História Blood Sweat Tears - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Yuzumin

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Blood+, Bts, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Lágrimas, Masoquismo, Namjin, Namjoon, Sadismo, Sangue, Seokjin, Suga, suor, Sweat, Taehyung, Tears, Yoongi
Exibições 68
Palavras 1.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Então, né, sabemos que a gente prometeu que postaria quase todos os dias e que seria um cap cada um (Nam e Jin), mas decidimos que ficaria melhor esse cap na visão do Jin.
Sobre as postagens... hehe... não temos um dia fixo, mas postaremos dois dias na semana para que os cap ficassem mais longos, mais desenvolvidos, no caso, bem melhores. MIANE!!! <3
Com muito sanrangê,

Tia Yuzumin e Tia Nalu~

Capítulo 4 - Monólogo 4


Fanfic / Fanfiction Blood Sweat Tears - Capítulo 4 - Monólogo 4

P.O.V Jin

 

 - Olá, eu só liguei para saber se você conseguiu dar um jeito no seu problema ou precisa de ajuda? - disse o homem da voz grossa.  

   - Problema? Como você conseguiu meu número? E você ainda não me disse quem é! - levantei meu tom de voz que estava parcialmente irritado. Eu suspeitava que a outra pessoa era o palestrante pervertido que havia me encarado algumas horas atrás, mas eu precisava ter certeza. 

   - Ainda não me reconheceu? Fiquei magoado agora. - sua voz transmitia uma falsa tristeza - Eu acho que você sabe muito bem quem eu sou. - disse sussurrando. 

    - Escuta aqui, seu pervertido, eu não ligo se você ficou magoado ou não - falei meio alterado - mas isso se chama invasão de privacidade! Eu não sei como você conseguiu meu número, então espero que você não me incomode mais, por gentileza.  

   - Viu? Eu sabia que você me reconhecia. - e essas foram as últimas palavras que eu ouvi antes de desligar o telefone e jogá-lo para longe, de onde ele nunca deveria ter saído.  

   O desejo por aliviamento que eu sentia antes já não existia mais, e a única coisa que sobrou em mim foi raiva e arrependimento. Lentamente, ajeitei meu membro para dentro da roupa íntima, puxando minha calça para cima, fechando meu zíper e botão assim respectivamente.    

    Endireitei-me no banco do motorista, olhando para o teto e suspirando alto. Várias perguntas estavam rondando minha mente naquele momento e eu sabia que seria bem difícil encontrar as respostas para elas. Como ele tinha meu número? Ele vai continuar me ligando? Por que eu estava tão alterado por uma simples ligação? Como ele gerava esse sentimento sobre mim? Eram uns dos questionamentos que me intrigavam cada vez mais. 

   Balançando a cabeça em uma tentativa de me livrar desses problemas, acabei lembrando de alguém que poderia me ajudar a desabafar: Jimin. Girei as chaves que estavam na ignição do carro, fazendo-o ligar com um alto ronco, típico de automóveis. Engatei a primeira marcha e parti em direção à casa do meu amigo, que não era muito longe do local onde eu me encontrava estacionado. Conferi o relógio no painel do carro para calcular quanto tempo eu ainda teria para minha próxima aula, que seria à tarde, e quanto tempo eu teria para conversar com Jimin e além do mais, usufruir de um belo banho seguido de um delicioso almoço. 

   Como mencionei, não levaria muito tempo para que chegasse ao meu destino, demorando somente cinco minutos. Saí do carro apressado, pegando minha mochila e a colocando nas costas, fechando a porta atrás de mim. Antigamente, eu naturalmente interfonaria no apartamento, mas como nossa relação era muito próxima, eu sabia a combinação de números que abririam a porta, liberando meu acesso irrestrito à sua residência no sétimo andar. 

   Cumprimentei o porteiro que ficava na parte da manhã com um bom dia e um leve sorriso sem mostrar dentes, recebendo em troca um simplório olhar mal-humorado de quem acordou do lado avesso da cama. Ignorei sua atitude, pois no momento, preocupar-me com algo desse tipo era inútil. Meu problemas pessoais eram maiores.  

    Segui para o hall de entrada onde pegaria o elevador para subir até o devido andar, apertando o botão metálico com o número sete estampado nele. Minutos depois, com um supetão forte, senti que estava no andar escolhido. A porta se abriu revelando o conhecido corredor cor de pêssego que me levaria até o homem de cabelo platinado, que me ajudaria com conselhos que só ele sabia dar.  

   Saindo do pequeno espaço móvel, dei alguns passos apressados em direção ao quarto de número "713" gravado no alto da porta simples de madeira. Bati três vezes esperando ser atendido por um garoto baixo de cabelo claro, mas sem resposta. Repeti o ato, e continuei plantado na frente da porta com cara de taxo. Como sou uma pessoa muito calma e paciente, conferi se a porta estava aberta, e por sorte, estava mesmo. Entrei sem me preocupar com o que veria do outro lado, invadindo a pequena habitação à procura de Park Jimin. 

   Ouvi um som que parecia ser um secador de cabelos ligado, vindo da direção do único banheiro da casa. Avancei em passos largos até a entrada do quarto de banho, abrindo a porta com certa violência, causando um breve susto no rapaz que ali estava secando os fios molhados pelo recente banho. 

   - Jimin, precisamos conversar. - proferi essas palavras com um tom alto, tentando me fazer audível por conta do eletrônico barulhento que estava ligado. Analisei a situação de meu amigo assustado a minha frente e concluí que havia aparecido em um momento não tão apropriado assim. Seu corpo estava praticamente nu, a não ser pela box branca que usava, avantajando ainda mais suas nádegas volumosas. 

   Assustado, o platinado desligou o aparelho e o jogou no mármore da pia, fazendo movimentos rápidos até alcançar sua toalha a sua esquerda e enrolá-la em sua cintura, impedindo que eu mantivesse contato visual com o seu íntimo. 

   - Acho que eu deveria ter batido na porta primeiro... - disse, desviando o olhar e me virando de costas, envergonhado – Desculpa. 

   - A-ah, não tem problema – gaguejou com um sorriso acanhado - Só deixa eu terminar aqui e me trocar, aí podemos conversar. 

   Assenti ainda de costas, saindo do pequeno banheiro indo em direção à sala de estar, onde eu esperaria pelo meu amigo até que estivesse pronto. Vestido de preferência... ou não. Aish! No quê eu estava pensando? Ele é meu amigo, oras.  

   Alguns minutos depois, me deparei com um Jimin já arrumado, usando uma simples calça de moletom cinza e uma camiseta larga branca. O baixinho veio em minha direção se sentando ao meu lado no espaçoso sofá de tecido bege, que combinava muito bem com o resto da casa. Jimin tinha um bom gosto para decoração. Bom até demais. O que me deixava surpreso, pois ele se daria bem como designer de interiores, mas cursa medicina por ser um sonho de família.  Como a mesma era tudo para ele, faria o que os seus pais desejassem. 

   - Então? Sobre o que gostaria de falar? - tirou-me dos devaneios sobre sua vida, fazendo-me lembrar do real motivo de estar ali. 

   - Assim, Jimin-ssi, sabe aquele palestrante de hoje de manhã? Aquele moreno, alto, que ficava me encarando todo tempo? - ele assentiu com a cabeça, concentrado em minha fala - Acredita que ele conseguiu meu número de alguma forma e agora não para de me ligar? - disse indignado colocando a mão no peito como quem se faz de vítima. 

   - Aahm... Hyung...- murmurou coçando sua nuca, desviando os olhos para baixo, sentindo-se culpado – Eu achei que não seria um problema, então... eu acabei passando... Desculpa. - segurou minhas mãos em uma tentativa falha de me consolar, mas no momento, eu só pensava em arrancar aqueles lindos fios prata de seu couro cabeludo. 


Notas Finais


Obrigada por terem lido!!! <3


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