História Blue Laggon - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Itachi Uchiha, Kizashi Haruno, Mebuki Haruno, Mikoto Uchiha, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Sasusaku
Visualizações 99
Palavras 3.268
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Cap narrado pela linda mamãe Mikoto Uchiha =D

Capítulo 4 - O acidente Parte I - O amor de mãe


Fanfic / Fanfiction Blue Laggon - Capítulo 4 - O acidente Parte I - O amor de mãe

 

Abri meus olhos bem de vagar, a luz que entrava pela janela de meu quarto começou a incomodar minhas vistas, franzi as sobrancelhas.

Como pude me esquecer ontem à noite de fechar as cortinas?

Viro o corpo para a direita e encontro meu marido ainda adormecido ao meu lado, sorrio lhe acariciando os cabelos.

Me sento na cama e olho no relógio que coloquei encima da cômoda, 06:30.

Dou uma esticada no corpo e me levanto de vagar, me aproximo da janela e fecho um pouco as cortinas.  

Encaminho-me para a suíte dentro do quarto e escovo meus dentes. Quando olho no espelho alguma coisa me atinge com pesar, não sei o que é.

Uma sensação muita estranha me invade de forma avassaladora, como um pressentimento, algo ruim podia estar para acontecer. Suspiro pesado enquanto termino de enxaguar minha boca.

O que é isso meu Deus? Que sensação é essa?

Saio do banheiro e olho mais uma vez para meu marido deitado na cama, me aproximo dele e lhe balanço com a intenção de acordá-lo. Ele abre os olhos e me olha com receio;

- O que houve Mikoto?

-Estou com uma sensação meio ruim, acho que é em relação a essa viagem de avião. Fugaku vamos deixa-la para depois?

-Mikoto já te disse para parar com essas bobagens de sensação, da ultima vez foi em relação a sua mãe e você viu o que aconteceu, nada, ela estava super bem.

Suspiro frustrada olhando para o teto.

-amor, olha vamos visitar Tsunade, você não a considera como uma segunda mãe? Faz tanto tempo que ela nos implora para rever os meninos, eles nem se lembram da mulher que a ajudou colocá-los no mundo. O Sasuke tem que conhecer sua madrinha, prometemos a ela, lembra?

-Não sei Fugaku, tenho medo sabe, não gosto de avião e essa sensação é diferente, não é como foi quando achei que a mamãe estava doente, é mais forte, mais intensa – lhe disse com pesar, meu coração estava disparado no peito.

-Fica calma – ele me abraça e me beija com carinho;

-tudo vai correr bem, o Kizashi trabalha com isso, é sua profissão, não vai acontecer nada com ele pilotando o avião – tentava me acalmar.

-Eu sei que o Kizashi é piloto profissional de aeronaves, não me preocupo com relação a isso, mas os meninos são tão pequenininhos, Fugaku, acho que eles vão ficar com medo de voar no jatinho particular dele – lhe respondi.

-Mikoto, eu sei que quer me convencer a também ficar com receio, mas não vamos fazer essa desfeita novamente para a Tsunade, nem para os Harunos não é? Kizashi ficou o mês inteiro cuidando de tudo para irmos até lá, preparou o avião, as autorizações de vôo, gastou tempo e dinheiro para podermos todos viajar juntos com segurança, então você fica calma, vai dar tudo certo – ele murmurou se levantando da cama e indo ao banheiro.

Fechei meus olhos com força e sai do quarto.

Caminhei com certa presa até o quarto que tinha deixado meus amados filhos dormindo, abri a porta suavemente e me deparei com a cena que sempre enchia meu coração de amor. Amor de mãe.

Meus bebês estavam tão lindos dormindo, meus lindos anjinhos.

O amor que sentia pelos dois ultrapassava todas as barreiras do mundo, daria minha vida por vê-los bem e feliz.

Me aproximei da cama de Sasuke e lhe olhei mais de perto, ele dormia abraçadinho ao seu dinossauro de pelúcia que lhe dei em seu aniversário de 7 aninhos, lhe acariciei os cabelos macios e lhe beijei a bochecha, sua pele com cheirinho de bebê me fazia sempre sorrir o olhando.

Levantei-me e me aproximei da cama de meu primogênito, Itachi dormia com uma das pernas encima da parede ao lado da cama, sorri o dando também um beijo na bochecha e lhe balancei suave com a intenção de o acordar.

-Acorda amorzinho da mamãe, vem escovar os dentes e me ajudar a preparar o café da manhã – lhe disse assim que o vi abrir os olhos e resmungar para deixá-lo dormir mais.

Insistir e Itachi levantou meio sonolento e o mandei ir ao banheiro primeiro.

Olhei para as malas que antes tinha feito para meus pequenos e suspirei, teria que fazer uma menor, pois iríamos ficar apenas dois dias na casa da Tsunade.

Fugaku estava certo, não podemos fazer essa desfeita para ela, sei que também ama os meninos e como madrinha do Sasuke está muito ansiosa com nossa ida.

Passei certo tempo viajando em alguns pensamentos, como a época em que me ajudou. Eu podia ter perdido meu bebê, se não fosse por ela não sei o que seria de mim, pois minha gravidez foi de bastante risco. Grande Tsunade, sorri com admiração.

Quando meu filho retornou ao quarto o mandei separar as roupas que queria usar nos dois dias que passaríamos fora da casa dos Harunos e o mandei deixar Sasuke dormir um pouco mais.

Fui para cozinha e avistei Mebuki ao lado de algumas empregadas preparando o café da manhã, sorri lhe abraçando e dando bom dia.

-Bom dia minha amiga maravilhosa! Olha, será que os meninos vão gostar de bolinhos de chuva para o café da manha? – me perguntou esperançosa.

-Eu não sei, mas, vou amar de paixão não se preocupe com isso, seu afilhado sei que irá amar também, pois é um doceiro de mão cheia, porém o Sasuke é meio azedinho não gosta tanto de doces - lhe respondi sorridente e coloquei o avental para ajudá-las na cozinha.

-Nada disso Mikoto, pode tirar aqui em casa você é visita – Mebuki me repreendeu e retirou de meu corpo o avental.

-que isso Mebuki, para de bobagens, eu gosto de ajudar – lhe respondi.

-não mesmo, nada disso – ela continuava negando.

Avistei a pequena Sakura entrando na cozinha já toda arrumadinha nos dando um bom dia com sua vozinha de criança.

Sorri me aproximando dela e lhe olhei ternamente.

-Bom dia minha linda afilhada, dormiu bem? – lhe disse com carinho.

-sim, bom dia madrinha – falou abrindo seu sorrisinho inocente de bebê, a abracei terno.

-Que linda você já está toda arrumada, isso que é uma garota vaidosa, amei o vestidinho ficou lindinho em você – comentei a olhando, ela vestia o vestido lilás que também a dei de presente quando saímos no quarto dia que estávamos aqui e fomos visitar algumas lojas infantis.

-O Sasuke acordou? – me perguntou.

-ainda não, aquele dorminhoco adora dormir, já já vamos lá acordar ele, que tal? – lhe propus sorrindo docemente, ela acenou positiva com a cabeça e se sentou à mesa da cozinha.

Passei uma parte da manhã ajudando Mebuki com o café e alguns preparativos para o almoço que iríamos fazer antes da viagem.

-Vamos lá acordar o dorminhoco? – comentei com Sakura que estava na sala brincando com Itachi.

-Vamos – ela me respondeu e me seguiu até o quarto.

Abri a porta e ela correu para dentro como um jato, quase não consegui a ver.

-ACORDA SASUKE, VAMOS BRINCAR COM O ITACHI ELE JÁ TA NOS ESPERANDO – ela gritava pulando encima de sua cama.

Sorri vendo a cara de mal humorado de meu pequeno, esse lado com certeza ele puxou de seu pai, nunca o vi acordar de bom humor, desde bem bebezinho já era reclamão.

-não quero – ele falava enquanto se forrava até a cabeça com seu edredom.

-que feio Sasuke, vai deixar a Sakura brincar com seu irmão mais velho de 11 anos que nem gosta tanto de brincar? – comentei retirando de sua cabeça o cobertor.

Sasuke olhou para Sakura e resmungou dizendo que queria dormir mais.

-nada disso, levanta, vamos tomar café da manhã mais cedo hoje porque iremos viajar para você conhecer sua madrinha – lhe incentivei.

-O Sasuke não conhece a madrinha dele? – Sakura me perguntou curiosa.

-Ele conhece sim, só não lembra porque era apenas um bebezinho quando a viu pela última vez – a respondi me levantando da cama e separando uma roupa para Sasuke vestir.

-vamos brincar de que hoje? – ouvi Sasuke perguntar a Sakura.

-de casinha com minhas bonecas – ela o respondeu e sorri.

-não gosto tanto de brincar disso, vamos jogar futebol de novo? – Sasuke a propôs.

-Primeiro os dois para a sala, vamos tomar o café da manhã, depois de um tempo vocês decidem do que irão brincar, venham – falei abrindo a porta do quarto.

-Sasuke você já para o banheiro trocar de roupa – complementei a fala e o entreguei suas roupas.

Meu filho entrou no banheiro e acompanhei Sakura até a sala de jantar.

A mesa estava acabando de ser posta pelas empregadas e terminei de ajudá-las com uma Mebuki resmungando que não precisava.

A mesa tinha ficado maravilhosa, com lindos panos de cores pasteis, tudo muito a cara de minha amiga.

Fui até a sala da TV chamar os pequenos que jogavam um vídeo game na sala.

-Venham tomar café crianças – falei os vendo desligar a TV e correr em minha direção.

Indiquei meus filhos a se sentarem próximos do pai e os ajudei a se servir.

Sasuke fez cara ruim quando viu vários doces a mesa, porém logo sorriu quando o mostrei que tinha preparado seu suco de tomate.

Sei de onde ele tirou essa obsessão pela fruta, Fugaku também é maluco por elas.

Comemos todos e conversamos bastante durante todo o café da manhã, mas no meio disso tudo vira e meche aquela sensação voltava, minhas mãos suavam e meu coração acelerava.

Olhei para meus pequenos Sasuke e Itachi que corriam próximos da piscina ao lado de Sakura, eles estavam brincando tão felizes.

-Mikoto, vem vamos organizar os papeis dos meninos – ouvi meu marido falar próximo de meu ouvido e me abraçar por trás.

-ok – o respondi suspirando pesado.

-ainda com aquela sensação meu amor? – ele me perguntou.

-não, já passou, vamos ficar bem, eu sei que Deus está olhando por todos nós e nunca deixaria que nada acontecesse conosco, principalmente com nossos pequenos – o respondi entrando na casa.

-sim, fica tranquila – dizia com calma e suave enquanto entravamos no quarto.

Ficamos algum tempo preparando nossas malas e organizando toda a documentação de autorização de vôo para nossa família, eu olhava com um sorriso enorme para a pequena foto de meus pequenos nos documentos, tão fofinhos meus amores.

-eee mamãe coruja em dona Mikoto – ouvi Mebuki entrar no quarto e comentar singelamente.

-sou coruja mesmo – confessei arrumando minha bolsa.

-sabe, estava ali no quarto descansando e me lembrando de nossa adolescência, você nasceu mesmo para ser mãe, dês daquela época, enquanto eu sonhava em me casar com um príncipe encantado e chorava vendo revistas de vestido de noiva, você só sabia falar que queria ter filhos, que queria ser mãe...

-sempre foi meu maior sonho – comentei sorrindo.

-se nossos filhos realmente no futuro gostarem um do outro como um casal, estou vendo que a Sakura terá problemas com uma sogra como você – Mebuki comentou como quem não quer nada.

Sorri me levantando da cama e pegando meu celular na mesa.

-não mesmo, quando meu pequeno crescer e escolher a Sakura irei ser a mamãe mais feliz do mundo por ser madrinha e sogra dela ao mesmo tempo – lhe respondi sorrindo e continuei;

-mas se por um acaso não for a Sakura, irei ficar sim com bastante ciúmes, já sinto tanto quando levo os dois para a escola, as mães de todas as menininhas me olham com cara de “esses são perfeitos para minhas filhas”, aff dá tanta raiva que você nem imagina, meus bebês que mal saíram dos meus seios já possuem abelhudas de olho neles  - falei.

-ah mais é só olhar para os meninos, vão ficar lindos rapazes quando crescerem, é normal crescer o olho mesmo, seu genes é maravilhoso Mikoto! – Mebuki comentou me ajudando a fechar algumas malas.

-mas você fica achando ai que só eu vou ter problemas, a Sakura vai atrair muitos olhares também – comentei com ela que sorriu.

-nada, o problema da Sakura e seus pretendentes será mesmo o pai, ele sim é ciumento meu Deus você tinha que ter visto no dia que estava-mos passeando com ela no parque central da cidade e um garotinho com a mãe quis brincar com ela porque os dois estavam de patins. O Kizashi os levou e voltou carregando o garoto pela roupa gritando para a mãe o educar melhor só porque o pequeno tinha dito a Sakura que ela era fofinha, fiquei sem saber onde enfiar minha cara para a mulher – ela comentava sorrindo ao mesmo tempo.

-é, tadinho do Sasuke se ele escolher a Sakura, então, não quero meu bebê sofrendo – falei

-quero ver você chamar o Sasuke e o Itachi de bebê quando eles passarem dos um metro e oitenta igual o pai – Mebuki murmurou.

-não vai adiantar, vão ser sempre bebês para mim – brinquei com ela que gargalhou.

Terminamos de organizar as coisas estava tudo praticamente pronto e me deitei na cama para descansar um pouco, acabei adormecendo e tirando um cochilo.

Aquilo foi ainda pior para meu estado interior, sonhei que estava perdendo meu bebê, que Tsunade não conseguia fazer meu parto com sucesso e ele nasceu morto, acordei suada com lágrimas nos olhos.

Levantei da cama num rompante e lavei meu rosto no espelho do banheiro.

Me olhei e constatei que ainda estava vestida com a roupa do almoço.

Liguei o chuveiro e fui tomar meu banho, suspirei pesadamente enquanto a água caia pelo meu corpo pedindo paz ao meu senhor, pedindo ajuda ao meu pai que já estava no céu, para que nada de ruim acontecesse a meus bebês ou a qualquer criança desse mundo, pois são tão inocentes e pequeninhos, são pequenos anjos colocados na terra.

Troquei de roupa e sai do quarto, me deparei com Sasuke deitado na cama mexendo em meu celular, sorri o olhando.

-quem te deu autorização para mexer no meu celular em, bebezinho lindo? – falei me sentando ao seu lado e olhando o que ele fazia no aparelho.

Ele jogava um joguinho de plantinhas e zumbis.

-mamãe me deixa tentar passar dessa fase, por favor, o Itachi enche meu saco porque ainda não passei dela – ele falava concentrado jogando o jogo.

-daqui a pouco está na hora da gente pegar o avião do titio Kizashi, vamos viajar meu amor, você já olhou se tudo que quer levar está na mala? – o perguntei alisando seus cabelos negros iguaiszinhos aos meus.

-já olhei, ta tudo lá mamãe, só acho que o rex vai ficar sufocado dentro daquela mala – ele me respondeu.

-ora, pode levar o rex na mão, não precisava colocar ele na mala – falei.

-tá bom, vou tirar ele então – ele sorriu e largou o celular.

Correu em direção à mala que eu tinha feito para ele e o Itachi e retirou de dentro o seu brinquedo, o colocou encima da minha cama.

- Mikoto, Kizashi já está nos chamando – meu marido anunciou assim que entrou pela porta, e Itachi entrou para me ajudar com as malas.

Meu coração acelerou, mas eu sorri concordando. Senti que tinha que botar tudo aquilo para fora.

Abaixei-me na altura de meus pequenos e lhes fiz me olhar.

 Toquei os bracinhos de meu mais novo com carinho.

-Meus pequenos Sasuke e Itachi, quando olhei para os seus olhos e os tive em meus braços pela primeira vez, imediatamente o meu mundo se transformou. De repente senti como se a minha vida já não me pertencesse. Senti a alma cheia de amor e o meu coração fora de mim. Entendi, finalmente, o que é o amor incondicional. Percebi que amor se dá sem se pedir nada em troca. Meus filhos, vocês são o meu maior presente, são a minha vida! Com vocês tenho me redescoberto, tenho reaprendido a viver. Ser mãe é uma missão maravilhosa, com muitos desafios, mas que nos fazem crescer muito. Eu os amo muito meus filhos! Vocês são a minha razão de viver e dão sentido à minha existência! – falei sorrindo com os olhos marejados.

-também amo você mamãe – meu mais velho falou e lhe acariciei o rosto sorrindo.

-porque ta falando assim agora mamãe? – Sasuke me perguntou com curiosidade.

-sentir que precisava dizê-los o quanto sou a mãe mais feliz do mundo em ter vocês em minha vida – falei para Sasuke e o vi sorrir com aquele lindo sorrisinho infantil que enchia meu mundo de felicidade. Beijei os dois com carinho nas bochechas e os abracei em conjunto.

Olhei para Fugaku quando me levantei e ele me olhava com cara de assustado.

Avistei Mebuki entrar no quarto ao lado de Sakura já arrumadas para a viagem.

-vamos meus amores – ouvi minha amiga falar e sorri limpando as últimas lágrimas que caiam pelo meu rosto.

Concordei e vi meu marido balançar a cabeça em negativo para mim sem entender muito bem o que aconteceu. Colocou os óculos escuros no rosto e pegou nossas malas que estavam no quarto, suspirei tentando manter a calma e mandei meus pequenos irem à frente com o pai.

-Tá tudo bem Mikoto? – Mebuki me perguntou.

-sim, está tudo ótimo minha amiga, estamos animados para revermos Tsunade – a respondi terminando de pentear meu cabelo que ainda estava meio úmido pelo recente banho.

-Sim, ela me mandou uma mensagem, disse que está preparando uma recepção digna de filmes para quando chegarmos sabe como ela sempre foi exagerada – Mebuki comentou aos sorrisos e tudo que fiz foi lhe corresponder.

Encaminhamo-nos para o carro aonde iríamos até o local em que o vôo aconteceria.

Quando chegamos e entramos dentro do avião de Kizashi finalmente a paz voltou ao meu coração. Foi como se alguma entidade divina tivesse tocado em meu ser e me falado que olharia por nós, independente do que acontecesse estaríamos no caminho certo.

Olhei para meus pequenos que estavam super alegres ao lado da Sakura tentando olhar a janela, sorri apertando na mão de meu marido ao meu lado quando finalmente depois de alguns minutos o avião saiu de terra.

-uhhhuuul olha as nuvens – ouvi Itachi falar gargalhando olhando a janela.

...

Alguns minutos depois sentir o que tinha que fazer, a explosão na cabine do piloto arrebentou a parte lateral do avião e tudo que fiz foi apenas soltar os pequenos Sasuke, Sakura e Itachi dos bancos e os abraçar com toda força que tinha.

Ouvi meu pequeno chorar e o mandei se acalmar dizendo que a mamãe iria os proteger.

Fugaku no desespero colocou em nós um paraquedas no qual não teve tempo suficiente para completá-lo. A explosão foi ainda maior atingindo os compartimentos de trás.

Olhei para o mar embaixo de nós no buraco que abriu no avião e sorri, daria tudo para salva-los e senti que o senhor me ajudaria a concretizar.

Pulei do avião segurando os três em meus braços e armei o paraquedas, já estávamos em baixa altitude então a pressão não foi tão grande na descida.

Porém o próprio não tinha sido colocado totalmente correto, então tive que amortecer a queda dos meus pequenos quando batemos no mar.

Emergir os vendo em desespero e senti a dor começar a querer me levar, mas eu precisava os alertar.

-meu amores sejam fortes, a mamãe vai sempre estar olhando por vocês lá do céu, lembram-se disso, fiquem vivos e cuidem uns dos outros com amor, Sasuke – olhei para meu pequeno que tentava nadar em desespero – cuide da Sakura meu pequeno, sei que será um homem forte.

Acariciei suavemente o cabelo de meu filho mais velho depois de colocar os três encima de um escombro do avião.

E finalmente fechei meus olhos os vendo, meus pequenos estavam seguros, do meu último suspiro sorri agradecendo por conseguir salva-los.


Notas Finais


Nos próximos será explicado o que aconteceu no avião.
E ai, preparados para a aventura começar? 🤗
Confesso que chorei escrevendo esse cap 😭
Espero que tenham gostado e comentem o que acharam.
Bjoos!


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