História BodyGuard - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias 2NE1, Mamamoo
Personagens Cl, Hwasa, Minji, Sandara Park
Tags Chaezy, Hwasa, Lee Chaerin, Minzy, Sandara Park
Exibições 20
Palavras 970
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Lee Chaerin, a guarda costas.


Minji levantou seus olhos, que até então estavam focados na prataria que estava sobre a mesa para encarar a guarda-costas. Seus olhos a olharam de cima abaixo.

 

— Deveria olhar pra frente, guarda-costas. – disse Minji rude ao perceber que a loira ainda continuava olhando Dara fixamente.

 

Chaerin olhou para frente e quase sentiu as próprias bochechas corando pela vergonha.

 

— Desculpe.

 

Dara também olhou para frente, constrangida e tentou disfarçar a situação com um sorriso.

 

— Essa é a Minji, minha filha. – falou Cornelius apresentando a filha para Chaerin.

 

— Appa...você fala como se ela nem soubesse quem eu sou. – disse presunçosa e arqueou uma sobrancelha.

 

Chaerin olhou para a ruiva, e sorriu numa tentativa falha de se desculpar, porém Minji se manteve com a expressão vazia.

 

— Venha, Lee...sente-se conosco. – Cornelius chamou-a.

 

Timidamente a loira arranjou um lugar na mesa e sentou-se. Cornelius então chamou as empregadas que começaram a servir o café.

 

— Há quanto tempo trabalha com isso, Chaerin? – perguntou o homem.

 

Chaerin sorriu.

 

— Há mais ou menos quatro anos.

 

Dara estava de cabeça baixa, degustando o café da manhã, mas atenta a tudo que a loira falava.

A ruiva por outro lado estava achando aquilo tudo patético.

 

— Você podia ter encontrado outro lugar pra trabalhar, guarda-costas. – Minji se pronunciou.

 

Cornelius olhou a filha, repreendendo-a.

 

— Sim, poderia. – respondeu a loira — Mas seu pai me ofereceu uma oferta maior pra que eu trabalhasse aqui. – levou a xícara de café, que estava em suas mãos, a boca para sorver o líquido.

 

A ruiva revirou os olhos.

 

— Bem, como eu já havia te dito, Chaerin, vou precisar que fique ao lado da Minji sempre que ela precisar sair, pra qualquer coisa.

 

A loira assentiu, mas a voz da ruiva chamou a atenção dela.

 

— O que? – a ruiva expressou indignação — Appa, eu não sou uma criança! Não acha que já estou grande demais pra ter babás?

 

— Chaerin não será sua babá, Minji. Será sua guarda-costas. – o pai falou — Você é uma pessoa pública, precisa de cuidados! – suspirou — Aliás, ela não só vai dirigir seu carro a partir de hoje, como vai morar aqui conosco o tempo que for necessário.

 

Ao ouvir o marido, Sandara gelou e ficou dura na cadeira. Chaerin percebeu, ficando desconfortável com a situação.

Minji se levantou da cadeira com fúria.

 

— Eu não sei se você está ficando velho ou louco...- disse a ruiva em tom bravo —...mas ela querer dirigir meu carro e dormir na minha casa já é demais!

 

A menor bateu o punho contra mesa e Cornelius se levantou.

 

—Pare de ser uma menina malcriada, Minji! – ele esbravejou — Está na minha casa e eu escolho o que é melhor pra você. Nada que fizer ou falar vai me fazer mudar de ideia!

 

A ruiva grunhiu.

 

— Vocês são todos uns imbecis! – olhou-os com raiva — Não vejo a hora de ficar livre de você e dessa golpista. – disse para o pai e para madrasta — Vocês todos são uma família de merda!

 

Já estava quase nos degraus da escada, quando ouviu a voz de Chaerin. A loira estava apenas tentando apaziguar a situação.

 

— Minji, eu...

 

Mas foi cortada pela ruiva.

 

— Não se meta no que não é da sua conta, você aqui só é uma empregada! – exclamou — Não me incomode, eu não preciso de você.

 

A ruiva subiu as escadas, sumindo por elas.

O silêncio reinou pela sala. Cornelius pediu licença e retirou-se da mesa com a desculpa de que precisava ir trabalhar, mas na verdade estava extremamente envergonhado e aborrecido.

Chaerin estava pronta para sair da mesa quando Dara, que olhava para o próprio prato com a torrada ainda não acabada, chamou-a.

 

— Chaerin! – ela disse já tocando no braço da loira e parando-a.

 

A loira parou e olhou-a séria.

 

—Eu não sabia que você era a esposa dele. – ela foi direta.

 

— Nem eu sabia que você era a guarda-costas da Minji. – rebateu.

 

As duas se olharam atentamente.

 

— Chaerin, eu...me desculpe...eu...

 

A loira suspirou.

 

— Você não tem que me pedir perdão por nada, Dara. Tudo ficou bem claro há seis anos atrás. – soltou-se da morena — Agora se me der licença, preciso arrumar minhas coisas.

 

Saiu da sala de jantar, deixando a morena sozinha.

 

— Eu espero que um dia você possa me perdoar, Chaerin. – a morena falou para si mesma.

 

(...)

 

Chaerin sentou-se na cama após ter terminado de arrumar todas as coisas no grande closet que havia em seu quarto. Aquilo tudo parecia luxuoso demais para ela. O piso de porcelanato de aspecto amarelado brilhava como se parecesse uma pedra preciosa. As paredes uma parte com grandes espelhos e outra parte com um papel de parede muito bem colocado, estavam limpíssimas. A cama de casal grande, coberta por um lençol e cobertores brancos e bem passados. A penteadeira, os criados mudos de ambos os lados da cama, mais o pequeno sofá único pareciam ter saído daquelas revistas de decoração caríssimas. Não estava acostumada com tanta riqueza, seu quarto costumava ser simples, mas bem arrumado.

Deixou de olhar em volta, para olhar para seu próprio reflexo refletido no grande espelho de uma das paredes e suspirou. Por que depois de tanto tempo teve que ver Dara novamente? E dessa vez casada...

Sandara tinha sido seu grande amor de final de adolescência e começo da vida adulta. Estiveram juntas por três anos, até a mais velha terminar com ela sem um motivo aparente.

Chaerin ficou muito tempo desolada. Custou muito ter que esquecer a mulher que amara muito. Desde então não tinha conseguido se apaixonar por alguém novamente, apenas tinha alguns relacionamentos rápidos que não chegaram a durar nem cerca de um mês.

A partir de hoje, teria que lidar com a convivência com Dara e seu marido, sem falar na filha rebelde dele que nem se quer deu uma oportunidade para ela.

Mas ela aguentaria, como sempre aguentou. Ela era forte, ela precisava desse emprego. 



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