História Bobby Drake e Anne Marie - Amor Impossível - Capítulo 14


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Categorias X-Men
Personagens Anna Marie (Vampira), Dr. Henry "Hank" McCoy (Fera), Elizabeth "Betsy" Braddock (Psylocke), Ellie Phimister (Míssil Adolescente Megassônico), Emma Frost (Rainha Branca), Erik Lehnsherr (Magneto), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James "Logan" Howlett (Wolverine), Jean Grey (Garota Marvel / Fênix), Jubilation Lee (Jubileu), Katherine "Kitty" Pride (Lince Negra), Kurt Wagner (Noturno), Ororo Monroe (Tempestade), Pietro Maximoff (Mercúrio), Piotr "Peter" Rasputin (Colossus), Professor Charles Xavier, Raven Darkhölme (Mística), Rémy LeBeau (Gambit), Robert "Bobby" Drake (Homem de Gelo), Scott Summers (Ciclope), Warren Worthington III (Anjo)
Tags Adolescência, Anne Marie (vampira), Família, Mutantes, Romance, X-men
Exibições 18
Palavras 1.978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente. Aqui está mais um capitulo. Hoje tem uma pequena treta entre nosso casal. Por favor, não me matem. Afinal, todo casal tem brigas, né? Veremos o que irá acontecer com eles... Então é isso. Espero que gostem

Capítulo 14 - Eu não queria


Ultimo Capitulo:

E nós dormimos ali. De conchinha.

 

 

 

**********

Vampira’s POV

Domingo, Vinte e uma horas e Quarenta e sete minutos.

Já fazia um mês desde que eu e Bobby namoramos oficialmente. E como bom cavalheiro que ele é, ele me convidou para um jantar. Era um restaurante lindo e se eu não me engano, era cinco estrelas.

Nós já tínhamos chegado e estávamos jantando. Eu escolhi Bife a Milanesa, enquanto Bobby escolheu frango Grelhado. Eu tinha escolhido um vestido de alça que era azul e estava com um colar de pérolas, o cabelo penteado e com um coque (com a minha mexa branca) e um salto pequeno que também era azul. E Bobby não deixava a desejar, ele estava muito elegante, charmoso, bonito, cheiroso e outras mil qualidades. Estava totó social, o sapato era preto e com bico, quanto à vestimenta... Estava com um terno preto, com a gravata azul e um lenço também azul no bolso do paletó.

Estávamos o mais azul possível. Decidimos isso... Porque, bem, Bobby tem Criocinese, e bem gelo é azul o algum tipo de coloração azul, então decidimos que o ‘’tema’’ desse encontro seria a cor azul. Bobby insistiu na cor branca, pois a mexa do meu cabelo é branca, mas eu consegui o convencer.

Ele estava alegre e sorridente a noite toda o que era bom, pois depois daquela conversa que tivemos a algumas semanas me preocupou muito. O Bobby disse depois que os únicos que sabiam daquilo eram somente: Eu, ele, o Professor e os pais dele. Aquilo me preocupou, até demais. Sinto que Bobby tinha que passar em um psicólogo. Não um como aquele no qual tinha passado e segundo a ele o torturava. Eu acho que ele realmente precisava e cheguei a comentar com ele, mas ele ignorou.

Não queria saber disso, então simplesmente deixei que a ideia crescesse na mente dele e nunca mais mencionei sequer essa palavra. Desde a conversa Bobby parecia diferente, ele se sentia ainda mais... Como eu posso dizer... Bem, ele não tocava mais no assunto de pais e nem em familiares, até quando eu ou outra pessoa falava, ele se desviava do assunto. Não iria pressiona-lo. Realmente acho que ele devia conversar comigo ou qualquer outra pessoa sobre isso, mas se ele não queria não iria força-lo. Pelo menos não até hoje. Eu tinha uma ‘’surpresa’’ que tenho certeza de que ele não iria gostar, mas ainda assim eu... Iria fazer isso.

-Bela escolha Bobby. Esse lugar é muito bom. Falei e ele tinha um sorriso torto no rosto.

-Achei que você iria gostar. Já provou Petit gâteau? Espero que você goste. Vai ser a sobremesa. Mas ainda não entendi o porquê de uma mesa com três assentos. Alguém vem nos ver?

-Sim. Falei ríspida.

-Posso saber quem? Ou você não vai me contar?

-É segredo.

-Está bem, na hora eu descubro.

Ele sorria como se tentasse disfarçar algo. Eu não sei se já contei, mas Bobby é um péssimo mentiroso. Se ele tenta me alegrar com algo que não gostou ele sempre da alguns sorrisos... Falsos e tortos. Eu já percebi há muito tempo, mas não lhe contei, ele provavelmente ficaria sem graça.

-É sua mãe? Perguntou e eu olhei torto.

-Bobby independente de quem for eu não irei te contar. Você vai sabe quando chegar a hora. Mas me prometa que você não vai achar ruim?

-E por que acharia? Se você a chamou, ela deve ser importante para nós dois, afinal, é o nosso aniversário de um mês de namoro. Tenho certeza de que ela é especial.

Fiquei calada. Agora ele disse isso, mas quando souber com certeza vai querer sair daqui correndo.

Nós tínhamos terminado o jantar e ainda conversávamos. Ele me contara alguns segredos que eu não sabia. Apesar de ele não mencionar os seus pais há nenhum momento ele me contava coisas... Particulares e outras constrangedoras. Como, por exemplo, das garotas que ele já ‘’amou’’ na vida dele.

-Não acredito Bobby. Você? Apaixonado pela Kitty?

-Acredite se quiser. E você foi a segunda.

-Ok. Se você ta falando. Então... Conte-me mais...

-‘’Mais’’ o que?

-Você a beijou? Quis beija-la? Dormiu com ela? Sonhou com ela?

Ele me olhou de maneira indecisa e finalmente falou.

-Não, sim, não e sim. Nunca a beijei, mas já tentei uma vez que deu errado. Mas já quis sonhar com ela. Não dormi com ela de nenhuma maneira. E eu sonhei com ela várias vezes.

-Hum. – Fiquei com ciúmes, pouco, mas fiquei. – E como que você sonhou com ela?

-Isso é um pouco constrangedor.

-É mesmo? Constrangedor? Talvez, você possa me dizer o que é não? Afinal, sou sua namorada, não tem nada de mais, né? Falei irônica e ele com certeza entendeu.

-Sim... Eu acho. Bom, sonhei com ela daquele jeito.

-Que jeito? Sabia que Bobby estava falando a verdade, mas não acreditava naquilo. Ele sonhara com Kitty? E o pior: Eu estava com ciúmes.

-Você sabe do que eu estou falando. Daquele jeito. Você sabe...

-Não! Eu não sei. Falei brava e cruzando os braços.

-Sonhei com nós dormindo juntos, entendeu agora? – Perguntou abaixando a cabeça. – Satisfeita.

-Não totalmente. Você... Acordava, sabe... Excitado? Perguntei direto.

-Isso é uma pergunta indevida...

-Sei...

Ele fez questão de mudar de assunto rapidamente. Começamos a falar de outras coisas como o que fizemos na semana e coisas do tipo. Até que avistei de longe minha convidada.

-Bobby, feche os olhos.

-Mas...

-Feche os olhos. Minha surpresa chegou. Agora feche os olhos e só abra quando eu pedir.

Ele o fez e ela chegou ao lado da mesa, eu disse que ela podia se sentar e ela o fez.  Se sentou na cadeira. Estava com um vestido vermelho tomara que caia um par de brincos dourados. Tinha um salto alto vermelho-sangue e estava com o cabelo solto. Dessa vez ela não usava aquele colar que tinha as iniciais ‘’EOM’’. Bobby abra os olhos.

Ele olhou com um sorriso maior do que a cara e depois de ver que quem sentara ao nosso lado era a mãe dele, ele fechou a cara e se levantou rapidamente, mas antes que pudesse sair dali ou dizer qualquer coisa eu o impedi, ainda sentada ao repousar minha mão sobre a dele.

-Bobby se sente. Só me escute e depois você faça o que quiser.

-Por que Vampira? Eu lhe contei e...

-Não faça por ela – E a mãe dele me olhou torto. – Faça por mim. Não estou ter ordenando. Estou te pedindo, não para conseguir, mas sim para tentar.

Ele então se sentou. Não olhava para nós só para o lato e com uma expressão irritada. Muito irritada.

-O que você veio fazer aqui? Será que eu não deixei claro na minha ultima... Visita?   

-Bobby! – Exclamei. – Você vai tentar. Eu estou aqui. E vamos fazer isso juntos, certo? Mas se você não tentar, não vai conseguir. –Apertei a mão dele com força. – Vamos...

-Está bem. – Tirou a expressão irritada do jogo. – Como vai, mãe?

-Eu você bem. – Finalmente a Sr. Drake falou, com tristeza na voz, mas falou. – E você?

-Vou ótimo.

Ele falou e se calou.

-Então, Bobby... É verdade que você vai se casar com a Vampira? Quando você falou, parecia que só tinha falado da boca pra fora.

-Sim com ou sem a sua permis...

-Você não precisa da minha permissão/autorização. Mas você a tem.

-Mãe, não precisa fingir que se importa. Você nunca me aceitou por ser mutante. Não precisa começar agora. Eu tentei. Eu realmente tente, mas você e o papai só escutavam a vocês mesmo. Não precisa disso. Não agora. Eu precisei de você no passado. Não preciso mais.

-Bobby! O repreendi.

-Não Vampira. Eu mereço. E eu sei que você está irritado comigo e deve mesmo estar. – Tocou na mão dele, mas ele foi rápido e a tirou da mesa. – Mas eu quero me redimir. E leve o tempo que for para você confiar em mim.

-Você acha que a eternidade é muito tempo? Falou irônico.

-Bobby! Da pra parar! Repreendi-o novamente.

Ele me olhava triste. Era como se quisesse NÃO estar ali. Eu consegui ver que ele estava odiando aquilo.

-O que eu poderia fazer para me redimir? O quer que você queira...

-Eu quero que você fique longe...

-Bobby!!! Interrompi-o quase gritando agora.

-O que foi Vampira? Ela me perguntou e eu estou dizendo. Eu quero que ela se afaste, pelo menos, por um tempo. Ela me magoo. Eu...

-Chega Bobby. Eu cansei. 1º Ela é sua mãe. 2º Ela quer se redimir. 3º Pelo menos ouça o que as pessoas querem te falar. Eu sei que ela te magoo e te deixou triste por muito tempo, mas ela quer se redimir e se você não deixa-la, ela que vai se magoar. Eu cansei. Eu tentei, mas quando você está decidido a fazer algo, fosse faz. Não importando o quão estupido seja.

Me exaltei e o deixei bravo. Com certeza.

-Eu não te questionei, quando o assunto era a sua mãe. Eu não te julguei. Você estava brava com ela, não é mesmo? Então por que eu não posso?

-A minha situação foi diferente da sua. E eu desculpei a minha mãe. Então por que você não pode? Eu sei que você não vai perdoa-la de uma hora para outra, mas vá aos poucos.

-Não entendo o motivo de você estar tão incomodada. O problema aqui sou eu. Sempre foi. Sempre vai ser. Quem deveria estar irritado sou eu. Ela sempre me tratou mal e quando eu a retribuo com a mesma moeda, você, logo você acha ruim? Você deveria me apoiar. Eu te contei o que aconteceu comigo.

-E desde quando isso é motivo para descontar dos outros? Não quero saber... Tchau. Eu estou esperando no carro. – Me levantei. E Antes que ele falasse algo eu o interrompi. – E nem por um minuto, pense a culpa foi da sua mãe. A culpa foi totalmente sua. Que saco.

Sai dali batendo pé contra o chão violentamente. E algumas pessoas que estavam ali me olharam desconfortavelmente.

Estava no carro quando vi Bobby caminhando em direção ao carro, ele vinha com a mãe dele. Caminhavam calmamente e sorriam algumas vezes. Achei aquilo esquisito a principio. Eles chegaram perto do carro e como a janela estava fechada eu não pude ouvir e não fiz questão. Eles terminaram de falar e Bobby a abraçou. O que me surpreendeu e a surpreendeu. Ele ficou levemente corado. Ela acenou dando tchau para mim e eu retribui com outro aceno. Bobby então entrou no carro e me abraçou.

-Obrigado. Me desculpe pela discussão. Você estava certa. Ela é minha mãe. Nós nos... Acertamos? Acho que posso falar que sim.

-Pelo menos isso... Reclamei.

-Eu ainda estou te irritando? O que eu fiz?

-Nada, Bobby. Só vamos embora. Eu estou cansada. Menti.

-Me desculpa de novo. Pediu.

-Será que você não se cansa? Sempre pedindo desculpas. Como se fosse o culpado de alguma coisa. Bobby se toca. Se você não fez nada, não se desculpe. Isso irrita.

-Estou me desculpando pelo seja lá o que eu fiz de errado. Reclamou.

-Você sabe o que você fez de errado? Indaguei.

-Não...

-Então por que se desculpa? Quer saber só vamos para casa.

-E você? Será que tem que reclamar de tudo? Que saco. Tudo o que eu faço, não está certo.

-Eu nunca disse isso.

-Você nunca precisou.

-Vamos embora. Eu cansei. Você parece até que quer terminar!

-Eu? Ou você? Reclama de tudo. Você faz a perfeição parecer o pior erro de todos. Eu cansei disso. Todo dia. Toda hora.

-Já que você está cansado, talvez devêssemos terminar.

-Ótimo!

 

-Ótimo! Retruquei. Ele ligou o carro e acelerou. Quando chegamos ao instituto não trocamos nenhuma palavra. Fomos cada um pro seu devido quarto e não nos despedimos e nem trocamos olhares. Eu só queria mesmo era descansar.


Notas Finais


Então gente, é isso. Mais um capitulo. O que voces acharam da briga? Eu achei meio... ''xoxa'', se é que me entendem. Eu não tive muito tempo de revisar então pode ter alguns erros e me desculpem por isso. Mas então, vcs poderiam me dizer o acaram da briga. E de qual lado voces estão? Da tristeza do Bobby? Ou da persistência da Vampira? Infelizmente é só isso. Espero que gostem.


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