História Bonito Desconhecido — VHope/Taeseok - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Jikook, Kpop, Namjin, Taeseok, Vhope, Yaoi
Visualizações 47
Palavras 1.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooi, gente! Tudo bom com vocês? Eu confesso que tô nervosa pra postar essa fanfic, mas no fundo, espero que gostem.
Até as notas finais, boa leitura! ❤

Capítulo 1 - Ajuda


Já era tarde da noite quando terminamos de ver o filme e sai da casa de Suga. Minha casa era um pouco longe, mas eu não me importava em ir andando, alonguei as mangas do meu casaco e coloquei as mãos nos bolsos da calça. As ruas não estavam tão movimentadas, cheguei até a avenida e passavam alguns carros, algumas pessoas passavam por mim, de vez em quando.

Estava quase virando e entrando na rua ao lado da minha quando ouvi alguém murmurar um "ei". Virei para trás e só estava eu naquela região. Continuei andando, achando que fosse algo da minha mente, até ouvir um "me ajude", quase que em um sussurro.

Virei novamente e olhei ao redor, franzi o cenho e já iria voltar a andar quando vi um braço ser colocado pra frente, como se alguém estivesse se arrastando pelo chão. Dei dois passos para a frente e avistei um rapaz se arrastando para fora do beco. Ele estava todo machucado e seu rosto tinha algumas regiões roxas. Me aproximei rapidamente dele e me abaixei a sua frente, preocupado.

— Por favor... Me ajude. — ele falou com uma voz fraca e suplicante e senti ele apertar minhas mãos quando as pegou — Não me deixe aqui, por favor...

— Não vou te deixar aqui, moço, vou te ajudar. — ele parou de se mexer quando me ouviu, aliviado — Onde você sente dor?

— Meus braços, pernas, meu rosto arde e a dor em meu peitoral está insuportável. — ele falou com um pouco de esforço e pude perceber algumas lágrimas caírem pelos machucados em seu rosto.

— Certo, eu vou te ajudar, vai ficar tudo bem. — me aproximei dele e segurei suas duas mãos — Tenta se sentar. — puxei seus braços e ele se esforçou até ficar sentado no chão. Segurei em seu tronco e ele pareceu ter me entendido, pois logo colocou mais força até levantar. — Minha casa é um pouco longe. Não consigo te carregar e você não aguentaria ir andando.

— E-eu consigo ir... — ele tentou parecer firme, mas não conseguia sequer pôr os dois pés no chão.

— Não consegue. Você está fraco, não pode fazer esforço. — suspirei e o levei até um banco ali perto, o sentando e o ajeitando.

Tive a idéia de ligar para o Suga, ele poderia me ajudar. Peguei meu celular no bolso e procurei pelo contato dele. Liguei a primeira vez e caiu na caixa postal, a segunda vez também. Estava prestes a tentar a terceira vez quando ouvi uma voz se aproximando.

— O que aconteceu? — olhei para meu lado e um rapaz estava se aproximando.

— Eu encontrei ele, machucado desse jeito. — falei preocupado, já que o rapaz gemia de dor e chorava.

— Eu posso ajudar vocês? — ele abaixou-se em frente ao outro e pareceu analisá-lo.

— Sim, claro. Por favor. — tratei de responder rapidamente e ele se pôs de pé, passando o braço do outro por seu ombro, para firmá-lo no chão — Minha casa é aqui perto, levamos ele pra lá e eu cuido dele.

— Eu tenho carro, fiquem aqui, vou pegá-lo. — segurei o outro em pé enquanto ele entrou no carro que estava mais atrás, no acostamento. Parou à nossa frente e desceu, me ajudando a sentar o que estava machucado, no banco de trás.

Ele tinha muito sangue escorrendo, então tirei minha camisa — que só então percebi estar suja de sangue — e coloquei embaixo dele, para não sujar o banco. Ele começou a dirigir e o guiei até minha casa. Logo chegamos e entramos, trazendo o ferido conosco. Liguei a lâmpada da sala e levamos ele até o quarto, no segundo andar. Eu ligava as luzes por onde passávamos. Tivemos dificuldades em subir as escadas, mas conseguimos e levamos ele para o meu quarto, o quarto de hóspedes era mais distante.

— Deita ele na cama. — ajeitamos ele no colchão e suspirei, exercitando os ombros, que estavam dormentes.

— Certo, vamos cuidar dele. Meu nome é Hoseok, qual é seu nome? — o que estava ajudando falou seu nome, enquanto olhava para o deitado.

— Seokjin... — o outro falou em um fio de voz e fechou os olhos, suspirando.

— E o seu? — o Hoseok olhou para mim desta vez — Ah, agradeço por ter sido tão bom e ter trago ele pra cá.

— Taehyung, meu nome. — sorri brevemente de lado e balancei as mãos em frente ao corpo — Não tem problema. Ele precisa ser ajudado, não iria deixá-lo só...

Seokjin soltou alguns pequenos gemidos e nos disse que sentia dor no corpo todo. Pedi licença a eles e saí do quarto, indo até a cozinha. Procurei meu kit de socorros e voltei correndo para o quarto. Me ajoelhei na cama na lateral do corpo de Seokjin e abri a maleta. Tirei alguns lenços umedecidos e comecei a passar pelas partes em que estavam machucadas. Fazia pequenas pressões para limpar o sangue e estancar e o ferido chorava. Hoseok também me ajudava.

Depois de um longo processo, os machucados de Seokjin já haviam parado de sangrar e ele estava mais calmo, o que foi um alívio para todos.

— Você precisa tomar um banho. — falei de repente, olhando o estado dele — Pra trocar essas roupas.

— Realmente. Você precisa estar limpo para fazer os curativos. — Hoseok concordou comigo. Seokjin estava corado.

— Mas... — ele parecia pensar sobre o assunto, receoso — Tudo bem...

Levantei da cama e ajudamos Seokjin a levantar-se. Levamos ele até o banheiro do meu quarto. Ele parecia nervoso e estava relutante, mas acabei cedendo. Então me dei conta de que ele estava constrangido porque íamos banhá-lo. Sim, eu sou lento, me julguem.

— Eu vou tirar sua roupa. — falei só para avisá-lo enquanto Hoseok o segurava. Ele assentiu receoso e o outro levantou seus braços lentamente. Levantei a barra de sua camisa suja e rasgada e tirei com cuidado.

Joguei no canto do banheiro e olhei para seu rosto. Ele estava corado e de olhos fechados, então tratei de cuidar logo com aquilo, para acalmá-lo. Era estranho, confesso, a reação dele me deixava inquieto. Olhei brevemente para Hoseok e me aproximei mais. Suspirei e coloquei as mãos no botão de sua bermuda e abri, desci o zíper e deixei a bermuda cair com cuidado. Ele mexeu os pés para eu pegar a peça de roupa e assim fiz. Na hora de tirar a cueca, ele recuou um passo e o olhei assustado.

— Seokjin, não precisa ficar envergonhado. Só queremos te ajudar. — Hoseok falou e ele abriu os olhos brevemente, olhou nós dois e voltou a fechar os olhos, assentindo.

Coloquei as mãos novamente na barra de sua cueca e desci com cuidado para não triscar nos machucados. Depois disso, levamos ele para o box e liguei o chuveiro, Hoseok colocou ele embaixo d'água e o deixei se molhar um pouco, ele se virou de costas para nós dois e não falamos nada, ele estava envergonhado.

Eu também ficaria se precisasse da ajuda de dois homens e ficar nu na frente deles, sendo que não os conheço.


Notas Finais


Ooi, de novo! Bom, eu realmente espero que tenham gostado...
Esse capítulo foi somente para introduzir a história e dar mais sentido as coisas. O próximo capítulo vai estar melhor, juro. ^^
Enfim, comentem se se sentirem a vontade e dêem sua opiniões.
Até depois :3


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