História Boku no Etek - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Etek, Homens Se Pegando, Yaoi
Exibições 31
Palavras 711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Festa, Harem, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


ESSA HISTORIA NÃO É LIGADA A NINGUÉM REAL, QUALQUER SEMELHANÇA COM A VIDA REAL É MERA CONHECIDENCIA, SE VOCÊ SE INDENTIFICA COM A HISTORIA DO PROTAGONISTA VAI PROCURAR UM PSICOLOGO

Capítulo 4 - (OVA) Aisuru Kasa


Fanfic / Fanfiction Boku no Etek - Capítulo 4 - (OVA) Aisuru Kasa

Aisuru Kasa

  Carmo Tonanho, um jovem e feliz estudante havia perdido seu guarda-chuva, o que magoava-o em demasiado. Com o auxilio de seus amigos, descobriu que objetos perdidos acabavam por parar na sala de uma sensual e boazuda coordenadora e para la foi.

 

  Seguiu pelo caminho, com medo de não encontrar seu precioso guarda-chuva, o qual necessitava muito num dia aparentemente chuvoso como aquele, seu coração batia rápido e não tinha certeza se era por ver a bela coordenadora ou pela chance de apanhar da sua mamai por não ter encontrado seu caro guarda chuva.

 

  Pisou no bloco de salas, onde a sala dela se encontrava, ao final do corredor, fazendo-o ter de encarar os olhares maliciosos de outras 4 salas para o seu grande popozão, corando-o e desviando o seu pensamento da bela coordenadora, o que apesar de ruim, ajudou-o. Entretanto, como o corredor era curto, chegou logo a porta, fazendo o desespero aumentar novamente.

  Bateu na porta, a ansiedade corria pelo seu pensamento, tudo o que pensava era nos belos cabelos e corpo da coordenadora, seu guarda-chuva já não era a coisa mais importante no momento. A coordenadora abriu porta e disse --o que quer? --

 

  --Desejo recuperar meu guarda-chuva, cujo vim a perder--

 

  --Ora, por que não falou logo, entre e traga esse belo popozão, não deve querer que todos fiquem olhando para ele assim--

 

  Carmo entrou, assustado com o que a bela coordenadora disse, o mesmo não imaginava ser cantado dessa forma por uma senhora daquele porte, mas mesmo assustado, entrou. Na sala, encontrou um baú, cujo a coordenadora disse que o guarda-chuva poderia estar. Com isso, Carmo se abaixou para futricar no baú em busca da segunda coisa que mais almejava naquele momento (depois de xumbilar com a coordenadora), deixando seu belo popo empinado, o que atraiu os olhares da coordenadora.

 

Aquele belo popozão fazia os pensamentos da coordenadora irem a loucura, ela sabia que xumbilar com os alunos não era ético ou moral para um coordenador, mas naquela hora ela não pode se segurar. Abaixou lentamente suas calças e esperou ele virar; quando o mesmo virou para pedir por ajuda em sua busca incessante pelo seu guarda-chuva, ele se deparou com toda aquela gostosura selvagem exposta diante de seus olhos, dando a ele uma involuntária ereção.

 A bela coordenadora não perdeu tempo e aproveitou a ereção de Carmo, abaixando-lhe as calças, ela podia ver seu grande aparelho reprodutivo, que, apesar de não poder exercer a função reprodutiva nela, ainda podia causar um enorme prazer. Ela jogou-o em sua confortável cadeira com uma almofadinha especial para não ferir aquele belo popozão e disse:

-Bem, já que você não encontrou seu guarda-chuva, eu o meu- Disse ela se aproximando do “Guarda-Chuva” de Carmo –um belo, grande e estupendo guarda-chuva- colocando toda aquela magnificência em sua boca. Apesar de tudo, não era um bom guarda-chuva, já que se molhava todo dentro da boca da coordenadora.

“Já que estou aqui, preciso aproveitar esse belo popozão” pensou ela, então a mesma virou Carmo num ângulo em que a saída de seu aparelho excretor ficasse de fácil acesso para suas mãos e colocou dois de seus dedos lá dentro. Estranhou a sensação de início, porem passou a aproveitar o momento e finalmente finalizou despejando seu liquido reprodutivo na coordenadora, sujando toda sua face.

Vendo que o pipi de Carmo continuava dulinho, a coordenadora sentou violentamente sobre o mesmo. –Faz tanto tempo que não faço isso, espero não ter perdido o jeito- Disse ela. “E mais que jeito” Pensou em dizer Carmo, porém não quisera soar tarado demais no momento. Ela fazia movimentos circulares com a cintura, tomando total controle do coito e fazendo Carmo soltar tudo novamente, preenchendo algo que não era ocupado a décadas, talvez séculos.

-Rápido, vista-se e saia já daqui! Todas as salas do bloco devem ter escutado os gemidos, não quero que todos saibam de nosso caso- Disse ela a Carmo, demasiadamente feliz por ter dado umas fodelancias lokas, mas triste porque isso não voltaria a acontecer tão cedo. –Não fique triste, bela senhora, voltarei aqui toda semana para “buscar meu guarda-chuva”- disse ele indo embora, ela respondeu com meigos risos que tomaram conta dos pensamentos de Carmo e tomam conta até os dias de hoje.

 

-END-


Notas Finais


MARABENS PARCO!!!!!!


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