História Bloodwood - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Armas, Assassinatos, Drama, Ficção, Mistério, Perseguição, Romance, Suspense, Terror, Torturas, Violencia
Exibições 5
Palavras 3.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Prólogo - O Assassinato na Rua Coin Street


  É noite de Réveillon, você está sentada ao sofá com a sua família que aparentemente está dormindo, você está assistindo a um filme na televisão, é Sexta-Feira 13, em alguns momentos você sente arrepios com as cenas brutais e em outros momentos você sente medo por ser meia noite em ponto, mas você não liga, você simplesmente assiste porque você sabe que são suas últimas horas de férias da sua faculdade de Medicina, em vinte e quatro horas você vai voltar a sua rotina, vai acordar cedo, algo que você não gosta, vai ter obrigações a fazer e matérias a estudar, mas você não se importa com isso, você gosta de Medicina, tanto que tirou uma das melhores notas na faculdade, por qualquer lugar da faculdade que passa você vê um ranking com as melhores notas de cada curso, em primeiro lugar de Medicina você sempre observa com um pouco de vergonha o seu nome em negrito, você sempre repete "Lily Johnson" mentalmente e fica pensando em como conseguiu se tornar a melhor aluna do curso, você sabe o motivo, sabe pelo que teve que passar para conseguir isso, mas você tenta não pensar nisso, mas o seu consciente te lembra a cada dia e faz você se sentir de uma forma estranha, como se cada coisa que você tivesse feito fosse uma coisa a mais que iria te condenar no futuro.
  Você está deitada lateralmente com a cabeça em cima do braço direito, você olha de relance para Jonathan, seu irmão, ele estava deitado em uma poltrona, ele parecia estar muito cansado, você sabia o porque, vocês tinham acabado de jogar xadrez até uma hora atrás e você pensava  em como um adolescente de quatorze anos conseguia fazer um xeque-mate em cinco minutos jogados. Seu olhar se direciona para Mabel, sua mãe adotiva, você a dois anos foi adotada junto com Jonathan pelos Johnson, você gosta de Mabel e de Johnny, eles são excelentes pais, eles tratam você como se fosse mesmo filha deles e isso faz você sorrir interiormente. Mabel está usando um suéter azul e uma calça cinza, elas estavam um pouco amassadas, você olha agora para Johnny, um cara que estava chegando aos seus quarenta, mas que não havia um cabelo branco sequer em sua cabeça, ele tinha cabelos castanhos como os de Mabel e Jonathan, seus olhos azuis estavam cobertos pelas suas pálpebras, ele aparentemente estava tendo um sonho muito bom pelo seu sorriso.
  Você se enjoa do filme e se levanta lentamente observando seu tênis cinza e sua bermuda preta, você da a volta pelo sofá e anda em direção de uma porta de madeira que estava aberta, você a atravessa e entra na cozinha, seus olhos estão cansados, vocês os coça e abre a porta de um dos armários procurando por qualquer coisa de micro-ondas. Você encontra. É uma pequena embalagem de pipoca. Você a segura e a encara por alguns segundos pensando se fazia ou não.
  - Não tem nada melhor do que isso... - Você sussurra fazendo careta, você rasga a embalagem e o coloca no micro-ondas e logo depois aperta o botão de "Pipoca".  - Que frio...
  Você acaricia seus braços que estavam descobertos na tentativa de os aquecer, mas ela fora em vão, na cozinha havia uma grande mesa de centro na qual você se apoiou e observou o lugar escuro e logo depois olhou para a janela que havia logo em cima da torneira. A janela estava fechada e pequenos pingos de chuva colidiam com a mesma fazendo um barulho relaxante e frenético, seu primeiro pensamento na hora foi de dormir, dormir com o som ecoante da chuva era uma das suas formas favoritas de dormir.
  - Ainda está cedo. - Você sussurra olhando para o relógio cuco que havia na parede, eram meia noite e meia, você olha novamente para a janela e percebe uma movimentação na floresta que ficava nos fundos de sua casa, você fitou a janela curiosa e se aproximou com um olhar desconfiado. - O que foi aquilo? Um veado? - Você pergunta a si mesma parando em frente a janela e observando a enorme floresta de pinheiros que cobria toda a extensão da cidade.
  Você não consegue ver direito, a janela está embassada, você desliza a mão sobre janela e se aproxima do vidro gelado e úmido, você mal consegue ver o que deve haver lá fora, então você fecha minimamente seus olhos na esperança de ver o que tem lá fora, você olha de árvore em árvore até que se depara com algo estranho, um lobo branco está te encarando, você acha ele confuso mas continua o encarando profundamente.
  - Um lobo? - Você pergunta a si mesma confusa, você aprofunda seu olhar e aos poucos começa a perceber que aquilo não podia ser um lobo, não com aquela altura, a pessoa que usava a máscara de lobo te encarava, seu corpo estava coberto com um sobretudo preto, você só conseguia ver a máscara de lobo, nela, você nota aos poucos que há algo que não a deixa totalmente branca como a neve, havia algo vermelho nela. - Mas o que...
  Você prende sua respiração quando percebe que é sangue. Ele inclina a cabeça levemente e levanta uma faca com sangue escorrendo pela mesma, havia tanto sangue que ele pingava rapidamente, você sente uma gota fria de suor percorrer por sua têmpora até cair no chão, você não sabia o que deveria fazer, apenas encarou a figura misteriosa, quieta, sem se dar ao luxo de respirar. O cronômetro do micro-ondas apita e você se vira rapidamente e o encara assustada, você está arfando, por algum motivo aquele simples som te assustou, você olha para a floresta novamente mas não há nada lá, o sangue e a pessoa mascarada desapareceram.
  - Eu tenho que parar de ver tantos filmes de terror... - Você sussurra tentando se aliviar, mas por algum motivo, você ainda está nervosa, seus batimentos estão acelerados e você ainda não parou de soar frio, o barulho do micro-ondas continua, você irritada com o mesmo aperta o botão "Stop", o som parou imediatamente e você abriu a tampa sentindo o cheiro de pipoca entrar por suas narinas, o cheiro estava ótimo, você retirou a embalagem com cuidado e a abriu despejando o conteúdo em um pote fundo, você jogou a embalagem fora e olhou rapidamente para a janela com medo que houvesse mesmo alguém do lado de fora, mas não havia ninguém lá, você deu de ombros e voltou para a sala. Todos ainda estavam dormindo ali, você esbarra sem querer numa escrivaninha e geme de dor enquanto pousa o pote em cima da mesma, sua mãe acordou assustada e olhou para você um pouco sonolenta.
  - Tudo bem filha? - Perguntou Mabel observando suas mãos amaciarem sua coxa direita, você concorda com a cabeça mesmo sentindo a dor aguda da batida.
  - Tudo sim... - Você diz sentindo a dor da batida intensificar, seu pai acorda logo em seguida e olha para você preocupado.
  - Tudo bem Lily?! - Perguntou Johnny como se você tivesse sido assaltada, ele sempre foi assim, preocupado, seus olhos azuis te olham com tanta preocupação que você sorri de leve por algum motivo.
  - Sim pai, eu só bati minha perna, nada demais. - Você diz observando que os dois ainda estavam preocupados. - Eu vou ficar bem. Só vou assistir mais um filme e vou dormir, vocês se quiserem podem subir.
  Seus pais se entreolharam e concordaram, Mabel se levantou e se espreguiçou enquanto Johnny tentava acordar Jonathan, mas sem resultados, ele bufou e o segurou no colo, ele se aproxima de você e beija sua testa lhe dando boa noite, você retribui o comprimento e ele sobe as escadas.
  - Evita ficar andando muito, você sabe que pode piorar. - Disse Mabel com muito sono beijando sua testa.
  - Eu sei mãe. - Você diz sorrindo. - Boa noite.
  - Boa noite Lily. - Mabel subiu a escadaria no corredor entre a cozinha e a sala de estar, você massageia mais um pouco a área que você bateu e se senta no sofá com cuidado, os créditos do filme estão passando e você pega o controle remoto que estava ao seu lado, você troca de canal até encontrar um que está passando "Vizinhos". Você adora esse filme por ser irônico e ter o Zac Efron.
  O filme está apenas no início, então você pega a pipoca e começa a comer em pequenas porções. Você mesmo assistindo um filme que gosta, não para de pensar na faculdade, na sua família e no seu namorado, Christoph. Você pensava em como seu encontro com ele na noite passada fora ótimo, você se lembrava de cada detalhe, se lembrava de seus olhos verdes olhando profundamente os seus, se lembrava de como seu cabelo ruivo estava lindo mesmo estando bagunçado, você sente uma vibração em seu bolso e você retira seu IPhone olhando as notificações, uma delas era de Christoph.
  - Que coincidência. - Você diz sorrindo e desbloqueando seu celular.

[Chistoph: Hey amor! Como você tá?]
 
Você relê a mensagem e coloca o recipiente com pipoca em cima do sofá, você coloca uma mecha de seus cabelos castanhos por trás da orelha e responde:

  [Lily Johnson: Eu to bem e vc?]

  [Christoph: Melhor agora ♡]

  Você lê aquilo e sorri de uma forma boba, podia ter sido um clichê, mas você pensava em como os clichês conseguiam mexer com você. Você espera uns segundos e responde:

  [Lily Johnson: Isso foi muito fofo amor :) Aliás, acordado a essa hora? O que você tá fazendo de errado?]

  [Christoph: Você me pegou! Eu to dando uma volta.]

  Você lê aquilo e sorri confusa, você sabia que Christoph era o típico garoto da faculdade que não saia muito, e ele simplesmente tinha saído no meio da noite.
 
  [Lily Johnson: A essa hora? Você tá onde amor?]

  Você espera pela resposta, mas mesmo ele tendo visualizado ele não te respondeu, você espera ansiosamente enquanto assiste o filme, o celular vibra e você olha pra baixo rapidamente, você lê, relê, você pensa que leu errado, mas definitivamente está escrito "Na sua casa.". Você olha instintivamente para trás e procura por Christoph, mas ele não estava em lugar nenhum, você sentiu um arrepio percorrer o seu corpo e olhou novamente para a tela de seu celular,  Christopher estava sendo um babaca, ele sabia que você não gostava desse tipo de brincadeira.

  [Lily Johnson: Ha Ha, com certeza, então, aonde você está, Visitante Noturno?]

  Christoph não te responde, você está um pouco irritada por ele estar brincando com você dessa forma, ele sabe que você tem medo. Você olha a cada cinco segundos para o celular, mas sem resposta.
  - Acho que você não está aqui, Christoph. - Você diz olhando ao redor e depois olhando para o celular, naquele mesmo momento Christoph te manda uma foto, você pega o celular lentamente e baixa a foto, quando a foto baixa, você sente uma sensação estranha. Você vê o seu irmão na foto, ele está dormindo em seu quarto, você olha pra cima rapidamente e escreve irritada enquanto sobe as escadas.

  [Lily Johnson: O que você tá fazendo ai, Christoph?!]

  [Christoph: Eu não me lembro de dizer que eu sou o Christoph.]

  Você para a centímetros da maçaneta da porta do quarto de Jonathan, você se afasta um pouco da mesma e a olha surpresa, uma nova mensagem chega e você olha para o celular lentamente.

  [Christoph: Seu irmão ronca igual a um porco.]

  [Lily Johnson: Se você não é o Christoph, quem é você? E cadê o Chris?!]

  Você olha para a esquerda e pega um taco de beisebol que seu irmão havia esquecido, você o segura firmemente e espera a resposta, mas ela não veio, cansada de esperar, você abre a porta rapidamente, você sabia que podia ser uma má decisão, mas você não podia deixar seu irmão sozinho com seja lá quem estivesse lá. Não havia ninguém. Seu irmão dormia serenamente, ele roncava baixinho e você olhou ao redor procurando por alguém, a única coisa que você encontrava com o olhar eram os pôsteres de Jonathan. Você fecha a porta evitando fazer barulho e anda rapidamente na direção do quarto de seus pais, antes que você abra a porta, o desconhecido te responde te fazendo ficar imóvel enquanto lia.

  [Christoph: Quem eu sou não importa, e quanto a seu namorado, bom, ele está sagrando até a morte na floresta :)]

  Você sente o medo tomar conta de seu corpo, seus batimentos aceleram ao ponto de doer, você vai abrir a porta do quarto de seus pais quando recebe uma nova mensagem.

  [Christoph: Se acordar seus pais, eles morrerão que nem o seu namorado.]

  Você se afasta da porta rapidamente e se sente frustrada, não sabe com quem você está se metendo, você desce as escadas correndo e pega o telefone preso a parede tão rapidamente que você quase quebra o câmbio, você tecla o número da polícia e espera olhando ao redor procurando por alguém.
  - Delegacia de Bloodwood, qual a emergência? - Pergunta uma moça com uma voz doce, você pensa nas palavras certas e diz com um pouco de desespero:
  - Moça, por favor, envia alguém para a residência dos Johnson na rua Coin Street! Alguém invadiu minha casa e está me ameaçando! - A moça do outro lado da linha fica em silêncio por alguns instantes e então ela bufa.
  - Vocês da família Johnson não se cansam de ficar fazendo trotes? - Pergunta a moça indiferentemente, você sente suas esperanças diminuírem drasticamente quando você lembra que Jonathan as vezes passava trotes para números aleatórios.
  - Não, não moça! Eu não estou brincando! Tem mesmo alguém na minha casa! Ele acabou de tirar uma foto do meu irmão dormindo! - Você diz desesperada por ajuda, a moça fez um "Tsc" e continuou:
  - A próxima ligação e nós vamos mandar alguém mesmo ai, mas vai ser pra te entregarem uma multa. - Disse a secretaria desligando na sua cara antes de você sequer argumentar, você tenta ligar novamente sabendo que virá alguém se você ligar de novo, mas antes de discar, a energia na casa toda é cortada te deixando completamente sozinha na escuridão, você só consegue ouvir sua respiração ofegante e a chuva que agora estava densa.
  - Droga! - Você diz frustrada segurando o taco de beisebol com força. Você sente seu celular vibrar e você o pega rapidamente vendo que o lunático estava te ligando, você pensa se deve atender ou não e por fim você atende. - Alô...?
  - Olá, Lily. - Diz uma voz sinistra e roca te fazendo se arrepiar completamente. - Aproveitando seu Réveillon?
  - Cadê o Christoph?! O que você fez com ele?!
  - Como eu disse, sangrando até a morte na floresta. - Responde o lunático te fazendo sentir seus olhos marejarem, sua respiração ficou falha e você ouviu um barulho de algo quebrando na sala, você olha para a mesma e se afasta de costas chegando a cozinha e encostando as costas na pia, o taco de beisebol em mãos. - Agora... Se você quiser descobrir o que eu fiz, você vai ter que ir lá descobrir.
  - Porque você está fazendo isso? - Você pergunta começando a chorar de medo, suas pernas estão bambas e você começa a sair pela porta dos fundos da cozinha, você agora está embaixo da chuva, ela está forte, você sente como se ela estivesse aos poucos te cortando. - O que nós fizemos pra você?!
  - Você sabe o que você fez Lily, e isso vai fazer todos sofrerem. - A voz faz você lembrar de motivos para quererem te matar, e ele provavelmente teria se soubesse o que você já fez. - Agora Lily, vamos às regras do jogo.
  - Regras? - Você pergunta começando a adentrar a floresta aos poucos, você vê a luz da cozinha ser acesa e você corre para dentro da floresta de pinheiros.
  - Se você tocar nele, você morre. Se você matar ele... Bom, você ganha uns minutinhos pra correr. - Disse o lunático rindo, você tenta captar o que ele disse, mas antes disso você escorrega por um morro lamacento caindo em cima de uma poça. Seu celular e o taco de beisebol caem para longe de você e a única coisa que você consegue ver é o chão e a poça em que você caiu.
  - Merda. - Você diz frustrada sentindo seu tornozelo doer, você tenta se levantar e olha para o chão novamente identificando o que era o líquido em que você havia caído, havia uma enorme poça de sangue perto de um cara caído ao chão. - Christoph!
  - Lily... - Sussurrou Christoph com dificuldade, você se ajoelha rapidamente do seu lado e percebe que uma armadilha de urso preensava sua barriga, e além disso, havia um corte profundo em sua garganta.
  - Christoph! Ai meu Deus! Eu vou chamar  ajuda! - Você grita desesperada tentando fechar o ferimento no pescoço, mas você sabe que aquele corte e a armadilha já haviam feito seu estrago, você sabia que não havia como salvar Christoph, mas você não podia deixar ele ali, você o ama, você se lembra de todos os seus momentos juntos e você começa a chorar abertamente o olhando desesperada.
  - Lily... Sai... Daqui... - Sussurra Christoph enquanto você nega com a cabeça incontáveis vezes.
  - Não! Eu não posso te deixar aqui Christoph! - Você diz sentindo a chuva forte atingir seu corpo.
  - Ele vai chegar... Daqui a pouco... Você tem que... Vencer o jogo dele... - Christoph  levanta a mão direta e você vê na mesma um revólver, você continua negando com a cabeça, mas percebe que não pode deixar ele morrer dessa forma, agonizando em dor. - Se não você morre...
  - Eu prefiro morrer. - Você diz convicta enquanto Christoph coloca a arma em suas mãos, você a encara e começa a chorar mais. - Eu não posso fazer isso...
  - Sim você pode... Rápido Lily! - Grita Christoph olhando ao redor procurando o assassino. - Você tem que viver... Por mim...
  - Por favor...
  - Faça Lily. - Você encara Christoph sentindo a sua alma se despedaçar pouco a pouco e aponta a arma na direção de sua cabeça.
  - Desculpa Christoph. - Você fecha os olhos e atira.
  - Eu te amo.
  Você joga a arma longe e se vira se recusando a olhar para o que fez, você grita de raiva e olha para seu celular, o assassinado ainda está na linha, você pega o celular furiosa e vocifera:
  - Seu cretino!
  - Esse foi um verdadeiro ato de amor. - Diz o assassino gargalhando. - Mas lamento Lily Johnson! Você perdeu o jogo!
  - O que...? - Você pergunta imobilizada quando um ouve galho se quebrar atrás de você.
  - Você tocou nele, lembra? Agora... - Você olha pra trás lentamente e o homem de sobretudo te segura pelos cabelos e corta sua garganta, você sente o sangue por todo o seu corpo e sente que está se sufocando nele, você sabe que aquilo vai te matar. - O caçador mata a sua presa.



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