História Blue (incesto) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Gigi Hadid, Magcon, Nash Grier, Nina Agdal
Tags Incesto, Magcon, Nash Grier
Exibições 220
Palavras 1.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Feelings


Fanfic / Fanfiction Blue (incesto) - Capítulo 3 - Feelings

You watch me bleed until I can't breathe

Shaking, falling onto my knees

And now that I'm without your kisses

I'll be needing stitches

Tripping over myself

Aching begging you to come help

And now that I'm without your kisses

I'll be needing stitches

Just like a moth drawn to a flame

Oh, you lured me in, I couldn't sense the pain

Your bitter heart cold to the touch

Now I'm gonna reap what I sow

I'm left seeing red on my own

(Stitches,Shawn Mendes)

 

9 AM Los Angeles – California.

Tenho me confundido na tentativa de te decifrar, todos os dias. Mas confusa, perdida, sozinha, minha única certeza é que de cada vez aumenta ainda mais minha necessidade de voce. Torna-se desesperada, urgente. Eu já não sei o que faço. Não sinto nenhuma outra alegria além de voce.
Como pude cair assim nesse fundo poço? Quando foi que me desequilibrei?

Não era nada com você. Ou quase nada. Estou tão desintegrada. Joguei sobre você tantos medos, tanta coisa travada, tanto medo de rejeição, tanta dor. Difícil explicar. Muitas coisas duras por dentro. Farpas. Uma pressa, uma urgência.E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir antes que cresça. E tomo a providência cuidadosa de eu mesmo me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também. Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada.

Fiz fantasias. No meu demente exercício para pisar no real, finjo que não fantasio. Até o último momento esperei que você me chamasse de amor pelo telefone.E eu estava só começando a entrar num estado de amor por você. Mas não me permiti, não te permiti, não nos permiti.

 Não sinto agressividade nenhuma em relação a você.Dá um certo trabalho decodificar todas as emoções contraditórias, confusas, soma-las, diminui-las e tirar essa síntese numa palavra só, esta: amor.

Não acho bonito que a gente se trate assim, só isso. Encontre, desencontre e nada mais, nunca mais.Não sei se a gente pode continuar isso. Não sei se em algum momento cheguei a ver você completamente como outra pessoa, ou, o tempo todo, como uma Possibilidade de Resolver Minha Carência. Porque até hoje não consegui conquistar essa disciplina dos sentimentos, essas  emoções.

Eu podia dizer que tínhamos bebido demais.Eu podia contar a você dos meus últimos meses, oito, dez, doze horas por dia sobre os meus,os nossos sentimentos, talvez tivesse ajudado a doer menos em mim,como em voce.

Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas… Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo.

Eu amo desorganizado, desenvergonhado. Tenho um amor que não é fácil de compreender porque é confuso. Não controlo, não planejo, não guardo para o mês seguinte. A confusão é quase uma solidão adicional. Uma solidão emprestada. Sou daquelas que pedirá desculpa por algo que o outro nem chegou a entender, que mandará nova carta para redimir uma mágoa inventada, que estará se cobrando antes de dizer. Basta alguém me odiar que me solidarizo ao ódio. Quisera resistir mais. Mas eu faço comigo a minha pior vingança. Amar demais é o mesmo que não amar. A sobra é o mesmo que a falta. Desejava encontrar no mundo um amor igual ao meu. Se não suporto o meu próprio amor, como exigir isso?

 Eu estava com a minha cabeça a mil.

  -Nash – falei me afastando e senti as lagrimas vindo.

  -Desculpa – Nash falou se afastando – eu forcei a barra não forcei?

  -Eu só não quero te amar mais do que eu já amo – falei colocando minha cabeça entre minhas pernas.

  -Como? – olhei de lado para Nash e vi seus olhos brilharem,como uma nova esperança.

  -Eu só não quero correr o risco de me machucar mais ainda – falei abafadamente entre meus joelhos.

  -Eu não vou te machucar eu te prometo – Nash fez carinho em minhas costas e levantou meu rosto, o acariciando com seus dedos aveludados.

  -Isso é errado – falei balançando a cabeça, tentando tirar essa idéia louca da minha cabeça.

  -Eu queria que você soubesse o que se passa aqui dentro-Nash apontou para seu peito - mas até eu mesmo me sinto confuso muitas vezes. Mas saiba, que ninguém nunca ocupou o espaço que você ocupa, eu tento fugir do que sinto, mas só basta você se aproximar e tudo muda. Você tem um poder inegável sobre mim.

  -E voce acha que comigo não é o mesmo? – falei tentando não demonstrar a felicidade por ter escutado o que ele tinha acabado de falar.

  -Entao qual o problema?

  -Eu já te falei o problema – me levantei indo em direção ao mar.

  -Não foge da conversa Maquenzie! – Nash correu atrás de mim.

  -Eu só não quero mais falar sobre isso pode ser? – tentei sorrir, mas meus sentimentos estavam a flor da pele, então em vez de sorrir eu poderia chorar.

  -Tudo bem – ele falou devastado.

Eu mergulhei sentindo aquelas ondas geladas invadirem meus rosto e molharem meus cabelos.A água salgada fez meu olho arder,mas a dor era suportável comparada com a dor que eu estava sentindo por Nash.

Eu tinha feito a coisa certa?

Eu não entendo o amor, é tão complicado! Como as pessoas podem amar outra pessoa mais que si mesma? São tantas coisas, tantas confusões na minha cabeça, que ninguém consegue explicar.

Eu precisava só de uma coisa agora,seu beijo.

Voltei para a superfície e vi Nash mergulhando também,assim que ele subiu eu o segurei e o puxei para mais perto.

  -Eu estou precisando disso – falei e sem pensar duas vezes,joguei meus braços em seu pescoço.Para isso,precisei ficar na ponta dos pés.Nash rodeou-me com seus braços fortes,e eu senti suas mãos fazendo um leve carinho no meio das minhas costas.

Eu não ligo, não dou a mínima, se alguém ver, eu estou precisando dele agora, mas isso só iria acontecer uma vez e essa vez seria agora.

Por um momento Nash levou um susto,mas quando nossos lábios se encontraram, foi como se meu corpo não me obedecesse mais, não resistia aquele encontro de desejos. A força do amor era mais forte que eu, o céu parecia ter descido sobre nós. Não podia conter a alegria de beijar o homem que me fez conhecer o sentido de amar.Nada mais no mundo importava alem de nos.Alem dos toques macios de seus lábios roçando os meus..do seu perfume em seu pescoço..de suas mãos em meus cabelos e costas para me aproximar mais dele.Essa era a sensação que eu jamais esqueceria.


Notas Finais


olha quem voltou!
Adorei escrever esse capitulo, coloquei todos os meus sentimentos nele e espero que voces tenham gostado.
Obrigada pelos 100 favoritos e por cada comentario!
bjinhos e ate o proximo capitulo seus lindos


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