História Boa Sorte, Você Vai Precisar - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Topp Dogg
Personagens A-Tom, B-Joo, Gohn, Hansol, Hojoon, Jenissi, Kidoh, Nakta, P-Goon, Sangdo, Seogoong, Xero, Yano
Tags Abo, B-joo, Hanjoo, Hansol, Lemon, Topp Dogg, Yaoi
Exibições 26
Palavras 755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá!

Sou a autora desta fic (avá, sério?)
Fiz esse primeiro capítulo com muito carinho.
Espero que gostem.
Nos encontramos depois dele, até lá em baixo!

Capítulo 1 - Capítulo 1 - Por que Mamãe?


 -Mamãe, por que não é igual as outras mães? -Diz enquanto aponta o dedo para as outras crianças com suas mães, sendo abraçadas por seus filhos.

Byungjoo, podia não saber, oque era um amor de mãe. Nunca teria o sentido. Sentia-se mal, por fazer as outras pessoas infelizes. Achava que era uma péssima pessoa. Sentia que era odiado. Nunca ouviu sua mãe falar um "eu te amo" para si. A mesma coisa acontecia com o seu pai. Será que nunca sentiria o amor de outra pessoa?

Byungjoo tinha poucos amigos.

Byungjoo não era feliz.

Byungjoo era triste.

Byungjoo não era igual a qualquer outra criança que tenha sentido, por toda a vida, um amor de sua família.

-Cale a boca B-Joo.

-Mas mamãe, me responda? Por que me odeia tanto?

-Você por enquanto nunca entenderá. -Diz pegando a mão de seu filho, o apertando e puxando com força para longe da escolinha.

Byungjoo, dormindo em sua cama, acaba acordando quando ouve choros e gritos descontrolados, vindo do quarto de seus pais. 

Tentou dormir novamente, sem sucesso.

Resolve então, levantar de sua cama e ir até a porta de seu quarto, que estava fechada, que logo era aberta, pela pequena criança. Saindo do quarto então, foi até a cozinha tentando não fazer muito barulho.

Seus pais odiavam quando ele fazia isso.

Andando calmamente, fazendo o máximo para não fazer qualquer barulho, dá um longo suspiro. Não podia andar muito de noite. Seus pais achavam que ele tinha que ficar no quarto trancado. Não podia passar as mãos na parede. Seus pais acreditavam que elas eram sujas de mais, por ser um indesejado ômega na família.

Mas por que tanto desgosto? Que tipo de pais, Byungjoo tinha?

Ele nunca saberia.

Queria pelo menos não ter nascido um ômega, cujo teria que ficar com Hansol, o alfa bêbado, repudiado por toda a minha família.

Só talvez saberia, quando tivesse 17 ou 18 anos.

Ele era inocente de mais, para entender isso. Não sabia nem oque era um noivado! Oras, a criança nunca tinha ouvido falar de um tal cio. Vai entender.

Com seus pés, pequenos e até bonitos, chegou na cozinha, estava com sede. Poucas vezes Byungjoo bebia alguma coisa ao dia. Estava ocupado de mais, estudando.

Ah.

Byungjoo não tinha uma infância normal.

Nem um pouco.

Quando fazia algo errado, era maltrado. Coitado do menino.

Passou suas mãos pela geladeira, sentindo, que por dito por seus pais, estaria sujando com suas pequenas mãos, a mesma e logo a abrindo. Sentiu um frio pelo seu corpo. Quando a geladeira era aberta, fazia barulho. Talvez os pais dele não tivessem ouvido. Talvez sim, talvez não.

Pegou a jarra de água e um copo, logo os colocando sobre a bancada. Encheu o copo daquele líquido que mataria sua sede. Pegou a jarra e guardou na geladeira.

Bebia a água, o mais depressa possível. Seus pais não poderiam nem sonhar que estava de pé a noite.

Terminada a água, foi de encontro ao corredor.

Os gritos já não podiam ser ouvidos, apenas o choro de seus pais. Eles conversavam sobre algo.

Byungjoo, como era uma criança curiosa de mais - Muitas vezes era castigado por causa disso - resolve se aproximar e tentar escutar a conversa.

Colocou a pequena orelha na porta, apoiando as mãos nela e logo tentando escutar tosas as palavras vindas daquele quarto.

-Por que deixamos acumular tantas divídas com aquela família? Se não tivessemos... não teria problema de nosso filho nascer um ômega. -Diz uma voz feminina. Sua mãe falava, preocupada. - Eles querem fazer nosso filho...

-Fique calma...

-Como se estivesse tudo calmo! Não quero fazer meu filho se casar com aquele menino. Desde que vi a cara dele, achei ele...

-Calma, vai dar tudo certo, tudo vai se acertar. Temos dinheiro, vamos tentar pagar com oque dá.

-E se o dinheiro não chegar? Oque poderíamos oferecer além do nosso filho? Tudo oque temos é ele...

Byungjoo, escutando tudo atentamente, começou a imaginar várias coisas. E nenhuma dessas coisas era de seu agrado.

-Isso me fez pensar...

-Em que?

-Por que contínuamos maltratando ele? Se o amamos...

-Acho que eu não sirvo para ser mãe -Diz e logo solta um riso fraco. - Não quero me apegar a ele. Vou o perder para aquela família, que só sabe beber e que provavelmente, o filho deles também irá ser daquela laia.

-Pensamentos positivos...

-Tudo já está acabado...

Ao ouvir esse diálogo, ele se separa da porta e corre até o seu quarto.

Queria esquecer isso.

Queria acordar em sua cama e descobrir que essa noite era um pesadelo.

Eles nunca poderiam descobrir que, ele estava ali a noite. Não poderiam descobrir, que ele havia descoberto tudo. Não poderiam descobrir, que suas mãos sujas, acabaram sujando a geladeira.

Se não iria acabar sofrendo, novamente.




Notas Finais


E ai? Ficou bom?
Vou fazer um Hansol que ama beber, me aguardem -q.
Fiquei com peninha do B-Joo ;-;.
Tá me dando dó fazer ele assim.

Espero que tenham gostado e até!


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