História Blown - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias WINNER, Wonder Girls
Personagens Bobby, Jinhwan, Kyung-il, Mino, Personagens Originais, Zhou Mi
Tags History, Ikon, Kyungil, Mino, Sunmi, Winner, Wonder Girls, Zhoumi
Exibições 79
Palavras 2.296
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello! Mais uma Fic! Desta vez venho com uma Fic meio forte nos meus olhos e diferente do que já fiz.
Podem me chamar de Kah e eu sou a pessoa que irá deixar vocês malucos com está história. Espero que me dêem amor e sejam bem vindos ao meu mundo. Espero que gostem!

Capítulo 1 - The facts


"P.O.V Lee SunMi on".

Em um carro à alta velocidade, as luzes da cidades passavam como riscos pela janela, o vento que entrava por ali era refrescante. A adrenalina de acabar de roubar um banco e sair em um carro era algo magnífico. A polícia local já deveria estar à caminho do local do roubo, mas nós já estaríamos à metros de distância! Eu me preocuparia se seria pega se meus parceiros não fossem Song MinHo e Kim JiWon. Nós éramos o trio perfeito, nunca deixávamos rastros e sempre éramos bem sucedidos no que fazíamos.

Eu continuava a observar os riscos de luzes pela janela do carro quando senti  beijos calorosos em meu pescoço, involuntariamente fechei meus olhos, já que eu adorava quando Mino fazia aquilo. Sua mãos adentraram minha camiseta preta e começaram a massagear meus seios, acabei soltando um gemido sem querer e então falei:

-Mino, não vamos fazer isto aqui, okay?!-Falo delicadamente, lutando para não me opor por completo a ele e tiro sua mão de meus seios.

-Por que não, hein?-Ele continua a me provocar dando beijos em meu pescoço.

-O Bobby não é obrigado a ver este tipo de coisa.-Olho para o pequeno espelho da parte interna do carro e então noto Bobby, apelido dado à JiWon quando ele morava nos Estados Unidos, olhando nós dois no banco traseiro.

-Qual o problema? Ele também transa!

-Juro que quando chegarmos em casa, a primeira coisa que vamos fazer é ir para o seu quarto.-Falo depois de aproximar minha boca de seu ouvido e então, por último dou uma mordiscada leve em sua orelha. O olho e ele dá um sorriso pervertido.

O que eu sou exatamente de Mino? Bom, nós temos um relacionamento, mas não exatamente um namoro. Ficamos sempre, mas sem aquela troca de sentimentos, pelo menos não por parte dele. Por passar tanto tempo com Mino, acabei desenvolvendo um certo sentimento por ele, o tipo de sentimento que me faz ser submissa de certa forma a ele. Eu sei, isto é muito ruim, mas o que eu posso fazer se tenho a necessidade de agradá-lo de todas as formas?!

Mas Song MinHo não é tão bom assim. Ele leva muito à sério o seu trabalho e se alguém der um passo em falso, ele não pensa nem duas vezes antes de eliminar esta pessoa de vez. Acho que o que mais deu certo até hoje com Mino, foi Bobby. O garoto não tem medo de quebrar as regras, não pensa em nada além de conseguir o que quer, e além disto, a morte não o assusta. Conhecendo Mino bem, sei que ele adora gente que o desafia, mesmo sabendo que ele pode apontar uma arma para sua cabeça quando quiser. Bobby não aceita tudo calado, sempre mostra sua opinião e confesso que isto é o que admiro nele.

Já eu? Eu sou o oposto de Bobby, nunca me oponho a Song MinHo. Não tenho medo do que ele possa fazer comigo e sim de que ele me deixe. Acho que ficar longe de Mino à esta altura do campeonato é pior que morrer depois de ser torturada. Eu realmente não me importo de ser o brinquedo dele, contando que ele fique comigo, está tudo ótimo!

[..]

Depois de contados quarenta minutos chegamos em nossa casa. Uma grande mansão, erguida por Mino com todo o dinheiro que ele tirou de seus ataques golpistas. Mino era conhecido como o "Chefão dos Golpes Bilionários". Ele nunca perdia seu tempo com coisas medíocres, sempre dava uma "grande facada". Todos que trabalhavam com ele eram cuidadosamente selecionados, mas todos sabiam que nunca iam ganhar sua confiança por completo como eu e Bobby, nós dois éramos os "braços" de Song MinHo. Mas para conseguir a confiança de Mino por completo tive que lutar muito.

Eu fugi de casa aos meus dezesseis anos quando algo muito ruim destruiu minha família, de forma que meu irmão foi preso na época. Eu não tinha para onde ir e nem tinha ideia do que fazer para sobreviver. Comecei a trabalhar em uma cafeteria de esquina, um pequeno negócio, eu recebia menos que a metade de um salário mínimo, mas era o suficiente para comprar um ramén no final do dia. Em um dia normal de trabalho, assim que abri a loja, fui surpreendida por um cara de cabelos pretos, a pele um pouco bronzeada e um corpo perfeitamente másculo. Este era Song MinHo. O mesmo me pediu um café e falou de forma autoritária para que eu me sentasse em uma das mesas com ele e lhe fizesse companhia. Eu não precisava falar nada, apenas me sentar com ele. Concordei e fiquei à sua frente até que chegassem mais clientes. Minha primeira impressão era que ele era um tanto solitário e isso o fazia humilhado! Por sua cabeça pareciam se passar muitas coisas e tive a sensação de que não eram nem um pouco boas, algo em sua expressão me dizia que além de solitário, ele era alguém maldoso.

Em meus dias de trabalho, depois daquele, suas visitas se tornaram frequentes, sempre no mesmo horário, na mesma mesa, com o mesmo café e a mesma expressão. Aquilo já era normal para mim, mas nós nunca trocávamos nenhuma palavra, apenas nos olhávamos e de certa forma, eu o via relaxar apenas com aquela troca de olhares. E o motivo por ter me apaixonado por ele, foi de tanto ficar o observando. A forma como ele colocava o copo de café na boca, como o engolia e então voltava a me olhar de forma misteriosa, mas também arrepiante.

Mas seus encontros frequentes me atrapalharam no trabalho, já que em um belo dia meu patrão chegou e me encontrou sentada com Mino. O velho ficou furioso e então me despediu. Eu deveria ter me arrastado pelo chão e pedir que me perdoasse, mas eu já estava de saco cheio daquele velho nojento! Queria que ele fosse para a puta que o pariu!

Como trabalhávamos apenas nós dois naquele estabelecimento por ser um pequeno negócio, o velho vivia tentando ter momentos a sós comigo para poder passar a mão em mim, mas eu só tinha cara de ingênua, eu sabia me defender, de forma que o velho só fez aquilo uma vez e nunca mais tentou a sorte! Eu já fui muito ingênua, a ponto de meu próprio pai me fazer mal e eu ficar calada, aguentando tudo, apenas com medo que minha família fosse destruída, mas no final das contas não adiantou nada eu me manter calada e oprimida, já que tudo acabou-se do mesmo jeito e da forma mais agoniante e aterrorizante!

Mas existe aquele ditado:"De tanto cair e levantar sozinha, uma hora você aprende!", e foi exatamente o que me ocorreu. Eu caí e me machuquei muitas vezes e então aprendi a me tornar mais forte. E como consequência de minha força, aprendi a não confiar em mais ninguém. Quer dizer, em quase ninguém, pois Mino tem minha confiança, já que ele a conquistou!

No dia em que meu patrão me demitiu, Mino estava presente e viu quando o velho começou a gritar comigo e queria partir para cima de mim, então o mais novo tomou as frentes e bateu de frente com o velho, lhe apontando uma arma, que não fez só o velho estremecer, mas eu junto! Naquele momento eu tinha a certeza de que por trás de seu olhar misterioso existia o perigo!

Ele apenas atirou em um dos aparelhos de café só para dar um susto no velho, pegou em meu braço com força e então me arrastou para muito longe daquele bairro. Quando estávamos o mais afastados possível, ele parou o carro e pela primeira vez proferiu algumas palavras. "Você vai morar comigo a partir de hoje.", ele falou e então logo me surpreendi não somente com seu tom assustador, mas com sua voz que era um som maravilhoso para meus ouvidos, rouca e um pouco falha. "Eu nem te conheço", falei e então ele me olhou na mesma hora, em seus olhos eu podia vê-lo questionar minha atitude, já que ele tinha acabado de me tirar de uma situação ruim e eu ainda desconfiava de sua pessoa. "Te livrar das mãos de um velho nojento, que sempre tentou te estuprar não é o suficiente para você confiar em mim e ir morar comigo?!", ele indaga e posso notar o desapontamento em sua voz.

A verdade é que eu de fato não sabia nem da metade do que era realmente Song MinHo naquela época, para falar seu nome pra mim demorou um mês depois que me mudei para sua casa. Ele era de poucas palavras, mas de muitas atitudes. Seu toque era como a minha droga, o gosto de seu beijo era como o meu elixir para a minha vida...cada noite que passávamos juntos era como se fosse levada às estrelas! Era aí que meu amor doentio por Mino se cultivava, mas diferente de um amor psicótico, eu nunca cheguei a querer machucar Mino para tê-lo só pra mim. O único que machucava ali era ele, seja com palavras ou com ações. Haviam momentos em que Mino chegava com mulheres em casa por simplesmente estar cansado de mim naquele dia, então quando notava minha expressão de tristeza, ele fazia questão de me punir ali, na frente daquelas desconhecidas, me dizendo coisas horríveis e me arrastando de volta para meu quarto e me trancando lá, e sua desculpa era que não queria que eu o atrapalhasse com meus sentimentos futéis e que ele não me pertencia, eu é que o pertencia.

Se Mino soubesse o peso daquelas palavras, ele talvez recuaria ao me dizer aquilo, mas ele só recuaria se realmente gostasse de mim, e ele nunca o fez. Milhares de vezes cheguei a me machucar com cortantes, descontando toda a raiva em mim mesma, já que eu tinha conhecimento de que eu era a culpada por tudo aquilo. E mesmo tendo meus sentimentos pisoteados por ele, nunca deixei de amá-lo. Cada vez que ele sorria pra mim, imediatamente eu me esquecia de todas as coisas ruins que ele me fazia e caía novamente em seus braços, o meu lugar favorito no mundo inteiro.

Com o passar do tempo, fui me acostumando com aquela realidade em que eu vivia, aprendi a controlar meus sentimentos por Mino nas horas que não eram convenientes, e o motivo de meu controle era o trabalho em que Mino havia me enfiado. Ao conquistar sua confiança e ao ter que passar por cenas perigosas e não saber o que fazer na hora para ajudar Mino, ele começou a me treinar com equipamentos que podem ser muito fatáis, como armas de fogo e facas. Mino é muito experiente com mortes e com outras formas que levam ao fim da vida de alguém. Ele passou a me dar aulas de tiro, e eu confesso que adorava aquilo, já que eu passava muito tempo com ele. A forma como ficava por trás de mim para me ajudar a posicionar a pistóla da forma correta, fazia com que meus batimentos se acelerassem e que eu quisesse mais que tudo começar a beijar sua boca bem desenhada. Mas ele por sua vez, não me dava bola ali, já que aquilo era parte de um trabalho sério!

Mino também me ajudou com o uso de facas e contratou alguém que me ajudasse com artes marciais, de forma que eu pudesse me defender quando precisasse. Depois que eu estava completamente treinada, Mino começou a me mandar para trabalhos, que no início eram só para me testar, mas depois se tornaram sérios. Mino era esperto, ele queria que eu ganhasse a confiança dos sujeitos com meu rosto ingênuo e bonito como ele mesmo o descrevia, e eu conseguia. Vários homens se aproximavam de mim e muitos por terem fetiches por garotas com cara de "anjo", confiavam à mim completamente, como Mino queria. Este trabalho era sujo, mas se tem uma coisa que nunca fiz e que nunca Mino ordenou que eu fizesse, era me deitar com estes sujeitos. Song MinHo confiava em meu rosto e sempre dizia que se algum dos caras tentassem transar comigo, não era pra eu ter dó ao matá-los na mesma hora, já que o que mais Mino abominava era estupro, tanto que ele nunca me forçou a fazer sexo com ele. Ele me provocava, mas não me forçava a nada.

No ano que fiz meus dezoito anos foi quando Kim JiWon chegou em nossa casa. Eu não sabia ao certo como ele foi parar naquela mansão, mas o que eu sabia é que Mino lhe testou de todas as formas; seja apontando armas para sua cabeça ou compartilhando informações "preciosas" com ele e armando um sequestro falso, onde ele era torturado para ver se ele abria a boca, mas adivinha? Bobby passou nos testes. Quando armas eram apontadas para sua cabeça, ele continuava com a mesma expressão, relaxado, nenhum medo era notável em sua expressão. E quando ele era torturado, era como se estivesse mudo! Bobby passou por muita coisa para se tornar o que é hoje, a caixinha de segredos de Song MinHo. E nesta decisão, concordo com Mino, Bobby de fato é de confiança. Em todos os apectos. Nunca o vi querer trair Mino nestes três anos que trabalhamos juntos. Para terem noção disto, Bobby nem fica olhando para mim tanto, achando que o Mino pode entender que ele quer pegar a mulher dele, diferente do resto de funcionários de Mino, que só faltam me engolir quando eu passava. Mas eu nunca dei bola para isso porque nunca vou gostar de alguém como gosto de Song Mino, o único homem que desejo ir para o paraíso em seus braços, enquanto ele me beija.


Notas Finais


Este é o fim do primeiro capítulo :( espero que tenha gostado e continuarei logo!
Até mais!


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