História Boku no Hero Academia - Interativa - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~caos123456

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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Uma Promessa Quebrada


Fanfic / Fanfiction Boku no Hero Academia - Interativa - Capítulo 3 - Uma Promessa Quebrada

 

Deku parou em seus caminha para entrar em sua sala e suspirou. Os sons e a bagunça que os seus colegas faziam eram grandes, a bagunça era a coisa mais predominante naquela sala.

Ela se perguntava se realmente gostaria de entrar naquela sala, se realente gostaria de voltar aquela bajulação, aquela perguntas e aqueles pedidos de suar sua super-força. Mas uma coisa a fez mudar de ideia, ver suas duas melhores amigas, Flaky Thorns e Lammy Over There.

E com um longo suspiro ela entrou na sala.

Ao vê-la todos os seus colegas pararam, mais logo voltaram a suas conversas que que agora elas giraram em torno a ela o que a fazia ficar desconfortável ao ouvir coisas como: Ela não e igual a seu pai, e choronas. Eu nem te digo oque eu ouvir sobre ela esses dias. Eu não posso acreditar que ela é a filha do herói numero um.

Ela sorriu ao ver Lammy encostada na parede com suas orelhas de carneiro em meio a fones de ouvido escrevendo em um caderno enquanto cantarolava em prestar atenção às coisas que aconteciam ao seu redor.

Deku se sentou em sua carteira ao lado de Lammy e tocou de leve em seu ombro e em um movimento a trupitado ela se virou e olhou com seus olhos azuis nos olhos verdes de Deku e sorriu.

— Desculpa Deku — Lammy disse retirando os fones — Eu não estava prestando atenção.

— Quando você esta concentrada você sempre ficas sem prestar atenção — Deku riu — Mas me diz: Cadê a Flaky?

— Eu não faço à mínima...

Ela parou em sua frase quando a porta abriu e dela saiu Flaky, com seus cabelos vermelhos completamente bagunçados, uniforme com espinhos. Ela quase caiu correndo, era a mesma rotina diariamente ela atrasada para a aula, simplesmente por causa de dormir ate mais tarde.

Ela se sentou ofegante em sua carteira ao lado de Deku.

— Oi... — ela disse ofegante.

— Dormiu bem? — Lammy perguntou sarcástica.

 Flaky não respondeu apenas corou e seu cabelo soltaram espinhos que voaram acertando a parede. Muitos dos seus colegas gritaram e se abaixaram tentando se proteger, pelo fato de seus espinhos serem soníferos potentes e ate mesmo venenosos.

— Desculpa — ela gritou para seus colegas, que apelas assentiram.

Lammy e Deku riram fazendo Flaky corar ainda mais de vergonha.

Então o professor passou pela porta fazendo vários dos alunos correrem para suas mesas. Seu professor tinha a pele da cor rosa avermelhada com três olhos da cor verde.

Ele parou na frente da sala.

— Eu irei entregar seus testes vocacionais! Todos vocês querem ser heróis?

Todos levantaram a mão e disseram animados Sim usando suas peculiaridades.

— Sim, sim, a peculiaridade de todos vocês são magnificas, mas e contra as regras usa-las enquanto estiverem na escola!

— Mas professor você poderia, por favor, dar as provas — Flaky disse se levantando — Se não você vai esquecer de novo.

O professor corou e coçou sua nuca.

— Sim, sim as provas.

Em suas cadeiras apareceu suas provas corrigidas. Deku olhou para sua prova, ela havia aceitado 90,85% ela olhou para aquilo e ficou muito surpresa ainda mais que ela mal avia se esforçado, apenas revisado junto a Lammy e Flaky a matéria.

— Quanto foi que tiraram? — sussurrou Lammy.

Deku olhou para ela sorrindo e mostrou sua prova, e logo foi Flaky que mostrou assua que marcava 85,37% de acerto. Lammy sorriu alegre e em sua cabeça suas orelhas de carneiro de moveram freneticamente quando ela mostrou a sua provo que marcava 100% de acerto.

Após isso a escola e a aula foram algo irrelevante em seu dia e ela apenas ficou sentada olhando seu caderno de anotações. Essa era a única coisa que ela podia chegar perto de saber como utilizar sua peculiaridade.

Ela avia ganhado aquele caderno pequeno verde de sua mãe após aquela promessa que Deku fez a seus pais. Ela folheou as paginas indo ate a primeira anotação que avia feito a anotação de Ruby Fox, sua mãe.

Quando ela se despediu de Flaky e Lammy após a escola ela começou a se lembrar do dia da promessa.

 

 

Foi quando ela abriu os olhos e viu aquelas paredes brancas e sentiu seu corpo dolorido que ela soube imediatamente que não avia sido um sonho quando ela usou sua peculiaridade.

Ela tentou de sentar e gritou de dor, logo ela se contorceu na cama sentindo suas feridas se curarem, mas a cura doía. Ela olhou para seu braço e o viu se regenerar, ela podia sentir seus ossos se moverem e de conectarem novamente, seus músculos e nervos que aviam sido danificados voltaram ao normal.

Ela deixou lagrimas caírem enquanto se contorcia enquanto sua visão ficava embaçada e vermelha.

Ela deixou um longo suspirou de alivia escapar de seus lábios quando a dor passou e seus olhos voltaram ao seu normal. Então a porta se abriu com tudo e seus pais passaram por ela.

Sua mãe estava com os olhos vermelhos inchados iguais aos de seu pai.

— Izu! — Karina disse correndo ate sua filha.

Ela abraçou sua filha enquanto chorava.

— Você esta bem, meu bebê?

— Eu acho que sim. — Ela disse — Mas e você?

Karina olhou nos olhos de sua filha e começou a beija-la enquanto chorava.

— Eu estou ótima.  Algo esta doendo?

Deku não sabia como responder aquela pergunta, pois seu braço ainda doía e essa dor se arrastava por todo o seu ser.

— Izu — seu pai disse, preocupado — Nós prometa não usar mais sua individualidade que você herdou de mim.

— Porque?

— Apenas nos prometa não usar mais sua individualidade ate você ter idade suficiente. — sua mãe pediu — Ta bom?

Izu assentiu.

— Tudo bem, eu prometo.

 

 

Ela se lembrava daquela promessa sempre e sempre, seus sonhos eram daquele dia e sem parar ela se lembrava dos momentos de dor e de quanto usou suas individualidades, as primeiras vezes que sentiu dor.

No meio daquele caminho que ela fazia para sua casa, ouviu um grito sônico que a fizeram parar instantaneamente e olhar para o sul da cidade onde se via fumaça.

— Não

Ela ouviu novamente gritos sônicos e no céu voaram espinhos vermelhos. Ela começou a correr com toda sua força exasperada sem se importas empurrando as pessoas em seu caminho com o unico objetivo de chegar naquele local.

Só aviam duas pessoas com aquelas individualidades, suas melhores amigas, Flaky e Lammy.

 

 

Ela sentiu seu corpo tremer quando chegou no local e viu lá no meio de toda a confusão onde os heróis afastavam os civis e enquanto os outros heróis tentavam resgatar suas amigas lutando e se desviando se uma gosma preta que tinha rosto.

Flaky e Lammy lutavam a todo custo se desgrudar do vilão. Lammy estava usando sua voz supersônica para se afastar mais apenas irritava o monstro ainda mais, enquanto Flaky estava com seus cabelos lançando espinhos tentando se afastas.  

Suas tentativas eram inúteis elas eram encolhidas pela gosma cada vez mais e mais. E antes delas serem engolidas pelo vilão elas olharam nos olhos de Deku com lagrimas escorrendo por seus rostos.

Deku tremeu lagrimas começaram a escorrer pelo seu rosto e sem pensar ela correu sem qualquer plano ou pensamento ela retirou sua mochila e a jogou no monstro com tudo.

— Lammy! Flaky!

E no meio daquela gosma ela pode ver suas amigas.

— Deku saia! — Flaky pediu chorosa.

— Não venha! — Lammy pediu. — Porque você veio? Você não devia vir.

Então ela não sentia suas pernas.

Ela as olhou nos olhos e gritou:

— Porque nós somos amigas! Eu nunca irei abandona-las!

Então suas amigas gritaram de dor:

— Pare!

— Saia do meu caminho — a gosma disse — Você esta me atrapalhando.

O monstro estava ficando furioso com ela e ele ia ataca-la com tudo. Os heróis atrás dela gritaram:

— Você quer se matar?

— Você vai morrer atoa, garota.

Ela em seu desespero sacou com toda a sua força o chão.

Então ao ver as rochas voarem e o solo estar quebrado, ela notou que avia quebrado sua promessa.

— Me perdoa papai! — Ela gritou para o céu de onde apareceu seu pai, All Might, em todo seu sua graça e louvor.

— Izu, não se preocupe não irei te dar uma bronca por algo que eu já fiz há muito tempo. Um grande herói sempre põe sua vida em risco pelos seus amigos! — Ele agarrando os braços de Flaky e Lammy.  — Eu não perdoo quem machuca minha filha.

Ele as puxou de dentro do vilão e ao mesmo usou a preção de suas mãos gritando sua marca registrada:

— SMASH!!!!

A pressão foi tão intensa que toda a cidade sentiu.  Todos comemoraram a vitória dele, o monstro feito de gosma se desmanchou no céu feito chuva.

Posteriormente os outros heróis recolheram os pedaços do vilão de gosma que caíram em forma de chuva pela cidade. Enquanto isso Deku, Flaky e Lammy foram conduzidas a segurança da policia que apos cuidarem delas as soltaram.

Elas conversaram e se dividiram  indo para suas casa.

Deku estava receosa a falar com seu pai. Ela olhava para o chão enquanto andava pensando e revendo cada acontecimento de seu dia e o dia de sua promessa... uma promessa que foi quebrada.

Ela suspirou e olhou para cima sentindo a presença forte de seu pai.

— Izu! Eu sei que você esperou tempo de mais para eu te disser isso.

Os olhos de Deku estavam marejados e em sua cabeça passaram-se imagem do dia em que ela sentiu a dor pela primeira vez.

— Você esta pronta para se tornar uma heroína.

Com essas palavras ela corei ate seu pai e o abraçou força.

— Obrigada ela — disse escondendo seu rosto na curva do pescoço de seu pai e chorou.

All Might a abraçou sua filha e começou a carregá-la devota para a casa.

— Vamos contar para sua mãe.

Ele disse acariciando os cabelos de sua filha que chorava e sorria.

— Sim. Vamos.

A partir daquele momento ela soube que avia um longo caminho a percorrer par ser como seus pais, mas ela não se importava ela apenas iria seguir seu caminho com sua cabeça erguida sem se importar com os desafios pela frente.

 

 


Notas Finais


Então oque acharam?
Gostaram? Não Gostaram?
Me digam


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