História Bloody Desire - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 1.390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura 💓

Capítulo 4 - Chapel


Fanfic / Fanfiction Bloody Desire - Capítulo 4 - Chapel

O dia terminou assim, duas páginas só de texto ditado, minha mão direita estava doendo muito, foi um alívio quando cheguei em casa, botei minha mão num balde de gelo e a dor se foi.

Fiquei o dia todo conversando com a Katy pelo telefone, o início da conversa até que foi bom mas depois ela começou a falar de seu namorado e isso só me deu vontade de vomitar.

Desligue​i o telefone o mais rápido que pude, odeio conversar sobre namoro, até porque eu nunca namorei então prefiro nem tocar no assunto.

Fui para a biblioteca e tentei encontrar um livro de terror ou algo do tipo, achei um chamado IT, então me sentei numa poltrona e comecei a ler.

Vi que estava ficando tarde então deixei o livro em cima da mesa mesmo e fui pro meu quarto, terminei algumas tarefas, depois fui me banhar.

Depois do banho tomado, vesti uma camiseta estilo Jersey da Raiders, branca com número preto, longa que ia até as coxas, e um short estilo baby doll preto, nada de sutiã pois isso encomoda muito

Sequei meu cabelo com o secador e logo desci para a sala de jantar, e por um milagre meus pais estavam lá, com uma cara de alegria, provavelmente eram coisas novas na empresa, eu disse:

- Ual, o que aconteceu pra brotar um sorriso nesses rostos?

Meu pai respondeu:

- Estamos prestes a fechar um contrato bilionário.

Respondi:

- Que bom.

Agora minha mãe pronunciou:

- Amanhã daremos um jantar para selarmos o contrato. Tomei um gole da água que estava na taça. - com a família Skarsgard.

Me afoguei e comecei a tossir, me lembrei do sobrenome do professor Bill, a sorte foi que as demoninhas das minhas irmãs desceram as escadas berrando feito loucas, com toda a certeza estavam brigando.

Paro de tossir, enquanto minha mãe fala pra elas:

- Não briguem meninas, agora é hora de ficar em silêncio.

A Nancy que era a babá delas as colocou sentadas nas cadeiras, a mesa era grande, tinha oito lugares e era de madeira de lei bem vernizada.

O chef da cozinha logo trouxe os pratos, hoje teríamos Lisensuppe, que nada mais é que sopa de lentilhas com costelinhas, eu não sei porque dificultar o nome das coisas, e eu só soube o nome pois foi o próprio chef quem disse.

Eu comi aquela sopa com a maior rapidez possível, eu queria a sobremesa, meu pai como sempre me repreendeu:

- Espero que amanhã use seus modos de etiqueta mocinha.

Revirei os olhos e cruzei os braços:

- Ok.

Fiquei lá sentada esperando todos comerem, as iguaizinhas não queriam comer, ouvi uma delas dizer que era água de privada, eu ri com isso, mas logo a babá e a minha mãe que tinham terminado de comer as fizeram comer, prometendo uma sobremesa maravilhosa.

De sobremesa comemos um bolo floresta negra que estava delicioso, depois nos despedimos e cada um foi para o seu respectivo quarto.

Eu escovei os dentes e fiquei pensando, pensando em quem não deveria, o professor, ele é tão lindo e alto, acho que eu estou gostando dele, droga por que ele não podia ser um aluno?, Porque nada nessa vida é fácil!

Bem, é melhor eu dormir, antes que pense em mais besteiras...

Acordei às oito no dia seguinte, não podia mais ficar dormindo, a minha cabeça doía e minhas pernas também, sentei na cama e me estiquei para aquecer meus músculos.

Fui até a janela e abri as cortinas, a janela era apenas de vidro então o sol bateu em meu rosto, eu quase fiquei sega, a abri e logo em seguida saí andando até o banheiro.

Fiz minhas higienes matinais e logo depois fui até o semitério que tinha nos fundos da casa, lá era o lugar onde gostava de ir quando não tinha nada pra fazer.

Fiquei andando por lá, vendo os nomes nas lápides, todos tinham o sobrenome Vlad, que era da parte de minha mãe, o meu pai era um Jones, um simples Jones que conquistou tudo o que tem graças a boa influência dos Vlad.

Não tinha flores nos túmulos, também apenas eu e alguns dos empregados visitavam de vez em quando o local.

Entrei na única capela que havia ali, não que eu seja religiosa, mas entrei lá, era sombrio e escuro, sorte que encontrei uma vela acesa para poder acender as outras quatro que tinham no local.

Havia várias pinturas dos ancestrais penduradas na parede, e um pequeno altar de mármore cinza, fui até ele e era como um armarinho, tinha uma porta bem pequena, então tentei abri-la mas estava emperrada, então fiz uma forcinha e consegui abrir.

Encontrei um pequeno baú de madeira, o peguei e logo depois todas as velas se apagaram e eu senti um frio que me arrepiou toda.

Um vento de não sei onde surgiu fezendo a porta fechar, eu a abri e sai correndo daquele lugar, eu ein, nunca mais vou entrar numa capela novamente.

Subi as escadas correndo e fui até o meu quarto, o baú precisava de uma chave, mas aonde eu poderia encontrar uma?.

Fui interrompida por batidas na porta, fui até lá e abri, era uma das empregadas me chamando para o café da manhã, eu desço com ela até a sala de jantar, a mesa está cheia de coisas, bolos, pães, tudo aquilo me deu água na boca, me sentei e comecei a comer, as gêmeas já estavam lá.

Eu estava na segunda fatia de bolo quando meus pais apareceram, eles nos disseram bom dia e se sentaram e logo minha mãe vem com uma notícia:

- Os Skarsgard vão vir para o almoço, quero todos prontos e bem apresentáveis.

Falou para todos na mesa e para os empregados, completou:

- Nancy, depois do café, você pode levar as pequenas para o parque de diversões?

- Sim senhora Vlad.

E assim foi, depois do café as duas foram pro quarto pulando feito cabritas pois iriam no parque, eu também queria ir mas fazer o que, não fui convidada.

Minha mãe disse pra eu ir com ela até seu quarto, e quando cheguei foi uma surpresa, não falei que era uma boa surpresa, ela me deu duas sacolas de duas lojas diferentes, disse que era pra eu usar no almoço.

Eu revirei os olhos e ela riu, fui até o meu quarto ver qual era a bomba dessa vez, tirei as coisas da sacola e tinha um par de saltos agulha da cor da pele, que deixa o peito do pé livre.

E minha nossa senhora, um vestido, Ah não, vestido não, eu odeio vestido, e o pior é que ele é prateado, eu vou parecer uma folha sulfite vestindo papel alumínio, era de cetim, e eu não iria usar sutiã, pelo menos uma coisa boa.

Deixei a roupa jogada na cama e voltei a atenção ao baú, eu me lembro de uma chave que a minha avó me deu, eu só não me lembro onde está.

Procuro nas gavetas, em bolsas mas nada, agora me lembrei!, eu costumava esconder as coisas que eu tinha, como se fosse um tesouro, me lembrei que tinha uma madeira oca no chão onde escondi algumas coisas.

A procuro pisando forte no chão e encontro o "piso falso", pego uma caneta e o levanto para cima, usando a caneta como alavanca.

Tem uma caixa de papelão dentro, tem muitas coisas, cartas de amigas, brincos de pérolas, anelzinhos e pulseiras que nem serviam mais, e finalmente a bendita chave prendida num cordão preto.

Fui até o baú e o abri, tirei dele um conjunto de colar, brincos e anel de pedras azuis, acho que era lápis lazuli.

Eram lindos então fui logo os colocando, olhei no espelho e ficou lindo, dava até mais viço pra minha pele pálida, a deixando levemente corada, disse pra mim mesma:

- Vou usá-las hoje.

 Voltei pro bau e encontrei um recipiente pequeno, um vidrinho preto, com algo dentro, nem o abri, coisa estranha, deixei lá mesmo, guardo o baú dentro da caixa e a coloco no esconderijo secreto, de repente sinto uma vontade de me arrumar, tiro minha roupa e começo a passar um creme hidratante de chocolate branco e morangos no meu corpo todo, se meus pais querem uma dama eles vão ter.


Notas Finais


Essas da foto são as jóias, e aí o que acham que vai acontecer nesse encontro?
Próximo capítulo só na sexta-feira.
Xoxo ❤


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