História Body Movies - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino
Tags Adrianette, Alyno, Amor Á Primeira Vista, Baile De Máscaras, Fim De Romance, Romance, Traição
Visualizações 33
Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Heyy gente eu notei que a fic tá meio caidinha e que alguns usuários pararam de deixar a opinião deles lá em baixo, isso me deixou sem vontade de escrever, mas aqui estou eu!
esse cap é a continuação do cap anterior

Capítulo 9 - A good deal is one that gets you a boyfriend (part.2)


Marinette POV'S 

O jantar na casa de Nath foi um desastre, os pais dele ficaram fazendo piadinhas sobre casal toda hora, sem contar na irmã dele que ficou toda hora dando risadinhas da minha situação – nunca senti tanta raiva da Megan com senti na hora em que o jantar acabou e ela inventou de perguntar como ia o meu namoro com o irmão dela.
— Então, como anda o namoro de vocês?
— Que na... — comecei, mas fui interrompida por uma cotovelada do Nathaniel. — Ai!
— O nosso namoro vai ótimo, não que seja da sua conta Megan — ele resaltou o nome dela para dar um poço de impacto (talvez). Ela o olhou e sorriu cínica!
Mas parece que ninguém notou isso, o que foi bom, enquanto os nossos pais conversavam, puxei Nathaniel para  o banheiro que tem no pequeno corredor entre a sala e a cozinha, fechei a porta atrás de nós dois e lhe dei um tapa na cara, depois comecei a dar tapas em seu braço ele só soltava “ai” “ei sua doida, para de me bater!”, e felizmente eu não parei, a raiva que eu sentia dele estava escorrendo de mim e eu não poderia interromper esse lindo processo de descarregamento. E felizmente Nath não me interrompeu – embora continuasse a pedir para parar –, acho que ele sabe o que eu estou sentindo, essa dor de ser traída por alguém que você gosta, alguém que você confia, é horrível, avassalador sentir isso, comecei a chorar enquanto ainda batia (agora de leve) nos braços dele; tirei as minhas mãos dele e o olhei, ele estava com os olhos cheios de lagrimas, provavelmente a culpa o atingiu, finamente.
— Você... me traiu, acabou comigo. — digo arrumando coragem.
— Eu não te trai, eu..
— Você o que Nathaniel? Vai diz!
— Tá bem, eu fiquei com a Chloé e eu não fui fiel a você, na verdade eu nunca fui — ele diz baixinho, quebrando o resto do meu coração, eu sei que é difícil de acreditar mas eu realmente gostava dele tanto que chega doía, só que agora eu não sei se realmente senti tudo isso por ele, não sei se ele gostou de mim, não sei se ele foi verdadeiro alguma vez comigo, se todos os olhares apaixonados foram verdadeiros e essa duvida é o pior.
— Você alguma vez foi verdadeiro comigo? Pelo menos uma vez? Me diz, por favor, eu preciso saber... Por favor...
— Você quer saber? Então vou te falar, eu sempre fui verdadeiro, o seu sorriso é o mais lindo de todos e eu simplesmente adoro o seu cabelo, principalmente quando ele tá solto e o vento balança ele, mas eu fui um completo babaca, eu não tive coragem de terminar com você e pedi para Chloé manter em segredo o nosso relacionamento, eu não queria te magoar, eu ia terminar com você... Eu ia fazer isso depois do baile de mascaras – que quase ninguém usou mascara só pra constar –, só que você descobriu e acabou comigo sem amenos me deixar explicar e depois, no baile, ficou toda agarradinha com o loiro aguado que entrou na nossa turma, o  que me fez pensar que talvez, eu não tenha sido o único que traiu alguém, mas ai a sua amiga perfeitinha, Alya me contou que a única coisa que o loiro quis foi ajudar e eu me sinto um lixo deplorável por pensar coisas erradas sobre você e por enganar você.
— Uau, que belo discurso, alguma coisa a mais que queira adicionar?
— Claro Mari...
— Não me chame assim, para você, eu sou apenas Marinette e não Mari.
— Okay... Marinette, eu fui um babaca, eu sei disso, mas será que você não poderia me ajudar? Meus pais te adoram e ficariam decepcionados se descobrirem que a gente terminou porque eu lhe trai, então... Será que você poderia me ajudar? Dê-me alguns dias até eu conseguir inventar uma desculpa ou... Não sei, só, por favor, não conte a eles e nem a ninguém. Por favor, será que você poderia fazer isso por mim, pelos nossos velhos tempo? — ele pergunta, querendo ajuda.
— Olha, eu não sei.. Eu...
— Ah, vai, pelos velhos tempos?
— OK NATH, PELOS VELHOS TEMPOS. — digo exaltada, ele tenta me abraçar, só que não deixo — Eu te ajudar é uma coisa, você me abraçar é outra. Entendeu?
— Aham. Marinette você é demais, mas eu acho que é melhor voltarmos para sala.
— É claro, vem vamos. — Começo a abrir a porta quando percebo que eu sumi com o meu – suposto – namorado e não vou voltar toda ‘desarrumada’ e nem ele com o cabelo bagunçado.
— Espera um pouco, — bagunço o cabelo dele e lhe dou um beijo, curto, porém longo o suficiente para borrar um pouco o meu batom. Limpo no espelho os lugares borrados para deixar aquela leve vermelhidão em volta dos lábios, Nath também limpou os lábios dele. Amarrotei um pouco a minha camisa e depois a dele, afrouxei um pouco a minha trança lateral e então peguei n mão do Nath.  — Já que você decidiu ser ator, por Kami entre nos personagens!
Saímos do banheiro e fomos para a sala, foi tão ruim receber o olhar de todos sobre nós, provavelmente eles estavam pensando “huum que safadinhos, saíram no meio da conversa para se pegarem hmmm” isso é tenebroso demais para mim!
Alguns minutos depois, meus pais se levantaram e disseram quase que juntos:
— Acho que já está tarde, já vamos.
Levantei-me e me despedi dos pais e da irmã do Nathaniel (sem contar no selinho que dei dele antes de entrar no taxi). Meus pais passaram o endereço da nossa casa e começaram a falar que sumir e aparecer toda desarrumada  é muito feio, quando do nada o meu  celular começou a tocar, era uma chamada de vídeo no FaceTime, o número não me era desconhecido  mas na hora não  lembrei de quem era e como podia ser de qualquer um da minha sala, eu atendi.
Adrien estava do outro lado da tela, sorrindo para mim, ai, aquele sorriso me desmoronou inteira, acho que estou começando a gostar dele. Ele não disse nada então eu disse.
— Oi. — sorri para ele.
— Oi, tudo bom? — ah não, ele veio me ligar as vinte e duas horas e trinta minutos apenas para perguntar se eu estou bem?! Ou ele esta sem assunto ou ele é um estranho. Mexi na minha trança e arrumei o celular, deixando de modo em que nós três aparecíamos, acho que Adrien notou os meus pais, pois ficou um pouco corado.
— Nossa como o seu amigo é lindo — minha fala dando uma risadinha, deixando ele ainda mais corado. Coitado!
— Ãhn. Eu estou ótima e você? Esses são os meus pais, esse é o meu pais Tom e essa a minha mãe Sabine — aponto para cada um ao dizer seus nomes, minha mãe sorri e Adrien retribui o sorriso.
— Oi Tom, Sabine. Eu sou Adrien Agreste e é um prazer conhecer vocês, mesmo que não seja pessoalmente — papai e mamãe respondem ele no mesmo instante em que o taxi para.
— Ei, Adri, espera um pouco? Eu vou dá um pause aqui rapidão. — pausei e desci do taxi, meu pai pagou a viagem e nós entramos em casa, fui para o meu quarto, deitei na cama e tirei a pause da chamada, acho que Adrien não notou isso porque mesmo depois que a chamada foi despausada, fiquei alguns minutos encarando o sorriso dele antes de finalmente chama-lo.
— Ei maluquinho, eu já reiniciei a chamada há quase três minutos e você está com um sorriso perfeito no rosto, meu santo Kami, pode parecer estranho dizer isso, mas você tem um sorriso muito perfeito. — Ele ficou como um pimentão quando disse isso.
— Ai que fofo você está todo corado!
— Não estou não, e é melhor você parar de falar assim de mim se não eu vou morrer de vergonha! — ele ainda estava corado e eu acho que se eu falar sobre o cabelo dele nesse exato momento, ele morreria.
— Ei quer madrugar conversando? — a proposta que ele me fez é quase irrecusável até o momento em que uma lâmpada brilha em minha cabeça e eu tenho uma ideia.
— Vishi, hoje não vai dar, eu tenho que acordar cedo, tenho uma surpresa para você!
—Surpresa para mim?
— É, para você, agora eu vou dormir e você também deveria ir, Bonsoir, mon garçon de sourire — Digo e desligo, coloco o celular na minha cômoda e vou colocar um pijama.
Durmo tão rápido  que nem percebo.


Notas Finais


GOSTARAM? JÁ SABEM QUAL A SURPRESA DA MARI? coloquem suas teorias, adoro quando fazem isso.


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