História Bloodied Bodies Second Season - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Drama, Ficção, Horror, Violencia
Exibições 45
Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Tradução do cap.: Não mate ele
Boa leitura amores...

Capítulo 8 - Do Not Kill Him


Fanfic / Fanfiction Bloodied Bodies Second Season - Capítulo 8 - Do Not Kill Him

Pov Amber

Olhava ao redor daquela casa e tudo o que via eram policiais estávamos ferrados, eu sabia que não era uma boa ideia vir para cá desde sempre.

- Achou que não iriamos lhe encontrar Bieber? – Um dos caras disse. Olhei para Justin que estava um pouco á minha frente e para Chaz que estava do meu lado. Não conseguia ver o rosto de Justin, mas sabia que ele estava pensando em algo.

- Pois bem, me encontraram, agora podem voltar para suas malditas casas. – Escutei uma risada tanto quanto nojenta vindo de um guarda.

- Não pense que será tão fácil. – O policial que até então não tinha me visto me olhou. – Jones! – Ele disse sorrindo e fui para o lado de Justin. – Quem diria matar dois coelhos numa cajadada só. – Seu sorriso era divertido, como se ele tivesse acabado de ganhar seu doce preferido, apertei a mão de Justin e o mesmo retribuiu.

- Que tal batermos um papo Bieber? – O policial disse e veio na nossa direção, mas antes algemou nossas mãos. – Lembra de quando você matou minha filha? – Começou a dizer, Justin franziu a testa, provavelmente tentando se lembrar. – Acho que não irá se lembrar, afinal quantas você já não levou para sua cama e depois as matou? Mas agora que encontrei-o você vai pagar caro, que tal começar a provar do próprio veneno?

Pov Justin

Se aquele policial pensa que pode me afrontar ele está muito enganado. Ele com esse papo de que matei sua filha, porra eu nem lembro que era. Minha vontade é de tirar Amber e Chaz daqui, porém eu só preciso falar com eles sem que os guardas vejam.

- Quanto a morte da sua filha pode ficar tranquilo, eu nem lembro quem ela era, se eu a matei ótimo, se eu a estuprei melhor ainda. – O policial tentou avançar em minha direção, mas foi impedido por outro policial que o segurou.

- Se acalme, vamos leva-los de uma vez antes que isso dê encrenca. – Outro tira disse pela primeira vez. Olhei para Amber, ela estava quieta e estava ficando cada vez mais branca.

- Amber está tudo bem? – Ela não me olhou, somente assentiu com a cabeça. – Amber olhe para mim. – Senti um policial me puxar para fora daquela casa. – ME SOLTA CARALHO. – Consegui dair das mãos daquele nojento e fui em direção de Amber, a mesma continha as mãos algemadas assim como eu, seu olhar estava perdido. – Olhe para mim. – Ela me olhou. – A gente vai sair dessa, eu prometo. – A mesma forçou um sorriso.

Droga eu não devia tê-la trazido, ela não estava nada bem, e não era de agora. Sua palidez estava cada vez mais visível, estava me preocupando. Logo fui arrastado brutalmente por policias.

Assim que sai par fora daquela casa, pude ver três pessoas, duas não tanto convidativas. Assim que reconheci as pessoas, fiquei um pouco confuso.

- Lembro-me de ter dito á você que não queria nenhum tipo de denuncia. – Apontou para o cara que me segurava. – E acho que você não ouviu direito.

- Senhor, eu lhe disse, mas precisávamos prendê-los. Este rapaz já fez diversas atrocidades com diversas pessoas, tanto Bieber quanto a garota que estava com ele.

- Eu não quero saber quantos crimes ele já cometeu, quero que você o solte e quero que vá embora. – Não sabia que Jayden tinha autoridade para dar ordens á policiais.

- Eu não posso. – Assim que ele disse, ouvi um barulho de tiro e logo o policial cair no chão, ele havia levado um tiro na perna e tentava com suas duas mãos estacar um pouco do sangue, ele gritava desesperadamente.

- Espero que tenha entendido o recado. – Jayden finalmente colocou os olhos em mim. – Que belo encontro. Maya vá busca-lo. – Estávamos distante um do outro. Aquela mulher veio em minha direção.

- Senti sua falta. – Ela tentou me beijar, porém me virei e ela me beijou na bochecha. – Vem, vamos fazer o que Jayden pediu, ele não anda tão piedoso esses dias. – Ela foi até meu ouvido e sussurrou “Depois podemos aproveitar” e em seguida me arrastou até Jayden que estava encostado no carro. Amber estava parada do lado de Clark, não tinha á visto ir até lá.

- Vamos dar uma volta Bieber. – Nessa hora já tinha minhas mãos soltas.

- Por que fez isso? – Perguntei, afinal não tinha razão para ele ter feito o que fez.

- Soltar vocês? Ah eu sou não queria ver minha menina atrás das grades. – Jayden beijou o topo da cabeça de Amber que permaneceu intacta. – Sei que podia deixar você ser levado, mas temos coisas a resolver.

- Que tipo de coisas? – Logo escutei o barulho de sirenes, os policiais tinham ido embora.

- Coisas relacionadas á você e a sua família. – Ele sorriu, Maya também me olhava.

- Dylan. Este nome lembra-te algo? – Comecei a me recordar, logo a imagem do cara começou a surgir em minha mente. Do dia que presentei Amber com sua cabeça dentro de uma caixa. Ah, como me lembro.

- Provavelmente você irá se lembrar. – Outro cara que até então não conhecia disse.

- Você não sabe como foi gratificante cortar sua cabeça. – O homem logo fechou a cara.

- Por você matou meu filho Bieber? – Ele perguntou.

- Por que ele me estuprou.  –Amber disse com a voz fanha. Minha mente se recordou daquele maldito dia.

 

Flashback On

Eu batia nela sem só. Seu sangue estava escorrendo por várias partes de seu corpo e eu me divertia com isso. As vozes me atormentavam, me mandavam matar ela e eu estava respeitando. Ira mata-la. Só de pensar nela com Dylan, ambos experimentando o gosto um do outro me dava náuseas. Ela merecia todos esses tapas e socos. Estava descontrolado, isso eu podia admitir...

- Jus... Estou morrendo. – Ela com muito custo conseguiu dizer. Mas ao ouvir sua voz, a raiva me consumiu ainda mais então não pensei duas vezes antes de bater a cabeça dela contra a cabeça. Após a terceira batida, pude ver que ela estava desacordada. O desespero tomou conta de mim, foi como se o demônio tivesse saído de meu corpo e só então eu pude ver o que eu tinha feito. Medi seu pulso e pude ver que estava bem fraco. ELA ESTAVA MORRENDO.

Agora estava me sentindo um lixo, me deixei levar por estas vozes e olha só o que aconteceu... Amber está sangrando e praticamente morta em meus braços. Tudo bem que eu sempre a quis desse jeito comigo, morta em meus braços, mas confesso que não imaginava que seria desse jeito.

- Amber fala comigo. – Dava tapas leves em seu rosto, e só ai pude perceber que seu rosto estava todo ralado. Eu a tinha machucado bastante, se bem que quando ela chegou já estava com alguns hematomas... – NÃO PODE SER... – Agora tudo fazia sentido... Quando chegou ela já estava chorando, já tinha machucados por seu corpo...  – Eu ainda irei te matar Dylan, mas antes cuidarei de meu anjo, que por sua causa está morrendo...

Flashback Off

Deus que horrível foi me lembrar daquela cena, eu tinha sido um monstro, ela tinha sido abusa e mesmo assim não liguei e a tratei como cachorro. Um arrependimento surgiu em mim.

- O que? – O pai de Dylan disse surpreso. – Ele não faria uma coisa dessas...

- Mas fez, entende por que o matei? – Falei.

- Mas isso não era motivo...

- Ele quase matou minha... Amber, se você não entende isso, eu não posso fazer nada. Eu só o fiz ver o mundo de uma cor diferente.

- Imbecil.

- Aposto que ele deve estar sorrindo vendo isso. – Resolvi provocar. – Torcer seu pescoço e cortá-lo foi a melhor coisa. Céus ele gritava, mas jurou antes de seu sangue começar a escorrer que ele iria me matar, acho que quando ele disse tinha sido um pouco tarde, aliás, as vadias adoraram o sangue dele.

- Ele pode até ter falado isso e não ter cumprido, mas estou aqui representando ele. – O velho tirou uma arma de sua cintura e apontou em minha direção.

- Isso, cumpre o trato, derrame meu sangue assim como eu derramei o de Dylan. Mas desta vez não terá uma caixa e nem uma vítima para quem você possa entregar minha cabeça, afinal, eu matei todos. – Senti ele segurar a arma mais firme, ele iria atirar.

- NÃO MATE-O. – Amber gritou. – NÃO MATE O PAI DO MEU FILHO. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo.
COMENTEM!!!!!!!
Amo muito vocês! Beijocas na teta direita shaashasusua


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