História Blood, Sweat and Tears - Imagine BTS (Taehyung / V) - Capítulo 53


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, Taehyung
Visualizações 93
Palavras 1.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 53 - 09x03 - Guns For Hands


Fanfic / Fanfiction Blood, Sweat and Tears - Imagine BTS (Taehyung / V) - Capítulo 53 - 09x03 - Guns For Hands

[2 dias atrás]

Jungkook on

 

Aquelas pessoas correndo, desesperadas, me davam nais angústia. Ouvia sirenes de todos os lados, gritos, até barulho de tiro.

Tentei ligar para o Taehyung ou a S/n, mas não consegui. Fiquei andando, tentando achar algum sinal dos dois, mas nada. Acabei entrando em um beco escuro e apertado, não passava ninguém por ali. Continuei vagando pelo beco até que senti alguém me empurrando contra a parede.

- Oi, Jungkookie! Tá lembrado de mim?

- C-cipher? – perguntei com dificuldade por conta do braço no meu pescoço.

- *Risos* Sim!

Ela me deu duas joelhadas na barriga e continuou me segurando pelo pescoço.

- Gostou do que eu fiz hoje?

- O-o qu...

- Seu tonto, estúpido! A bomba! Não tá claro que fui eu?

Comecei a rir.

- Você não gosta que não reconheçam seu “lindo trabalho”? *Risos* - falei começando a sentir gosto de sangue na minha boca.

Ela me puxou pela gola da blusa, me jogou no chão e ficou em cima de mim.

- Vadia! O que você quer? Eu tenho namorada!

- Eu quero que você trabalhe pra mim!

- Meu corpo não está a venda!

Comecei a rir, ela puxou o meu cabelo e bateu minha cabeça no chão umas três vezes.

- Você sabe o que eu quero, sua mãezinha também!

- Que? – perguntei começando a chorar de raiva.

- Hum... que foi? Lembrou dela? *Risos*.

Ela aproximou o rosto do meu ouvido.

– Eu sei que ela é seu ponto fraco! *Risos*.

- Não mexe com ela! Por favor, eu imploro!

- Mas eu não quero mexer com ela, até gosto dela! Mas se você não me obedecer, já sabe!

- O que você quer?

- Nada de mais! Só quero que você me fale tudo que a S/n faz e onde ela vai.

- Caramba! Sai dessa!

- Eu não encosto um dedo nela, prometo!

- Quem me garante isso?

- Eu te garanto! Além disso, eu não posso machucar uma criança inocente, você não acha?

- Hum...

- Escuta aqui! – ela pegou meus cabelos novamente e aproximou meu rosto do dela - Não tem “hum...”, você faz o que eu mando e ninguém se machuca!

- T...

- Eu te chamo!

Ela aproximou seus lábios até os meus e me deu um beijo.

- Eca! – falei depois que ela terminou.

- Eu te chamo! – disse levantando e tirando a poeira da roupa.

Nunca tinha ficado tão doído antes, nem na vez que eu apanhei do Taeyang na escola.

Voltei para perto do lugar que a bomba tinha explodido e acabei caindo no chão e desmaiando.

[...]

 

[2 dias depois]

 

S/n on

 

Tae pegou uma coleira que eu nem sabia da existência e colocou na Bisnaguinha. Nós saímos de casa com ela quase arrastando o Tae, mas depois conseguimos “controlar” ela.

- Ela é difícil! Parece até você!

- Eu não sou difícil!

- 3 horas da manhã você ta...

- Ah! Mas você também vive no passado!

- Tá bom! Da a mão!

Dei a mão para ele e nós atravessamos a rua.

- Parece até que tá andando com uma criança!

- *Risos*. S/n, é...

A Bisnaguinha começou a correr e puxar ele, quase que eu fui junto.

- ALGUÉM ME AJUDA! – Tae gritava em coreano.

 Fui calmamente até eles e parei na frente dela, ela sentou e deu a patinha, tinha uma pedra entre os dedinhos dela.

- Tadinha!

- Nossa!

- Ela sempre pisa em alguma pedrinha... o que você ia falar?

- Eu to com vergonha...

- Por que?

- Tem uma mulher olhando pra gente...

Olhei na direção que a mulher estava e...

- Ai, não! – falei tentando disfarçar meu nervosismo.

- O que foi?

- Ela é a...

- S/n? Nem estuda, nem trabalha... é uma decepção mesmo! – falou minha “mãe”.

- Quem é ela? – Tae perguntou em português.

- Você deve ser o “Taehyung” que a S/n tanto falava, pelo menos é bonitinho! Se puxar o pai, a criança não nasce feia!

- Então senhora... se você puder...

- Aqui é um lugar público! E faz tempo que eu quero falar com a dona S/n! Você recebeu meu presente?

Neguei com a cabeça olhando para o chão.

- Esses correios do Brasil são um lixo! Demoram dias pra entregar uma encomenda de um lugar a 500 metros de você.

- Então...

- Então o que garoto? S/n? Por que você não olha pra mim? *risos* Besta mesmo!

- Ela não tá passando bem!

- Claro que não! Sempre foi um nojinho! Olha pra mim, garota!

Ela pegou no meu queixo e fez eu olhar nos olhos dela.

- Isso! Não vai abaixar de novo!

 - O que você quer? – perguntei ainda olhando nos olhos dela.

- Quero falar uma coisa, que você foi a maior mentira da minha vida!

- Olha, já deu! – Tae falou ficando entre nós duas – A senhora me desculpa, mas...

- Não! Deixa ela descarregar toda a raiva dela em mim!

- Ótimo! *risos*

Tae voltou a ficar do meu lado.

- Eu pensei que você era um presente dos anjos que eu tanto rezava. No momento que você apareceu, 10 minutos depois que minha filha se foi, eu pensei que Deus tivesse me dado uma outra chance, mas não! Ele me castigou com a praga que você é!

- ...

- Eu tenho muita pena do filho de vocês! Bem que poderia acontecer com você o mesmo que aconteceu com a sua “mãezinha”. *risos* Tchau, princesa!

Ela foi embora e eu segurei para não chorar, mas não consegui. Tae prendeu a coleira da Bisnaguinha em uma árvore e me abraçou.

- Por que ela me trata assim? Eu sempre...

- Porque ela sabe que a filha “de verdade” dela não seria tão maravilhosa igual a você!

- Para! Não é isso!

- ...

- Desculpa!

Comecei a ouvir o chorinho da Bisnaguinha.

- Ta vendo? Ela não gosta que você fica triste!

- Eu to com medo! – enxuguei as lágrimas do meu rosto sem desgrudar dele.

- Por que?

- A Cipher... você não lembra dela? Você lembra de mim, lembra como falar português, lembra de um monte de coisa, mas não lembra dela? – soltei ele.

- Não...

- Ah... eu não tento mais sair de casa!

- Não! Essa mulher não vai mais atrapalhar a gente!

- Vamos voltar pra casa...

- Tudo bem! 



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