História Bonecas de Trapos - Capítulo 1


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Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Juuzou Suzuya, Kurona Yasuhisa, Nashiro Yasuhisa
Tags Juuzou Suzuya, Kurona, Nashiro, Tia Nath, Tokyo Ghoul, Violencia
Visualizações 69
Palavras 3.073
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Seinen, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Equilibrista


Fanfic / Fanfiction Bonecas de Trapos - Capítulo 1 - Equilibrista

O tom vermelho vívido tinge a mancha branca da neve que cobre o chão em meio a escuridão noturna do inverno enuviado... Na pequena clareira iluminada apenas por um poste de luz, o único que não está quebrado, em meio a trilha passos abafados se escutam por sob a neve...

Suzuya estava perdido em pensamentos e caminhando em direção a seu destino, o sorriso insano cravado em seu rosto não seria perceptível mesmo se houvesse alguém mais passando por aquela clareira... Porém algo chamou a atenção do investigador, sons de briga... Latidos intensos e um miado desesperado atraíram o pombo da CCG que encontra-se agora parado a poucos centímetros dos vestígios da cena violenta irrompida a  alguns instantes atrás...

Um pequeno filhote felino de pelo negro, quase morto, agonizando em seus últimos momentos de existência e com os intestinos abertos e esparramados ao centro de uma mancha vermelha que tem como consequência o retrato mórbido de sua morte eminente... O investigador aproximou-se da cena e já mais perto do filhote ele imaginou que fosse uma gatinha...

Suzuya encara a pequena felina com o rosto próximo ao focinho rasgado do animal, a expressão do albino não demostra nojo, raiva, repulsa ou medo...

 

Apenas curiosidade...

 

O investigador sabe que não há escapatória para o destino do filhote, e essa certeza fica ainda mais forte quando ele vê o encarando ao longe um cachorro de rua, magro, faminto e que está esperando apenas o humano sair de perto da felina para que possa comer sua carcaça, o investigador atrapalhou sua refeição no final das contas.

Juuzou analisa a cena um pouco mais e vê um pequeno rato que aproveitou a confusão para sair de um buraco no solo de um local próximo ao corpo do filhote... O ratinho saiu correndo, Suzuya percebeu nessa hora que as costas do roedor também apresentavam sinais de sangue, como se tivesse sido ferido por garras...

Logo a cena curiosa se aclarou em sua mente mesmo que levemente distorcida...

Foi o cachorro que atacara a gatinha enquanto a mesma estava procurando por aquele rato, o roedor se entocou e a gata ao tentar pegá-lo foi surpreendida pelo cão e fora então atacada até o ponto de quase morte... E nessa hora ele apareceu.

A pobre gatinha arfa agora com dificuldade e chama a atenção dos olhos tétricos de Suzuya mais uma vez, as vísceras pulsantes no chão com o que lhe resta de sangue se esvaindo de forma cruelmente lenta do corpo até o solo... A morte para o pequeno bichano está demorando mais do que seria necessário e a felina sente a presença do cão próxima a ela, isso apenas ajuda para que seu desespero se torne ainda mais visível e ela tente fugir mesmo com o rombo no abdômen, os cortes disseminados pelos músculos, o focinho partido, os machucados e o ferimento mortal que suga sua vida aos poucos...

A dor no olhar da felina... A expressão aterrada e desesperada que o pequeno filhote faz ante a presença da morte a espreita e certeira...

O cachorro se agita com um pequeno e agudo miado que a gatinha solta quase no final de suas forças, Suzuya vê de relance com o canto dos olhos vermelhos... A saliva e a felicidade do cão ao saber que uma refeição se aproxima e a única coisa que ele tem que fazer agora é esperar que esse estranho humano se afaste do gato que está morrendo, afinal ele é só mais  um passante curioso e isso é uma cena corriqueira na selva de pedra em que ambos, o cachorro, o humano e a gata viviam.

O destino dos fatos ali presentes estava mais do que decidido!

A felina morrerá, a curiosidade mórbida atraiu um humano para perto e logo logo ele irá se afastar deixando o caminho livre para o cachorro se alimentar e saciar um pouco da fome que o atormenta por dias nesse inverno rigoroso, a carne do pequeno filhote impiedosamente atacado servirá para manter o mais forte vivo por algum tempo e lhe propiciará algo de forças para sobreviver  ao frio rigoroso e a falta de abrigo por mais alguns dias.

O albino sabe disso, e decide por conta própria dar as costas para o filhote.

Ele faz menção de se afastar quando um último miado desesperado se fez ouvir, Suzuya vira a cabeça e retrocede alguns passos deixando o cachorro que já corria em direção ao felino irritado ao se obrigar a recuar mais uma vez de sua presa. De relance o cão volta atrás e começa então a rosnar irritado para o humano.

— O que foi?

Um último miado, os olhos brilhando, a expressão da dor e o sangramento intenso disseminado pelos intestinos perfurados espalhados ao chão...

O albino então se abaixa e volta a aproximar seu rosto da felina moribunda, a gata ergue uma patinha e encosta a ponta dela no nariz de Juuzou.

— Acho que sei o que é, sinto muito, mas não posso ajudar você nesse ponto...

Suzuya tenta sair de perto, a gata já não tem forças para miar, mas o desespero no olhar dela é evidente, uma morte cruel e animalesca espera pelo filhote, morte vinda pelos dentes perfurocortantes do cachorro excessivamente animado assim que o albino lhe der as costas...

— Só se eu...

A felina não entende as palavras do humano a sua frente... Mas entende quando ele puxa um objeto reluzente do seu casaco e o aproxima ao seu pequeno pescoço com o metal reluzente.

Uma faca...

 

 

~~~~ Bonecas de Trapos ~~~~

 

Juuzou seguia calmamente para fora da clareira ainda com o fio da navalha ensanguentado em suas mãos...

Dar fim a vida da gatinha foi algo inesperado inclusive para ele.

Suzuya fez o corte o mais rápido, profundo e fatal que poderia fazer, a morte veio dessa vez quase imediata...

Logo ao se afastar dos restos da felina o investigador pode ver o cão se aproximar correndo e tomar a carcaça com os dentes de uma maneira insanamente possessiva. Antes de sair com o corpo entre os dentes para um lugar qualquer livre de interferências

 

“Suzuya não pode deixar de pensar na semelhança da situação irrompida ao filhote degolado e o cão albino com a situação de suas bonequinhas preferidas.”

 

A gatinha negra estirada com suas tripas expostas ao chão em meio a uma poça de sangue e fluídos espalhados pelo solo, a pequena felina inexperiente na vida e que apenas estava seguindo seu instinto natural de sobrevivência... O mais básico e simples... Comer! Caçar um ratinho e se alimentar... Ao tentar seguir seu instinto o pequeno filhote caiu na armadilha de outro caçador, um ser impiedoso mais forte, oportunista e muito mais experiente... Um animal que assim como a felina também estava com fome...

Um cão albino de aparência neutra... Um animal cuja única certeza que aparentava era a agitação em seu corpo, um ser de aparência tão dócil que se Juuzou não tivesse visto as manchas de sangue ao longo do seu pelo alvo e sua expressão por vezes alucinada e animada sempre que o humano se afastava da gatinha moribunda ele não seria capaz de atribuir ao ataque tão intenso, decidido e cruel para com o pequeno filhote felino.

O investigador por um momento pensou em matar o cachorro também, mas não era de seu feitio intrometer-se em assuntos alheios mesmo que se tratasse de algo entre espécies.

Inconscientemente ele foi um bom cachorrinho...

Ele dera fim ao sofrimento do filhote de uma maneira muito mais rápida do que o seu verdadeiro algoz, o cão albino aparentemente indiferente á presença do humano e que estava esperando desesperado para se alimentar do resultado de sua caça tão estimada e suculenta.

Já no meio do caminho que conduzia até uma casa escura oculta em meio a um arvoredo no mais profundo e afastado limite da cidade o investigador lembrou-se de sentir o fio deslizando pela carne rija da fina nuca do pequeno gato desesperado e já sem forças para reagir... O gatinho que pode sentir o sangue escorrendo por seu pescoço em meio ao total desespero... Uma dor inexplicável, porém menos humilhante do que o destino que o cachorro albino lhe reservava... Uma morte violenta repleta de mordidas e brincadeiras com o seu pequeno corpo quase sem vida...

Até que por fim o humano acabou sacando da pequenina bola de pelos seu último sopro de vida quando o filhote acabou por engasgar-se em seu próprio sangue antes da navalha cortar os impulsos da vida que seriam espalhadas para o restante de seu corpo mutilado, eviscerado, machucado e desesperado...

Suzuya puxou sua faca já suja pelo rubro juvenil de um pequeno felino do seu casaco, olhou por um momento... Recordou algumas vidas que essa mesma scorpion já talhou, só que a diferença do filhote essas vidas eram na visão do arguto investigador vidas indignas... Eram as vidas de seus predadores... Juuzou acariciou a ponta da lâmina cortando seu dedo no processo, manchando seu casaco com mais sangue e sorriu ao recordar-se de algumas cenas anteriores... Gritos, desespero, mortes... Guardou novamente o punhal no bolso, junto com os vestígios do que fora uma breve existência...

Ele lembrou também que o cão apenas observou e agiu raivoso ao ato do humano quando ele cortou o pescoço do filhote, afinal a caça a qual o intrometido acabara de dar fim a vida era unicamente dele! O cão queria aquela pequena felina! Fora uma raiva tão intensa que o animal acabou por cerrar os dentes e ameaçar Suzuya de forma mais agressiva do que antes e com uma expressão intensa refletida pela raiva ao expor seus dentes de forma ameaçadora.

Nessa hora bastou apenas um olhar severo do albino dirigido diretamente a face do irritante animal para que o cachorro parasse de latir, e ao encarar firmemente as feições canídeas algo chamou a atenção de Juuzou nesse momento.

O cachorro de rua maltratado, magro e lunático possuía olhos tão ou mais vermelhos do que o próprio Suzuya...

 Assim como o investigador ele estava apenas cumprindo seu papel designado desde o início de um nascimento cruel... O cão estava seguindo por um caminho que aos seus olhos rubros era algo natural, algo sem discussão... Está feliz? BRINQUE! Está doente? LAMENTE! Está com raiva? MORDA! Está com fome? MATE!

Afinal não é isso que os humanos também fazem todos os dias?

E para Suzuya não seria algo tão diferente... Ele estava indo agora ao encontro de suas pequenas bonecas cativas antes de encontrar o filhote felino, aquelas doces bonequinhas que o encantavam de uma maneira estranha... Que lhe despertavam algo parecido com felicidade por elas estarem agora abaixo de sua posse e lhe causavam uma fome diferente da que ele sentia como algo comum...

As doces bonecas sombrias ocultas em meio a noite...

“As lindas bonecas marionetes que foram caçar e acabaram sendo caçadas...”

 

Afinal alguns pombos possuem lâminas no lugar de asas.

 

~~~~ Bonecas de Trapos ~~~~

 

O porão escuro revela a entrada do homem que as prisioneiras antes temidas e poderosas agora tanto temem, um homem alucinado cujos olhos rubros refletem o fogo da insanidade, cujas costuras vermelhas espalhadas pelo corpo agora se vêm ainda mais detalhadas e que a semelhança de um artista circense está todo o tempo equilibrando-se em uma linha tênue que paira entre o bem e o mal.

 

“Claro que as vezes esse equilibrista pode cair para um só lado, é algo normal quando todo o tempo se está a caminhar na ponta dos pés pela corda que se ata a sanidade...”

 

Juuzou olha com algo de ternura para Nashiro e Kurona, as gêmeas que o encaram assustadas, acuadas...  Ambas amarradas, amordaçadas e impossibilitadas de escapar de seus olhares e seus atos.

Suzuya as queria e as gêmeas seriam dele por completo! Por mais que elas mesmas não quisessem pertencer ao seu algoz!

Um meio sorriso se forma na face do albino, a mancha de sangue em sua adaga revela-se agora por baixo de seu casaco e Kurona foi a primeira a observar isso ao lançar contra Juuzou um olhar choroso... Ela não sabe o que o insano investigador poderá fazer contra elas, não sabe como que ela e sua irmã foram caçadas por Suzuya enquanto elas mesmas estavam em busca de sua própria caça!

O humano ao qual elas perseguiam fugiu, e em consequência disso um outro humano que teoricamente deveria teme-las como uma presa teme um predador riu da morte certeira ao acuá-las e fazer delas sua própria refeição, submetendo-as a toda sorte de lâminas e a sua quinque ironicamente forjada como uma foice... Ele estava debochando da ordem natural das coisas.

As duas irmãs não queriam aceitar esse destino, serem caçadas pela sua presa! Serem subjugadas por um ser que elas conheciam! Serem domadas por uma criatura cujo passado sempre fora conhecido por elas! Passado com as características rebuscadas de fraqueza, sorte e loucura!

— Rei... Nos deixe ir embora.

 

“Inclusive elas conheciam o seu primeiro nome...”

 

Nashiro fora a primeira a falar, Seu corpo encontrava-se agora desnudo, ferido, mutilado, preso por correntes que revelavam a resistência na pele das duas garotas, resistência que após algumas semanas deixou inclusive a regeneração natural dos ghouls baixar... Durante os dias que ficaram presas ao porão sem alimento, sem luz... Sem esperança...

 Suzuya apenas se limitou a negar com a cabeça enquanto observava de forma divertida os movimentos das duas ao forcejarem os pulsos, marcarem mais ainda suas peles e tentarem fugir de suas amarras, de seus lugares como prisioneiras... Tentar fugir da ordem demente imposta contra a natureza que as tomou como as presas de um predador que elas mesmas teimavam em caçar!

A humanidade possui facetas muito mais cruéis do que qualquer besta... Afinal humanos só são fracos quando querem...

Juuzou aproximou-se das gêmeas feridas, fracas e rendidas com a mesma faca amorfa, sua scorpion, com a qual ele pôs fim a uma frágil linha de vida de um felino a poucas horas atrás. A qual o destino o intermediou para ser ou não usada tomando por base o julgamento moral de seu portador... A faca que detinha uma linha vermelha a mais para sua coleção... Mais um belo e inestimável ponto a coser em sua pele no mais tardar...

Suzuya via a expressão desesperada de Nashiro e o semblante choroso de Kurona, a gêmea que mais se importou com ele em sua juventude conturbada quando ainda era humana... O albino lembrou-se logo da gatinha negra e do cachorro albino em meio ao frenesi onde cão, mais forte, queria brincar, queria comer... E Suzuya também queria ter alguém para brincar com ele! E algo para saciar a estranha fome que o assolava todos os dias...

 

Era hora do Show...

 

Juuzou queria um abraço... O suave tocar de pele em suas costas, alguma coisa que lhe propiciasse tanto camaradagem quanto reconforto após um longo dia de trabalho!

E ele poderia ter! Não foi custo nenhum para o albino cortar os braços das suas lindas gêmeas com a mesma scorpion que fora usada para talhar o pescoço do bichano! Não foi sofrimento nenhum para Suzuya ver a expressão de dor das garotas enquanto seus ossos eram destrinchados, seu sangue drenado e suas peles talhadas com violência e de forma animalesca guiada apenas pela vontade dos pulsos de um lunático... Os gritos de dor e desespero, as feridas grotescas abertas com ferocidade nada lhe significam agora...

Afinal para Suzuya era algo que compensaria, apesar da perda, a partir desse ato ele dormiria todas as noites tocado pelos braços das duas gêmeas ao mesmo tempo... Já que seus membros foram cruelmente talhados por ele!

Mas ter o conforto e o prelúdio de suas lindas bonequinhas ao o aconchegarem em um abraço não era suficiente... O investigador ainda estava com aquela fome distinta.

Cortou então um pedaço de Nashiro para o almoço e uma parte de Kurona para o jantar...

Ele queria ver o mundo com outra perspectiva...

Então extirpou os olhos acinzentados das garotas e os guardou em um pequeno pote com formol, a partir daí ele sempre poderia recordar a visão do mundo dividido entre humanos e ghouls das duas únicas garotas que ele se importou fora do seu círculo familiar onde sua sempre adorável Mamá encontrava-se...

Ele também queria ouvir a opinião de Kurona, Suzuya queria saber por que Nashiro era contra o sentimento que sua irmã gêmea detinha com ele... Um sentimento que Suzuya sabia da existência assim como sabia que Nashiro não apoiava, mas ele mesmo jamais poderia entender.

As línguas das duas então seriam bem guardadas dentro de uma um pequeno adorno musical, as vozes das gêmeas tinham um timbre melodioso parecido com o som produzido pela pequena caixinha de músicas onde uma diminuta boneca de uma bailarina feita de porcelana alva e delicada estava condenada a dançar pelo restante de sua existência!

 

Ele queria ter o afeto das duas companheiras de juventude... As únicas que falavam com ele quando mais novo e que não seria algo diferente agora depois de mortas.

 

Ele cortou os corações das gêmeas e os guardou embaixo do seu travesseiro, poderia lembrar delas todas as noites mesmo com o sangue derramado e o cheiro pútrido que invadiria suas narinas a partir do final da primeira semana quando então seriam reunidos novamente a suas donas junto com os braços em seu porão.

 

Pedaços das peles tão alvas e delicadas seriam unidas a sua em alguns pontos pelas suas próprias linhas vermelhas e pela agulha afiada cansada de coser sua carne solitária...

 

Os cabelos negros de Kurona unem-se agora aos de sua irmã quando ambas as musculaturas das faces são interligadas com delicadeza e maestria pelas mãos de um insano, uma única face fora então formada.

Dois corpos unidos por uma mente, dois predadores subjugados por algo que deveria ser uma presa...

Para Juuzou as duas gêmeas sempre foram bonitas e ele já sabia que elas seriam suas mesmo que fosse necessário toma-las a força e mesmo que elas não o quisessem!

 

“O equilibrista tombara para um lado... O lado oculto da luz e da razão...”

 

 Logo logo ele se levantaria e voltaria a andar por sob a corda suspensa, como se nada houvesse ocorrido... Sempre caminhando no limite pelas divisões que delimitavam sua sanidade...

Afinal ele agora tinha sua própria boneca de trapos para adorar e distrair-se, sua adorável bonequinha para cuidar, para brincar, para destroçar...

 

E  para remendar sempre que seu âmago a necessitar...

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais




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