História Body Say - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Drama, Romance, Suspense, Trama
Exibições 406
Palavras 5.799
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aqui está mais um capítulo para vocês.
Boa leitura!
☼ Peço encarecidamente que leiam as notas finais.

Capítulo 20 - 20


Fanfic / Fanfiction Body Say - Capítulo 20 - 20

Três dias se passaram, mas parece anos. Várias vezes me encontro pensando nele e a saudade aperta no peito. Tento me distrair, mas tudo que eu vejo é ele. Seu sorriso, seu toque, sua voz... tudo está na minha memória. Bastou ele ficar longe esse tempo para eu perceber o tamanho do amor que sinto por ele. Nos falamos por telefone todos os dias, mas nunca é o suficiente. Ouvir sua voz pelo telefone não é o mesmo que tê-la sussurrada no meu ouvido e sentir o sorriso nelas não é o mesmo que tê-lo sorrindo bem diante dos meus olhos. Não sei lidar com a ausência, muito menos com a saudade. Tecnicamente, não sei lidar com nenhum sentimento que me faça sofrer. 

As coisas aqui em casa não estão nada boas nos últimos dias. Meu pai e Mary tem brigado frequentemente, e apesar de desejar que Mary suma de uma vez de nossas vidas, tenho medo de como o meu pai irá reagir a tudo isso. Estou tentando o máximo dar apoio para ele e não ser mesquinha demais em relação á isso. Não quero que ele sofra, ele não merece isso. Quero que ele encontre sua felicidade, mas não tem como encontrar a felicidade ao lado de Mary. Tudo o que ela sabe fazer é sugar a felicidade dos outros. Mas não permitirei que ela acabe com a vida do meu pai; para isso acontecer, ela terá que passar por cima do meu cadáver, e não pretendo morrer tão cedo. Ela não vai tirar de mim a única família que me restou. 

Celeste tem estado bem triste nos últimos dias; tenta disfarçar, mas vejo a dor nos seus olhos. Pelo visto, ela gosta mesmo do meu melhor amigo. Eu conversei com ele, e realmente o jantar foi um desastre. Apesar de tudo, ele se mostrou arrependido por ter sido tão rude com ela, então sugeri que ele se desculpasse, mas ele ainda não apareceu por aqui e nem me disse nada. Também não posso pressioná-lo: não sou dona do coração de ninguém, apenas estou tentando ajudar como eu posso. 

Não estou dando conta dos meus próprios sentimentos, imagina do sentimento dos outros. 

Pelo menos uma coisa legal aconteceu esta semana: a vaga do hospital é minha. Eu com certeza vibrei de felicidade com a notícia, mas não tem outra pessoa a agradecer á não ser Celeste. Se não fosse por ela, nada disso estaria acontecendo. Fui no hospital, assinei alguns papéis e começo a trabalhar em fevereiro, que é quando a amiga de Celeste viaja para Nova Iorque. Ela iria ainda esta semana, mas houve alguns problemas com sua transferência de país e tudo será regularizado em dois meses. Como o salário do meu pai está bem melhor agora, está dando para nos sustentar e ainda sobra algum dinheiro. Consegui achar um emprego temporário num restaurante; eu realmente levo jeito para ser garçonete. Não é uma coisa que eu sinta vergonha, muito pelo contrário: eu me orgulho disso. É um emprego digno como qualquer outro. Esse emprego me ajudou a pagar minha faculdade e ajudar nas despesas de casa, mas, não querendo ser mesquinha, a partir de fevereiro, nunca mais quero vestir um uniforme de garçonete na minha vida: quero renovar a minha vida para melhor. 

Chego em casa ás sete. O restaurante em que estou trabalhando é sempre muito movimentado, então sempre sobra hora extra e dinheiro extra. É cansativo, sim, mas todo trabalho tem o seu peso. A casa está muito silenciosa, parece que não tem ninguém presente pelas luzes apagadas, mas noto uma claridade na cozinha. Me aproximo e encontro papai sentado sobre a mesa, mergulhado em pensamentos. Ele está tão concentrado que não percebe a minha presença. 

— Depois sou eu que fico no mundo da lua, não é? — Sorrio apreensiva. 

— Ah, Louisa — ele balança a cabeça, parecendo finalmente ter voltado á vida real. — Está aí há muito tempo? Não vi você chegando.

— Acabei de chegar — puxo uma cadeira e me sento de frente á ele. — Onde está todo mundo?

— Celeste saiu com uma amiga e Mary... — dá de ombros lentamente, melancólico.

Aperto os lábios.

— Está tudo bem?

Ele suspira.

— Vou pedir o divórcio.

Olho para ele, triste.

— Sinto muito pelas coisas terem chegado a este ponto — digo, sincera.

— Eu também — sussurra. — Mas está tudo bem. Eu vou superar.

— A gente supera — corrijo-o, e ele sorri. — Rick... com esse divórcio, como Celeste fica? 

— Celeste fez muitas coisas que me deixaram profundamente magoado — começa. — Mas ela se arrependeu e eu a perdoei. E continuo tendo um carinho muito grande por ela. O que estou querendo dizer é que se ela quiser ficar, as portas desta casa estarão abertas para ela. 

Balanço minha cabeça positivamente, grata.

— Como está indo no emprego novo? — Ele muda de assunto, e decido não questionar. 

— Os funcionários me tratam super bem, são muito simpáticos. Mas o trabalho é pesado, sabe? A movimentação por lá é muito intensa e é impossível ter um segundo para respirar. 

— Sabe que não precisa fazer isso, não é?

— Claro que sim! Imagina se vou deixar você com todas as despesas desta casa nas costas, sendo que sou saudável e tenho muita energia para trabalhar. 

Ele suspira e se recosta na cadeira. Fica em silêncio por um tempo e ergue o olhar para o meu rosto.

— Você quer ir embora desta casa, não é?

Encolho os ombros.

— Quem disse isso á você?

— Ninguém me disse nada, Louisa. Eu apenas percebi — abaixa o olhar para a madeira da mesa. 

— Desculpe, eu... — respiro fundo. — Já fazia um tempo que eu queria sair daqui. Na verdade, desde que você se casou com Mary. Ainda não estávamos de bem um com o outro, então eu não tinha motivos para permanecer.

Ele balança a cabeça, entendendo os meus motivos.

— Você sabe que não posso ficar morando com você para sempre, não é? — Sorrio, apreensiva. 

— Eu sei — ele sorri, afetado. — Afinal, criamos nossos filhos para o mundo, não é? Sei que você quer sua independência, quer formar a sua própria vida. Eu entendo, sim.

— Ah, pai... — suspiro. — Não fala desse jeito. Não é como se eu fosse me mudar para outro país. É só uma casa diferente. E também vai demorar um pouquinho.

— Vou sentir sua falta — sorri sem mostrar os dentes.

— Pelo amor de Deus, pai! — dou risada. — Eu venho visitá-lo sempre. Você nunca ficará sozinho. E você pode ir me ver sempre que quiser — acrescento. 

Ele dá risada.

— Estou sendo dramático, não é?

— Muito! 

Ele dá risada mais uma vez e, ao ver o seu sorriso, sorrio também. 

— Sério. Não vou abandoná-lo. Jamais.

Alcanço sua mão na mesa.

— Eu espero, minha querida — suspira. — Você é a única coisa que tenho.

Sorrio, afetada. Ora, nada de choro agora. Levanto-me e caminho até ele, o abraçando forte. 

— Vou tomar um banho — digo. 

Vou para o meu quarto e deixo a bolsa em cima da cama. Dispo-me e sigo direto para o banheiro, e tomo um banho quente para aquecer o meu corpo congelado pela neve. Volto para o quarto enrolada numa toalha e procuro por roupas íntimas no guarda-roupa e, por fim, coloco uma roupa quente e confortável. Penteio meu cabelo e o prendo num coque no alto da cabeça. Procuro pelo celular dentro da bolsa e há uma mensagem do Justin. 

Sento-me na cama e fico trocando mensagens com ele um bom tempo, até que a porta do quarto se abre, revelando uma Celeste cabisbaixa e cansada. 

— Olá — cumprimenta ela.

— Oi, o que aconteceu?

Celeste me olha com a testa franzida.

— Por que teria acontecido alguma coisa?

— Só é olhar para o seu rosto. 

Celeste arqueia uma sobrancelha, me encara e caminha até sua cama, sentando-se nela e tirando os sapatos um pouco brancos pela neve.

— É pelo Maxon, não é? — Insisto.

Celeste suspira, mas não me olha.

— Maxon não é o centro das atenções, Louisa — diz amarguradamente.

— Mas é o centro da sua dor.

Enfim, ela me olha. Passa a mão pelos cabelos curtos, jogando-os para trás e logo depois suspira, esfregando suas bochechas levemente coradas. 

— Ele não é o único homem no mundo — diz, por fim. — Eu vou achar alguém.

— Mas você o ama — retruco.

— Posso deixar de amar — olha para cima por alguns segundos, parecendo exausta. — Sentimentos mudam o tempo todo, Louisa. Os meus também podem mudar.

Fico em silêncio por breves segundos.

— Perdoe ele — peço. — Eu sei que você está com raiva agora, mas eu garanto que o Maxon não é assim. Ele é um ótimo rapaz.

— Eu sei que é. Eu sei que o problema sou eu — olha para um ponto vazio do quarto. — Mas eu decidi não me importar mais. 

— Celeste, ainda há um jeito de...

— Ele nem me pediu desculpas por ter sido tão frio comigo — ela me olha com um sorriso triste. — Qual é. Você acha justo que eu continue sofrendo por ele, sendo que ele sequer se importa comigo? 

— Não, não acho, mas... — sou interrompida por alguém batendo na porta do quarto.

Franzo as sobrancelhas quando meu pai aparece.

— Maxon está aí embaixo — ele me olha.

Desvio o olhar automaticamente para Celeste, que abaixa a cabeça. Sinto-me triste por ela.

— Estou descendo — digo.

Ele assente e sai do quarto fechando a porta. Escorrego pela cama e coloco o celular dentro do bolso.

— Vou falar com ele.

Celeste dá de ombros, fingindo que não se importa. Suspiro e caminho para fora do quarto. 

Maxon está sentado no sofá, esfregando as mãos, demonstrando o quão frio está lá fora. O cabelo negro tem uma espessura abranquecida pela neve, e a pele se tornou mais pálida que antes. Os lábios estão mais avermelhados que o normal e suas roupas parecem quentinhas. 

— O que aconteceu? — pergunto, descendo os últimos degraus das escadas.

— Oi, Louisa. Está tudo ótimo comigo, e com você? — debocha sarcasticamente.

Sorrio.

— Desculpe. É que só deve ter acontecido algo muito importante para você ter saído de casa com o clima tão frio e vindo até aqui — esclareço. — Então, a quem devo a honra da inesperada visita?

Maxon respira fundo.

— Eu vim me desculpar com a Celeste.

— Oh — ergo as sobrancelhas. — Você poderia ter vindo antes, não acha?

— Por favor, não me dá sermão — suplica com um suspiro. — Eu não tive coragem antes, mas não estou aguentando mais conviver com a culpa. Eu não sei ser um homem mal — confessa.

Olho para o andar de cima.

— Eu tenho certeza que ela não vai descer para conversar com você.

Maxon me encara, sem saber o que fazer.

— Sobe lá em cima e fala com ela — sugiro.

— Subir lá em cima? — Ele aponta para o segundo andar, com as bochechas coradas.

— É só uma conversa, Maxon.

Ele entreabre os lábios, hesitante. 

— Tudo bem então.

— Vou esperá-lo aqui.

 

 

Maxon desce as escadas, coçando a nuca. Tem uma expressão confusa no rosto, parece perdido em meio á algum sentimento. Minha testa se franze em curiosidade. 

— E então? — pergunto.

— O quê? — Maxon ergue o olhar para mim, como se notasse minha presença somente agora. 

— Como foi a conversa? Que cara é essa? 

— Eu... não sei.

— Como assim não sabe? — questiono.

— Eu... — gesticula com as mãos. — Eu não tenho certeza se ela me perdoou. Ela foi fria, na verdade. 

Suspiro.

— Também pudera, né? — Bufo. 

— Estou me sentindo... — ele coça a nuca, confuso. — Estou me sentindo mal. Como eu faço para me livrar dessa culpa?

Ergo minhas mãos.

— Não vou me meter mais nisso. Fui tentar ajudar e veja no que deu. 

— Mas foi você que começou isso! — retruca. 

— Eu sei, e me arrependo amargamente por isso — passo a mão nos meus cabelos. — Sei lá... faz o que você achar melhor. Não vou forçar ninguém a fazer nada, tá? Segue o seu coração desta vez. Acaba logo tudo de uma vez, se for realmente o que você quer. Só não a deixe sofrendo desse jeito.

Maxon se afunda em pensamentos por um momento.

— Eu tenho que ir.

Balanço a cabeça. Maxon me dá um abraço rápido e se apressa em sair pela porta principal. 

 

*                    *                    *

 

Foi a semana mais longa da minha vida. Os segundos passaram tão devagar que mal posso acreditar que Justin retorna amanhã para Los Angeles. Estou animada, ansiosa, querendo que o tempo passe voando. Olho o horário no celular a todo tempo, na esperança que não tenha passado apenas míseros segundos. É realmente sufocante. Contudo, busco me concentrar o máximo no trabalho para não ser demitida antes da hora. 

— Qual é a minha próxima mesa? — pergunto á Rosita, ajeitando meu uniforme.

— Mesa quarenta e três — responde, apressando o chefe na cozinha.

Sinto uma pontada na cabeça e fico tonta de repente. Cambaleio para trás, tentando me firmar no chão, e Rosita me olha preocupada. Sinto a respiração ficar presa em minha garganta e meu coração começa a bater rápido, me sufocando. A dor se estende em meu crânio e sinto minhas pernas fraquejarem. Caio com as mãos na cabeça, sentindo muita dor. Rosita corre para me ajudar, e alguns clientes do restaurante se aproximam.

— Louisa, o que está acontecendo? — pergunta Rosita, segurando minha mão. — Céus, você está gelada! Chamem uma ambulância, por favor — grita para ninguém em especial.

Minha visão escurece; tento lutar contra o abismo, mas sou puxada para a escuridão. 

 

 

 

 

 

Minha cabeça pesa toneladas, no entanto, sinto-me anestesiada. Minha boca está seca e meu sangue pulsa nos ouvidos. Sinto uma carícia em minha mão, e o toque me faz querer acordar. Luto contra as sombras, luto contra o abismo que insiste em me puxar para baixo, e consigo abrir os olhos com muito esforço. Pisco algumas vezes, tentando me acostumar com a claridade, e quando mantenho meus olhos fixamente abertos, encontro meu par de olhos preferidos. Meus lábios se entreabrem, enquanto encaro seu rosto familiar.

— Olá, baby — diz ele, com um sorriso suave nos lábios. — Que bom que acordou.

— O que aconteceu? — pergunto com a voz fraca.

— Consequências do traumatismo que você sofreu — suspira. — Você está bem agora. Não se preocupe. 

Pisco algumas vezes.

— Por quanto tempo eu dormi?

— Não há muito tempo — acaricia meus cabelos. — Algumas poucas horas — acrescenta.

— E o que você está fazendo aqui? Pensei que só chegaria amanhã — franzo as sobrancelhas. 

— Sim, mas... eu vim assim que soube que você estava no hospital.

— Você não precisava ter feito isso — faço um esforço para me sentar, e ele me ajuda. — Não acredito que largou o seu trabalho por minha causa. 

— Eu já tinha resolvido tudo, então, tecnicamente, não larguei — conforta-me. — Mas se fosse o caso, não pensaria duas vezes.

Engulo em seco.

— Não é assim que as coisas funcionam.

Justin afaga o queixo, me encarando com as sobrancelhas um pouco arqueadas.

— Estou começando a achar que você não queria me ver — arqueia ainda mais a sobrancelha.

— Não seja bobo — olho para ele, séria. — É claro que eu queria ver você. 

A sombra de um sorriso passeia pelos seus lábios.

— Então para de me dar sermão. Fiquei preocupado, e estou morrendo de saudade.

Sorrio de canto de boca. 

— Desculpe por estar nestas condições — passo a mão nos cabelos, tentando dar um jeito nos fios rebeldes.

— Eu com certeza estava esperando vê-la com um vestido de gala — brinca, com um sorriso divertido. 

Sorrio.

— Posso beijá-la? — Ele me olha como um cachorro sem dono.

— Não escovei os dentes — argumento em tom de brincadeira.

Justin abre um meio sorriso.

— Eu não ligo.

Ele se levanta da cadeira e senta-se ao meu lado na cama de hospital. Envolve suas mãos entre meu pescoço e a clavícula e olha fundo nos meus olhos. Sinto seu polegar fazer um carinho perto da minha bochecha e me arrepio com o toque. Fecho meus olhos por alguns segundos, e os abro suavemente. Justin se aproxima, cheio de vontade, e quando está prestes a selar nossos lábios, a porta do quarto se abre, o afastando rapidamente pelo susto. 

Olhamos ao mesmo tempo para a porta, vendo o meu pai parado na mesma, um pouco sem jeito por nos encontrar tão perto; creio eu que deduziu o que estava acontecendo. Obrigada, pai, debocho mentalmente.  

— Ops — diz ele, em tom de desculpa. — Não sabia que vocês estavam... hum...

As mãos de Justin escorregam para fora do meu rosto e ele limpa a garganta, um pouco envergonhado pela situação. Sua expressão sem jeito o deixa adorável.

— Eu posso voltar depois.

— Está tudo bem, pai — sorrio. — Pode entrar.

Com o meu concedimento, ele fecha a porta atrás de si e se aproxima. Justin se levanta, dando espaço para que ele chegue mais perto.

— Vou deixá-los á vontade — diz Justin. 

— Não tem problema, rapaz. Pode ficar — diz papai.

Justin me olha de relance, hesitante.

— Tá bom então.

Papai olha para mim.

— Como você está? Acordou agora? Algum médico esteve aqui? 

— Eu estou bem — começo. — Eu acordei agora apouco. E nenhum médico esteve por aqui.

Ele balança a cabeça positivamente.

— Você me deu um susto e tanto — confessa, e suspira. — Por sorte você está bem. O médico disse que você está sobrecarregada e exausta. Está vendo? Eu disse que não precisa trabalhar naquele restaurante.

— Pai — repreendo-o. — Não tente me convencer do contrário. Você sabe que não vou deixá-lo pagar sozinho todas as contas de casa. Eu consigo trabalhar, tá? Graças á Deus eu tenho forças para isso. 

— Por que você é tão teimosa? — Justin se pronuncia, me olhando sério.

— Começou — murmuro. 

— Acho melhor você ficar em repouso — continua ele, me ignorando. — Você não precisa ficar se esforçando. Você passou por muita coisa nos últimos tempos e precisa de uma pausa de toda essa sobrecarga. Para de ser tão orgulhosa e me deixa te ajudar!

— Pode parar — ergo minhas mãos para o alto. — Parem de me tratar como se eu fosse uma boneca de porcelana, caramba!

Ambos bufam no mesmo instante. 

— Ela sempre foi assim? — Justin pergunta ao meu pai.

— Herdou da mãe — ele esclarece, fazendo uma careta. 

— Eu ainda estou aqui — intrometo-me. 

Ambos me olham.

— Ah, quer saber? — Irrito-me. — Cansei de vocês dois! Vão chamar um médico e me deixem em paz — cruzo os braços, como uma criança birrenta. 

Ambos continua me encarando, com uma sobrancelha arqueada. 

— Eu sou o seu pai — diz ele, com um tom autoritário.

— E eu o seu namorado — Justin retruca no mesmo tom.

— E daí? — Olho de um para o outro, com um olhar desafiador. 

— E daí que enquanto você estiver morando sob o mesmo teto que eu, sou responsável por você, então você querendo ou não, tenho total autoridade sobre você — adverte ele, e estreito meus olhos.

— Você é o pior pai que existe, Rick — digo séria, apesar de não ter nenhuma sinceridade em minha voz.

Ele sorri.

— Também te amo, minha filha — levanta-se. — Vou chamar um médico para examiná-la e talvez você possa voltar para casa — desvia o olhar para Justin. — Pode cuidar dessa criança enfurecida na minha ausência?

— Eu dou conta da fera — Justin abre um sorriso e reviro os olhos.

— Cuidado para ela não morder você — papai brinca num tom sério.

Alô, eu ainda estou aqui.

— Ei! — Reclamo.

— Eu sou vacinado contra a raiva, senhor — Justin brinca, e papai deixa o quarto apertando seu ombro. Justin se vira para mim. — Podemos nos beijar agora?

— Vai se ferrar — digo, mau humorada, e ele dá risada.

 

 

— Vou deixá-los vocês á vontade. Comportem-se — acrescenta papai, saindo do quarto.

Justin puxa o pano jeans sobre as coxas e se senta ao meu lado, soltando um suspiro. Seus ombros parecem extremamente tensos, e noto a exaustão nos seus olhos. 

— Como foi a viagem? — pergunto. 

— Nada em especial. Só muito trabalho — responde, sem muita animação.

— Mas conseguiu fechar negócio? 

— Consegui, sim. — Dá de ombros. — Tudo muito chato. Foi interessante pensar em você a viagem toda — acrescenta, com um sorriso.

Derreto-me. 

— E você? O que andou fazendo por aqui em Los Angeles?

— Ah — dou de ombros. — Pensei muito em você — faço uma pausa para apreciar seu sorriso. — E ocupei o restante do tempo trabalhando. Tudo muito chato — acrescento, repetindo suas mesmas palavras. 

— Agora estou de volta, baby. Vou tirá-la do tédio numa fração de segundos — sorri cheio de promessas.

— Estou ansiosa por isso — confesso. — Mas só á noite, porque trabalho até ás sete. 

Justin relaxa os ombros.

— Gosto da ideia da noite — sorri, olhando-me intensamente.

Aperto os lábios.

— Eu quero... — começo, olhando dos seus olhos para os seus lábios e vice-versa. 

— Eu também — sussurra, encontrando meus olhos.

Umedeço meus lábios com a língua.

— Podemos... — deixo as palavras pairarem no ar, mas tenho certeza que ele entendeu perfeitamente.

— Você precisa descansar — ressalta, mas sei que é contra sua vontade. — Eu não vou me controlar se...

— E quem disse que eu quero que você se controle? — Aproximo-me, tocando seus lábios delicadamente. 

Ele fecha os olhos por alguns segundos, como se meu toque fosse um fascínio. Quando volta a abri-los, estão escurecidos pelo desejo.

— Não me provoque — sussurra.

Seguro o seu pescoço e enfio minha língua em sua boca. Ele reage rapidamente, enfiando a mão em meus cabelos enquanto a outra está sobre a minha mão em seu rosto. Sinto o ardor dos nossos lábios, e a necessidade dos nossos corpos. A saudade se transforma em uma energia devastadora e só quero dividir esse sentimento com ele. Toque-me, por favor... Justin me beija com tanta intensidade que por um momento penso que ele sente o mesmo que eu, e isso me conforta em uma fração de segundos. 

Seus lábios escorregam para o meu pescoço e sinto-me rendida.

— Vamos para o seu apartamento — sussurro com a voz fraca.

— Hum-hum — concorda, sugando um pouco a minha pele.

Ah!

 

 

Justin abre a porta do quarto um pouco desajeitado, sem desgrudar dos meus lábios. Estou tecnicamente pendurada em seu pescoço, sentindo um fogo tomar conta das minhas veias. Meus músculos pulsam em desejo, e só preciso tê-lo dentro de mim e saciar o desejo de uma semana inteirinha sem o seu toque. 

Ele me empurra na cama gentilmente e caio sobre o colchão macio, com um sorriso sapeca nos lábios. Ele para entre minhas pernas, me olhando intensamente entre a escuridão do quarto. Segura a gola da camisa atrás do pescoço, puxando-a para cima, enfim retirando o tecido do corpo. Suas tatuagens ficam á mostra e ele sobe em cima de mim, colando nossos lábios depois de olhar profundamente nos meus olhos. Escorrego minhas mãos em suas costas, sentindo seus músculos.

Justin se afasta e me ergue na cama, colocando minha cabeça no travesseiro. Mordo o lábio quando ele se ajoelha entre minhas pernas, deslizando as mãos delicadamente pelas minhas coxas. Puxa meu vestido para cima, e ergo o meu tronco para ajudá-lo a tirar. Por fim, a peça de roupa está espalhada no chão. Sobe em cima de mim novamente, beijando-me com força. Posso sentir seu coração acelerado contra o meu peito, e aproveito para deslizar minhas mãos por ali, encontrando seu abdômen definido, sentindo-o retrair-se com meu toque. 

Abraço-o com força, tendo força para virá-lo na cama. Sorrio, sentada em seu colo. Ele retribui o sorriso e morde o lábio em seguida. Olho para ele, toda sensual, e minhas mãos vão para trás das costas, alcançando o fecho do sutiã. Justin encrava ainda mais os dentes no lábio inferior, enquanto observa eu deslizar as alças do sutiã pelos meus braços, deixando meus seios expostos.

Quando jogo o sutiã no chão, ele me vira na cama, ficando por cima novamente. Aproxima-se, sorrindo, e me beija lentamente, explorando cada cantinho da minha boca. Justin beija meu pescoço suavemente, deixando leves chupões na minha pele sensível. Arfo, encravando minhas unhas em suas costas, arrancando-lhe alguns gemidos roucos. Ele desce com os beijos, alcançando o espaço entre meus seios. Ergue o olhar para mim, que tenho os lençóis presos entre meus dedos e o desespero nos olhos. Sorri, satisfeito, e suga meu mamilo esquerdo. Jogo a cabeça para trás e gemo, sentindo meus músculos mais sensíveis se contraírem. Ele faz de novo, com mais força desta vez. E então começa a chupá-lo aleatoriamente, me deixando louca e cheia de desejo... molhada. Meus seios ficam sensíveis diante de tal carícia e endurecem. 

Justin escorrega para o outro seio e repete o mesmo processo, chegando a ser doloroso pela tortura. Agarro seus cabelos, puxando de leve, esfregando meu pé em seu quadril como um gato carente. Ele desce um pouco mais, espalhando beijos pela minha barriga, deixando um contorcimento em cada parte que seus lábios molhados deixam uma trilha. Me arrepio todinha. 

Ele se senta sobre os calcanhares e me observa na escuridão, que estou completamente rendida á ele. Passa a mão nos cabelos bagunçados e passa a língua pelos lábios, umedecendo-os ainda mais. Engulo em seco, tentando controlar a vontade louca de tê-lo dentro de mim. Apesar de tanto desejo, quero que essa noite dure. E se for tarde demais, a gente aproveita a madrugada. 

Desliza as mãos pelas minhas pernas, e todos meus pelos enrijecem. Desce as mãos pelo meu corpo, levando minha calcinha junto com as pontas dos dedos quando alcança meus quadris. Mordo o lábio inferior, vendo-o deslizar o pano fino pelas minhas pernas. Ele joga a calcinha no chão e afasta um pouco as minhas pernas, acomodando-se entre elas. Sei o que vem a seguir, e eu não poderia querer outra coisa neste exato momento. Senti-lo fodendo-me com a boca é uma sensação indescritível. Não há palavras. Apenas sinto. Sinto intensamente, como se minha alma estivesse explodindo confetes. 

Justin me lança um último olhar e some entre minhas pernas. Agarro os lençóis, jogo minha cabeça para trás e um gemido rouco escapa do fundo da minha garganta quando o sinto exatamente ali. Debruço-me sobre o colchão, sentindo sua língua quente ir cada vez mais fundo contra o meu clítoris. Puta merda!, isso é muito bom! Minha respiração está ofegante; aperto meus olhos com força quando o sinto me penetrar com a língua e apertar com força as minhas coxas. Ele me beija de forma fascinante, o que só me deixa na expectativa do orgasmo. Mas, ao mesmo tempo, quero apreciar a sensação por muito tempo.

Sinto uma camada de suor cobrir o meu corpo e sinto borboletas no estômago. Isso significa que estou prestes a gozar de prazer. Adoro essa sensação. Ele me faz sentir como tenho certeza que ninguém jamais o fará. É uma sensação avassaladora, que toma conta do meu peito e reflete uma queimação em todo o resto do meu corpo. Meu sangue transmite uma onda de adrenalina por todo o meu corpo e me sinto extremamente privilegiada por tê-lo somente para mim. Sei que todas as mulheres ao seu redor o deseja, mas sinto que ele só tem olhos para mim. Costumo observá-lo sempre que estamos juntos em público. Por mais que estejamos rodeados de mulheres bonitas — mais bonitas que eu, devo ressaltar —, ele nunca olha para elas. Seus olhos permanecem vidrados nos meus o tempo todo, e isso faz eu me sentir mulher. Ele faz eu me sentir mulher em todos os quesitos.

Chego ao meu primeiro orgasmo com um gemido alto e satisfatório. Sinto-o provar todo o meu líquido com satisfação. Ele torna a ficar de joelhos, lambendo os lábios como se estivesse tomando sorvete. Leva o dedo á boca e o chupa, e isso é extremamente... sexy. Deita em cima de mim, me olhando com intensidade, e morde meu lábio inferior.

— Seu gosto é o melhor, baby — sussurra com a voz rouca. — Poderia prová-lo o dia todo — acrescenta.

Pisco algumas vezes, tentando recuperar o sentido.

— Agora vou foder você — continua, olhando fixamente para os meus olhos. — Com força — acrescenta.

Minhas pernas perdem as forças. Ele desce da cama, mas continua diante dos meus olhos. Desabotoa a calça e abaixa junto com a cueca, fazendo seu pênis completamente ereto saltar para fora. Chuta as peças de roupa para longe e sobe na cama, engatinhando até mim. Busca pelos meus olhos, coloca as mãos em cada lado do meu pescoço depois de posicionar seu membro na minha entrada e escorrega para dentro de mim, fazendo eu me contrair debaixo dele e gemer.

— Tão apertada — murmura, satisfeito. 

Sem delongas, ele se movimenta com força, metendo fundo. Arregalo meus olhos, mordendo o lábio inferior, fazendo o gemido sair abafado, como se eu estivesse sendo sufocada. Ele fecha os olhos e geme o meu nome. Sua voz é música para os meus ouvidos, e ouvi-lo chamar o meu nome, satisfeito pelo prazer que o proporciono, só faz eu me sentir ainda mais poderosa. Ergo meu quadril, em busca de um contato mais profundo. Ele olha no fundo dos meus olhos, com os olhos castanhos escurecidos por causa do desejo e o cabelo grudado na testa, um pouco escurecidos pelo suor. Justin mete fundo mais uma vez, e me agarro aos lençóis novamente. 

— Ah! — Gemo. — Justin... Oh!

Ele enlouquece e se movimenta rapidamente, fazendo nossos quadris se chocarem a cada estocada. Enfio minhas mãos em seus cabelos, sentindo os fios fazerem cócegas entre meus dedos. Coloco minhas pernas ao redor da sua cintura, trazendo-o para mais perto. Cola nossas testas, com os lábios entreabertos, enquanto seu rosto toma uma tonalidade vermelha e seus olhos se tornam cada vez mais ativos. Arranho suas costas, deixando minha marca. Ele geme em aprovação, fechando os olhos por alguns segundos, absorvendo a dolorosa dor causada pelas minhas unhas. 

— Oh, Lou... — geme baixinho, rouco. 

Ele enfia a língua na minha boca, entrelaçando nossos dedos e prendendo minhas mãos acima da cabeça, deixando-me impossibilitada de tocá-lo. Quando solta minha mão, deslizo-as pelas suas costas, desesperada para tocá-lo. Os movimentos diminuem, se tornam mais intensos. Ele olha no fundo dos meus olhos e engole em seco; está chegando ao seu orgasmo, e também estou tão perto... 

Basta três estocadas fundas para eu me derramar ao seu redor. Inclino a cabeça para trás, chamando seu nome num gemido rouco. Ele inspira forte, apertando os olhos com força. Movimenta-se um pouco mais e finalmente chega ao seu orgasmo, se derramando dentro de mim e chama pelo meu nome. Cai em cima de mim, e abraço seu corpo suado contra o meu, tentando controlar minha respiração descontrolada, e ele faz o mesmo. 

Ficamos um tempo assim, tentando recuperar o fôlego. Ele se afasta, segura meu rosto entre as mão e me beija suavemente. Sai de dentro de mim e sinto um beliscão lá no fundo, então rola para o meu lado, caindo de barriga para cima e começa a encarar o teto junto comigo. Justin vira o rosto para me olhar e, percebendo o movimento, olho para ele também. Nossos olhos se encontram, transmitindo turbilhões de sentimentos. Seus olhos estão da cor normal agora, tão doces e derretidos... Passa a mão pelo cabelo e inclina-se sobre mim, agarrando meu pescoço com delicadeza e me beijando suavemente. Suspiro entre seus lábios, aceitando todos os carinhos.

Deita-se novamente ao meu lado, me puxando para o seu peito, onde me alinho. Sinto seus batimentos calmos e sua respiração tranquila. Sua mão afaga meu cabelo, me fazendo um cafuné. Bocejo algumas vezes, me sentindo sonolenta por causa de tal carinho. No entanto, o silêncio me incomoda. Coloco minhas mãos sobre seu abdômen e apoio meu queixo nelas, podendo assim olhar para ele. Seus olhos vidram nos meus e eu sinto um calafrio percorrer minha espinha. 

— O que foi? — pergunto.

— Como assim?

— Você parece distante.

Justin retrai o canto da boca.

— Estava pensando...

— Pensando em quê?

Ele me encara por alguns segundos e desvia o olhar. 

— Em mim. Em você. Em nós dois — acrescenta.

— O que há de errado?

— Nada de errado — umedece os lábios com a língua. — Não se preocupe com isso. Eu é que sou confuso demais.

— Não quero deixar para lá — insisto. — Quero saber o que se passa aí dentro — olho no fundo dos seus olhos, enquanto faço um círculo exatamente onde seu coração bate.

Ele aperta os lábios, perdido em expressões. Vamos lá, Justin... você consegue... Seus lábios se entreabrem para falar alguma coisa, mas ele parece pensar e repensar várias vezes. Ergo as sobrancelhas, ansiosa por suas palavras. Meu coração pulsa loucamente e só vai se acalmar quando ele disser o que eu quero ouvir.

— Eu... — começa ele, e engole em seco. — Eu adoro você, tá?

Minha expressão se desfaz e não deixo de ficar decepcionada. A minha queda é tão dolorosa que sinto lágrimas se formando no canto dos meus olhos. Ele me lança um olhar preocupado, mas o ignoro completamente; viro-me de costas, puxando as cobertas para cobrir o meu corpo.

— Louisa?

— Boa noite, Justin — murmuro, seca, controlando as lágrimas.

— Está tudo bem? — Seu tom é preocupado.

Fecho meus olhos com força e engulo em seco, me encolhendo ao lado que sempre costumo dormir na cama. Não respondo sua pergunta, mas sinto seu corpo próximo do meu, e seu olhar queimando em mim. Consigo imaginar sua expressão confusa e seus lábios entreabertos.

— Boa noite, Louisa — murmura, virando-se de costas para mim. 

 


Notas Finais


Céus, escrevi esse hot escutando ''Weight In Gold'' do Gallant. Sério, super recomendo essa música. Muito boa!

☼ Enfim, eu agradeço á vocês por sempre estarem presentes nos comentários. Sério, eu sempre fico muito feliz quando vejo vocês participando e dando suas opiniões. Peço mil desculpas por não responder alguns comentários ás vezes, mas eu posto aqui com a ajuda do roteador do celular, pois estou sem WI-FI há meses. Podem sofrer comigo, eu deixo. Apesar dessa dificuldade, eu sempre fico empolgada para escrever e fico ansiosa demais para postar o mais rápido possível para vocês.

☼ A falta de WI-FI também resulta na demora de alguns capítulos a serem postados. Sempre quando tenho crédito, aproveito para postar o máximo de capítulos possíveis. Se eu pudesse, postaria todos os dias um capítulo diferente, pois vou ser sincera com vocês: consigo escrever três capítulos por dia, acreditem se quiser. Porém, acabo escrevendo um por um, e decido deixar o capítulo bem grande para sempre ter mais emoção.

☼ Uma leitora me sugeriu que eu fizesse um flash back para mostrar como Justin e Louisa se conheceu. Devo dizer que achei uma ótima ideia, então quero saber de vocês: gostariam de um capítulo bônus para mostrar como tudo começou? Gostaria de ressaltar que ficaria muito feliz em escrevê-lo.

☼ Sobre Justin e Louisa, quero dizer que ainda há muita coisa para rolar entre os dois. Essa demora sobre o ''Eu te amo'' vindo do Justin está matando vocês, não é? Não quero ser má, mas peço que sejam pacientes. Como eu havia esclarecido antes: ainda há muito para acontecer. Mas quando ele disser, prometo que vai ser um momento grandioso. Devo deixar claro que sou muito dramática em relação ás minhas histórias, então não se assustem com o decorrer da história.

☼ E, para finalizar, quero dizer que estou amando escrever esta história. Certamente, é a minha preferida. Espero escrever muito mais e espero vê-las presente em todas as minhas fanfic's. É só isso que tenho á dizer. E, mais uma vez, agradeço de coração á todas vocês. Cada uma leitora tem um lugarzinho reservado no meu coração.

Um beijão de luz e até a próxima! ♥


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