História Bookcase - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags História, Minha Vida, Original
Visualizações 7
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Orange, Poesias, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


"não se engane"
eu fiquei com preguiça de postar ontem
Valéria me dircupa pelo acento e por escrever pouco, depois faço mais e cê lê bem mto. Esse vai pra vc de novo <3

Capítulo 6 - Diário - 2


Fanfic / Fanfiction Bookcase - Capítulo 6 - Diário - 2

17 de junho, sábado - 09:14

Eu estava dentro do metrô, com algum amigo, já não lembro com quem. Então escuto uma voz atras de mim falando com uma criança. Por algum motivo me viro, não lembro o porquê de virar. Meus olhos se encontram com a garota de cabelos meio escuro e mel, tinha momentos que ele estava mel e outras escuro, acho que era o sol. Não sei de onde sai a coragem de falar com alguém, mas saiu. 

Você estuda no 7 de setembro? - perguntei apontando para uniforme da garota. Parecia que ela estava voltando para casa com o irmão.

 

Não, no Christus. - apontou para o boné que estava em sua cabeça, que até então eu não tinha percebido. Fiquei me perguntando, se aquilo foi ironia ou ela tava só usando o uniforme de alguém. Mas vou aceitar logo a patada, o irmão dela com certeza que estuda no Christus e ela tá usando o nome dele. 

 

Depois da patada não lembro de muita coisa. Só da garota pedindo para o meu amigo ficar olhando seu irmão e sinto uma movimentação do meu lado e quando olho à esquerda a garota estava lá me olhando. 

 

Olha desculpa, eu estava só brincando. Meu irmão é uma peste e acabo descontando nos outros, mas sou uma pessoa legal. Gosto muito de conversar, conhecer novas pessoas. - ela falava toda expontânea, movimentando as mãos, com o corpo virado para minha direção, com o olhar firme nos meus olhos.

 

Eu escutava tudo aquilo acendendo com a cabeça, mesma que algumas coisas eu não entendia e nem lembro não prestar muito atenção. Estava olhando seus olhos, não sabia onde eu estava, nem o que estava fazendo só queria ficar olhando aqueles olhos tão lindos, eles eram verdes claros. Seu corpo bem detalhado com aquele uniforme, bem colado ao seu corpo. E quando o sol passava em seu rosto seus cabelos brilhavam em um mel lindo. E quando saio de meus devaneios me toquei que a garota estava falando de sua pessoa, então resolvi prestar um pouco atenção.

 

onde você mora? - perguntei.

 

é longe. - levantou e foi até um mapa que tinha no metrô. Eu não sabia que metrô era aquele, o que eu uso é totalmente diferente, esse parece mais evoluído. Será esse um metro do futuro? Quantos anos essa garota deve ter? Será ela uma funcionária do 7 setembro? 

 

Ela me mostrou as estações, umas que nunca vi, parecia que aquele era um novo metrô. Ela disse que morava na bem perto da última estação, parecia interior para mim, mas acho que ela mora na capital. As cidades devem ter mudado. Ela voltou para sua cadeira e na mesma posição que estava. Deitou a cabeça no banco e ficou brincando com os dedos enquanto me olhava.

 

ah, eu sou bi. - falou como se fosse nada de mais. Eu não sei se aquilo foi bom por achar que eu talvez tinha chance ou que ela queria algo.

 

Acho que fiquei muito tempo surpresa por sua fala que não falei nada e só fiquei a olhá-la. Percebi um pequeno sorriso em seu rosto.

 

eu posso te beijar? - me pegou de surpresa me deixando sem palavras mais Ainda. E antes que eu pudesse responder algo ela chega mais perto me deixando quase sem ar.  - Nem parece, mas eu me encantei quando você virou para mim e eu pude ver esses seus olhos tão misteriosos, não poderia deixar você ir sem mesmo tentar conhecê-los.

 

você quer me beijar? - perguntei com um pouco de dificuldade. Seu rosto estava muito perto do meu e eu estava nervosa com o que a garota tinha acabado de falar, sem comentar daqueles olhos que pareciam de um gato. 

 

sim... - balançou a cabeça e mordeu o canto dos lábios. Aquilo mexeu comigo, mas não deu para sentir direito. Sentir seus lábios quentes nos meus. Sua vontade louca de encontrar os meus foi algo inesperado, ela beijava com todas suas vontades. Enquanto eu me acabava por dentro, tudo lá dentro estava virando uma bagunça.

 

Afinal? Quem era aquela garota que estava mexendo tanto comigo sem mesmo conhecê-la? Eu não sei, mas posso dizer que estou apaixonada. 

 

Quando me dou conta estou na casa da sua família, ela tem uma família grande. Não sei dizer se estão passando as férias ou todos moram aqui. A casa parece ser feita para todos, enorme. Eles bebem muito também. Conheci seus tios, avôs, primos, seus pais, irmãos, todos. Nunca me senti tão bem a família de alguém. Mas o que pegou foi que aquilo no metrô me pareceu uma lembrança, talvez no momento estejamos comemorando algo em família e percebi que aquela garota já era minha namorada. Fazíamos tudo juntos. Me peguei conversando na varanda segurando sua mão, brincando com sua família, uma das coisas que me lembro desse dia na casa era procurando filmes para nós assistir, mas acabei dormindo e senti seu lábios em minha bochecha logo um "durma bem dorminhoca". Contudo, lembro só partes do meu sonho e como todos devem saber sonhos não fazem sentido e vivem mudando o sentido e foi isso que aconteceu.

 

Eu estava em uma quadra, treinando futsal com mais algumas garotas. Tínhamos algumas rivais, o outro time estava me marcando por ser a capitã. Estávamos treinando pênaltis e eles queria me acertar e não conseguiam, nem mesmo fazer um gol. Estava me divertindo com aquilo, mas sempre voltava minha atenção para a arquibancada procurando ela, mas nem sinal. Com isso não percebo que uma briga ocorria do outro lado e tenho que apartar, mas acaba saindo da quadra, saio correndo pelos corredores e com isso bate um flashback em minha cabeça. 

 

Era ela, estava correndo naqueles corredores comigo, batendo em todas as portas de aulas. Seu riso me encantava, aumentava o meu duas vezes. Acredito que eu e ela éramos umas pestes juntas.

 

Saindo daquele corredor o flashback acaba e chego bem perto da entrada daquele local desconhecido, parece um colégio ou uma faculdade não sei. Tento finalmente parar a briga e consigo, voltamos para quadra e ficamos conversando na arquibancada. Todos conversando, rindo, brincando, sai um pequeno sorriso de mim, mas no fundo volto ao meu estado de ansiedade, olho o celular e não vejo nenhuma mensagem e nem ligação. Minha atenção agora se mostra a minha tela de bloqueio. Sou eu, com roupa de basquete, estou rindo e segurando um troféu. Parece que estou tentando fugir de alguém enquanto tento subir em algo e alguém está puxando meu short, aparecendo um pouco meu bumbum, seguindo a mão percebo que é ela. Meu coração para e dispara ao mesmo tempo.

 

Fim do sonho, minha mãe me acorda, relutei em acordar, mas falhei. Adeus garota que nunca vou saber o nome e não verei mais. Mesmo com o pouco sonho que eu tive, acredito que fui feliz com ela, mesmo sem saber o que aconteceu com você no final. Parece loucura, mas amei uma desconhecida. Acho que isso é aquilo de a garota dos sonhos, elas não existem talvez, apenas nos nossos sonhos. Espero que um dia eu consiga retomar esse sonho e tentar encontra-lá. Por mim não acordaria nunca só para poder te entender, te descobrir e ficar do seu lado. Pareço uma louca, mas só em sonhos achamos a pessoa perfeita para nós?! Que loucura, agora vou ficar me perguntando quem é ela e será que ela existe ou já vi ela? Sonhos só acontecem com pessoas que já vimos nem que seja de longe ou do nada, sei lá, tudo é possível. Mesmo se eu achasse ela, não sei o que faria, talvez só olhasse a sua beleza e acreditaria que ela é de verdade, mas não como no sonho.

Tudo é questão de como desejamos algo e nos sonhos podemos ter o que quiser.

 


Notas Finais


NÃO revisei
Bem gay eu sei, mas whatever. Não sei como escrevi isso e ainda postei, mas quero mostrar minhas vergonhas.
Música: The Keane - Somewhere Only We Know


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