História Bloodsport - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Austin & Ally
Personagens Ally Dawson, Austin Moon, Dez, Patricia "Trish" Maria De La Rosa, Personagens Originais
Tags Auslly
Exibições 77
Palavras 1.910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá olá, voltei com outro cap pra vcs.
Obrigada pelos favoritos e comentários no capítulo passado.

Boa leitura.

Capítulo 25 - Capítulo 25


 

Ally estava mal, mas o que mais sentia agora era raiva. Não estava com ódio do Austin, e sim dela mesma. Como ela pode ser tão burra? 

Mas apesar de tudo, ela não conseguia acreditar nas palavras ditas pelo Austin. Levantou o olhar quando ouviu o barulho da porta sendo aberta, era Kira. 

- Ally... - Kira começou, mas Ally cortou-a no mesmo instante.

- Veio aqui pra falar que me avisou? - Olhou pra ela. 

- Também. Mas eu queria saber como você está. - Ela sentou-se do dela de Ally. 

- Acabei de ser humilhada e  descobrir que esse tempo fui uma idiota. - Disse amarga dando os ombros. – Como você pode ver : estou ótima. - Kira revirou os olhos. 

- Você não sabe como eu quero matar aquele babaca. - Kira disse cerrando os dentes. 

- Iria adiantar alguma coisa? O mal já está feito mesmo. - Ally deu os ombros. 

- Você não vai ficar aí toda deprimida, chorando pelos cantos quando aquele cretino está se lixando. - Kira disse pra amiga. 

- Olha que acho que ele não está se lixando como você está dizendo. - Trish disse adentrando no quarto. – Ally, você sabe que ele só fez isso pra você poder aceitar não é? 

- Eu achava que era isso Trish, mas estava enganada. - Disse triste. – Ele me disse coisas horríveis, ele estava frio. Parecia aquele Austin do início. 

- Você tem que esquecer aquele filho da mãe, Ally. - Kira disse. – Você só tem que fazer uma coisa : aceitar o convite.

- Ally, vai falar com ele. - Trish disse calma. 

- Trish, eu não vou falar com ele. Eu nunca mais quero ver ele, nunca mais quero saber dele. - Ally disse determinada. – No momento que ele disse, que nunca me amou, que só me usou ele conseguiu fazer com que todo o meu amor por ele acabasse. - Ela limpou as lágrimas que escorreram. – E se ele queria que eu aceitasse o convite, ele conseguiu. - Kira sorriu. 

- Isso mesmo, amiga. Você não vai sofrer pelos cantos, enquanto ele tá nem aí. 

- Eu cansei de correr atrás dele. Desde do inicio que foi assim, aquele imbecil não ama ninguém a não ser ele próprio. - Ela levantou-se indo até ao armário. – E como a Kira disse : não vou sofrer pelos cantos, tenho coisas melhores pra fazer. - Ela pegou uma calça, uma blusa e um casaco. – De todas as coisas que ele me disse neste quarto, apenas duas delas vou ouvir. - As duas prestavam atenção no que ela fazia. – Não me humilhar por ele e seguir a minha vida. - As duas estavam surpresas. 

Nunca tinham visto a morena tão decida e determinada, Kira achava que ela ia ficar naquele quarto chorando e lamentando. Mas ao contrário disso, ela está se saindo muito bem. 

- Já falei que você é o meu orgulho? - Kira correu pra abraçá-la. - Ally esboçou um sorriso tocando nos braços da mulata.

Se ela estava machucada? Todas elas naquele quarto sabiam que sim, porém ela não iria ficar chorando pelos cantos fazendo com que ficassem com pena dela.

- Quer que a gente vá com você? - Ela negou com a cabeça. 

- E você Kira, conseguiu o trabalho? - Trish perguntou. 

- Vocês estão olhando pra nova garçonete do Gospel. 

- Vai rolar drinks de graça? - Ally perguntou fazendo as outras duas rindo.


Austin estava deitado no sofá ouvindo o Dez falar o quão burro foi, obviamente ele sabia que Trish tinha avisado. Se pudesse arrancar as orelhas naquele momento, o faria sem hesitar. O ruivo sabia que o amigo era impulsivo, mas não a esse ponto. 

- Você sabe que agora é que você estragou tudo, não sabe? 

- Dez, eu já sei disso tudo. - Abriu os olhos. – Agora para de falar e me deixa curtir a minha fossa sozinho? 

Ele já estava mal o suficiente e Dez reforçando como ele foi idiota, estava piorando tudo. A imagem dela chorando não saía da sua cabeça, cada fez que fechava os olhos ela aparecia.

- Você tem que parar com essa mania de fazer as coisas sem pensar, caralho Austin. - Dez queria socar a sua cara. 

- Eu só não queria que ela olhasse pra trás um dia e arrepender-se de não ter ido. - Disse. – Eu só fiz o que é o melhor pra ela.

- Ela sabe o que é melhor pra ela, se ela não aceitou é porque o melhor pra ela é você. Você não pode decidir por ela, seu idiota. 

- Ela só não aceitou por minha causa, você não percebe que eu estou atrapalhando a carreira dela? - Perguntou. 

Os dois já estavam gritando. 

- E adiantou de quê de você ter inventado essa história ridícula? - Perguntou. – De nada. Você só a fez sofrer com essa sua decisão ridícula. 

- Eu sei que a fiz sofrer, mais uma vez. Eu sei que fiz a pior escolha do mundo, mas já está feito. - A sua voz começava a ficar trêmula. – Eu sei que fiz tudo errado, que eu faço tudo errado e eu que sou errado. Você acha que não está doendo? - Tocou no peito. – Acha que eu também não estou sofrendo? - Agora as lágrimas rolavam. 

Essa era a primeira vez que Dez via o amigo chorar em anos, ele ficou sem reação. Não esperava que o amigo desabasse na sua frente. 

- Austin... 

- Eu to sofrendo pra caramba sim, mas eu não vou ser o empecilho na vida dela. Eu não me sentiria bem ao saber, que ela perdeu uma chance dessas por minha causa. - Ele tapou o rosto com as mãos chorando. 

Dez fez a única coisa que conseguia naquela momento, abraçar o amigo deixando-o chorar. 

Ally já estava na agência, iria falar com a Carolina e também queria tirar satisfação com ela. Ela não tinha nada que ter contando pro Austin, caminhou até a sala dela batendo à porta entrando assim que ouviu pra entrar. 

- Ally? - Carolina perguntou surpresa. 

- Eu vim dizer que aceito. - Disse deixando a mulher a sua frente radiante. – Foi pra isso que você apelou pro Austin, não foi? 

- Eu não sabia que você não tinha contado pra ele, Ally. Mas eu fico muito feliz com a sua decisão, você fez a escolha certa. - Depois que Austin a garantiu praticamente, que Ally iria aceitar ela ligou para o senhor Chang. 

Inventou uma desculpa e pediu mais uns dias, Chang havia dado até segunda-feira pra ela dar uma resposta. Se não ele procuraria outra modelo, e parava de patrocinar a agência. 

- Eu vou ligar agora mesmo pra ele, pode se sentar querida. 

Assim que ela ligou o japonês aceitou na mesma hora, ficaram uns dez minutos conversando. Ally prestava atenção em tudo o que ela falava, estava ansiosa.  

Não sabia se tinha feito a decisão correta, mas ir pro Japão seria a sua chance de esquecer aquele loiro. Não vai dizer que ainda não o ama, porque seria mentira, porém ela prometeu a si mesma que o esqueceria. 

- Pronto. - A mais velha disse trazendo a Ally de volta à terra. – Você tem sorte Ally, ele já estava procurando outra garota. 

Ally apenas balbuciou um é dando os ombros, antes de perguntar o que havia a deixado curiosa.

- De que ensaio vocês estavam falando? 

- Ah claro. Você vai fotografar com os modelos que vão pro Japão, na Califórnia. - Ela sorriu. 

Deve ser a melhor notícia que ela recebeu nesse dia de loucos. Ela iria voltar pra casa, iria ver seu pai estava morrendo de saudades.

- E para o Japão vou quando? - Perguntou.

- Você só vai para o Japão daqui um mês. 

- Droga. - Murmurou. 

Pra ela, ela iria hoje mesmo era só arrumar as malas e ir. Não precisava de mais um mês, queria ir embora o mais rápido possível e começar uma vida nova. 

- E pra Califórnia? - Perguntou mais animada. 

- Daqui a uma semana, mas depois a gente fala melhor sobre isso. - Carolina levantou-se. – Eu tenho uma reunião muito importante, depois a se vê. - Ally assentiu saindo da sala. 

- Ally? - Ela virou-se pra Jake. 

- Fofoqueiro. - Disse brincalhona. – Você hein, não sabe ficar de bico fechado. 

- Desculpa. - Fechou os olhos. – Deu muita merda? - Ally assentiu. – Me desculpa, minha angel. - Jake abraçou-a. – E o Austin? 

- A gente rompeu, na verdade ele rompeu comigo, mas deixa pra lá. - Disse antes de se despedir do amigo e ir embora. 

Ainda estava perto da agência quando decidiu ligar pro Thomas, o rapaz atendeu no primeiro toque. Ela estava precisando de um ombro amigo, combinaram de se encontrar no Starbucks. 

Pegou um táxi indo até o lugar combinado, assim que entrou viu o amigo que lhe fez um sinal. Ela se aproximou da mesa sentando-se do lado dele, num impulso ela o abraçou. Estava precisando tanto de um abraço. 

- Isso era tudo saudade? - Ele perguntou brincalhão. 

Ele ficou mais sério quando viu um soluço vindo da parte da amiga, a morena não se controlou chorando. 

- Ei, o que aconteceu? 

- Esse dia está sendo um pesadelo, Thomas. Eu só quero desaparecer ou então acordar. - Disse limpando as lágrimas. 

- Não chora, por favor. - Pediu. – Me fala o que aconteceu, vai. 

Após se acalmar, ela contou tudo o que aconteceu desde manhã cedo até agora. Thomas estava sentindo uma raiva incontrolável do loiro, queria ir até onde ele mora e cometer uma loucura. 

- Eu quero matar aquele animal, se eu vejo ele nem sei do que sou capaz. - Disse entredentes. – Eu sinto muito, de verdade. - Pegou as mãos da morena. – Mas por outro lado, estou feliz que você aceitou. Você merece! 

Ele queria aproveitar toda essa situação e falar o que ele sente por ela, mas não iria se aproveitar da fragilidade da morena a sua frente. 

- Obrigada, por tudo. - O abraçou de novo. – Sabe qual a pior parte de ir embora? - Ela perguntou rindo. 

- A sua parte eu não sei, mas pra mim é ficar sem você. - A apertou mais um pouco. 

- Acho que estamos na mesma situação, vou sentir tanto a sua falta, mas tanta... 

- Não fala assim que sou capaz de não te deixar ir. - Brincou. – Te sequestro e te mantenho em cárcere privado. 

- Bobo. - A morena sorriu. – Ah, eu também vou para Califórnia pra semana vou aproveitar e ver meu pai. 

- Faz muito bem, você está precisando de uns dias de folga mesmo. 

- Folga mais ou menos, né. Eu vou a trabalho. - Fez uma careta. 

- Ai que vida difícil a sua, não é mesmo Ally? 

- Para garoto. - Deu um tapa no seu braço. – Quer saber? Eu vou embora, seu chato. 

- Magoou. - Fez um beicinho. – Mas antes de ir embora eu quero convidar você pra sair, e não quero ouvir um não como resposta. 

- Thomas, eu não to no clima. 

- Eu disse que não queria um não como resposta, te pego às 21 horas. 

- Já falei que você é muito chato? - Ele assentiu fechando os olhos. 

Ela bagunçou os cabelos negros do amigo antes de beijar a sua bochecha indo embora. 


Notas Finais


Seria esse o começou de thomas e ally?
Espero que tenham gostado do capítulo shhshs bjs


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