História Boa Sorte, Lynn. - Capítulo 15


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Categorias Amor Doce
Personagens Armin, Castiel, Dakota, Kentin, Lynn, Lysandre, Nathaniel
Tags Amor Doce, Castiel, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Rosalya
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Palavras 2.727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Integrante de Milícia


"Tiveste sede de sangue, e eu de sangue te encho." Dante Alighieri

 

 Apesar de Sweet Amoris ser aparentemente escassa de professores, o sistema de avaliação era bem moderno: as provas não eram corrigidas manualmente, os professores mandavam questões, a escola processava tudo em gabaritos lidos por computadores e as notas iam direto para o histórico dos alunos. Fato extremamente vantajoso para as intenções criminosas das senhoritas Lynn e Rosalya, se elas tivessem de alterar todas as respostas das provas do Nathaniel, uma por uma, manualmente, o plano seria impraticável.

 De toda forma, no dia das provas do terceiro ano, os alunos passavam todo o horário escolar dentro de salas de aula marcando bolinhas com canetas de cor azul ou preta, para, no final da tarde, o presidente do grêmio recolher os envelopes e leva-los até o arquivo, onde as provas ficariam até serem processadas. Castiel se assustou com a acurácia da investigação das duas criminosas, elas calcularam o tempo exato que o representante demoraria recolhendo os gabaritos de todos as matérias e levando-os até o arquivo.

 Por isso, naquele exato momento, às 18:13, lá estavam os três observando Nathaniel entregando os envelopes para o responsável do arquivo escondidos na quina da parede que virava para o corredor do segundo andar.

- Tudo bem, ele está assinando os recibos. – Rosalya disse, ela e Lynn estavam com um fone de ouvido, daqueles para celulares, com o intuito de se comunicarem durante a operação. – Nós temos cinco minutos para a Lynn entrar e mudar os gabaritos.

- Caralho, eu me sinto um espião.

- Você está mais para integrante de milícia, Castiel. – Rosalya respondeu e se virou para Lynn. – Você está certa disso?

 Lynnóquio respirou profundamente antes de responder:

- Como uma deusa.

- Tudo bem. – a outra voltou a olhar para o corredor. – O arquivista entrou, Castiel é a sua vez, vá logo antes que ele tenha tempo de trancar a sala.

- Ah, caralho. – ele ajeitou a jaqueta e respirou. – O único motivo de eu estar fazendo isso é poder brigar de graça com o representante. – dito isso saiu detrás da parede e foi em direção aos dois.

 Nathaniel, pobre e inocente Nathaniel, estava ocupado, cuidando de sua vida, checando em sua prancheta as tarefas do dia que foram completadas e aquelas que ele ainda teria de realizar, esperando pacientemente enquanto o arquivista da escola organizava os gabaritos lá dentro para lhe dar os recibos das provas. Enquanto isso, o representante se questionava se era ético que a escola colocasse tantas tarefas administrativas em cima de seus jovens ombros.

- Hei, representante! – um Castiel selvagem aparece pelo corredor. – Nós vamos ter uma conversinha.

Nathaniel suspirou cansado demais das provas para lidar com aquela merda.

- O que é que você quer?

- Quero que você fique longe da minha garota. – Cassy respondeu se aproximando.

- Como é que é? – pausa de constatação. – Sua garota?!

- Você acha eu sou idiota?! Eu vejo como você fica parecendo um cachorrinho perto dela!

- Do que é que você está falando?!

- Da Lynnóq... Lynn! Seu idiota! – o representante demorou a responder por que congelou com a possibilidade de Castiel saber do seu amor secreto pela senhorita Lynn, e ele o fez mesmo sabendo que todo mundo já sabia de sua quedinha pela Lynn. – E eu só vou te avisar uma vez pra você ficar longe dela!

- O... O que?! Eu não fiz nada com ela!

- Nada?! – Cassy riu sinceramente nessa parte. – Você conseguiu quebrar o braço dela duas vezes em uma semana!

- Foi um acidente! – Nathaniel decidiu ficar agressivo. – Além do mais, você não tem nenhum direito de vir me dizer com quem eu converso ou deixo de conversar!

- Tenho quando envolve a minha garota... – Cassy colocou ênfase com puras intenções de provocação. – E quando um idiota que insiste em ficar se arrastando pra ela acaba quebrando o braço dela duas vezes!

- Do... Mas o que?! – pausa. – E você é melhor companhia?! Aposto que ela toma tanto LSD pra te aguentar mais do que cinco minutos!

 - Meu Deus, como eles são idiotas. – Rosalya disse observando de seu esconderijo. – O arquivista está saindo Lynn.

- Hora do show.

- Ei! – isso foi o homem saindo da sala. – O que vocês dois estão fazendo?!

- Ah, ela consegue me aguentar mais do que cinco minutos. – Cassy disse de forma propositalmente maliciosa. – E ela me aguenta bem.

 Nathaniel fez a expressão de quem levou um tiro.

- Como é que é?!

- Bem melhor do que sua irmã, inclusive. – Castiel disse.

- Huh! – Rosalya falou. – Agora a merda ficou séria.

- O que é que isso deveria significar?! – Nathaniel exclamou mesmo já sabendo o que aquilo significava.

- Ah é, esqueci que eu estava falando com um santo. – o de cabelo vermelho disse. – Você nem tem ideia, representante, a Lynn só tem aquela carinha mesmo, mas ela...

 Castiel não terminou a frase porque o seu suposto amante o agarrou pela gola da camisa, para evitar escutar indecências sobre sua irmã e sobra a garota que ele gostava. Castiel, obviamente, respondeu também pegando o representante pela gola da camisa e aí o arquivista, como o único adulto ali, se enfiou entre os dois para apartar aquela briga imbecil. O homem conseguiu manter os dois rapazes afastados, mas com muito custo pois eles insistiam em avançar um sobre o outro gritando todo o tipo de obscenidade.

 Enquanto isso, Lynn se aproveitou da comoção para entrar na sala de arquivo.

X

 - Tudo bem. – Lynn disse para o fone de ouvido. – Estou dentro.

- Bom trabalho. – Rosalya disse do fone. – Os recibos ficam no mesmo armário, então o arquivista não deve ter trancado ainda.

- Já achei. – Lynnóquio falou abrindo a porta de um armário e puxando uma gaveta de arquivo que estava embutida. – Tudo bem, “n”...

- Um monte de alunos se juntou para ver a briga. – Rosalya a informou. – O arquivista não está conseguindo apartar os dois.

- Provavelmente porque ele é um senhor de cinquenta anos e eles são dois adolescentes inexplicavelmente bem desenvolvidos. – Lynn ajeitou os óculos mexendo nas pastas dentro da gaveta. – Meu Deus, quantos “Nathanieis” estudaram nessa escola?! E por que é que nenhum de nós tem sobrenomes?!

- Lynn o Faraize acabou de chegar. – a voz de Rosalya informou. – Você tem menos de trinta segundos pra sair daí!

- Eu consigo, eu consigo, eu consigo... – pausa. – Consegui! – Lynnóquio, numa precisão cirúrgica, achou os gabaritos do arquivo do Nathaniel, puxou de dentro da calça os falsificados, posicionou-os na pasta, e escondeu os verdadeiros dentro da calça.

- Me sinto o Light Yagami escondendo um Death Note dentro das calças. – ela disse fechando a gaveta e o armário. Referência obrigatória de Death Note feita com sucesso.

Spoiler Alert.

- A não ser que você também queira levar um tiro, saia daí agora!

Lynn foi correndo até a porta do arquivo, mas só abriu uma fresta, pois percebeu que havia alunos, provavelmente vendo o show dos dois gueixos lá fora, bloqueando a saída da porta.

- Rosalya, código vermelho, não vou conseguir sair daqui sozinha. – Lynnóquio disse para o fone.

- Droga! A diretora já está vindo!

- Inicie o plano “C”.

Lynn pôde escutar em seu fone a respiração profunda de preparação psicológica que Rosalya deu.

- Me dê quinze segundos. – Lynn marcou o tempo no relógio. – E saia pela porta, checagem do tempo... Pronto!

- Pronto! – Lynn respondeu.

X

 Em meio a confusão, Rosalya saiu de sua tocaia e se aproveitou de todos os olhares estarem na briga para se aproximar de forma sorrateira, mas rápida até o extintor de incêndio do corredor. Ela verificou o manômetro, para a alegria e conveniência o reloginho estava no ponteiro branco, indicando que o extintor estava com muita pressão. Rosalya passou os olhos para o lacre, tirou o extintor da parede, e, voltou o olhar para checar se alguém a tinha visto, desenrolou a mangueira, rompeu o primeiro lacre, tirou o pino de segurança e apertou a alavanca com toda a força que conseguia.

 Graças aos deuses da fanfic, o extintor de incêndio, assim que acionado, saiu voando do lugar por conta da pressão e, comicamente, voou descontroladamente na direção em que estava o tumulto. O pânico e o caos foi estabelecido junto com gritinhos de susto e alunos se pisoteando para sair do caminho, obviamente porque ninguém queria ser alvo de um extintor  desgovernado e, em meio a confusão e da fumaceira que saia da mangueira descontrolada, ninguém viu Lynnóquio saindo da sala de arquivo.

X

 - CARALHO! – Castiel exclamou em estado de euforia. – Caralho! Isso foi ÉPICO!

 Depois de toda a confusão os três deram um jeito de, cada um, seguir a rota de fuga previamente estabelecida e se encontrarem no parque perto da escola. Até onde tinha ocorrido, ninguém, além do Castiel que foi o centro das atenções, foi pego durante a operação, e o mistério de como o extintor de incêndio quase explodiu em um corredor cheio de alunos foi classificado como um ato de terrorismo e negligência feito pela companhia fabricante.

 Agora estavam os três em uma parte isolada do parque, área dedicada a aqueles que pretendiam fazer programas românticos ao ar livre com marshmallows, jogando álcool em gel em um espaço destinado a fogueira. Por algum milagre nenhum dos três se machucou na confusão, mas todos eles estavam com os cabelos, roupas e pulmões cheios de pó químico, assim como a maioria dos figurantes que estavam na cena.

- Castiel, para de chamar atenção. – Rosalya falou enquanto tentava tirar o pó do cabelo.

- Não, cara, sério, como é que vocês fizeram isso?! – Cassy estava cheio de endorfina por, possivelmente, ter sido a primeira vez que ele participava de uma operação criminosa daquela magnitude. – Você planejaram tudo! Até cronometraram o tempo do extintor! Parece até que vocês já fizeram isso antes!

- Nós fizemos isso antes. – Lynnóquio disse concentrada na fogueira que estava armando. – Em uma loja de roupas.

- Isso é sério?!

- Seríssimo. – Rosalya pronunciou firmemente. – Quando eles não aceitam sua troca, só porque a blusa “não está com a etiqueta”... – ela falou isso imitando, provavelmente, a voz da vendedora que lhe recusou a troca. – ...É a única alternativa que sobra.

- Caralho. – Castiel falou seriamente assustado.

- O sistema de trocas só serve para degradar nossas escolhas, Castiel. – Rosalya falou. – Se eu não gosto de uma blusa, eu deveria poder trocá-la mesmo estando sem etiqueta.

- Vocês nunca ouviram falar em “Defesa do Consumidor”?

- Instituição falsa integrante do sistema capitalista para nos dar a ainda mais falsa ideia de segurança de que temos o nosso direito de consumo e de escolha assegurados. – Lynn disse finalmente acendendo a fogueira.

- Eu não acredito que vocês fizeram isso dentro de um shopping sem ninguém pegar vocês no flagra. – o rapaz disse se sentando perto da fogueira.

- Como é que você acha que a gente foi parar numa Unidade de Correção? – Rosalya disse também se aproximando, sentando-se em um tronco que servia de banco.

- Na verdade foi por causa do black jack ilegal. – Lynnóquio falou. – O incidente do shopping foi só a nossa última infração.

- Black Jack não é ilegal.

- Aparentemente é ilegal que duas adolescentes entrem num cassino e contem as cartas para quebrar a banca.

- Caralho.

- Assim como é ilegal disparar o alarme de incêndio dentro de um cassino para fugir da segurança. – Lynn falou em tom de alfinetada.

- Não mais do que fazer um coquetel molotov com uma garrafa surrupiada e jogar na mesa de black jack para distrair a segurança.

- Caralho.

- Não mais do que...

- Tem “mais” nessa história?! – Cassy exclamou.

- Depende de quanto tempo você tem. – Rosalya resmungou checando uma mecha do cabelo.

- E eu achava que vocês duas eram só uma dupla estranha de uma nerd e uma gosto... – ele se interrompeu com o olhar que Rosalya lhe lançou. – Além do jogo ilegal, do terrorismo e das fraudes vocês fazem mais alguma coisa?

- Você diz além de lavar o dinheiro sujo da prima traficante da Lynn?

- E de usar entorpecentes dentro de terreno escolar?

- Vocês têm algum hobby que não seja crime?

As duas demoraram mais tempo do que seria considerado saudável, ou seguro, para responder.

- Desenhar roupas.

- Pole dance.

- Sabe de uma coisa? Acho que quanto menos eu souber do que vocês duas fazem, melhor.

- Fracote. – Rosalya disse.

- Isso é bom, pois se você contar qualquer coisa para alguém, Castiel, nós vamos te matar. – Lynnóquio falou.

- Ah, claro.

- Você foi enganado pela falta de expressão da Lynn. – Rosalya gesticulou. – Ela quis dizer que nós literalmente vamos te matar.

 Silêncio constrangedor: ativado.

- Caralho.

- É sério, Castiel. – Rosalya disse se segurando para não rir. – Se lembra do Kentin?

- De quem?

- Exatamente.

- Kentin não era aquele amigo nerd que entrou no primeiro ano junto com a Lynnóquio?

- Pois é.

- Merda nenhuma que vocês mataram o moleque. – Cassy falou se ajeitando. – Ele voltou para a escola antes de ontem.

- Não, ele não voltou. – Lynn levantou a blusa e tirou os verdadeiros gabaritos do Nathaniel de dentro da calça. – Aquilo era uma alucinação causada pelo Lysergsäurediethylamid.

- Pelo o que?

- LSD.

- Enfim. – Cassy disse esfregando as mãos para limpar a poeira. – Era ele mesmo, quando o Lysandre e eu fomos atrás da Lynn, sabe, para ver se ela não tinha matado ninguém com aquela caneta, vimos ele beijando a patricinha no corredor.

- O Kentin? – Rosalya indagou com ironia. – Beijando a Ambre? Beijando?

- É, eu também achei que era outro cara. – Castiel tirou um cigarro de dentro da jaqueta. – Mas quando ele me viu, tremeu do mesmo jeito que fazia quando ainda era um nerd.

- Como assim?

- Eu vou só dizer que alguém deve ter malhado muito na escola militar.

Silêncio constrangedor parte dois: ativado.

- Por que ele beijaria a Ambre? – a musa vitoriana indagou. – Digo... Mesmo que agora ele esteja... “Malhado”, ele nunca gostou dela.

- Eu sei lá. – Cassy acendeu o cigarro e deu uma tragada. – Não perguntei, eu me distrai com a lagosta gigante atrás da Lynn no banheiro masculino.

 Por alguns momentos os três ficaram em silêncio. Castiel fumando o seu cigarro e questionando a sua decisão de se associar com aquelas duas criminosas, Rosalya pensando na blusa que tentou roubar da loja e considerando se acharia uma do mesmo modelo na internet, e, é claro, pensando em como Lynn reagiria sabendo que o seu melhor, e único, amigo de infância voltou para Sweet Amoris beijando a Ambre.

 - Pobre Nathaniel. – Lynn disse depois de séculos em silêncio encarando os gabaritos do representante.

- O que foi?

- Ele teria tirado nota máxima em tudo. – ela falou ajeitando os óculos. A título de curiosidade, Lynnóquio tinha memorizado as próprias respostas, as quais ela tinha certeza que estavam todas certas, e comparado com as resposta do representante. – Não posso nem imaginar a quantidade de esforço que ele gastou nisso.

- Não foi mais do que você gastou pra tirar dez em tudo, Lynnóquio. – Castiel falou. – E você, de bônus, ainda fraudou o sistema da escola.

- Eu deveria me sentir melhor com isso?

- Agora é tarde para voltar atrás, Lynn. – a melhor amiga disse. – É por isso que eu tinha dito para não fazermos isso.

 Lynn pousou os gabaritos no colo e ajeitou os óculos com as duas mãos.

- É, eu sei. – ela jogou os gabaritos na fogueira, para eliminar as provas. – Porém, foi um mal necessário ele não pode continuar sendo presidente do grêmio sem manter as notas.

- E aí... – Castiel falou e se assustou com o sorriso maquiavélico que se formou no rosto da Lynnóquio.

- E aí, nós podemos começar a fase três.

...

- Espera aí! – Cassy falou interrompendo a finalização do capítulo. – Se o quatro-olhos da Lynn está vivo, isso quer dizer que vocês não vão literalmente me matar não é?

- Não. – as duas responderam em uníssono.

- Não, vocês não vão me matar, ou não, isso não quer dizer que vocês não vão me matar?  

- Não. – elas novamente responderam em uníssono.

Infelizmente, Castiel nunca soube a resposta, mas, felizmente, ele também nunca se arriscou a tentar descobrir. 


Notas Finais


Alô alô :3

Primeiramente, eu devo desculpas para todo mundo que está acompanhando a fic pela demora. Eu também sou leitora de fanfic e odeio quando o autor simplesmente some e eu já fui uma autora sumida, não é agradável pra ninguém D:, mas enfim, hoje eu estou regenerada dessa vida. Enfim, o motivo do sumiço é, acreditem, a vida real, que demanda que eu tenha dinheiro para comer (e beber) entonces D: sinto mucho personas, pero, não vai ter como manter o ritmo de um capítulo por dia (pelo menos por enquanto)

Enfim, segundamente (gente isso não é um advérbio de verdade D: acho um absurdo), vamos discutir sobre o Viktor. Pelo o andar da carruagem eu estou prevendo que essa fic será bem... Extensa, mas até agora não sei como socar o desgraçado do Viktor nela. Como eu disse em muitos comentários, eu quero um Viktor porque quero alguém com poderes de protagonista que nem a Lynnóquio, mas o Viktor da outra fic era baseado na personalidade da Lynnette, se eu for basear o Viktor na personalidade da Oaklynn ele provavelmente vai ser um sociopata o.ô

Enfim, só queria compartilhar isso com vocês... Acho que no final vai dar tudo certo (?)

Obrigada por ler :3


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