História Boku no Hero-Uma Nova Era - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Personagens Originais
Tags Boku No Hero, Boku No Hero Academia, Escolar, Heróis, My Hero Academia, Shounen
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Palavras 1.281
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Escolar, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shounen, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem dessa nova história baseada nesse anime incrível!
Vale lembrar que aparecerão aqui filhos de personagens da história original, e os casais que originariam esses filhos são determinados por mim.
Espero que não tenham problema quanto a isso.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Ranmaru Kazui-A Origem


O mundo se tornou uma sociedade superhumana, onde cerca de 80% da população mundial desenvolveu um poder especial. Chamado de "Individualidade", ou "Peculiaridade", ele se manifestou nos seres humanos dando-lhes desde poderes até então impossíveis, até formas diferentes. Nesse mundo de humanos superpoderosos, não demorou muito para que a profissão que muitos sonhavam, a de ser um "Super-herói", pude-se se tornar realidade. Primeiro com All Might, o primeiro e mais poderoso Super-Herói que já existiu, e atualmente, com Midoriya Izuku, conhecido mundialmente como Deku. E esta é uma história de uma nova era de heróis, filhos da geração passada, e outros, que vieram do nada e se tornarão grandes heróis. Este é o capítulo final da luta do bem contra o mal.

"– Com essa individualidade? Você é tolo ou louco, filho?"

  Aquelas palavras sempre o acompanhavam. Aquela conversa sempre o atormentava.

" – Você sempre diz isso como se eu fosse um monstro! Simplesmente por que você não tem uma!"

Então vá pra aquela escola de aberrações e suma daqui!"

  Depois daquilo, eu nunca  mais o vi. Meu avô me deixou uma herança para eu seguir meu sonho...E foi com essa herança, que eu me estabeleci nos arredores de Kumamoto, onde a U.A se situava. A escola que formou Midoriya Izuku, o maior herói de todos. Se os deuses permitirem, acho que eu irei seguir por este mesmo caminho. 

Pelos deuses! Acho que aquele cara era mesmo o dono do prédio... Disse, dando um tapa na folha. Ele me multou! Inacreditável! 

Passou os olhos rápidos pelas reclamações redigidas na folha, que recebera naquela manhã, enquanto levava aos lábios uma xícara de café, preparado num complexo sistema, que incluía uma meia suja, um pirulito e um rato morto.

Ora essa! Festa depois do toque de recolher? Entrei numa ditadura e ninguém me avisou. Não acha?

   Ele virou-se cheio de vida em direção ao seu servo, esperando uma resposta.

Oh droga. Fiz isso de novo. Mil perdões.

    O serviçal, uma massa negra com forma humana não esbanjou reação. Eles nunca esbanjavam reações.

Eu ainda vou ficar forte e colocar mais vida em vocês! Ranmaru tinha a confiança esbanjada nos olhos negros. O que foi algo bem desnecessário, pois os dois serviçais não deram a mínima atenção.

O único objetivo de Ranmaru era aquele. Ficar poderoso o suficiente para desenvolver seu poder ao máximo, e esfregá-lo na cara do pai. Nada muito heroico. E para obter esse poder, deveria entrar na U.A, uma academia que formava heróis. Pelo menos era isso que seu avô lhe dissera. 

Qual é pessoal, eu sei que vocês conseguem me ouvir. Sua marca, um belo sorriso sarcástico, se fez presente.

Ranmaru Kazuya. Individualidade: Lord! Ele pode criar a partir de sua sombra dois humanóides que obedecem suas ordens! Eles conseguem durar por até uma semana! Não precisam de alimento, descanso ou vínculos de amizade!

Apesar do sorriso, os dois humanóides, completamente cinzentos, apenas o fitaram rapidamente com olhos sem expressão e voltaram a limpar o piso da cozinha e desentupir o vaso sanitário.

Ranmaru pousou a xícara vazia sobre a mesa e fitou pela ampla janela, ignorando as dezenas de prédios que estavam em seu caminho, o ponto de partida de todos os heróis. A U.A.

Me pergunto como eles tiveram dinheiro para retirar o prédio de uma cidade, e posicioná-lo de forma perfeita em outra cidade, e ainda por cima,numa colina bem similar. Acho que o autor está ficando sem criatividade!

Foi uma afirmação para si mesmo. Sempre falava consigo mesmo. Por mais que a residência sempre estivesse cheia, ele sempre se sentia só. Queria desabafar com "eles". Saber o que gostavam. O que odiavam. Mas, eles nunca o respondiam.

A U.A me dará esse poder. Fez-se uma pausa. Bom, tecnicamente não é a U.A, a escola, e sim um conjunto de experiências e... Ah, vocês me entenderam.

E ele sempre agia como se estivesse diante de uma platéia.

Cavalheiros, dispensar!

E num piscar de olhos, eles desapareceram. Ranmaru dirigiu-se para o banheiro, que assim como todo cômodo daquele apartamento, fedia a mofo.

Preciso cortar esse cabelo... Disse, enquanto colocava prendedores e arrumava seu rabo de cavalo, dominando a juba vermelha. Raios! Tenho 16 anos e pareço uma garotinha. Disse, analisando seus músculos pequenos. E novamente, fazendo uma longa pausa para se justificar.Também, quando se pode usar servos para cumprir tarefas domésticas durante dois anos e meio, não se pode esperar muita coisa... Fitou seu reflexo no espelho velho. Está perdoado.

Colocou uma roupa preta de alguma banda, acompanhada de um jeans preto e um sobretudo da mesma cor. Seus únicos pertences, a chave do apartamente, o celular indestrutível, a carteira e o bloco de notas, cabiam num único bolso do sobretudo, o que o desanimava.

O dinheiro do vovô não vai durar muito.

Algo irônico seria eu assaltar durante a noite para pagar as aulas da U.A. Ele gargalhou, tossindo logo em seguida. Pena que eu não sei guardar segredo.

Abriu a porta e olhou os dois lados do corredor escuro, culpa das lâmpadas queimadas. O velho doido do fim do corredor sempre deixava aquele demônio, que todos chamavam de "cachorro", solto no prédio. 

Este prédio está cheio de gente doida.

O rosnado vindo da escuridão, logo após Ranmaru ter trancado a porta, mostrou o quanto aquele demônio o vigiava.

Ranmaru pulou para trás, enquanto a besta maligna avançava lentamente, com aquelas bochechas rosadas e aqueles dentes ansiosos por bundas para morder.

Malditos cachorros stalkers! 

Ele rosnou novamente. Talvez o monstro não gostasse daquele termo.

Posso chamá-lo de coisas piores se quiser, fera maligna.

Agora, aquilo ele não deixou passar.

Começou a latir, como se estivesse falando alguns bons xingamentos, e correu atrás de Ranmaru, que já descia as escadas. Tudo estava escuro. Mas aquele monstro possuía o hack de enxergar perfeitamente na escuridão.

Você é lento demais!

Já estava no térreo quando a criatura desceu ofegante. Dois anos e meio perseguindo Ranmaru todos os dias deveriam ter acabado com o espírito de luta do demônio. Ou o deixado fadigado, tanto faz.

O senhorio, um velho com um andador mais velho que ele, levantou-se de sua cadeira no balcão, caminhou na direção da criatura ofegante e acariciou o monstro maligno. 

Cuidado, demônios trazem azar. Disse, já estando do lado da porta de vidro que o separava da rua movimentada dos subúrbios da cidade.

Quantas vezes terei que te falar? Não sei o nome do cachorro do senhor Takeuchi, mas é mais comportado do que você.

Um olhar acusador se dirigiu contra Ranmaru,chocado com a acusação.

Ora essa! Nos primeiros anos, ele sempre me mordia, e o senhor dizia que era apenas  uma brincadeira.

Olhe para ele, Ranmaru. E veja se esta linda criaturinha poderia fazer algum mal para alguém.

O maldito cachorro tardou a sorrir e colocar a língua para fora.

Filho da put...

                     ¤¤¤¤¤¤¤

O grande erro de All for One foi confiar demais num bando de crianças fracas...

   O mercador tentava chorar enquanto balbuciava alguma coisa, mas os dedos do Gêmeo o prendiam contra a parede.

– Não que eu deteste novatos, longe de mim, eu sempre apoiei que o mundo do crime precisava de algumas mentes frescas para renovar o mercado. Mas, ele era tãooooo forte... Podia ter feito tudo sozinho. Ao invés de confiar seu legado para um bando de criancinhas.

Lágrimas escorriam no chão.

– Mas sabe, agora que nós, criminosos, estamos realmente fodidos, eu sinto que não preciso mais me segurar, entende?Quando sai de uma casa sabendo que vai ter que voltar para ela um dia, você deixa tudo bonitinho. Mas, se eu voltar, os heróis vão me pegar,então...

A cabeça dele explodiu de uma forma maravilhosa.

Sinto sua falta, All.

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E aqui está o primeiro capítulo!
Espero que tenham gostado!
Ah, e quando houver um grande trecho em itálico explicando a individualidade, façam o favor de imaginar o Present Mic explicando a individualidade em questão!
Se gostou, comente e favorite.No próximo capítulo, a apresentação dos filhos dos grandes heróis do passado! Plus Ultra!


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