História Blood Sweet Blood - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Escola, Floresta, Originais, Professorealuno, Romance, Shoujo-ai, Sobrenatural, Vampiros, Yuri
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Palavras 654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem a demora, eu estudo a noite e a escola esta me ferrando bonito, estarei tentando atualizar o mais rapido que posso

Capítulo 4 - 4. Bullying?


Narrador 

Victória estava andando pelo pátio, até que alguém esbarra nela. - Olha por onde anda garota - Uma menina bem aspecto patricinha fala.

- Você não cansa de ser clichê - Victória a olha com uma cara de deboche.

- Como assim? - A voz irritante da garota ecoa pelo pátio.

- Cabelo loiro, unha rosa, bolsa de couro rosa, voz irritante, andar que nem um avestruz com epilepsia, deixa eu advinhar, você é a patricinha da escola. - Victória retruca com deboche.

- Você vai pagar caro por isso - A garota diz com sangue nos olhos.

- Não tão caro quanto o mico que você está pagando - Ela não se aguenta e começa a rir.

A garota por sua vez, sai de lá extremamente irritada.

- Isso foi de fato admirador - Um garoto meio gótico se aproxima de Victória - Essa garota é irritante e você a pôs no lugar dela. - Ele diz rindo - A proposito meu nome é Erick.

- Victória - A mesma responde por educação.

- Nome legal, que sala você é? - Ele pergunta pra Victória que olha no papel e logo em seguida responde.

- 3-7-E segundo ano - Ela responde.

- Legal, sala da minha melhor amiga - Erick responde - Posso te levar lá se quiser.

***

Victoria

Chego na sala de aula após Erick me mostrar o caminho, o professor pede pra mim me apresentar, vou até a frente e começo a falar.

- Meu nome é Victoria Daimo Nostactus, minha nacionalidade é germanica, mas com 4 anos vim morar nos estados unidos, morava em Washington até semana passada, quando resolvi morar em Los Angeles por razões pessoais. 

- Conte-nos um pouco sobre a sua personalidade - O professor responde - O que gosta e o que não gosta.

- Minha personalidade vai variar da forma que me tratar. Eu gosto de muitas coisas, mas de todas elas, o silêncio é o que eu amo. Não gosto de morcegos e pessoas barulhentas, é só. - Termino de falar e sento na terceira carteira da segunda filheira.

Uma garota meio gotica veio falar comigo - Você é a garota que todos estão comentando? A que mandou a real para a patricinha? - Ela se aproxima e se senta ao meu lado.

Antes que eu pudesse responder, uma pessoa bate na porta chamando minha atenção.

Era a professora Alicia, a professora de biologia, ou simplesmente a professora que me salvou. Ela cochicha algo no ouvido do professor que olha a sala toda e me olha, chamando meu nome - Victória.

- Eu? - Digo olhando pro professor.

- Sim, quero que ajude a professora de biologia, você é uma aluna nova e quero que participe de bastante coisa nesse ano letivo.

Eu queria retrucar mas apenas aceitei e fui com a professora de biologia.

- Que bom que optou por estudar aqui - Ela começa puxando assunto - Então, o que está achando da escola?

- Ah, bem, eu diria legal. - Digo com desdém, repetindo, não gostava de ser o centro das atenções.

Quando chegamos na sala de biologia, ela fecha a porta e me explica no que eu tinha que ajudar. Uma sucuri havia escapado, mas ela ainda estava na sala.

Fácil, é só eu andar pela sala, até ela me ataque ou fuja pra longe. Comecei a andar pela sala e logo vi algo se arrastando para fugir de mim, a professora logo pega o animal e me olha impressionada.

Ela coloca o bicho no viveiro e pega uma pá e vassoura para limpar o aquario quebrado do antigo animal, ela começa pegando os maiores cacos com a mão e colocando na sacola, até que ela corta o dedo, era um corte profundo, dessa vez meus dentes não sobressairam, mas meu coração acelerou, meu rosto se avermelhou e eu queria morder sua veia e sentir o gosto doce dela, o aroma do seu sangue estava me endoidando.

Eu me sentia quente, até que nem percebi que estava a poucos centimetros dela... Meu corpo estava agindo sozinh




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