História Bolsonaro, a ludibriada. - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


DESCULPA OS ERROS DE PORTUGUÊS!
Boa leitura, não se esqueçam que terá coisa nova bem rápido, por isso é pequeno.

Capítulo 2 - Lava-jato.


 

— Meu senhor Bolsomito, eles querem te matar.

Bolsonaro riu como um porco amarrado em uma caçamba.
 

— Eu não morro, porra! Vou desligar. — Ele disse tirando garrafas pets de seu terno e andando pela ilha Lava-Jato. Coisa interessante que Bolsonaro observou. Os carros eram sujos, então não tinha lava-jato na ilha lava-jato. Ele caminhou sem rumo, matando todos nas ruas e atirando raios laser em dinossauros que viviam em seu habitat natural.
 

— Morre, porra! — Ele disse até ouvir uma voz infantil lhe chamar.
 

— Senhor, Bo-Bo-Bo-Bolsonaro? É verdade que você não gosta de gays? — O menino pediu.
 

— Claro que não, tô sorrindo 'pra você! É cada uma. De que mãe você pega exemplo, da careca ou da bigoduga? — Ele esculhambou o menino, dando um soco que o fez voar no rio. Sua mãe saiu da casa, e ao ver seu filho voando, começou a chorar e pulou no rio tietê para o salvar. Bolsonaro riu, se jogando no telhado da casa com um rugido de pantera brasileira. Ele correu pelos telhados, seu destino estava realmente traçado, Cunha se encontrava alguns metros à frente, seus óculos brilhando com o céu negro. Sua espada se fez presente, soltando gritos de juízes da delação com chamas.
 

 

— Vô furar seus olho! — Cunha voou em cima dele, como voaria em um vaso para desentupí-lo.
 

Bolsonaro pegou seu cajado de borracha da morte e deu um golpe no ar.
 

— Seu gay! Vai levar surra de pau mole! — Ele disse dando na cara de Cunha com sua varinha do infinito. Bolsominions e zumbis do cunha lutavam, os bolsominions tomavam a parte da ilha onde as pessoas moravam, entrando nas casas e pintando Bolsomito em todos os estabelecimentos. Moradores pulavam no rio tietê e cometas caíam enquanto Cunha cortava o sapato de Bolsonaro fora.
 

— Gay é sua avó! Aquela fedorenta!
 

— não fALE ASSIM DE VOVÓ, SEU VIADO! — E saíram no tapa. Bolsonaro tentou puxar os cabelos de Cunha, e quando puxou, a peruca descolou e ficou na mão dele, enquanto Cunha caía sorrindo em sua nave-mãe.
 

— Vamos brigar, companheiro. Venha brigar com a Lula de nove tentáculos e sua companheira.
 

— No que se refere a viver, você não conseguirá. — Dilma disse em seu macacão vermelho de ninja. Lula lançava bolas de fogo e teleportava, e Bolsonaro não teve escolha a não ser conjurar os raios heterossexuais. Lula se teleportou igual Jongin do EXO* e sumiu.
 

— Matarei você! — Dilma cortou a cabeça de mil bolsominions de vez.
 

— Vocês só prestam para morrer, porra! Porra!
 

Jair não teve escolha, pulou no primeiro dinossauro que viu e o dominou com suas mãos ágeis e fortes, amarrando seu terno em sua boca para fazer uma guia. Dilma pulou na escuridão, prometendo voltar para aniquilá-lo.

Ele sentou nas pedras após amarrar seu dinossauro ali perto, com dores e muita raiva. Sua barriga estava cortada, mas se curava. Chamou então seu maior bolsominion.
 

— Nando Moura? Você tinha razão, dessa vez não foi você se achando. Eles realmente querem me matar.
 



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