História Bloodborn - God's War - Capítulo 11


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Personagens Personagens Originais
Tags Bloodborn, Bloodborn Gw
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


>Retrospectiva dos fatos<
>Léon/Act<
Imaginei eu que, se continuasse a sequência dos valahastos seria muito entediante. Então abreviando os confrontos, termino com a assembléia em Interlaus, não perderam nada não se preocupem! Se acomoda aí e vem com o pai!

Capítulo 11 - Intrigas de guerra


Fanfic / Fanfiction Bloodborn - God's War - Capítulo 11 - Intrigas de guerra

[Em breve uma grande tempestade irá cair sob o mundo]

Três dias haviam se passado desde os últimos ataques dos valahastos! Todos foram destruídos, com êxito, mas houveram muitas perdas, e da parte das outras capitais, a culpa dessas perdas cai sob as costas de Interlaus a cidade templária, que é responsável pela linha de frente da guerra! Sendo então considerado não só uma simples negligência de guerra mas sim traição. Léon e os outros em sua estadia em Interlaus, ajudaram a tentar reparar o estrago feito por Ursine na luta contra Rossi Haunz o antigo templário sênior. Myr retirou o feitiço de restrição de Léon, Amay o ajudou a controlar tal poder, mesmo que em passos de tartaruga pois era um poder cujo o mesmo não estava acostumado, e quase não houve progresso, foi o mesmo que nada. O novo templário Sênior Ernest administrava Interlaus com sabedoria até o presente momento, porém não havia dito que os anões de Erganor, e os gigantes de Ymarvir pediram uma assembléia. Não demoraria até que batessem em seus portões, famintos por explicações.

[Interlaus/Zona Portuária]

- Não estou dizendo que deva esquecer de tudo pelo que passou! Estou dizendo que esse seu desejo de vingança pode lhe atrapalhar futuramente! - fala Léon ao lado de Jaina, que em uma das raras vezes estava sem seu elmo de leão, e revelava seu belo rosto, seu cabelo negro curto na medida dos ombros e os olhos âmbar.

- Você não entende! Nós Avrathianos temos a vingança como algo fixo no coração... Tipo esse porto! Os barcos vem para cá, e aqui ficam, passam tempestades aqui! E logo partem! Mas o porto permanece! - fala a morena jogando uma pequena pedra no rio e vendo a mesma saltitar e afundar.

- não entendi! - fala pensativo Léon!

- qual seu problema?! O que quero dizer é que você Léon, e seu grupinho são como os barcos, são temporários em nosso porto, que é o coração, mas a vingança ficará plantada em nós, em outras palavras, nossa estrutura! - articula Jaina.

- eu sabia... Agora...! - fala Léon olhando para o céu laranja e vendo o sol se pondo.

- vamos? Está escurecendo...! Logo será feito o banquete! - completa Jaina se erguendo e estendendo a mão para Léon.

[Ruínas De Interlaus]

- mas comandante! Por que não nos avisou? - exclama Myr.

- não queria lhes espantar, e também, fiquei sabendo a muito pouco tempo, os valahastos dizimaram as capitais de Nortrend, entretanto não vieram para cá! - fala pensativo Sênior Ernest.

- ainda assim, foi negligência sua não ter nos notificado! Poderíamos ter ido ajudar! Mesmo que atrasados! - retruca Myr de braços cruzados de olhos fixos em Ernest o mesmo estava escorado em uma grande coluna destruída.

- vamos manter a calma! Myr, nós seguidores de Verttoj devemos ser perseverantes mesmo ante o mal! - completa Sênior, dando as costas a Myr e caminhando lentamente em direção a cidade.

- o que quer? - ela fala meio que de surpresa.

- esteja ao meu lado! Afinal... Estando ao meu lado, estará ao lado de Verttoj! - fala o mesmo, agora caminhando em passos largos.

[Castelo de Verttoj]

Já no salão de refeição, muitos templários estavam ali reunidos, Léon sentará ao lado de Johan e Zeth! Esse meio tempo foi o suficiente para fazer os garotos se aproximarem. Havia um belo cordeiro à mesa, e todos se serviam, quando, sênior Ernest bate em sua taça atraindo a atenção de todos, ele se põe em pé, e logo diz:

- creio que todos sabem que Gehenna à poucos dias! Enviou Reis e heróis Valahastos para destruir as capitais de Nortrend! E também sabem que nós somos a linha de frente!

- aonde quer chegar?- indaga Johan, deixando seu vinho de lado.

- na parte em que, a qualquer momento alguém chegará em Interlaus para tirar satisfações do fato de não termos dito sobre os valahastos! - completa Ernest; neutro, olhando para todos na sala.

- se somos a linha de frente, como deixamos os Valahastos passarem, digo, são grandes e não teria como...! - fala Zeth tentando entender a situação.

- não seja tolo, todos sabem que valahastos são dotados de poderes desconhecidos! Não tinha chance de avisar as capitais! Valahastos são invocados, e então quem os invoca dá um nome, e esse nome é o que ou quem eles devem destruir! Não havia chances de termos gente na antiga Avrath esperando os portões de Gehenna se abrirem para registrar o momento em que os Valahastos saíram! - argumenta Ernest.

- o que devemos fazer senhor? - indaga Myr.

- esperar... Estar prontos para o que vier! - completa Ernest se sentando, e com um leve toque da sua colher em sua taça! - vamos ao banquete!

E rapidamente todos se põem a comer, fatigados de um dia puxado como sempre, reparando estragos em Interlaus, a cidade voltara ao seu normal, mesmo que seja difícil aos habitantes esquecer a batalha travada, e a terrível cena final de Rossi sendo devorado pelo Urso de Ursine.

[Aposentos de Léon]

Deitado sob sua cama Léon não conseguia dormir, seus olhos fixos na janela de vidro com ilustrações, observavam os pingos de chuva caindo vez ou outra, uma tempestade logo cairia, então aquela delicada voz fala em seu ouvido sussurrando e repentinamente sente um peso sob seu corpo.

- O que lhe incomoda? - indaga Amay, aparecendo em forma humana, pondo seus braços e pernas sob Léon.

- Não sei... Realmente não sei...!

- se me permite...! - Amay senta sob Léon e toca seu rosto. E imagens como em retratos vem à sua cabeça.

[…]

- Bloodborn... 1° Etapa!

- Seu espírito atormentado! Não consegue salvar as pessoas que tu amas porque não tens controle sob este poder!

- quem está falando?

- Você mesmo, deveria saber!

[…]

- o que viu!? - indaga Léon ao ver a cara de espanto de Amay.

- Nada, é coisa da sua cabeça... Melhor ir dormir! - fala Amay, voltando a se deitar ao lado de Léon e pondo sua perna sob o mesmo.

[…]

No outro dia, a estrada de terra estava toda enlameada, a chuva permanecia caindo, mesmo que mais fraca. O povo de Interlaus evitara sair de casa naquele momento, mas não pela leve garoa...

[Torre de oração Santa Givvar]

- o que devemos fazer sênior? - indaga Myr, olhando pela janela da torre.

- ouvir, vamos ouvir o que eles tem a dizer! - fala Ernest! Colocando seu elmo.

[Aposentos de Léon]

- Léon...! - Léon ainda estava sonolento, jogado na cama, ao ouvir a voz de Amay, logo se ergue.

- Deusa? Acordada tão cedo?

- eu não durmo Léon! - responde Amay com um olhar de decepção!

- eu sabia...! - Fala desconfiado Léon.

- Veja... Quando Sênior disse que a qualquer momento bateriam a nossa porta, ele não estava brincando! Venha ver!

Léon se aproxima até a janela, onde Amay está parada olhando, e ao ver a cena afora se surpreende, os gigantes de Ymarvir, os elfos de Trundar e os Anões de Erganor, com grandes exércitos em frente a muralha!

[Muralha Vexzor/Extremidades do portão Norte]

- Ora ora ora! - fala Ernest, na extremidade da muralha, vendo os três exércitos ali! - o que será amanhã? Orlon? Svanta? Parvariah? Ah não Parvariah não se mistura com meros mortais...

- sênior... Não deveria falar assim, o rei anão Tadeus, ele está logo ali! - fala um templário clérigo ao lado de Ernest.

- Maldito! Quanto respeito?! - grita um dos soldados da grande fileira de Ymarvir, o povo de gigantes, os homens tinham ao máximo três metros ou três metros e meio de altura, e as mulheres, dois e meio ao máximo. Para a sorte de Interlaus, as muralhas tinham dez metros de altura, mais oito de espessura.

- o que querem?! - indaga Ernest sério.

- Você é o sênior? Vindo de Orlon? - indaga Mehandro sob um cavalo branco, pois o rei elfo Denortus não quis vir.

- em carne e osso!

- o Rei Denortus III exigiu dias atrás uma assembléia para possivelmente atar uma breve aliança na guerra. Por que não fe a convocação? - indaga Mehandro calmamente.

- o que está havendo...? - questiona Léon à Myr, chegando a muralha.

- bateram a nossa porta... De fato! - fala Myr, olhando para Ernest e suas atitudes.

- e vocês Ymarvir? O que desejam? Sabiam que temos dois assassinos de dragões? Aqui mesmo em Interlaus? - fala histérico Ernest.

- Maldito! Está confraternizando com o inimigo? - fala Halon, general de guerra de Ymarvir, Avrathianos e Ymarvianos no passado travaram uma grande guerra, Ymarvianos seguem sua cultura de adorar aos deuses dracônicos, e Avrathianos assassinos de dragões, os matam, simples, em uma grande caçada aos dragões, que quase dizimou do mundo os mesmos, uma guerra foi travada, mesmo que agora em Nortrend só existam dois Avrathianos! - Ormog destruiu metade de nossa muralha e tudo isso por sua culpa, seu infeliz! - Ormog foi um Rei Orc demoníaco, se naturalmente já era grande, imagine como valahasto!

- Meu Rei Tadeus III? O que tu desejas? - pergunta Ernest se reverenciando, o sarcasmo coria solto.

- de ti nada mais! - retruca Fartrid, montado em um artilheiro Rethor.

- cale-se Fartrid! Sênior Ernest Ulmer? Falei certo? Também pedi uma assembléia dias atrás e não obtive resposta! O que está acontecendo?! Dentro dessas muralhas?

- Sério? Não recebi nenhuma notificação!

- enviamos uma coruja! - retruca Fartrid!

- essa coruja? - Ernest estala os dedos, e um templário se aproxima com uma gaiola coberta por um pano, ao tirar...!

- Meu Deus! - exclama Tadeus!

Ao ver a coruja morta dentro da gaiola com uma adaga cravada em seu peito.

- então era sua? Eu não sabia! Pensei que fosse um valahasto disfarçado! - solta uma gargalhada Ernest.

- monstro maldito! Esse foi o cúmulo! - esbraveja Fartrid! Ativando as armas do artilheiro Rethor! Os arcabuz começam a aquecer, então com o propulsor dos pés, o mesmo vai as alturas! E dispara contra Ernest!

- Vunz! - Um buraco lilás surge entre o percusso do tiro! E reaparece atrás de Fartrid, devolvendo os tiros no mesmo, o fazendo despencar de uma altura de mais de dez metros!

- *que tipo de magia é essa?* - se pergunta Léon em seus pensamentos!

*tipo, antiga, demoníaca!* - responde Amay.

- Não pode ser! - fala em voz alta Léon.

- o que disse? - indaga Ernest, olhando de lado para Léon.

- Magia demoníaca!? - questiona Léon.

- Haha de onde tirou essa conclusão?! - indaga Ernest se virando para Léon, já tocando o cabo de sua espada.

- Dragões! - exclama Myr! E dos altos céus, Ymarvianos desciam com seus dragões Ymarvits, dragões de sangue puro, revestido por armaduras e lâminas na calda!

- acabou a conversa templários! - grita Halo baixando a viseira de seu elmo! Erguendo sua grande clava!

Os dragões vinham fazendo mergulhos e prestes a levar Léon e os outros pelos ares...

- Zihar sols! - Johan Lança uma onda de choque contra alguns deles os fazendo perder o controle e se chocar contra a muralha.

- Fer-Hekein! - exclama Jaina recém chegado à muralha, e aproveitando o mergulho de um dos dragões, pulando sob o mesmo!

- Assassina! - exclama o Ymarviano no dragão, se erguendo e puxando seu machado!

- Pagão maldito! - Jaina crava sua alabarda na barriga do Ymarviano e o arremessa pelos ares!

Assumindo a direção do dragão. Ela puxa a mordaça, para trás, fazendo o dragão subir mais alto, e em um movimento sublime corta a cabeça do dragão! E despencando dos céus...

- Ela vai cair? - fala desconfiado e pensativo Zeth! - Avrathianos tem tantos poderes que não sei não!

- ela não vai! - fala Johan com um sorriso vitorioso! - eu me seguraria se fosse vocês! - fala o mesmo cravando sua alabarda no solo da muralha!

- Ich vunz lerh Ornósoris! - em grande velocidade rasgando os céus Jaina profere, as sagradas palavras Avrathianas. Atraindo a atenção de todos. E logo seu corpo fica envolto de uma gigantesca bola de fogo! Que mais parecia um gigantesco meteoro!

- Starremento! - muitos dos Ymarvianos tem tempo de usar seu feitiço de bloqueio! Mas nem todos tiveram a mesma sorte! A grande bola de fogo se choca com o chão, dizimando, calcinando, muitos Ymarvianos.

- LINDO! LINDO! LINDO! JÁ POSSO SENTIR O CHEIRO DA GUERRA NO AR! - grita Ernest! O mesmo desembainha sua espada e aponta para os elfos que ficam surpresos e logo erguem seus escudos, se preparam para o que fosse vir!

- magia nobre templária não nos matará Sênior! - exclama Mehandro! - Nihriti! - que profere tais encantamentos se envoltando com uma armadura gélida.

- Não vou usar magia nobre! - grita Ernest.

Os raios rasgavam os céus, trovões, a chuva caía mais forte agora

- Abysinthius Eztrarle! - em breves segundos uma pequena energia se envolta em sua espada! E em um movimento de cortar! Ernest parte o solo ao meio com seu movimento com a espada! Dividindo as tropas de elfos, anões Ymarvianos ao meio!

- Abysinthius? - exclama Mehandro olhando para vários elfos debandados ao meio, ele se volta para Ernest e avista um brilho vermelho atravessando o elmo.

- Sfinx! - fala Léon, e aproveitando a duração de seu feitiço de mundo lento, corre para resgatar Jaina no meio de milhares de Ymarvianos! Porém ele sente um choque em sua nuca, não foi um golpe, foi algo interno, então o feitiço se desfaz e ele se vê rodeado de gigantes Ymarvianos e ainda longe de Jaina!

- Artilheiros Rethor... Derrubem essa muralha! - fala neutro o rei Tadeus! Logo as centenas de Rethores se agrupam e põem se a disparar contra a muralha!

- Sênior? - questiona um clérigo! - eles irão derrubar a muralha!

Masu'nuk! - estalando os dedos um buraco negro aparece em cima do exército de Rethores!

- a muralha não foi danificada!? - se pergunta Tadeus.

- meu rei... Em cima! - fala Fartrid assustado! - o que é isso?

O buraco negro em cima deles, começa a girar e a ganhar um brilho amarelo em suas extremidades então...

- Revertos! - exclama do alto da muralha Ernest! E todas as balas disparadas na muralha, descem com velocidade contra os anões! Explosões eram simultâneas, não paravam.

Enquanto Ernest dizimava as linhas de anões, Jaina e Léon estavam encurralados no meio dos soldados Ymarvianos!

- o que quer fazer Léon? - grita Jaina, empurrando os adversários com sua alabarda os mantendo longe!

- uma loucura! - fala Léon baixando a guarda!

- loucura?! - fala confusa Jaina, olhando para Léon.

- Confiante em...

[Gehenna/Palácio Valahain]

- é lindo! É gracioso! Tal cena! Deve ser guardada por toda eternidade em nossas memórias! - fala Lúcifer lagrimando de alegria ao ver a guerra que se travava em Nortrend!

- meu rei... Parece que deu certo! - Fala Ursine, se aproximando do trono de Lúcifer, onde Synner também se encontrava, assistindo no grande espelho a guerra.

- VAMOS VER QUEM FARÁ O MAIOR LANCE!


Notas Finais


Bem pessoal espero que tenham gostado, e entendido. Que os valahastos foram abreviados pois haveria muito cap enjoativo. É só por enquanto bjs do pai! <3


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