História Bloody Star - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Hozi, Jeongcheol, Jihoon, Soonhoon, Soonyoung
Exibições 115
Palavras 4.511
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noiteeeee!
Atulizando rapidinho, nér? A fanfic está caminhando para o final, então não esperem muito desse capítulo. MENTIRA, ESPEREM SIM. LEIAM SOZINHOS.
Foram avisados.
Boa leitura

Capítulo 12 - Chapter 11 - O reconstruir e o refazer


Chapter 11 – O reconstruir e o refazer

 

Ah, mas não tinha como descrever minha felicidade em saber que Wonwoo estava finalmente acordado. Foi bem louco porque não tinha acreditado no que eu via naquele momento. Eu pensei que fosse alguma miragem da minha tristeza – se é que isso existe. Eu o abracei com tanta força que ele xingou os primeiros mil palavrões desde que acordara. Então eu o xinguei também porque eu não merecia aquele tipo de tratamento.

 

Wonwoo, logicamente sentiu algumas dores pelo corpo, muita sede, sua boca deveria estar seca, e bastante fome. Eu me apressei para avisar aos enfermeiros de que o paciente em coma havia acordado. Eu com olhos inchados devido ao choro e a surra que eu levei. Logicamente levei uma advertência e terminaram os curativos em mim. Fizeram uma série de exames no meu amigo e só depois deles pude finalmente conversar com aquele louco.

 

Ele ficou espantado ao saber o tempo em que ficara desacordado e de tudo que eu fiz por ele. “Logo você? Eu nunca pensei que gostasse tanto de mim”, foi o que ele disse. O chamei de filho da puta insensível e continuamos conversando. Ele falou que não se lembra de nada desde que caiu da escada no dia do terremoto, mas que podia ouvir coisas. Não era como se ele pudesse sonhar, mas aposto que ele ouvia tudo a nossa volta, por isso ele teve um ataque naquele dia em que Minghao se desesperou.

 

E claro que ele perguntou sobre nosso amigo chinês, afinal ele era o mais novo e praticamente filho de Wonwoo, como ele mesmo classificava. Eu disse o quanto Minghao estava crescido e do quanto ele amadurecera. Mesmo depois do acidente, nossa criança tentava me animar e tentou colocar toda a responsabilidade de cuidar de mim sobre suas costas. Contei até que ele dava conselhos como o mais velho.

 

Nesse momento, ele acabou chorando, não creio que seja de tristeza, mas acho que ele estava realmente emocionado. Ele falou que não queria ter nos preocupado nem se ausentado por tanto tempo. Ele se desculpou algumas vezes e o abracei com força. Acabei por chorar junto dizendo que não era preciso desculpas, tudo aquilo aconteceu por um motivo e o que importava era que eu estou bem.

 

Depois daquela choradeira toda, ele resolveu focar nos machucados no meu rosto, maldita hora em que eu me aproximei. Ele queria saber de todos os detalhes de como aquelas marcas vieram parar no meu “rostinho bonito”. Eu acabei contando tudo para ele. Contei sobre Soonyoung, como o conheci, como estava sendo o namoro, contei sobre a primeira foda – e me assustei porque nesse assunto o Wonwoo se animou e me pediu para contar os mínimos detalhes – e contei, finalmente, sobre o quanto meu namorado é um covarde e como ele acreditou no Jeonghan.

 

Foi nesse momento que Wonwoo ficou puto, mas puto de verdade. Ele quase caiu da cama porque queria se levantar e tirar satisfação com ele e com o Chan, mas eu não deixei, logicamente. Tudo piorou quando eu contei que eles foram os responsáveis por me baterem tanto que quase perdi a consciência.

 

Eu juro que nunca ouvi tantos xingamentos, ameaças e outras coisas mais sair daquela boca tão bonita, mas tão suja que Jeon Wonwoo tinha. Ele ficou falando por meia hora em como iria chutar Jeonghan com toda a força até ele desmaiar e raspar a cabeça dele. Falou que iria enfiar um cabo de vassoura – vocês sabem aonde – no Chan e muitas outras coisas. Eu fiquei assustado.

 

Depois do acesso de raiva, finalmente pudemos conversar normalmente. Eu pude falar do quanto Soonyoung me fazia bem e do quanto meu namoro com ele era bom. Falei dos meus sentimentos mais profundos para ele e do quanto estava machucado. Aquilo me aliviou bastante, nem eu sabia que tinha tanta confiança assim em Wonwoo.

 

Os dias começaram a se passar rapidamente no hospital. O melhor de tudo, como voluntário do hospital, eu podia acompanhar meu amigo na fase de recuperação. Ele precisava voltar a movimentar e exercitar os músculos, a andar e todas essas coisas. Foi um trabalho árduo, mas Wonwoo foi bastante eficiente e rápido para a visão de qualquer profissional. Nunca viram uma recuperação tão veloz.

 

Bom, eu não sabia se ele melhorou tão rápido porque tinha muita força de vontade para voltar a andar ou se era minha presença nas sessões de fisioterapia. Mas segundo ele, precisava andar logo porque tinha que esmagar as cabeças de certa pessoas, não só do Jeonghan e do Chan, mas também de um tal de Soonyoung. Bom, eu não iria impedir, mas também não iria ajudar.

 

Wonwoo foi uma válvula de escape para a tristeza que sentia devido ao meu relacionamento com Soonyoung, Posso dizer que ele acordou na hora certa. Como eu sentia falta do meu amigo. Ele me fazia sentir muito bem, mesmo quando me xingava e falava altos palavrões. Eu nem me lembrava do namorado, ou ex, não sei mais de nada. Quem é Soonyoung? Nem conhecia mais.

 

Mentira, eu poderia estar livre da dor durante o dia, perto do Wonwoo, mas quando a noite chegava, ela chegava acompanhada das lágrimas que tiravam qualquer força do meu ser. meu coração apertava, minha cabeça doía, sentia que poderia morrer.

 

No dia seguinte, lá estava eu, lindo no hospital para ajudar o Wonwoo, nem ele nem Minghao percebiam o quanto ficar longe daquele que eu me apaixonara estava me machucando. Mas era isso que eu queria.

 

Em poucos dias, Wonwoo já fora liberado do hospital, mas ainda andava de muletas já que não podia fazer grandes caminhadas por muito tempo, era muito esforço para alguém que não andava por mais de um mês. E para comemorar tudo isso, o que decidimos fazer? Uma festa de boas vindas. Claro que era surpresa, até porque Minghao adorava fazer essas surpresas, era uma criança mesmo. Ele comprou balões, uma faixa de boas vindas e um bolo que parecia estar delicioso.

 

Ao contrário do que eu esperava, não seria apenas só nós dois naquela pequena festinha surpresa. Eu não sei de onde brotou tanta gente do colégio na minha casa. Eu não sei se eram pessoas que realmente gostavam de Wonwoo ou apenas se sensibilizaram com a história. Mas tinham mais de vinte cabeças na minha casa sendo que ninguém naquela instituição, com exceção dos professores e funcionários, não falavam com a gente. Até aí tudo bem.

 

Quando recebi a mensagem de Minghao avisando que já estavam chegando, eu mandei todo mundo calar a boca e deixar a casa em silêncio enquanto Wonwoo não entrava. Claro que não fui nem um pouco educado, até porque quem respeita um baixinho quando ele pede com educação?

 

Eles aguardaram com paciência até nosso querido recém-acordado chegar com suas muletas. Assim que ele abriu a porta e ouviu uma surpresa dos alunos que eu mal conhecia da escola, ele soltou um “puta que pariu” de susto e sorriu de maneira tão falsa que só os retardados não perceberam. Ele sussurrou algo para Minghao e entrou na minha sala para cumprimentar a todos os convidados. Cortamos o bolo, dividimos alguns salgadinhos e colocamos uma música em um volume agradável.

 

A comemoração até estava divertida, meus amigos e eu estávamos animados comendo doces e conversando assuntos aleatórios. Ele realmente fazia muita falta nas nossas vidas, todo o clima de tensão e pessimismo foi embora só com sua chegada. Estávamos nos divertindo, tomando uns refrigerantes quando eu percebi a porta se abrindo. – Quem mais era o interesseiro que foi na festa apenas para comer? – Eu falei um pouco baixo antes de me virar para o convidado.

 

E lá estava ele o meu querido namorado, ou ex, não tem como saber. Mas Soonyoung estava na porra da festa. Virei-me imediatamente para Minghao com uma expressão tão ameaçadora que eu tenho certeza que suas pernas tremeram de medo. – O que ele está fazendo aqui?

 

– Ué, Jihoonie, o Soonyoung foi um dos responsáveis por cuidar do Wonwoo e te ensinou tudo o que você sabe. – Minghao falou com uma voz um pouco manhosa, como de uma criança. Ele nunca cresceria. – Sem contar que essa palhaçada entre vocês dois tem que acabar de uma vez por todas. Vocês são namorados, vocês se gostam, então está na hora de conversar e resolver tudo isso! – Ele falou com mais autoridade que Wonwoo, que abusado! – Eu já conversei com ele, agora é a sua vez.

 

– Nossa, eu criei vocês direitinho. – Wonwoo disse sentando-se no sofá. – Eu acho que já posso me aposentar dessa vida de pai.

 

– De mãe, só se for. – Eu brinquei e até ri um pouco antes de sentir a mão muito conhecida por mim pousar em meu ombro.

 

– Acho que você concorda comigo que precisamos conversar e resolver esse assunto de uma vez por todas. – Meu corpo até tremeu com tamanha firmeza, segurança e seriedade que veio em seu tom de voz. – Sem discussões, vamos apenas conversar, tudo bem?

 

Eu suspirei porque não tinha o que fazer, eu apenas virei-me de costas para ele e caminhei até o corredor para o meu quarto que era a segunda porta do lado esquerdo. Entrei em meu quarto e fiquei parado ao lado da porta para que o mais velho entrasse antes de eu fecha-la novamente. Se eu deixasse aberta, era capaz de uns fofoqueiros ouvirem e quererem espalhar. Também fechei porque Wonwoo é fofoqueiro e Minghao se torna um perto dele.

 

– Quer começar falando? – Perguntei caminhando pelo meu quarto já conhecido pelo mais velho e sentando em minha cama com os braços cruzados e cara fechada. Mas eu não iria ceder nem a pau. – Por quando eu começar a falar, você não vai soltar um pio até eu terminar. E eu tenho muita coisa para te dizer.

 

– Então tudo bem. – Ele finalmente mostrou instabilidade, toda aquela pose de seguro com o que estava fazendo desapareceu tão de repente que quase não percebi a mudança brusca. – Eu sinto sua falta, Hoonie, muito mesmo. – Ele até pensou em se aproximar de mim e recuou ao perceber que eu ainda estava irritado. Soonyoung não me convenceria tão fácil. – Nesses dias que passei sem falar com você, te ignorando foram o pior erro que pude cometer na minha vida. Eu percebi que realmente estou apaixonado e percebi o quanto eu errei em deixar o medo superar esse sentimento.

 

– Você está falando assim, mas se esquece da merda que eu passei depois que você se afastou. Eu fiquei um lixo, Soonyoung, chorando pelos cantos, me meti em briga! Eu toda dia, antes de dormir, me lamentava por estar apaixonado. Não quero que tenha pena nem que me veja como uma vítima, quero que você saiba o quanto você me devastou por dentro, – Falei apontando para o meu peito. – Eu me permiti gostar de você para ser apenas pisoteado? Eu confiei em você para isso?

 

– Desculpa, Jihoon, eu… – Eu estava começando a ficar irritado de novo.

 

– Desculpas não vão concertar tudo, Soonyoung! Eu posso te desculpar, a gente pode voltar, mas como eu posso confiar em você de novo depois desse ocorrido? Como vou me entregar da mesma forma que antes se as chances de você fugir existem? – Eu acabei não me segurando. Assim que vi as lágrimas em seu rosto, eu acabei chorando também. Mas que drama, mas acho que nós dois precisávamos daquilo. – Me explica, como?

 

Então o mais alto aproximou-se de mim e me abraçou, como eu sentia falta de seu corpo, de seus braços, de seu carinho, de seu cheiro, de seu calor. Eu sentia falta de tudo em Soonyoung. Ele me abraçava com força enquanto nós dois chorávamos, como dois bebês. Mas eu acabei cedendo, o abracei também porque eu sentia que ele estava arrependido, eu tinha certeza que ele sofreu e chorou tanto quanto eu. Talvez ele até se martirizasse pela culpa que sentia.

 

Ele era esse tipo de pessoa.

 

Me afastei de seu corpo e limpei suas lágrimas com meus dedões antes de beijar sua bochecha. – Eu também sentia sua falta, eu não quero mais ficar longe de você. Mas ainda estou inseguro.

 

– Eu juro que nunca mais serei motivo da sua tristeza, Jihoon, eu juro para você. – Ele falou passando a mão no meu cabelo castanho. – A partir de hoje, eu apenas serei o motivos de seus sorrisos e se for para chorar, que seja de felicidade.

 

Depois dessas palavras tão fofas, não consegui me segurar, envolvi seu pescoço com meus braços, fiquei na ponta dos dedos e beijei seus lábios. Nos abraçamos com força, trocamos carícias e mais beijos. Eu sentia mais saudades de seus lábios do que eu imaginava.

 

As mãos de Soonyoung, que antes estavam no meu cabelo, desceram até meu quadril, as minhas foram direto para dentro de seu casaco e passei a percorrer cada centímetro de sua pele quente enquanto movia minha língua em sincronismo com a dele. As coisas começaram a ficar quentes e eu nem me importei com aquele bando de interesseiros do lado de fora, apenas estava me deixando levar pelo momento.

 

Me desfiz do casaco do meu – posso dizer agora – namorado, antes de ele me apertar com força contra seu corpo. Voltamos a nos beijar enquanto aliava suas costas e ele brincava com minhas pernas, mesmo por cima da calça.

 

– Soonyoung, tira a calça. – Pedi antes de me afastar dele e sentar na minha cama. Livrei-me daquela minha camisa de botão e passei a observar aquele corpo que já tinha visto, mas ainda não tinha admirado direito. Ele tinha uma barriga um tanto gordinha e por mais que estivesse maior do que o normal, era bastante fofa. Ele tinha o peito magro, mas isso o possibilitava de ter clavículas bem marcadas. Aquele pele branca, fácil e gostosa de se marcar e ainda tinha as pernas que eu pude ver assim que as calças foram retiradas. Coxas bem torneadas e fortes, eu salivei não só por causa delas, mas também pelo volume naquela cueca, o qual eu queria muito tocar.

 

Fiz um movimento com indicador e ele veio até mim, sentou-se ao meu lado na minha cama e voltamos a nos beijar. Enquanto a gente disputava espaço um na boca do outro, eu tentava tirar o botão da minha calça. Mas eu estava tão excitado e dependente de Soonyoung que eu nem estava conseguindo racionar direito. Precisei cessar o beijo só para tirar aquela merda de tecido.

 

Assim que me vi livre dela, ouvimos vários gritos na sala, mas eu ignorei, abri minhas pernas, jogando-as uma para cada lado do corpo de Soonyoung e sentei no seu olho. E lá estava ele, com os lábios fofo e inchados juntamente com seus olhinhos ainda marejados e o cabelo castanho bagunçado. Eu nunca mais quero vê-lo chorando por mim. Espero que nunca mais nos machuquemos como fizemos nesses últimos dias.

 

– Você é tão lindo. – Depois do meu comentário super óbvio, aquele fogo do sexo diminuiu, eu não perdi a vontade, mas minha necessidade era outra. Eu não queria apenas transar e sentir prazer, eu queria mostrar ao meu namorado o quanto eu o amo. Então, ainda em seu colo de cueca, eu beije de maneira mais calma, carinhosa enquanto enrolava meus dedos em seus fios castanhos. Talvez o Soonyoung tivesse entendido o recado, apenas abraçou-me e retribuiu o beijo carinhoso.

 

Eu estava de olhos fechados, o que me possibilitava sentir ainda mais desejo e felicidade por estar beijando aqueles lábios que tanto amo. Passamos a usar a língua, mas o ósculo continuava calmo e pedinte. Eu sorri durante o ato, pois percebi que ele continuava excitado comigo. Eu estava sentado bem em cima da sua ereção e passei a mover meu corpo lentamente sobre o dele, de maneira bem sexy, enquanto distribuía beijos carinhosos e estalados em seus lábios.

 

Empurrei Soonyoung para deitar-se em minha cama e continuei o beijando enquanto me movia em cima de si. Era como se o mundo estivesse parado e nós dois estivéssemos separados de todos, apenas nós dois, nos aproveitando.

 

Passei a mão em sua barriga e coloquei os dedos para dentro da cueca. Acariciei sua virilha com sutileza e percebi que a pele do local estava impecavelmente depilada. – Suas irmãs? – Perguntei com um sorriso e ele confirmou de imediato. Se não tivesse sido elas, ele teria muito o que explicar.

 

Afastei-me de seu corpo e sentei novamente em sua ereção, mesmo que estivéssemos de cueca, era como se o contato estivesse sendo direto. Eu rebolava sobre ele enquanto admirava aquele corpo cujo minha paixão só aumentava. Acariciei aquele peito e seus mamilos antes de ele soltar um muxoxo gostoso.

 

– Você é tão bom para mim, Hoonie. – Eu gostei de ouvir aquilo. Sai de cima de seu corpo e me apressei em tirar sua cueca, fiz o mesmo com a minha e voltei para cama. Eu não pude evitar de lamber os lábios quando vi o pênis de Soonyoung tão durinho pedindo por atenção.

 

Eu nunca fiz uma oral na vida, mas quando meu namorado fez em mim, foi a melhor coisa que já senti, então resolvi retribuir o prazer da nossa primeira. Levantei suas duas pernas, mordiscando um pouco cada uma delas, e segurei a ereção com certa firmeza. Umideci meus lábios e o coloquei completamente na minha boca. Soonyoung deixou um gemido baixo, mas arrastado pela garganta quando comecei a subir e descer, de maneira bem suave. O mais velho levou uma de suas mãos aos meus cabelos, porém, ao contrário do que eu imaginava, ele apenas fez um carinho no meu couro cabeludo. Eu me senti tão bem, que continuei me esforçando para chupa-lo de maneira que ele se sentisse bem.

 

Eu acariciava suas pernas enquanto pressionava meus lábios em torno do pênis e minha língua se movia dentro da minha boca, para dar uma sensação melhor a coisa. Soonyoung gemia baixinho, vez ou outra me elogiava ou dizia palavras desconexas, principalmente quando eu conseguia colocar grande parte dentro da minha boca. Mas minha boca era muito pequena para acomodar todo aquele membro.

 

Passei novamente meus lábios pelo local e deixei um estalo escapar assim que a glande deixou minha boca. Soonyoung mordia os próprios lábios e já estava suado. Ele estava tão lindo, tão fofo, mas ao mesmo tempo tão sexy. Passei a me tocar para minha ereção ficar um pouco mais dura. Eu precisava tê-lo para mim.

 

Me posicionei entre as pernas do mais velho e olhei em seus olhos. Ele estava evidentemente nervoso, com os lábios friccionados e o rosto vermelho. – Confie em mim, Soonyoung, você vai sentir muito prazer.

 

Ele confirmou com a cabeça, fechou os olhos e apenas me esperou. Eu deitei-me sobre ele, beijando seu pescoço antes de alcançar sua boca para relaxá-lo. Deixei que ele sentisse todo o seu gosto na minha língua para então me afastar e continuar o que eu faria antes.

 

Pressionei minha glande contra sua entrada, quando ela entrou, tudo aconteceu muito rápido. Soonyoung gritou, uma de suas pernas subiram e ele chutou minha cara. Eu acabei caindo para trás, consequentemente, cai da cama também.

 

Mas que namorado retardado que eu tenho.

 

– Jihoon! Me desculpa! Eu não sou bom em sentir dores! – Ele falou desesperado antes de engatinhar para ver se eu estava bem. Até que eu estava, mas sabe quando você fica levemente puto?

 

– Você chutou minha cara! – Reclamei levantando-me de imediato.

 

– Desculpa! – Ele estava tão desesperado que ficava fofo. Assim não dá para ficar irritado com ele. Soonyoung começou a passar a mão no local atingido e eu só consegui sorrir. Então o beijei novamente e brinquei com seu cabelo.

 

– Tudo bem, apenas deita, ok? – Pedi o empurrando novamente na cama. Joguei as pernas uma para cada lado de seu corpo e voltei a sentar sobre a sua ereção. Bom, se eu gostei muito de ser o passivo da outra vez e o Soonyoung é incapaz de ser um, por que mudar o time que está ganhando?

 

Mordi meus lábios e fiquei de joelhos na cama. Agora viria a parte desconfortável. Eu não tinha lubrificante e tudo seria no seco, como na primeira vez. Respirei fundo e comecei a colocar o pênis de Soonyoung dentro de mim. Doeu? Doeu bastante, mas senti-lo dentro de mim foi o suficiente para o prazer transbordar em meu corpo e superar qualquer incomodo que eu tivesse. A cada centímetro em meu interior, eu gemia um pouco mais alto. O mais velho me acompanhava nos sonhos e eu senti meu pênis latejar ao ouvir aquela voz tão gostosa gemendo comigo.

 

Meu namorado era perfeito.

 

Quando ele estava por completo dentro de mim, ele me puxou para mais perto e me beijou. Estava sendo tão carinhoso que qualquer outro vestígio de dor que eu sentia acabara de sumir e aquilo apenas me estimulou a lhe dar prazer. Voltei a me sentar, apoiei em seu peito e comecei a subir e descer, bem devagar.

 

Por algum motivo, eu comecei a ter espasmos naquele momento, aquilo estava muito bom, e o fato de Soonyoung estar segurando meu quadril e fazendo carinho no local estava sendo pior do que se ele estivesse me masturbando. Sinto como se Soonyoung pudesse me proporcionar prazer de qualquer modo, independente de como seja. Mas não só isso, sentia que ele também me traria felicidade.

 

Sorri para ele e passei a aumentar minha velocidade, não muito para não quebrar aquele nosso clima gostoso e porque eu tenho uma bunda grande, eu poderia machuca-lo se fizesse com muita força. Mas tirando esses detalhes supérfluos.

 

Eu cavalgava com vontade sobre ele e estava tentado a aumentar a velocidade apenas de ouvir seus gemidos. Revirei os olhos e passei a rebolar sobre ele como nas danças que ele costumava fazer com suas irmãs. Uma dança bem sensual.

 

Ele levou as mãos do meu quadril até o peito e passou a estimular meus mamilos. Eu pensei que isso era besteira, mas puta que pariu! Eu era sensível ali e quando ele passou a acariciar o local, mesmo que fosse bem suavemente, me proporcionou um prazer enorme. Mordi meus lábios e juro que quase gozei quando ele disse com a voz grave – Você é perfeito para mim, Jihoon, na medida certa.

 

Eu não aguentei e acabei aumentando um pouco mais minha velocidade. Soonyoung fechou os olhos e apenas aproveitou o momento. Apertei com pressão minhas paredes internas para envolve-lo melhor e continuei me movendo. Eu já estava suando devido ao calor do quarto, tudo estava muito bom.

 

Eu estava sentindo muito prazer com o ato, mas saber que estava proporcionando prazer a Soonyoung me fazia sentir ainda melhor. Fechei meus olhos e sem esperar muito, seguido de um gemido sôfrego e arrastado, Soonyoung se desfez dentro de mim. Aquela sensação gostosa do líquido quente dentro de mim é inexplicável. Senti meu coração acelerar com aquilo e uma onda de prazer passar pelo meu corpo.

 

Continuei me movendo, mesmo depois do mais velho ter terminado, afinal eu também precisava chegar ao ápice, mas não demorou muito. Assim que meu namorado pôs a mão no meu pênis, eu acabei tremendo e gozei sobre ele, mordendo meus lábios para não fazer som alto demais.

 

Após revirar os olhos com aquele orgasmo, meu corpo ficou fraco e eu me joguei sobre o corpo do mais velho. Eu estava ofegante e suado, até porque foi eu quem fiz o trabalho todo. Senti o seus braços envolverem meu corpo e ele depositou um beijo no topo da minha testa.

 

– Eu te amo, Jihoonie. – Ele falou de forma tão carinhosa que eu me derreti em seus braços.

 

– Eu também te amo, Soonyoung, e definitivamente não consigo ficar longe de você, eu não posso ficar sem você. – Admiti também o abraçando e escondendo meu rosto em seu peito. – Você é minha lua, e meu sol, e todas as minhas estrelas. Você é a mais bela estrela sangrenta.

 

– Estrela sangrenta?

 

– São aquelas a quais recorremos nos momentos mais difíceis, aquelas que pedimos para ser salvos. – Eu falei levantando meu olhar para ver o rostinho do meu namorado. – Você é a minha estrela sangrenta. Você me salvou em uma situação difícil.

 

– Você quem é o responsável pela minha felicidade, então acho que realmente fomos feitos um para o outro. – Eu não respondi, apenas o abracei com força torcendo para aquilo fosse verdade.

 

> Chapter 11 – Cut <

 

Nós tomamos banho rapidamente e voltamos para sala de mãos dadas, pelo tempo em que demoramos e pela forma em que voltamos, obviamente, significava nossa volta oficial. Minghao, assim que nos viu, começou a bater palmas. Olhei em volta, ainda havia alguns convidados abusados, mas nenhum deles prestava atenção em nós dois.

 

– Finalmente voltaram! – O chinês comemorou, o fã número um do nosso namoro desde antes de nos tornarmos amigos. – Eu pensei que vocês só iriam conversar, mas pelos gemidos que escutamos, vocês se resolveram de vez.

 

Wonwoo acabou cuspindo refrigerante que tomava com a fala do chinês. – Porra, Minghao, não precisa ficar explanando desse jeito!

 

– Nós fizemos tanto barulho assim? – Soonyoung perguntou preocupado olhando e algum dos convidados nos olhava com cara feia.

 

– Não, na verdade, não escutamos nada. Eu deduzi que estavam transando pelo tempo que demoraram para voltar. – Wonwoo disse bebendo o restante do líquido no copo descartável. – Mas o Minghao tem um detector de sexo, vocês sabem. Ele consegue captar gemidos impossíveis de serem escutados.

 

– Você é muito engraçadinho. – Minghao falou pegando o copo em sua mão para buscar mais refrigerante para Wonwoo. O mais novo de nós estava fazendo todo aquele trabalho para o recém chegado não fazer esforço.

 

– Então tudo ficou resolvido? É menos um que vou ter que espancar até a morte? – Ele lançou aquele olhar assassino que dava medo até em mim para Soonyoung. Logicamente, meu namorado se encolheu todo com o ato. – É brincadeira, mas faça o Jihoon chorar de novo para você ver o que acontece.

 

– Essa ameaça é muito séria, desculpe lhe confirmar. – Eu disse com uma risadinha. Eu sabia que Wonwoo iria atrás do meu namorado não importa o que acontecesse.

 

– Inclusive, meu nome é Soonyoung. Ainda não fomos apresentados, mas fui eu quem ajudou a cuidar de você. – Meu namorado aproximou-se do meu amigo e apertou sua mão. – Jihoon quem fez tudo.

 

– Verdade, eu sou um ótimo amigo, não é?

 

– Não fez mais que sua obrigação. – Ele respondeu com dureza. Mal agradecido.

 

– Eu só não fiz isso porque não tinha idade para trabalho voluntário. Se não faria o mesmo que o Jihoonie. – Minghao falou ao se aproximar e devolver o copo cheio com refrigerante.

 

– Você não é obrigado, você é um bebê. Jihoon deveria estar cuidando de você também. – Eu vou dar na cara desse moleque.

 

– Ok, tudo bem, o importante é que você voltou, Soonyoung voltou e eu sou a pessoa mais feliz desse mundo! – Ok, admito que fui muito gay nessa hora. Mas foi uma coisa boa porque todo mundo veio me abraçar e, sinceramente, eu nunca me senti tão bem desde antes de Seungcheol morrer. Eu admiti? Não, mandei eles desgrudarem e xinguei todo mundo.

 

> Chapter 11 – Finish <


Notas Finais


Espero que tenham gostado, agora se preparem porque Bloody Star vai se encaxiar com Bloody Rose para quem lê os dois. ÇANKSDKÇNASÇDKNAS Respirem fundo depois desse capítulo. Vou tentar não demorar.

Obrigado mesmo por estarem acompanhando, lendo, comentando. Amo vocês, eu não estaria escrevendo se não fossem vocês.
Beijos de um viciado em TaeKook e escravo de SoonHoon,
Nahu


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...