos te julgam pela pouca idade, não tenho aquela mesma perspectiva de uns anos atrás, crescer, namorar e casar. Hoje esta mais para um viver, sem muitas vírgulas, mais pontos de exclamação, e com certeza, sem um ponto final.
 Pode ser que eu esteja almejando demais.

O pobre e solitário adolescente, com suas madeixas ruivas artificiais e um ar de superioridade.

Não, não é nada disso. Eu ainda tenho minhas decepções, ainda me machuco muito, mas isso não impede de ter sonhos e perspectivas diferentes. Acho que deve ser mais difícil para TaeTae, ele sim, tem depressão e pais problemáticos, eu só tenho meu caderno, uma caneta tinteira e uns rabiscos aos quais posso vagamente denominar "arte".
Meu pai é dono de um museu e eu tenho um trabalho de meio período lá, sou segurança, claro que ele não ia me dar a gerência logo de cara. Ele e seus valores moralistas de merda. Mas preciso disso para me manter. Como quero viver de minha arte, é fato que preciso de dinheiro, meu pai não me da, logo tenho que trabalhar para ele. Justo? Acho que não.
Eu tive que cuidar a minha vida toda do meu irmão adotivo, chato, teimoso e esquentadinho. Ele é tão irritante. Tão... Aish...

Minha mãe me diz: " Você tem que dar o exemplo para o Kook". As vezes eu só quero mandar um "Não fode."  Mas eu gosto muito da minha arcada dentária, obrigada. "Nossa, HoSeok! Seus dentes são enormes!" Vá se foder.
 
Desculpe, não me apresentei. 

     Meu nome é Jung Hoseok, o líder do clube de artes da escola, tenho 17 anos, o parasita sorridente de nariz enorme é meu irmão, Jeon JungKook. Eu não sabia que ele era bissexual até pega-lo de amassos com meu amigo, Jimin, mas isso não vem ao caso, todo mundo já pegou o Jimin. A questão é, quando vamos fazer algo que realmete de certo? Estou farto das sociais de Jin, ele fica falando sobre tipos de vinho. Puta merda Jin, arrume um emprego. Só não digo isso a ele pois tenho mais medo dele do que de minha própria mãe. Mas também, pudera, ele está em uma eterna tpm. 











 
         Naquela tarde estávamos todos juntos, era um dia comum, mas o idiota do meu ex namorado não estava. Quando TaeHyung e eu terminamos, nunca mais nos falamos, mas eu sempre passo o dia olhando para aquela cara linda e nojenta dele. Pode me chamar de bipolar, eu não ligo. Estavamos todos sentados na sala de Stuart, o professor exageradamente feliz que nos da aula de inglês, NamJin estavam sentados ao meu lado, demos esse apelido a eles porque são um casal, não assumido, mas são. Naquele dia ensolarado estavamos todos entediados, parecia domingo, e como todo domingo, era extremamente chato. JungKook sentava a minha frente, o lugar estratégico para pedir tudo que você possa imaginar emprestado, Jimin a sua frente fazendo o mesmo, emprestando o emprestado, o sorriso que os dois davam ao se encararem as vezes me faz pensar que JungKook pode ficar grávido somente com uma encarada de Jimin. 
    Eu já disse a Jimin: "Não se meta com JungKook se não quiser nada sério, ele apesar de ser um babaca, é sensível." E ele me disse algo sobre querer ter três filhos com ele mas eu parei de prestar atenção quando ele começou a descrever a fachada da casa que os dois teriam quando morassem juntos. Jimin é assim, exagerado quando se apaixona, mas quando desapega... Seu alvo é uma metrópole inteira. 
     Quando o sinal tocou, corremos para fora da sala e fomos para o refeitório, nos sentamos, iamos comer mas TaeHyung ligou para YoonGi, ele saiu de perto de mim e demorou uns 10 minutos no banheiro, quando voltou foi direto em cima de Jin, cochichou no ouvido dele algo que não deu para entender, mesmo estando do meu lado, e nesse momento uma mensagem chegou. Todos pareciam tensos. Puxei meu celular e deslizei o display, observando as palavras que vinham da caixa de mensagem de Kim. 


"O velho parque."

    Me levantei, corri, passei por todos que estavam nos corredores amarrotados de caras inexpressivas e cheguei até os fundos da escola, joguei a mochila verde-musgo com varios bottons com nomes de bandas inglesas desconhecidas e subi no muro pela falha do tijolo no lado esquerdo, subi e sentei ali, parei por alguns segundos analisando o tempo que ia levar para chegar até lá, até ouvir o monitor gritar comigo para descer, então desci. Para o lado de fora. 
   Corri então como louco, cortando o caminho pelos becos escuros e cheios de estranhos, quase fui assaltado, mas cheguei na praça a tempo de encontrar TaeHyung, sentado em um dos balanços, a blusa preta com o capuz cubrindo seu rosto e o olhar perdido, caminhei até ele, largando a mochila. 

— Tae...

  Não houve resposta. 

— Kim TaeHyung, qual foi a merda que você fez dessa vez.

   Quando ele se levantou, pude perceber as manchas escuras na blusa negra, pesando a mesma, então fui mais perto, o empurrei, ele cambaleou mas não caiu.

— Seu idiota! Que porra você fez?

     Ele sorriu, os lábios manchados do mesmo sangue que adornava as falanges ossudas, uma risada baixa ecoou e em seguida o olhar... Ele fitou-me nos olhos, eram penetrantes, eram... Marcantes, eu não entendi muito bem o que ele queria dizer, ele estava triste, estava mal.

— Eu... Matei ele.

— O que??!

     O primeiro empurrão o fez bater na cerca, a rua pouco iluminada atrás não revelava uma alma sequer que andava por aquele lugar, as casas abandonadas assim como o velho parque. Seu olhar baixou, puxei o capuz, seus fios suados dançaram com a brisa que passou por ali naquele exato momento.

— Seu idiota, estúpido! Você ficou louco?

    Mais um passo, mais um empurrão que fez suas costas baterem e o som de estalo ressoar por ali, era estranho, só aquilo era o que ouviamos, o estalo, o som de nossos batimentos, estavamos tão próximos, ele não reagia... Que merda eu estava fazendo? Mas que merda eu estava fazendo? As respirações, pesadas, próximas, se mesclando, mesmo que pareça estranho, o hálito dele era convidativo, mentolado, delicioso. HoSeok, não. HoSeok... Droga.
    Mais um passo, o joelho entre as pernas longas dele, roçando em sua pélvis, fazendo a respiração pesar mais ainda, as falanges se emaranhando entre os fios molhados e brilhantes, os puxando, fazendo sua boca se abrir levemente. Não pude aguentar. Não pude resistir. Selei os lábios carnudos do ser digno de uma bela e merecida surra, mordisquei o inferior o puxando com força... Aquele maldito.






      HoSeok tomou posse de seu homem naquela noite, os braços passeando pelo torço alheio, arranhando o peitoral levemente definido por cima do tecido fino da blusa branca sem estampa, agarrando a carne, o colando ao seu corpo, o fazendo gemer baixo a cada toque. Os lábios famintos, a língua explorando cada canto de sua boca, cada peculiaridade e sabor inexplicável que degustava, o tesão... Era inevitável. As mãos ossudas o agarrando em reciprocidade, descendo mais especificamente a destra até sua pélvis e agarrando o falo semi-ereto com mão cheia, o massageando, fazendo HoSeok ter certeza do que diria nós próximos segundos.

— Se vire... Apoie-se na cerca.... Agora! – A fala entrecortada pelo ar rarefeito, os lábios inchados em tom carmim pela carnificina feita na boca alheia, ele estava tão louco que apenas que fez foi abrir o zíper. 

   TaeHyung obedeceu, ficou de costas e se apoiou, feliz por estar de volta a ativa ainda mais com alguém que amava, era recíproco, era quente, era Jung HoSeok. Ele abriu as pernas e apoiou o peito suado na cerca de proteção de arame, apenas para descer as falanges ossudas ao cós da calça e desabotoa-la, deixando que HoSeok fizesse o restante. Enfiou os dedos entre os buracos da cerca, apertou  como pode e sentiu as calças serem abaixadas, os gemidos que se seguiram foram altos, necessitados e agudos. 
    Jung baixou as calças alheias com fúria, se agaixou e enquanto uma das mãos masturbava o falo rígido, a outra abria os glúteos alheios, dando passagem a sua boca para sua satisfação, a lingua penetrou o anel róseo de músculos do menor, e passou a – no sentido mais vulgar. – chupa-lo. Ele se divertia ali, os lábios carnosos passeavam pelas nádegas alheias, mordendo com cerca força enquanto penetrava de cara dois dedos no canal apertado do mais jovem, quando sua boca tomava espaço, era vez de sua mão estapear-lhe os glúteos, deixando a marca bem visível dos dedos ali, o que fazia o outro gemer em sofrimento, mas em contradição, pedir por mais. 
      Se levantou, impaciente, levando a destra ao membro carente de atenção do outro enquanto a canhota guiava seu próprio para a entrada do menor. 


— Eu te amo... – A glande passou pelo primeiro anel de músculos e a mão direita de HoSeok já iniciava movimentos de vai e vem no membro necessitado de seu parceiro. — Nunca se esqueça disso. – O segundo anel foi violado, com o miado alto e satisfeito do mais jovem. – Só eu posso te foder assim, ouviu? – Sendo assim, ultrapassou o terceiro anel de músculos, afundando-se no interior úmido e quentinho de TaeHyung. 


   Os gemidos cessaram, até o momento que Jung começou a se movimentar, as três primeiras estocadas vieram acompanhadas de selares na nuca e mordidas, chupões bem marcados na tez branca e imaculada e gemidos ao pé do ouvido. Após isso, HoSeok meteu em TaeHyung como nunca havia feito antes, a canhota se emaranhou nos fios castanhos e os puxou, só então notando o tom esverdeado nas pontas deste.  Os quadris castigavam Kim, o fodendo rápido e com força, o deixando até mesmo sem fôlego. 

— Droga, é impressão minha ou você ficou mais apertado? Esta mais gostoso que antes, puta que pariu!


   TaeHyung não conseguiu responder, recebendo uma estocada que roubou todo o seu fôlego e o fez arquear as costas, Jung havia encontrado sua próstata. Logo rebolou ali, fazendo o gemido de TaeHyung sair necessitado e longo, voltou a estocar, acertando ali diversas vezes. Os gemidos alimentavam o ego de Hoseok, e o faziam chegar mais perto do orgasmo. 

O orgasmo.

    Jung virou o rapa para si, queria olhar para ele quando gozasse, levantou uma das pernas do mesmo com a destra e segurou, agarrando a cerca atrás de si, masturbava o membro alheio com a canhota de forma rápida e afobada. Ele sentiu os anéis comprimido seu falo grosso e pulsante, e então... Os jatos começaram a queimar sua barriga, TaeHyung havia chegado ao orgasmo como uma puta, gritando e gemendo o nome de seu macho. Naquela altura, HoSeok não queria saber de nada, acabou liberando seu líquido no interior de Kim, fazendo os gemidos do moreno se estenderem e as mãos longas arranharem sua nuca. Sorriu, juntando suas testas e descansando finalmente, ficando em silêncio por alguns segundos. 



...


— HoSeok-ah... Eu te amo.


Notas Finais


...


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